Uma jovem jornalista ávida por um artigo que mudará sua carreira entra em rota de colisão com um violento assassino: o Maníaco do Parque. Baseado em fatos reais.
Tinha dado uma nota maior, mas lendo aos comentários das pessoas vi que o filme não é grande coisa mesmo.
Acho que as atuações boas me pegaram e por isso eu achava que o filme fosse bom, mas a verdade é que é um filme mediano.
Como o nome do filme é "Maníaco do Parque" eles poderiam dar mais foco para o assassino, contar a história dele, como foi a vida, o que fez ele chegar até lá... Mas isso não é um documentário, e sim um filme de entretenimento.
Poderia ter sido melhor, mais profundo, mais completo.
O curioso caso de Francisco Assis de Pereira sempre me provoca um misto de horror e inquietação. Um dos serial killers mais aterrorizantes da história do Brasil, responsável por espalhar pânico nos anos 1990 ao atrair mulheres fingindo ser fotógrafo e assassiná-las no Parque do Estado, em São Paulo. Condenado a mais de 200 anos de prisão, tornou-se símbolo de uma era marcada por caos, paranoia e cobertura midiática sensacionalista. Lembro bem de como o caso dominava os noticiários, criando uma atmosfera de medo coletivo. E, ainda hoje, causa espanto saber que ele recebe cartas de mulheres interessadas romanticamente algo que diz muito sobre as complexidades (e contradições) da mente humana.
Quase três décadas depois, o cinema brasileiro revisita essa história em Maníaco do Parque, dirigido por Maurício Eça. A produção opta por uma abordagem mais dramática do que propriamente aterrorizante, dividindo a narrativa entre o assassino interpretado de maneira intensa e convincente por Silvero Pereira e uma jornalista fictícia que investiga o caso enquanto enfrenta o machismo estrutural dentro da redação onde trabalha.
Vejo qualidades claras no filme, especialmente na atuação de Silvero Pereira e no cuidado técnico da produção. No entanto, sinto que faltou ousadia. A tensão poderia ser maior, o impacto mais profundo. Não considero um filme ruim longe disso mas também não alcança a potência que o caso real parecia prometer. No fim, é uma obra razoável, que aborda temas relevantes como feminicídio, culpabilização da vítima e ética no jornalismo, mas de forma mais contida do que eu esperava.
Tinha dado uma nota maior, mas lendo aos comentários das pessoas vi que o filme não é grande coisa mesmo.
Acho que as atuações boas me pegaram e por isso eu achava que o filme fosse bom, mas a verdade é que é um filme mediano.
Como o nome do filme é "Maníaco do Parque" eles poderiam dar mais foco para o assassino, contar a história dele, como foi a vida, o que fez ele chegar até lá... Mas isso não é um documentário, e sim um filme de entretenimento.
Poderia ter sido melhor, mais profundo, mais completo.
(17/09/2026)
Roteiro patético. Filme fraquíssimo.
Focou mais na jornalista que no Francisco e nos crimes que ele cometeu, parecia mais sobre ela.
Ótima atuação de Giovanna Grigio
O curioso caso de Francisco Assis de Pereira sempre me provoca um misto de horror e inquietação. Um dos serial killers mais aterrorizantes da história do Brasil, responsável por espalhar pânico nos anos 1990 ao atrair mulheres fingindo ser fotógrafo e assassiná-las no Parque do Estado, em São Paulo. Condenado a mais de 200 anos de prisão, tornou-se símbolo de uma era marcada por caos, paranoia e cobertura midiática sensacionalista. Lembro bem de como o caso dominava os noticiários, criando uma atmosfera de medo coletivo. E, ainda hoje, causa espanto saber que ele recebe cartas de mulheres interessadas romanticamente algo que diz muito sobre as complexidades (e contradições) da mente humana.
Quase três décadas depois, o cinema brasileiro revisita essa história em Maníaco do Parque, dirigido por Maurício Eça. A produção opta por uma abordagem mais dramática do que propriamente aterrorizante, dividindo a narrativa entre o assassino interpretado de maneira intensa e convincente por Silvero Pereira e uma jornalista fictícia que investiga o caso enquanto enfrenta o machismo estrutural dentro da redação onde trabalha.
Vejo qualidades claras no filme, especialmente na atuação de Silvero Pereira e no cuidado técnico da produção. No entanto, sinto que faltou ousadia. A tensão poderia ser maior, o impacto mais profundo. Não considero um filme ruim longe disso mas também não alcança a potência que o caso real parecia prometer. No fim, é uma obra razoável, que aborda temas relevantes como feminicídio, culpabilização da vítima e ética no jornalismo, mas de forma mais contida do que eu esperava.