Revoltante. Achei que faltou confrontarem mais aquele psiquiatra que fez o perfil todo errado do possível-assassino.
Interessante pensar que na mesma época desse caso também houve (no Reino Unido) o assassinato de uma criança de 2 anos cometido por dois meninos de 10 anos; os assassinos tiveram suas identidades protegidas pela polícia (o que acontece até hoje, após eles terem saído da prisão), mas isso não aconteceu com o Alex, filho da vítima — a foto e o nome dele foram colocados nos jornais e na televisão. É simplesmente inacreditável.
Impressionante como o filho ficou igual ao pai, a voz, o jeito de falar, de se portar, e fisicamente, são parecidos demais.
Entendo a importância de mostrar alguns vídeos do assassino, mas mostraram demais. Tem muitos e muitos vídeos do cara, não precisava de tanto, é cansativo e não agrega muita coisa — apenas alguns dos vídeos seria suficiente. A série é bem enrolada para dar dois episódios. Ainda mais considerando que o caso
nem está fechado, então nem tem a parte do julgamento e sentença.
Polícia incompetente em todo lugar do mundo, nada de novo sob o sol, infelizmente. Se explicaram porque a polícia não tinha a ficha dele, eu perdi; não entendi como a polícia não sabia e não tinha documentos do passado criminoso de um assassino condenado.
A voz da mãe da vítima dublada é horrível, parece uma caricatura de uma velinha desafinada, e não tem nada a ver com a voz original, não consegui ver dublado.
Que documentário chinfrim! Até entendo a ideia de proteger as vítimas, mas ninguém da família ou amigos quiseram participar nem que fosse como anônimos (poderiam modificar a voz)? Decisão ridícula focarem episódios inteiros em duas amigas que não acrescentam nada sobre quem era a pessoa do assassino -- falam muito superficialmente sobre quem ele era e seu relacionamento com ele. Parece que mal o conheciam. A moça morena fala que estava traumatizada e tinha medo de sair de casa (devido aos crimes), mas vivia em bares e indo em festas. A outra loira menciona somente uma atitude do cara que ela achou estranha (de ele não ficar feliz pelo bebê). O melhor amigo dele achei muito performático -- ele fechando os olhos imaginando como teria sido cometer o crime, muito forçado. Se esse documentário tivesse 30m seria muito pela quantidade de informações que realmente apresenta. Arrastado.
Bom documentário. Achei as passagens do diário da vítima muito bem escolhidas, dá para ter uma ótima dimensão de quem ela era (em tão pouco tempo). É um caso revoltante. Em muitos documentários desse tipo vemos pessoas falando bem da vítima, mas esse dá para perceber que as pessoas a volta da Moriah realmente sentem muito a falta dela. Um crime cometido
por uma pessoa patética. Ela achava que nada iria acontecer? Que matando a moça sua vida seria um conto de fadas com aquele homem boboca? Sinceramente, a irmã dela deveria ter sido presa ou ao menos processada por ter auxiliado na fuga.
. Outro ponto interessante, é como a polícia finalmente prende a pessoa culpada.
Falo com tranquilidade que as pessoas nos comentários criticando a tal da moça jamais teriam feito o que ela fez e denunciado o namoradinho/namoradinha para a polícia.
Acho que gostei porque peguei para ver de bobeira passando na televisão sem saber nada sobre. Se eu tivesse visto um trailer ou spoiler, não teria escolhido para ver. Não é tão surpreendente, mas tem um bom ritmo.
Esse filme não é para quem não está disposto a perceber que maternidade não é um conto de fadas romantizado. É um filme maravilhoso, ambíguo, confuso. Você pode amar sua cria (filho/filha) e sua família mais do que tudo no mundo e mesmo assim sentir falta de tudo o que precisou abrir mão para tê-los. Para quem acha que ter e criar filho é fácil, é porque não é quem cria de verdade, e esse filme explora essas questões muito bem de uma perspectiva bastante feminina e perspicaz. Quem acha que o filme é sobre não ter filho, não entendeu absolutamente nada (a personagem literalmente diz que não se arrepende), talvez nem tenha visto até o fim.
Uma adaptação fiel do manga. Uma pena que cobre apenas 30 dos 108 capítulos. Tem muito mais história e o desenvolvimento do mangá é excelente. Essa série merecia mais temporadas animadas.
Nenhum filme inspirado em histórias reais se atém aos fatos e sempre inventa um monte de fantasia, mas esse pelo menos tinha uma mensagem. Só o fato de não ter caracterizado o ator como um galã bonitão para o papel do assassino já ganha pontos para mim.
Acaba sendo uma crítica à glamourização dos criminosos pela mídia (que continua acontecendo até hoje), transformando-os em estrelas, deixando as vítimas de lado. Ele (o Maníaco) até hoje ganha cartas e dinheiro de admiradoras, assim como muitos outros monstros assassinos.
Gostei da série. Boa de assistir, bom roteiro, bem feita. Mas, nossa, como a Olivia Colman rouba a cena! Acho ela fantástica e, nessa série, uma personagem que não tem nada de especial (é só uma humana) no meio de um monte de alienígenas e super-poderes, ela consegue ser a coisa mais interessante na tela. O Samuel L. Jackson simplesmente É o Nick Fury, então não tem o que comentar. Gostei do desenvolvimento do personagem dele.
Eu acho que colocar um aviso no começo de cada episódio de que os vídeos são reais foi uma péssima ideia. Óbvio que não é real, mas faz o espectador julgar ainda mais o quão realista e convincentes são as filmagens, a luz, os ângulos, a atuação, etc. Na minha opinião, também não precisava
explicar a contaminação de bacteria. Ou que mostrasse uma reportagem sobre isso apenas no último episódio. Achei que as reportagens quebravam o tema de "found-footage". Existem pessoas sádicas por aí, pra que dar uma justificativa de que foi uma doença que deixou aquela família perturbada? Inclusive, acho até pior os vídeos de reportagens, pois mostra que as autoridades sabem que existe uma casa ali no meio da floresta (um ponto de apoio) e sabem quem mora lá. Então quando pessoas começam a desaparecer... e aí? Por que a polícia não consegue achar aquele monte de provas na área?
De mal a pior. Essa temporada foi ainda mais fraca que a anterior. Casos desinteressantes e cada vez mais puxando para o paranormal. O episódio de mutilação do gado poderia ter sido interessante, mas no meio já não tinha mais nada para acrescentar em informações ou teorias e foi só enrolação. Estavam tão sem ideia do que fazer que tem um episódio sobre Roswell; o único propósito de contar uma história tão batida é preencher um episódio a mais.
Eu gosto dessa série e dos personagens, meu único problema com essa temporada é que eu achei que faltou um pouco mais de criatividade em alguns momentos. Eles podem ir para qualquer lugar na galáxia no espaço tempo, mas todos os personagens importantes são de uma cidade famosa dos EUA e tudo relevante acontece aí. Também acho que os roteiristas podiam pelo menos ter tentado dar mais atenção em desenvolver a Sylvie. No mais, achei o arco do personagem titular mais convincente, (embora eu não ache que o Loki precisasse virar "bom") e o Tom Hiddleston manda bem demais.
A sinopse não tinha me interessado, mas é uma história extraordinária e emocionante. Achei bem contada, instigante, não é arrastada como outras séries criminais da Netflix.
O maior problema do início dessa temporada, para mim, é que a série achou que seria bom introduzir um "vilão", que seria o TVCC, como se eles fossem o único grupo competitivo e que falasse mal do time da primeira temporada (Navarro), quando na verdade, ambos os times tem atitudes bem similares. Por exemplo, bem incício temos a impressão de que os técnicos da TVCC são desrespeitosos com os da Navarro, mas depois vemos que eles todos se conversam e trocam ideias sem animosidade. Mostraram tão pouco e superficialmente os atletas da TVCC (e até os novos da Navarro) que ao fim o espectador não se conecta com ninguém que não apareceu na primeira temporada.
Acho que quando o diretor percebeu o impacto que a primeira temporada teve na vida daquelas pessoas, pensou melhor e passou a tentar mostrar o pessoal da TVCC de forma mais humanizada e empática (minha teoria). Também achei importante eles terem episódios abordando esse impacto e a responsabilidade que a série teve em expor esse pessoal.
Tem um artigo excelente sobre essa dinâmica e sobre a representação das duas instituições na série no site da Vulture, que vale a pena ler para quem curiu a série: "Trinity Valley Deserved Better From Cheer".
Achei engraçado os "Bananas", embora a atitude deles seja bem problemática, beirando homofobia. Eles se apresentando numa igreja, também achei meio doido (eles são líderes de torcida, não tinha nenhum jogo para eles se apresentarem?).
Essa série seria muito melhor se tivesse uns 6 episódios. Muito arrastada, repetitiva, pouco conteúdo, personagens chatos. Tem cenas que são difíceis de assistir.
Eu estava me esforçando para dar uma chance, até estava achando interessante que
conseguiram isolar a conversa das duas, do outro lado do salão, filmado por uma filmadora antiga dos anos 90 no meio de uma festa, com música alta e várias outras pessoas conversando
foi mais duro de engolir do que os advogados sendo totalmente descartáveis.
Coitado do ator que faz o Luke, mas ele precisava ter pelo menos metade do carisma e beleza do Jamie da primeira temporada para o personagem dele dar certo. Foi muito difícil me importar com o que aconteceu com ele desde o início.
É bem claro que os produtores da primeira temporada não esperavam o sucesso da primeira e não tinham nada preparado para a segunda, aí fizeram meio que qualquer coisa.
Não costumo ter paciência com séries adolescentes, mas essa realmente me prendeu. Gostei das escolhas narrativas, de alternar entre as personagens e entre os anos, ficou dinâmico e intrigante. Achei que fosse baseado em um livro, fiquei surpresa em saber que não é. No fim das contas,
quase todo mundo é um lixão, inclusive a "vítima". O que eu gostei, não é porque a pessoa passou por algo horrível, que ela se torna automaticamente uma santa.
O roteiro tem algumas conveniências, fica na linha entre o crível e o bizarro. Mas mesmo adivinhando as reviravoltas, o interessante são as motivações e os dramas elevados ao cubo,
considerando que -- dissecando e simplificando a história -- uma menina resolveu arruinar a reputação da outra porque ela estava pegando o ex-namorado que ela nem queria mais.
Eu acho que poderia ter mostrado um pouco melhor a "metamorfose" da Jeanette, como ela foi conquistando o namorado e se infiltrando no círculo de amizades da menina desaparecida. Não sei, para mim, faltou uma pitada de alguma coisa que justificasse um pouco mais porque a Kate
ficou com um ódio tão descomunal pela Jeanette a ponto de fazer o que ela fez sabendo que era irracional culpar a menina pelo crime do abusador dela. "Ah, mas no final, a Jeanette realmente sabia que ela estava lá", sim, mas isso é irrelevante para a acusação da Kate.
Enfim, como outro comentário abaixo falou, é cobra comendo cobra.
Eu amei as vestimentas! Tanto dos homens quanto das mulheres, principalmente da melhor amiga da Kamala. A série toda visualmente é bacana. Os créditos no fim dos episódios (artes + músicas) são belíssimos. Adorei a família dela também, e como retrata a comunidade paquistanesa (que é o que me interessou nos quadrinhos também). O roteiro, achei que surtou um pouco em alguns momentos, algumas conveniências para acelerar a história. No mais, uma série leve com poucos episódios para assistir sem compromisso.
Eu gostei da série, achei a maioria das críticas "mimimi de machista" que está revoltado porque a série critica eles. Tem muita série pior que não teve a enxurrada de chororô que essa teve. Minha única crítica seriam as excessivas quebras de 4ª parede. A personagem é assim nos quadrinhos, mas em alguns momentos achei um pouco estranho (mas entendi que era necessário para o final fazer sentido). No mais, é uma série leve de super-herói comédia para assistir sem compromisso num fim de semana. Espero vê-la mais com o Demolidor. As artes no final de cada episódio são ótimas, eu assistiria outra temporada.
A história em si é interessante e bonita, mas parece que a produção não sabia mais o que fazer para terminar. Acho que o documentário poderia ter sido mais curto mesmo ou terem se aprofundado mais na investigação no hospital ou mesmo sobre as dinâmicas dos gêmeos, os impactos emocionais de um ponto de vista de psiquiatras/psicólogos. Quando a pesquisadora de gêmeos apareceu, achei que daria mais liga, mas ela falou bem pouco.
Eles explicam o erro no hospital de um gêmeo, mas então como o outro foi trocado? Um supostamente foi a tia que pegou a criança errada porque não estava com a pulseirinha de identificação, mas, de qualquer forma, como o outro gêmeo foi parar na outra família?
O Assassinato de Rachel Nickell
3.4 14 Assista AgoraEsse documentário entra para o clube de polícia incompetente ao redor do mundo. O trabalho policial nesses casos é simplesmente ridículo tirando o de
um detetive que pediu a verificação das digitais.
Achei que faltou confrontarem mais aquele psiquiatra que fez o perfil todo errado do possível-assassino.
Interessante pensar que na mesma época desse caso também houve (no Reino Unido) o assassinato de uma criança de 2 anos cometido por dois meninos de 10 anos; os assassinos tiveram suas identidades protegidas pela polícia (o que acontece até hoje, após eles terem saído da prisão), mas isso não aconteceu com o Alex, filho da vítima — a foto e o nome dele foram colocados nos jornais e na televisão. É simplesmente inacreditável.
Impressionante como o filho ficou igual ao pai, a voz, o jeito de falar, de se portar, e fisicamente, são parecidos demais.
No mais, é um bom documentário.
O Assassino do TikTok
3.1 12 Assista AgoraEntendo a importância de mostrar alguns vídeos do assassino, mas mostraram demais. Tem muitos e muitos vídeos do cara, não precisava de tanto, é cansativo e não agrega muita coisa — apenas alguns dos vídeos seria suficiente. A série é bem enrolada para dar dois episódios. Ainda mais considerando que o caso
nem está fechado, então nem tem a parte do julgamento e sentença.
Polícia incompetente em todo lugar do mundo, nada de novo sob o sol, infelizmente. Se explicaram porque a polícia não tinha a ficha dele, eu perdi; não entendi como a polícia não sabia e não tinha documentos do passado criminoso de um assassino condenado.
A voz da mãe da vítima dublada é horrível, parece uma caricatura de uma velinha desafinada, e não tem nada a ver com a voz original, não consegui ver dublado.
Um Amigo, Um Assassino
3.2 11 Assista AgoraQue documentário chinfrim! Até entendo a ideia de proteger as vítimas, mas ninguém da família ou amigos quiseram participar nem que fosse como anônimos (poderiam modificar a voz)?
Decisão ridícula focarem episódios inteiros em duas amigas que não acrescentam nada sobre quem era a pessoa do assassino -- falam muito superficialmente sobre quem ele era e seu relacionamento com ele. Parece que mal o conheciam.
A moça morena fala que estava traumatizada e tinha medo de sair de casa (devido aos crimes), mas vivia em bares e indo em festas. A outra loira menciona somente uma atitude do cara que ela achou estranha (de ele não ficar feliz pelo bebê). O melhor amigo dele achei muito performático -- ele fechando os olhos imaginando como teria sido cometer o crime, muito forçado.
Se esse documentário tivesse 30m seria muito pela quantidade de informações que realmente apresenta. Arrastado.
A Tragédia de Moriah Wilson
3.5 14 Assista AgoraBom documentário. Achei as passagens do diário da vítima muito bem escolhidas, dá para ter uma ótima dimensão de quem ela era (em tão pouco tempo). É um caso revoltante. Em muitos documentários desse tipo vemos pessoas falando bem da vítima, mas esse dá para perceber que as pessoas a volta da Moriah realmente sentem muito a falta dela.
Um crime cometido
por uma pessoa patética. Ela achava que nada iria acontecer? Que matando a moça sua vida seria um conto de fadas com aquele homem boboca? Sinceramente, a irmã dela deveria ter sido presa ou ao menos processada por ter auxiliado na fuga.
Casar Com Um Assassino?
3.2 18 Assista AgoraFalo com tranquilidade que as pessoas nos comentários criticando a tal da moça jamais teriam feito o que ela fez e denunciado o namoradinho/namoradinha para a polícia.
Comer, Rezar, Ladrar
2.6 11 Assista AgoraBobinho, mas relaxante. Podia ter focado um pouco mais nos cachorros em si, mas gostei da dinâmica entre os personagens.
Correndo Contra o Tempo
3.3 127 Assista AgoraAcho que gostei porque peguei para ver de bobeira passando na televisão sem saber nada sobre. Se eu tivesse visto um trailer ou spoiler, não teria escolhido para ver. Não é tão surpreendente, mas tem um bom ritmo.
Canina
3.0 181 Assista AgoraEsse filme não é para quem não está disposto a perceber que maternidade não é um conto de fadas romantizado. É um filme maravilhoso, ambíguo, confuso. Você pode amar sua cria (filho/filha) e sua família mais do que tudo no mundo e mesmo assim sentir falta de tudo o que precisou abrir mão para tê-los. Para quem acha que ter e criar filho é fácil, é porque não é quem cria de verdade, e esse filme explora essas questões muito bem de uma perspectiva bastante feminina e perspicaz.
Quem acha que o filme é sobre não ter filho, não entendeu absolutamente nada (a personagem literalmente diz que não se arrepende), talvez nem tenha visto até o fim.
My Melody & Kuromi
4.4 6 Assista AgoraMuito fofo e relaxante . A animação stop-motion ficou linda!!
Houseki no Kuni
4.1 8Lindo anime! Animação, cores, visual, som, dublagem (jp), desenvolvimento, tudo bom.
Uma adaptação fiel do manga.
Uma pena que cobre apenas 30 dos 108 capítulos. Tem muito mais história e o desenvolvimento do mangá é excelente. Essa série merecia mais temporadas animadas.
Maníaco do Parque
2.4 355 Assista AgoraEu gostei do foco do filme.
Nenhum filme inspirado em histórias reais se atém aos fatos e sempre inventa um monte de fantasia, mas esse pelo menos tinha uma mensagem. Só o fato de não ter caracterizado o ator como um galã bonitão para o papel do assassino já ganha pontos para mim.
Acaba sendo uma crítica à glamourização dos criminosos pela mídia (que continua acontecendo até hoje), transformando-os em estrelas, deixando as vítimas de lado. Ele (o Maníaco) até hoje ganha cartas e dinheiro de admiradoras, assim como muitos outros monstros assassinos.
Invasão Secreta
2.7 192Gostei da série. Boa de assistir, bom roteiro, bem feita.
Mas, nossa, como a Olivia Colman rouba a cena! Acho ela fantástica e, nessa série, uma personagem que não tem nada de especial (é só uma humana) no meio de um monte de alienígenas e super-poderes, ela consegue ser a coisa mais interessante na tela.
O Samuel L. Jackson simplesmente É o Nick Fury, então não tem o que comentar. Gostei do desenvolvimento do personagem dele.
Caminhantes: A Trilha do Medo
2.4 8Eu acho que colocar um aviso no começo de cada episódio de que os vídeos são reais foi uma péssima ideia. Óbvio que não é real, mas faz o espectador julgar ainda mais o quão realista e convincentes são as filmagens, a luz, os ângulos, a atuação, etc.
Na minha opinião, também não precisava
explicar a contaminação de bacteria. Ou que mostrasse uma reportagem sobre isso apenas no último episódio. Achei que as reportagens quebravam o tema de "found-footage". Existem pessoas sádicas por aí, pra que dar uma justificativa de que foi uma doença que deixou aquela família perturbada? Inclusive, acho até pior os vídeos de reportagens, pois mostra que as autoridades sabem que existe uma casa ali no meio da floresta (um ponto de apoio) e sabem quem mora lá. Então quando pessoas começam a desaparecer... e aí? Por que a polícia não consegue achar aquele monte de provas na área?
Gostei que os episódios são curtos pelo menos.
Mistérios sem Solução (Volume 5)
2.7 14De mal a pior. Essa temporada foi ainda mais fraca que a anterior. Casos desinteressantes e cada vez mais puxando para o paranormal.
O episódio de mutilação do gado poderia ter sido interessante, mas no meio já não tinha mais nada para acrescentar em informações ou teorias e foi só enrolação.
Estavam tão sem ideia do que fazer que tem um episódio sobre Roswell; o único propósito de contar uma história tão batida é preencher um episódio a mais.
Loki (2ª Temporada)
4.0 219 Assista AgoraEu gosto dessa série e dos personagens, meu único problema com essa temporada é que eu achei que faltou um pouco mais de criatividade em alguns momentos. Eles podem ir para qualquer lugar na galáxia no espaço tempo, mas todos os personagens importantes são de uma cidade famosa dos EUA e tudo relevante acontece aí. Também acho que os roteiristas podiam pelo menos ter tentado dar mais atenção em desenvolver a Sylvie.
No mais, achei o arco do personagem titular mais convincente, (embora eu não ache que o Loki precisasse virar "bom") e o Tom Hiddleston manda bem demais.
Em Busca de uma Filha
4.2 32 Assista AgoraA sinopse não tinha me interessado, mas é uma história extraordinária e emocionante. Achei bem contada, instigante, não é arrastada como outras séries criminais da Netflix.
Os Piores Ex (1ª Temporada)
3.7 27 Assista AgoraHistórias bastante escabrosas, com pessoas muito desequilibradas envolvidas e bastante incompetência policial em alguns episódios.
Untold: O Ladrão de Sinais
2.8 2Um dos documentários mais ridículos que já assisti. O escândalo foi completamente fabricado, além de ser arrastado.
Cheer (2ª Temporada)
4.1 5O maior problema do início dessa temporada, para mim, é que a série achou que seria bom introduzir um "vilão", que seria o TVCC, como se eles fossem o único grupo competitivo e que falasse mal do time da primeira temporada (Navarro), quando na verdade, ambos os times tem atitudes bem similares. Por exemplo, bem incício temos a impressão de que os técnicos da TVCC são desrespeitosos com os da Navarro, mas depois vemos que eles todos se conversam e trocam ideias sem animosidade. Mostraram tão pouco e superficialmente os atletas da TVCC (e até os novos da Navarro) que ao fim o espectador não se conecta com ninguém que não apareceu na primeira temporada.
Acho que quando o diretor percebeu o impacto que a primeira temporada teve na vida daquelas pessoas, pensou melhor e passou a tentar mostrar o pessoal da TVCC de forma mais humanizada e empática (minha teoria). Também achei importante eles terem episódios abordando esse impacto e a responsabilidade que a série teve em expor esse pessoal.
Tem um artigo excelente sobre essa dinâmica e sobre a representação das duas instituições na série no site da Vulture, que vale a pena ler para quem curiu a série: "Trinity Valley Deserved Better From Cheer".
Achei engraçado os "Bananas", embora a atitude deles seja bem problemática, beirando homofobia. Eles se apresentando numa igreja, também achei meio doido (eles são líderes de torcida, não tinha nenhum jogo para eles se apresentarem?).
Acabei de ver que esse ano (2024), a TVCC ganhou de novo.
No mais, eu acho essas competições de cheerleading um surto, literalmente só importa para esse pessoal, mas ainda assim é divertido de assistir.
Cruel Summer (2ª Temporada)
3.1 44 Assista AgoraEssa série seria muito melhor se tivesse uns 6 episódios. Muito arrastada, repetitiva, pouco conteúdo, personagens chatos. Tem cenas que são difíceis de assistir.
Eu estava me esforçando para dar uma chance, até estava achando interessante que
a primeira temporada focou em meninas lixo, e nessa temporada foi a vez dos meninos lixo.
Mas a investigação policial é irritante, e quando
conseguiram isolar a conversa das duas, do outro lado do salão, filmado por uma filmadora antiga dos anos 90 no meio de uma festa, com música alta e várias outras pessoas conversando
foi mais duro de engolir do que os advogados sendo totalmente descartáveis.
Coitado do ator que faz o Luke, mas ele precisava ter pelo menos metade do carisma e beleza do Jamie da primeira temporada para o personagem dele dar certo. Foi muito difícil me importar com o que aconteceu com ele desde o início.
É bem claro que os produtores da primeira temporada não esperavam o sucesso da primeira e não tinham nada preparado para a segunda, aí fizeram meio que qualquer coisa.
Cruel Summer (1ª Temporada)
3.9 236 Assista AgoraNão costumo ter paciência com séries adolescentes, mas essa realmente me prendeu. Gostei das escolhas narrativas, de alternar entre as personagens e entre os anos, ficou dinâmico e intrigante.
Achei que fosse baseado em um livro, fiquei surpresa em saber que não é.
No fim das contas,
quase todo mundo é um lixão, inclusive a "vítima". O que eu gostei, não é porque a pessoa passou por algo horrível, que ela se torna automaticamente uma santa.
O roteiro tem algumas conveniências, fica na linha entre o crível e o bizarro. Mas mesmo adivinhando as reviravoltas, o interessante são as motivações e os dramas elevados ao cubo,
considerando que -- dissecando e simplificando a história -- uma menina resolveu arruinar a reputação da outra porque ela estava pegando o ex-namorado que ela nem queria mais.
Eu acho que poderia ter mostrado um pouco melhor a "metamorfose" da Jeanette, como ela foi conquistando o namorado e se infiltrando no círculo de amizades da menina desaparecida. Não sei, para mim, faltou uma pitada de alguma coisa que justificasse um pouco mais porque a Kate
ficou com um ódio tão descomunal pela Jeanette a ponto de fazer o que ela fez sabendo que era irracional culpar a menina pelo crime do abusador dela.
"Ah, mas no final, a Jeanette realmente sabia que ela estava lá", sim, mas isso é irrelevante para a acusação da Kate.
Enfim, como outro comentário abaixo falou, é cobra comendo cobra.
Ms. Marvel
3.1 244 Assista AgoraEu amei as vestimentas! Tanto dos homens quanto das mulheres, principalmente da melhor amiga da Kamala. A série toda visualmente é bacana.
Os créditos no fim dos episódios (artes + músicas) são belíssimos.
Adorei a família dela também, e como retrata a comunidade paquistanesa (que é o que me interessou nos quadrinhos também).
O roteiro, achei que surtou um pouco em alguns momentos, algumas conveniências para acelerar a história.
No mais, uma série leve com poucos episódios para assistir sem compromisso.
Mulher-Hulk: Defensora de Heróis
3.1 472 Assista AgoraEu gostei da série, achei a maioria das críticas "mimimi de machista" que está revoltado porque a série critica eles. Tem muita série pior que não teve a enxurrada de chororô que essa teve.
Minha única crítica seriam as excessivas quebras de 4ª parede. A personagem é assim nos quadrinhos, mas em alguns momentos achei um pouco estranho (mas entendi que era necessário para o final fazer sentido).
No mais, é uma série leve de super-herói comédia para assistir sem compromisso num fim de semana.
Espero vê-la mais com o Demolidor. As artes no final de cada episódio são ótimas, eu assistiria outra temporada.
Irmãos por Acidente
3.7 7 Assista AgoraA história em si é interessante e bonita, mas parece que a produção não sabia mais o que fazer para terminar.
Acho que o documentário poderia ter sido mais curto mesmo ou terem se aprofundado mais na investigação no hospital ou mesmo sobre as dinâmicas dos gêmeos, os impactos emocionais de um ponto de vista de psiquiatras/psicólogos. Quando a pesquisadora de gêmeos apareceu, achei que daria mais liga, mas ela falou bem pouco.
Eles explicam o erro no hospital de um gêmeo, mas então como o outro foi trocado? Um supostamente foi a tia que pegou a criança errada porque não estava com a pulseirinha de identificação, mas, de qualquer forma, como o outro gêmeo foi parar na outra família?