Acho que gostei porque peguei para ver de bobeira passando na televisão sem saber nada sobre. Se eu tivesse visto um trailer ou spoiler, não teria escolhido para ver. Não é tão surpreendente, mas tem um bom ritmo.
Esse filme não é para quem não está disposto a perceber que maternidade não é um conto de fadas romantizado. É um filme maravilhoso, ambíguo, confuso. Você pode amar sua cria (filho/filha) e sua família mais do que tudo no mundo e mesmo assim sentir falta de tudo o que precisou abrir mão para tê-los. Para quem acha que ter e criar filho é fácil, é porque não é quem cria de verdade, e esse filme explora essas questões muito bem de uma perspectiva bastante feminina e perspicaz. Quem acha que o filme é sobre não ter filho, não entendeu absolutamente nada (a personagem literalmente diz que não se arrepende), talvez nem tenha visto até o fim.
Nenhum filme inspirado em histórias reais se atém aos fatos e sempre inventa um monte de fantasia, mas esse pelo menos tinha uma mensagem. Só o fato de não ter caracterizado o ator como um galã bonitão para o papel do assassino já ganha pontos para mim.
Acaba sendo uma crítica à glamourização dos criminosos pela mídia (que continua acontecendo até hoje), transformando-os em estrelas, deixando as vítimas de lado. Ele (o Maníaco) até hoje ganha cartas e dinheiro de admiradoras, assim como muitos outros monstros assassinos.
A história em si é interessante e bonita, mas parece que a produção não sabia mais o que fazer para terminar. Acho que o documentário poderia ter sido mais curto mesmo ou terem se aprofundado mais na investigação no hospital ou mesmo sobre as dinâmicas dos gêmeos, os impactos emocionais de um ponto de vista de psiquiatras/psicólogos. Quando a pesquisadora de gêmeos apareceu, achei que daria mais liga, mas ela falou bem pouco.
Eles explicam o erro no hospital de um gêmeo, mas então como o outro foi trocado? Um supostamente foi a tia que pegou a criança errada porque não estava com a pulseirinha de identificação, mas, de qualquer forma, como o outro gêmeo foi parar na outra família?
Achei chocante usarem Frenologia e teorias similares no tribunal, usaram o argumento do "brilho nos olhos" para julgar alguém como psicopata. Depois disso, não surpreende o caso ter ZERO evidências. Só faltou terem chamado uma cartomante e um médium. Fez parecer uma corte medieval, absurdo.
Trilha sonora fraca, desenvolvimento da história péssima, animação mediana. Design dos mobile suits sem inspiração assim como as cenas de batalha. Sou fã da franquia e gostei de continuarem a linha do tempo original e da premissa (o filho do Bright se une ao grupo rebelde que se alinha aos ideais do Char), mas claramente não tem história suficiente para uma trilogia, então metade do filme é enrolação, focando em uma personagem da "princesa inútil" (que é bem comum na franquia Gundam) que não contribui em nada nesse filme. Tem umas duas ou três cenas realmente interessantes. O filme inteiro poderia ter sido um episódio. Legenda em português péssima. Duvido que o próximo seja melhor, mas vou torcer para que seja.
Como em uma comunidade tão pequena (10!), as pessoas não conseguem ter um mínimo de convivência decente? Documentário muito bom, conduz a história de uma forma divertida pelas histórias absurdas. do tipo "mais estranho que a ficção" (uma coisa meio Expresso do Oriente da vida real).
Lembrou-me do outro documentário Galapagos Affair (apenas o tema é comum, não o tom).
Para complementar, é interessante ver o a matéria do 60 Minutes Australia (Youtube) "Survivors of White Island Disaster say they felt abandoned after eruption". Eles conversam com o mesmo casal desse documentário e outros sobreviventes. Também conversam com o covarde responsável por não permitir o resgate nas primeiras duas horas depois da erupção. Outro detalhe interessante é que o governo já tinha emitido um alerta duas semanas antes avisando para ninguém ir à ilha por risco de erupção, nem cientistas visitam aquele vulcão, mas a agência de turismo levou o pessoal mesmo assim. Achei que faltaram esses detalhes nesse documentário. É fácil culpar as vítimas por não terem pesquisado o suficiente ou por quererem visitar um vulcão ativo, mas ninguém imagina que uma agência de turismo seria permitida fazer esse passeio se não fosse seguro.
Como não é incomum em documentários, tem muita informação faltando, mas a história me interessou o suficiente para dar uma lida sobre. É compreensível que não dá para resumir a história de uma família inteira em alguns minutos e a ideia é focar no reconciliação dos irmãos, mas até fiquei um pouco na dúvida se era verdade pela forma que foi contada.
- Os irmãos tinham escrito um livro contando a história (mas sem falar sobre os detalhes do abuso). O diretor se interessou pela história e ficou anos com eles até convencê-los de fazer o documentário da forma que foi feito, com o Markus contando o que realmente acontecia.
- O objetivo dos irmãos em compartilhar algo tão pessoal é inspirar outras pessoas a não manterem o silêncio e falarem sobre abuso sexual (dito em entrevista).
- Eles são filhos de outro homem (que não é o pai mostrado no doc) e que morreu bem cedo. A mãe abandonou os gêmeos e só depois de um ano os pegou de volta porque o resto da família insistiu.
- A mãe teve outros dois filhos com o pai mostrado no doc e que eram os "preferidos", por isso os gêmeos moravam do lado de fora da casa sem regalias enquanto os outros dois moravam dentro da casa. Mesmo assim, esses outros dois irmãos também não choraram quando a mãe morreu já que também foram abusados.
- A mãe era uma acumuladora, por isso eles não podiam acessar partes da casa (porque estava cheia de entulho). Ela também acumulava dinheiro, enquanto os filhos por vezes passavam fome.
- Levou mais de um ano para os filhos conseguirem limpar a casa de tanto entulho acumulado.
Poderiam ter explorado mais as ações dos espiões (tanto o inglês quanto os alemães) e ter explicado com mais calma o que foi acontecendo com o "soldado" na Espanha (que é a melhor parte), mas o filme se preocupa em gastar muito mais tempo com um triângulo amoroso bem bobinho, arrastado e totalmente irrelevante. A história real do irmão que poderia ser espião comunista também seria bem mais interessante de ter explorado um pouco mais.
Enfim, um baita elenco, uma boa produção, mas que foi sabotado pelo roteiro e pela edição.
Gostei por não seguir uma fórmula óbvia de filme de terror "para dar susto", já que o objetivo do filme é outro (não é tanto dar medo, mas contar uma história de arrependimento). Acaba sendo tenso e triste com um ritmo bem fiel ao estilo do King.
Que surpresa boa, adorei o filme! Roteiro simples, objetivo e redondinho, clima sombrio e tenso próprio da série de jogos Resident Evil, personagens interessantes e bem caracterizados. Leon e Claire estão ótimos como protagonistas. Animação ótima e fluida, não achei datada (considerando como o realismo das animações estão melhorando num ritmo altíssimo). Valeu a pena assistir.
História bacana, final bom, cgi espetacular, mas diálogo péssimo, cheio de "frases de efeito" clichês, o Leon para em certos momentos para soltar piadinhas forçadas, achei ele muito "americano genérico". Aliás, o drama político apresentado também é genérico. O filme não traz o clima sombrio e tenso característico dos jogos e ainda conta com uma resolução "deus ex machina"; por essas razões, prefiro o anterior da série (Degeneração). No mais, um bom filme, mediano, vale a diversão, as cenas em primeira pessoa são ótimas, parece que o espectador está jogando.
O documentário é bom, mas achei que faltou um pouquinho mais de informação. Por exemplo, não achei que ficou clara a história do irmão-metaleiro da diretora, e poderia ter explicado melhor as táticas usadas pelo Ted Patrick; só depois que li um artigo percebi que as técnicas dele eram bem mais brutais do que o doc dá a entender. Uma entrevista com a diretora revelou até mais do que no doc. E seria interessante também, a meu ver, se mostrasse como é essa prática hoje (isso é comentado bem superficialmente, mas seria legal ser um pouco mais específico no método).
É belíssimo, e qualidade de animação que se espera de um Ghibli, mas... achei um pouco covarde terem evadido a questão polêmica que deveria permear a história. O Jiro era incontestavelmente contrário à guerra, mas no filme ele assume uma postura totalmente neutra e sonhadora, até ingênua, sem contar que, enquanto ele projetava os aviões, a guerra já estava acontecendo. E a esposa dele não tinha tuberculose. Não vejo problema em inserir fatos fictícios quando o filme não se propõe a ser documentário, mesmo quando o filme é baseado em uma pessoa que existiu, mas não entendi bem o propósito de deixá-la à beira da morte, ele ficou parecendo um homem egoísta que força a mulher doente a ficar com ele sem tratamento médico (talvez a intenção fosse criar um paralelo de amor/egoísmo entre essa situação e o amor/egoísmo de ele estar projetando máquinas de guerra para realizar o seu próprio sonho?). No mais, achei muito interessante as discussões sobre as construções dos aviões, eles buscando alternativas e tentando encontrar um caminho de modernização para darem um salto na tecnologia, que até então os eludia (ri quando o alemão acusa os japoneses que copiarem tudo!). Sem contar nos detalhes da animação e costumes japoneses, na educação das pessoas, a cena de casamento é tão simples e linda.
Sou bem fã de anime/mangá, mas dou o braço a torcer, essa adaptação de All You Need Is Kill ficou bem legal e, em certos pontos, melhores do que o mangá. Achei os aliens mais legais no mangá, mas a Rita do filme é bem mais "fodona" e menos menininha fofinha. Tem lá seus clichês (o mangá também tem XD), mas é bem divertido.
Comer, Rezar, Ladrar
2.7 9 Assista AgoraBobinho, mas relaxante. Podia ter focado um pouco mais nos cachorros em si, mas gostei da dinâmica entre os personagens.
Correndo Contra o Tempo
3.3 127 Assista AgoraAcho que gostei porque peguei para ver de bobeira passando na televisão sem saber nada sobre. Se eu tivesse visto um trailer ou spoiler, não teria escolhido para ver. Não é tão surpreendente, mas tem um bom ritmo.
Canina
3.0 175 Assista AgoraEsse filme não é para quem não está disposto a perceber que maternidade não é um conto de fadas romantizado. É um filme maravilhoso, ambíguo, confuso. Você pode amar sua cria (filho/filha) e sua família mais do que tudo no mundo e mesmo assim sentir falta de tudo o que precisou abrir mão para tê-los. Para quem acha que ter e criar filho é fácil, é porque não é quem cria de verdade, e esse filme explora essas questões muito bem de uma perspectiva bastante feminina e perspicaz.
Quem acha que o filme é sobre não ter filho, não entendeu absolutamente nada (a personagem literalmente diz que não se arrepende), talvez nem tenha visto até o fim.
Maníaco do Parque
2.4 351 Assista AgoraEu gostei do foco do filme.
Nenhum filme inspirado em histórias reais se atém aos fatos e sempre inventa um monte de fantasia, mas esse pelo menos tinha uma mensagem. Só o fato de não ter caracterizado o ator como um galã bonitão para o papel do assassino já ganha pontos para mim.
Acaba sendo uma crítica à glamourização dos criminosos pela mídia (que continua acontecendo até hoje), transformando-os em estrelas, deixando as vítimas de lado. Ele (o Maníaco) até hoje ganha cartas e dinheiro de admiradoras, assim como muitos outros monstros assassinos.
Untold: O Ladrão de Sinais
2.7 2Um dos documentários mais ridículos que já assisti. O escândalo foi completamente fabricado, além de ser arrastado.
Irmãos por Acidente
3.7 7A história em si é interessante e bonita, mas parece que a produção não sabia mais o que fazer para terminar.
Acho que o documentário poderia ter sido mais curto mesmo ou terem se aprofundado mais na investigação no hospital ou mesmo sobre as dinâmicas dos gêmeos, os impactos emocionais de um ponto de vista de psiquiatras/psicólogos. Quando a pesquisadora de gêmeos apareceu, achei que daria mais liga, mas ela falou bem pouco.
Eles explicam o erro no hospital de um gêmeo, mas então como o outro foi trocado? Um supostamente foi a tia que pegou a criança errada porque não estava com a pulseirinha de identificação, mas, de qualquer forma, como o outro gêmeo foi parar na outra família?
Mark Cavendish: Pedalando Até O Fim
3.8 4Só para deixar registrado, já que não chega a ser abordado no documentário:
Em 2023, Mark Cavendish anunciou que se aposentaria após o Tour de France, porém, devido a uma queda, precisou abandonar a prova.
Em 2024, adiou a aposentaria, retornou ao Tour de France pela equipe Astana e finalmente conquistou o recorde com sua 35ª vitória de etapa.
Ice Cold: O Caso Jessica Wongso
2.7 24Achei chocante usarem Frenologia e teorias similares no tribunal, usaram o argumento do "brilho nos olhos" para julgar alguém como psicopata. Depois disso, não surpreende o caso ter ZERO evidências. Só faltou terem chamado uma cartomante e um médium. Fez parecer uma corte medieval, absurdo.
Mobile Suit Gundam: Hathaway
3.2 7Trilha sonora fraca, desenvolvimento da história péssima, animação mediana. Design dos mobile suits sem inspiração assim como as cenas de batalha.
Sou fã da franquia e gostei de continuarem a linha do tempo original e da premissa (o filho do Bright se une ao grupo rebelde que se alinha aos ideais do Char), mas claramente não tem história suficiente para uma trilogia, então metade do filme é enrolação, focando em uma personagem da "princesa inútil" (que é bem comum na franquia Gundam) que não contribui em nada nesse filme.
Tem umas duas ou três cenas realmente interessantes.
O filme inteiro poderia ter sido um episódio.
Legenda em português péssima.
Duvido que o próximo seja melhor, mas vou torcer para que seja.
Último Destino: Larrimah
3.7 4Como em uma comunidade tão pequena (10!), as pessoas não conseguem ter um mínimo de convivência decente?
Documentário muito bom, conduz a história de uma forma divertida pelas histórias absurdas. do tipo "mais estranho que a ficção" (uma coisa meio Expresso do Oriente da vida real).
Lembrou-me do outro documentário Galapagos Affair (apenas o tema é comum, não o tom).
Crimes de Família
3.6 104 Assista AgoraMe surpreendeu por não cair no clichê da mulher-rica-megera, acaba por ser um filme muito "real", e tão, tão, familiar.
O Lobo Atrás da Porta
4.0 1,3K Assista AgoraBons diálogos, boas atuações , boa história, se você não se importar com cenas de sexo pode pular 1/3 do filme.
Vulcão Whakaari: Resgate na Nova Zelândia
3.8 20 Assista AgoraPara complementar, é interessante ver o a matéria do 60 Minutes Australia (Youtube) "Survivors of White Island Disaster say they felt abandoned after eruption". Eles conversam com o mesmo casal desse documentário e outros sobreviventes. Também conversam com o covarde responsável por não permitir o resgate nas primeiras duas horas depois da erupção.
Outro detalhe interessante é que o governo já tinha emitido um alerta duas semanas antes avisando para ninguém ir à ilha por risco de erupção, nem cientistas visitam aquele vulcão, mas a agência de turismo levou o pessoal mesmo assim. Achei que faltaram esses detalhes nesse documentário.
É fácil culpar as vítimas por não terem pesquisado o suficiente ou por quererem visitar um vulcão ativo, mas ninguém imagina que uma agência de turismo seria permitida fazer esse passeio se não fosse seguro.
Diga Quem Sou
3.9 111 Assista AgoraComo não é incomum em documentários, tem muita informação faltando, mas a história me interessou o suficiente para dar uma lida sobre. É compreensível que não dá para resumir a história de uma família inteira em alguns minutos e a ideia é focar no reconciliação dos irmãos, mas até fiquei um pouco na dúvida se era verdade pela forma que foi contada.
- Os irmãos tinham escrito um livro contando a história (mas sem falar sobre os detalhes do abuso). O diretor se interessou pela história e ficou anos com eles até convencê-los de fazer o documentário da forma que foi feito, com o Markus contando o que realmente acontecia.
- O objetivo dos irmãos em compartilhar algo tão pessoal é inspirar outras pessoas a não manterem o silêncio e falarem sobre abuso sexual (dito em entrevista).
- Eles são filhos de outro homem (que não é o pai mostrado no doc) e que morreu bem cedo. A mãe abandonou os gêmeos e só depois de um ano os pegou de volta porque o resto da família insistiu.
- A mãe teve outros dois filhos com o pai mostrado no doc e que eram os "preferidos", por isso os gêmeos moravam do lado de fora da casa sem regalias enquanto os outros dois moravam dentro da casa. Mesmo assim, esses outros dois irmãos também não choraram quando a mãe morreu já que também foram abusados.
- A mãe era uma acumuladora, por isso eles não podiam acessar partes da casa (porque estava cheia de entulho). Ela também acumulava dinheiro, enquanto os filhos por vezes passavam fome.
- Levou mais de um ano para os filhos conseguirem limpar a casa de tanto entulho acumulado.
(informações do dailymail e time)
Enfim, uma história terrível e bastante triste.
O Soldado que Não Existiu
3.4 78 Assista AgoraO filme poderia ter sido muito melhor.
Poderiam ter explorado mais as ações dos espiões (tanto o inglês quanto os alemães) e ter explicado com mais calma o que foi acontecendo com o "soldado" na Espanha (que é a melhor parte), mas o filme se preocupa em gastar muito mais tempo com um triângulo amoroso bem bobinho, arrastado e totalmente irrelevante.
A história real do irmão que poderia ser espião comunista também seria bem mais interessante de ter explorado um pouco mais.
Enfim, um baita elenco, uma boa produção, mas que foi sabotado pelo roteiro e pela edição.
Tico e Teco: Defensores da Lei
3.7 265 Assista AgoraQuem escreveu essa sinopse? kkkkkkkkk
Matrix Resurrections
2.8 1,3K Assista AgoraGostei mais do que eu esperava.
1922
3.2 807 Assista AgoraGostei por não seguir uma fórmula óbvia de filme de terror "para dar susto", já que o objetivo do filme é outro (não é tanto dar medo, mas contar uma história de arrependimento). Acaba sendo tenso e triste com um ritmo bem fiel ao estilo do King.
Extraordinário: A História de Stan Romanek
2.3 61 Assista AgoraET Bilu aprova esse "documentário".
Resident Evil: Degeneração
3.6 312Que surpresa boa, adorei o filme! Roteiro simples, objetivo e redondinho, clima sombrio e tenso próprio da série de jogos Resident Evil, personagens interessantes e bem caracterizados. Leon e Claire estão ótimos como protagonistas. Animação ótima e fluida, não achei datada (considerando como o realismo das animações estão melhorando num ritmo altíssimo). Valeu a pena assistir.
Resident Evil: Condenação
3.5 382 Assista AgoraHistória bacana, final bom, cgi espetacular, mas diálogo péssimo, cheio de "frases de efeito" clichês, o Leon para em certos momentos para soltar piadinhas forçadas, achei ele muito "americano genérico". Aliás, o drama político apresentado também é genérico. O filme não traz o clima sombrio e tenso característico dos jogos e ainda conta com uma resolução "deus ex machina"; por essas razões, prefiro o anterior da série (Degeneração). No mais, um bom filme, mediano, vale a diversão, as cenas em primeira pessoa são ótimas, parece que o espectador está jogando.
Desprogramado
3.2 3O documentário é bom, mas achei que faltou um pouquinho mais de informação. Por exemplo, não achei que ficou clara a história do irmão-metaleiro da diretora, e poderia ter explicado melhor as táticas usadas pelo Ted Patrick; só depois que li um artigo percebi que as técnicas dele eram bem mais brutais do que o doc dá a entender. Uma entrevista com a diretora revelou até mais do que no doc. E seria interessante também, a meu ver, se mostrasse como é essa prática hoje (isso é comentado bem superficialmente, mas seria legal ser um pouco mais específico no método).
Vidas ao Vento
4.1 613 Assista AgoraÉ belíssimo, e qualidade de animação que se espera de um Ghibli, mas... achei um pouco covarde terem evadido a questão polêmica que deveria permear a história. O Jiro era incontestavelmente contrário à guerra, mas no filme ele assume uma postura totalmente neutra e sonhadora, até ingênua, sem contar que, enquanto ele projetava os aviões, a guerra já estava acontecendo.
E a esposa dele não tinha tuberculose. Não vejo problema em inserir fatos fictícios quando o filme não se propõe a ser documentário, mesmo quando o filme é baseado em uma pessoa que existiu, mas não entendi bem o propósito de deixá-la à beira da morte, ele ficou parecendo um homem egoísta que força a mulher doente a ficar com ele sem tratamento médico (talvez a intenção fosse criar um paralelo de amor/egoísmo entre essa situação e o amor/egoísmo de ele estar projetando máquinas de guerra para realizar o seu próprio sonho?).
No mais, achei muito interessante as discussões sobre as construções dos aviões, eles buscando alternativas e tentando encontrar um caminho de modernização para darem um salto na tecnologia, que até então os eludia (ri quando o alemão acusa os japoneses que copiarem tudo!). Sem contar nos detalhes da animação e costumes japoneses, na educação das pessoas, a cena de casamento é tão simples e linda.
No Limite do Amanhã
3.8 1,5K Assista AgoraSou bem fã de anime/mangá, mas dou o braço a torcer, essa adaptação de All You Need Is Kill ficou bem legal e, em certos pontos, melhores do que o mangá.
Achei os aliens mais legais no mangá, mas a Rita do filme é bem mais "fodona" e menos menininha fofinha.
Tem lá seus clichês (o mangá também tem XD), mas é bem divertido.