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Últimas opiniões enviadas

  • Felipe

    Sem mimimi gente, todos de 80 e 90 passaram por isso (sem espaços) - h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2017/12/08/f-is-for-family-o-brasil-da-decada-de-80-e-90/

    Eu gosto bastante de uma sacanagem, e quando vem enlatado em desenhos é ainda melhor. Comecei com Simpsons lá atrás na infância, virei fã de Futurama, passei por South Park, Family Guy e o mais recente Rick e Morty (confiram “rezenha” aqui), todos tem o seu brilho que amo demais assistir, tanto para fugir um pouco da realidade, eis que o Netflix criou esse F is for Family, que por hora estava evitando (preciso assistir o tal BoJack Horseman também), baseado naquele conceito que já falei sobre aqui no Blog quando criaram o Stranger Things , baseado no gosto de seu usuário através de um algorítimo (confiram aqui). Por fim assisti, e cara que desenho bom, não pela comédia em si que é ótima e sim por outros fatores, confiram a “rezenha” crítica de F is for Family.

    A série animada se passa na década de setenta, e não é por acaso, fizeram isso baseado no cadastro e gostos dos seus usuários podem ter certeza, e apesar de ser inspirada nesta década, se assemelha muito com a época que era criança na década de noventa, em virtude de que nessa época nossos dez anos eram os dez ou quinze anteriores dos EUA, hoje com a Internet e logística tudo está bastante equiparado.

    A série narra a história da família Murphy, Frank é o “chefe de família, Sue é a esposa e os três filhos, todos bem estereotipados, o mais velho é rebelde, o do meio é o mais perdido de todos e zoado e a caçula que quer ser a diferentona, e em meio ao furor da década de 1970, uma época em que os pais podiam bater nos filhos para educar e era permitido fumar em locais fechados e levar armas de fogo para aeroportos tudo se torna inacreditável para quem não vivenciou essa época, acha que é mentira, gente não é, muita coisa acontecia, hoje acontece com menos frequência.

    O curioso é a voz original da Sue, é a Laura Dern, a Diane de Twin Peaks (confiram “rezenha” aqui).

    Quando falei que não era só a comédia que valia a pena de F is for Family estava querendo também salientar os sacrifícios que o ser humano precisa fazer para por exemplo constituir uma família, como é o caso de Frank e Sue, que por razão de uma gravidez indesejada abriram mão de seus sonhos para se casar e constituírem uma família.

    Existem outros pontos também que poderiam ser discutidos e que a série deixa subentendido para o telespectador e isso é incrível, pois existe o humor escroto e o inteligente em uma mesma obra e sem deixar de lado questões a serem discutidas, e o melhor, sem tornar-se algo chato.

    A abertura é sensacional, um dos clássicos do rock tocados em Guardiões da Galáxia (confiram “rezenha” aqui) da banda Redbone chamada Come And Get Your Love e que vai passando toda a vida de Frank até chegar aonde está na série.

    F is for Family é tão boa, tão boa que a única coisa ruim é ter poucos episódios e duas temporadas. Vale a pena assistir, você dará risada e ficará tão traumatizado quanto Bill Murphy em suas situações vergonhosas, assista e verá!

    Iria assistir de novo? Sim.

    Minha nota é 4/5.

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  • Felipe

    Sem espaços e aqui acaba-se o ódio com Adam Sandler, que filme: h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2017/12/06/rezenha-critica-reine-sobre-mim-2007/

    Desde que este filme foi para as locadoras em meados de 2007 fico naquela de assisto ou não assisto e há dez anos procrastinei este momento. Sempre a capa me chamou atenção, tanto que meu projeto pessoal (em breve divulgarei aqui) será baseado nela e depois que acabei de assistir este filme com um “leve suor” escorrendo pelos olhos fiquei me perguntando porque não assisti antes. Incrível como estes atores que são subestimados por gente chata da crítica (me incluo nessa) surpreendem quando saem da sua nuvem de conforto, vide Os Meyerowitz (confira crítica aqui) e Walter Mitty (confira crítica aqui), exemplos que pude ter o privilégio de “rezenhar” por aqui. Confiram a “rezenha” crítica de Reine Sobre Mim e desmitifiquem esta neura com o coitado do Adam Sandler ksksksks.

    Reine Sobre Mim mergulha em um dos maiores traumas estadunidenses, o onze de setembro, é baseado na história de um homem chamado Charlie Fineman que perde sua família toda na tragédia, a mulher e suas filhas. O peso em cima do personagem é desumano e o impacto desta tragédia é evidente na vida de Charlie, só que ao reencontrar um velho amigo, George Johnson, ambos começam a se ajudar de alguma forma.

    O filme não centraliza apenas em Fineman como em Johnson também, um dentista casado e com família mas que reclama da falta de aventuras na vida e a monotonia que a vida de casado traz. Ele encontra um Fineman o reflexo do queria ser, um homem livre para beber e sair para aonde quiser e a hora que bem quiser, entretanto a jogada de mestre muito bem dirigida e roteirizada está na instabilidade de Fineman e as situações de conflitos com Johnson quando tenta de alguma forma adentrar mais afundo na relação de amizade.

    Com o desenvolvimento você vai chega a ficar meio receoso com o rumo que ambos tomam sem nenhuma perspectiva de melhora, entretanto em dado momento quando finalmente a amizade começa a contribuir com a vida de ambos o filme toma uma guinada linda e com um desfecho incrível quando Fineman finalmente resolve falar sem surtar, estes surtos inclusive colaboram para um momento dramático do filme.

    O elenco é bastante conhecido contando com Liv Tyler e Donald Sutherland como suporte, inclusive o Donald como Juiz aparecendo poucos minutos impôs respeito na atuação, muito boa.

    A trilha sonora também emociona, mesmo porque Fineman anda pra lá e pra cá com um fone de ouvido e seu Ipod em cima de um patinete, então volta e meia é uma oportunidade para ele colocar uma música que casa bem com a cena, vida a que mais toca do Pearl Jam, cover do The Who com o nome do filme, fora esta as demais são tão bem escolhidas que as baixei para ouvir.

    Me emocionou, foi melhor do que esperava, não apenas pela situação de Fineman e todo o peso que seu personagem carregava, mas pela importância da amizade nestas horas, para os dois lados da moeda, as benesses que uma amizade verdadeira traz só pode ser contada por quem realmente tem um amigo de verdade e assistindo o filme você sente isso, a nota só não é mais alta porque no ponto alto da obra cometeu o mesmo erro que Aftermath (confiram crítica aqui) em não explorar melhor o que o personagem principal sofria ao expor tudo para fora.

    Iria assistir de novo? Sim.

    Minha nota é 4/5.

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  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

  • muriel
    muriel

    dai felipe, vi que você estava comentando que tem o filme "Ma Vie De Courgette" no stremio, sabe me dizer como esta o nome, pois não encontro com as versões dos titulos que tenho do filme.. valeu!!