Que trilha sonora maravilhosa *-* Bowie, Pink Floyd... Assisti ontem de madrugada, sem nenhuma expectativa e me surpreendi! Super atraente e bem executado, as referências a cultura pop aproximam a obra do expectador e o fato de que a história se passa entre as décadas de 60 a 80 trazem a tona a atmosfera louca e efervescente criada pela juventude submersa na cultura do rock. Um encanto, já entrou para os favoritos. Ah, e outro fator que me prendeu irremediavelmente: Marc-André Grondim. Que homem é esse, meu Deus? É a personificação do charme...
Aprecio Godard a cada vez mais. É como se durante toda a minha vida eu sempre quisesse ver esse tipo de coisa, esses diálogos, essas músicas, essa Anna Karina, esses olhos, essas luzes, esses rapazes lindos, esse charme da França, esses anos 60, mesmo sem saber da existência desse filme. Une femme est Une Femme é a representação do cinema dos meus sonhos.
Visualmente lindo, maravilhoso, sensacional! A fotografia desse filme é um espetáculo hipnotizante, de cair o queixo mesmo. O roteiro também é excelente, com diversas reviravoltas no curso da história que deixam o espectador sempre instigado e surpreso. Além de riquíssimo entretenimento que já é satisfatório graças às divinas cenas de artes marciais, é emocionante e profundo. Confesso que só o assisti porque ao descobrir que tinha em casa o dvd, li no alto da capa "Quentin Tarantino apresenta" e fiquei curiosa, mas definitivamente não me arrependi! A cena da luta de Lua e Neve Voadora é uma das coisas mais bonitas que eu vi nos últimos tempos.
Meu grande apreço pelo Almodóvar cresceu muito após esse filme. Hipnotizante, envolvente e como não poderia deixar de ser, com um forte teor de deliciosa excentricidade bem característico do diretor. Viva a brilhante bizarrice, as cores e a exuberância da mulher! Viva Penélope Cruz lindíssima e como sempre, apaixonante!
Acabei de assistir esse filme e fiquei impressionada com a conversão fiel da realidade para a arte. É uma obra extremamente intrigante, uma vez que retrata a adolescência de uma forma mais pesada e dramática do que a maioria dos filmes do gênero. É interessante ver que Rebel Without a Cause (o título em português dispensa comentários) foi um marco importante no cinema. Em 1955, o rock n' roll estava engatinhando ainda, e as mais significativas revoluções juvenis só viriam a acontecer na década seguinte, com a explosão dos hippies, o Woodstock, os movimentos estudantis e a descoberta da pílula. James Dean (ator maravilhoso, que eu já conhecia a história, mas não o trabalho) encarnou perfeitamente o arquétipo de rebelde. Não acho de forma alguma que isso seja ruim, supostamente "criar um estereótipo", atribuição que muitos dão a sua atuação. Do contrário, Jim Stark é um rapaz que sofre com a dor da incompreensão e sua crise existencial não se limita a ataques infantilóides. É muito mais do que isso. A relação entre pais e filhos é falha não só para Jim, como também para seus amigos, Platão e Judy, e as suas feridas psicológicas são apresentadas primorosamente. Rebelde sem causa? Aparentemente. Acredito que esse nome seja uma leve provocação.
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Corra!
4.2 3,7K Assista AgoraA cena da Georgina chorando e sorrindo ao mesmo tempo enquanto fala com o Chris no quarto... PQP QUE TENSOOOOO
C.R.A.Z.Y. - Loucos de Amor
4.2 712Que trilha sonora maravilhosa *-* Bowie, Pink Floyd... Assisti ontem de madrugada, sem nenhuma expectativa e me surpreendi! Super atraente e bem executado, as referências a cultura pop aproximam a obra do expectador e o fato de que a história se passa entre as décadas de 60 a 80 trazem a tona a atmosfera louca e efervescente criada pela juventude submersa na cultura do rock. Um encanto, já entrou para os favoritos.
Ah, e outro fator que me prendeu irremediavelmente: Marc-André Grondim. Que homem é esse, meu Deus? É a personificação do charme...
Uma Mulher é Uma Mulher
4.1 275Aprecio Godard a cada vez mais. É como se durante toda a minha vida eu sempre quisesse ver esse tipo de coisa, esses diálogos, essas músicas, essa Anna Karina, esses olhos, essas luzes, esses rapazes lindos, esse charme da França, esses anos 60, mesmo sem saber da existência desse filme. Une femme est Une Femme é a representação do cinema dos meus sonhos.
Herói
3.9 343 Assista AgoraVisualmente lindo, maravilhoso, sensacional! A fotografia desse filme é um espetáculo hipnotizante, de cair o queixo mesmo. O roteiro também é excelente, com diversas reviravoltas no curso da história que deixam o espectador sempre instigado e surpreso. Além de riquíssimo entretenimento que já é satisfatório graças às divinas cenas de artes marciais, é emocionante e profundo. Confesso que só o assisti porque ao descobrir que tinha em casa o dvd, li no alto da capa "Quentin Tarantino apresenta" e fiquei curiosa, mas definitivamente não me arrependi! A cena da luta de Lua e Neve Voadora é uma das coisas mais bonitas que eu vi nos últimos tempos.
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4.1 1,1K Assista AgoraMeu grande apreço pelo Almodóvar cresceu muito após esse filme. Hipnotizante, envolvente e como não poderia deixar de ser, com um forte teor de deliciosa excentricidade bem característico do diretor. Viva a brilhante bizarrice, as cores e a exuberância da mulher! Viva Penélope Cruz lindíssima e como sempre, apaixonante!
Um Corpo que Cai
4.2 1,3K Assista AgoraO título desse filme no Brasil, ao contrário da maioria, recebeu uma tradução interessante, chega a ser sugestivo.
Quase Famosos
4.1 1,4K Assista AgoraExatamente tudo o que eu sonhava ver um dia. Se pudesse encomendar um filme, sairia isso.
Juventude Transviada
3.9 556 Assista AgoraAcabei de assistir esse filme e fiquei impressionada com a conversão fiel da realidade para a arte. É uma obra extremamente intrigante, uma vez que retrata a adolescência de uma forma mais pesada e dramática do que a maioria dos filmes do gênero. É interessante ver que Rebel Without a Cause (o título em português dispensa comentários) foi um marco importante no cinema. Em 1955, o rock n' roll estava engatinhando ainda, e as mais significativas revoluções juvenis só viriam a acontecer na década seguinte, com a explosão dos hippies, o Woodstock, os movimentos estudantis e a descoberta da pílula. James Dean (ator maravilhoso, que eu já conhecia a história, mas não o trabalho) encarnou perfeitamente o arquétipo de rebelde. Não acho de forma alguma que isso seja ruim, supostamente "criar um estereótipo", atribuição que muitos dão a sua atuação. Do contrário, Jim Stark é um rapaz que sofre com a dor da incompreensão e sua crise existencial não se limita a ataques infantilóides. É muito mais do que isso. A relação entre pais e filhos é falha não só para Jim, como também para seus amigos, Platão e Judy, e as suas feridas psicológicas são apresentadas primorosamente. Rebelde sem causa? Aparentemente. Acredito que esse nome seja uma leve provocação.