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Data de lançamento
13 Set. 2000Duração
Um fã ávido por rock'n'roll consegue um trabalho na revista americana Rolling Stone, para acompanhar a banda Stillwater em sua primeira excursão pelos Estados Unidos.
Porém, quanto mais ele vai se envolvendo com a banda, mais vai perdendo a objetividade de seu trabalho e logo estará fazendo parte do cenário rock dos anos 70.
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Belo trabalho, direção elenco trilha sonora, Enfim um filmão não só para os fas de rock!
Blu-ray | uma obra-prima. A trilha, o roteiro, as atuações, impossível não se pegar cantando algum dos clássicos enquanto assiste
Pensei em Callie Khouri recebendo o Oscar de Melhor Roteiro Original por “Thelma & Louise”. Em seu breve discurso, a roteirista disse: “Para todos que queriam um final feliz para Thelma e Louise, para mim, é este aqui”, sugerindo que talvez não tivesse entendido a potente cena final do filme que ela própria havia roteirizado. Thelma e Louise suspensas no ar, numa das mais icônicas representações de liberdade da história do cinema, definitivamente não tiveram um final triste.
E por que pensei nesse episódio? Bem, tenho a sensação de que Cameron Crowe não percebeu com muita clareza que seu roteiro saiu melhor que a encomenda, isto é, que ele produziu algo muito melhor do que se propôs a fazer. Pelo menos, foi essa a impressão que me ficou nas poucas, mas significativas, ocasiões em que pesou a mão nas gags, percepção reforçada pela quantidade de atores de comédia no elenco (Rainn Wilson, Eric Stonestreet, Jimmy Fallon e Kevin Sussman).
Creio que Crowe se propôs a escrever uma grande sátira ao universo do rock dos anos 1970, mais debochada e, certamente, menos corrosiva e pretensiosa do que “Velvet Goldmine”. No entanto, um road movie é sempre um road movie, uma travessia. Assim, mesmo os excessos acabam funcionando. Porque este não deixa de ser um filme de formação (coming-of-age), que utiliza o universo de fantasias, desejos e frustrações do rock'n'roll para falar dessa longa jornada que é a descoberta de nós mesmos, daquilo que ainda não somos.
Sem querer abusar da intertextualidade, acredito que aqui também se aplique o comentário de Umberto Eco sobre o clássico “Casablanca”: “Dois clichês nos fazem rir, cem clichês nos emocionam. Pois sentimos vagamente que os clichês estão conversando entre si e celebrando um reencontro”. E que belo reencontro!
Filme bom! Roteiro rápido e profundo, dentro do universo do Rock n roll setentista, as atuações são muito boas e a trilha sonora, é um espetáculo a parte. Filme bem legal
assisti a versão estendida e não consigo imaginar o filme com 40 minutos a menos, material muito bom, são 2h40 q não cansam
os caras nos anos 70 já achavam q a indústria musical tava em decadência, imagina oq eles diriam hoje kkkkkk
DONT TAKE DRUGS!!!!