Não via nada parecido desde Modern Family, porém sem a aclamação que deveria. Temas sensíveis mergulhados num roteiro deliciosamente cômico e nada datado. Assisti na época que lançou e estou revendo hoje, mais de 10 anos depois.
A Ana Farris tentou puxar sua veia dramática, mas, felizmente ou infelizmente, fixou-se na sombra da Allison Janney, gigante, literalmente, em tudo que faz.
Questão do ENEM: Quantas vezes a polícia baixou em Wisteria Lane?
Desperate Housewives é sem dúvidas um guilty pleasure.
Mas acredito que tantos acontecimentos assim em poucos espaços de tempo prejudica muito a série. É morte, chifre, mais morte, armadilhas, reviravoltas... Tudo isso em um episódio, mas, bem, eu não estou sendo obrigado a assistir, né. Só exercendo meu direito de reclamar, rs.
Eu realmente gosto das atrizes e o que os seus papéis me propoem: boas risadas. Gabby, sem dúvidas, tem o melhor roteiro. Hilária.
Vai ser um desafio enfrentar tantas tramas e mortes multiplicadas por 100 nas próximas temporadas, mas, como eu disse, é um bom e velho guilty pleasure.
Como uma série com tantos absurdos consegue dar tão certo?
Desperate Housewives é um grande exemplo de que com um elenco bem montado o resto se torna coadjuvante.
Antes de começar a assistir, falaram-me que DH era um tipo de novela mexicana em forma de série: milhões de acontecimentos cheios de drama e reviravoltas que, no fim, se entrelaçam. E, esse é o tipo de plot que eu sempre fugi.
Gosto de enredos focados mais na realidade e não apenas no entretimento megalomaníaco, mas essa tem 4 grandes e ótimos motivos que se encaixam perfeitamente.
Lynette, Susan, Bree e Gabrielle são personagens apaixonantes à primeira vista, mas as atrizes que os fazem são excepcionais. É definitivamente o papel da vida de cada uma. E isso se percebe desde o episódio 1. É um guilty pleasure acompanhar tudo o que acontece em Wisteria Lane e se divertir os acontecimentos bizarramente cômicos.
Depois de Sex and the City e Gossip Girl, Desperate Housewives entra como o módulo final na formação de um viciado em ver mulheres ricas sofrendo em histórias fúteis.
Se você se baseia no filme de 2005, você vai odiar a série.
Eu, pelo menos, amei.
O antagonismo como centralidade sempre é charmoso e quem diz que o casal não tem química realmente não sabe de nada (ou tem outro nome para isso...).
Os atores fizeram de um roteiro nem tão profundo quase uma obra de arte. Maya Erskine está excepcionalmente fantástica com seu tom cínico e irônico trazido para a personagem. Só achei a montagem do John meio capengona, mas nada que o Donald não segurasse.
A fuga de todos os estereótipos montados na cabeça do público trazida por Pitt e Jolie é o interessante na série. E ainda não peca na ação, no romance e tem acidez cômica na medida certa.
Foi preciso 4 novos personagens para segurar a falta da Samantha, referências a original e uma série de outras militâncias para fazer uma AJLT boa e com sua própria identidade, e, ainda sim, falharam.
A primeira temporada é cheia de “extras” desnecessários. É tanta informação para ser digerida que a torna cansativa. Charlotte passou 6 temporadas e 2 filmes sendo xenofóbica e conservadora e as outras meninas disseminando outros tipos de preconceitos e JUST LIKE THAT (risos) elas se tornaram as maiores militantes de telão. Faltou coesão com o roteiro original. Faltou trazer essa ‘transição educacional’ das personagens de forma mais lenta, talvez.
Da nova leva, Seema é de longe a personagem mais interessante por preencher o gap cômico de Samantha, mas ainda falta um pouquinho, né?
O que salva JLT é o presente nostálgico. Ainda é gostoso assistir as lambanças emocionais da Carrie, o ceticismo da Miranda e os doces ataques de Charlotte. Com os episódios a gente acaba se afeiçoando mais e mais. Cenas bonitas, visuais incríveis, dramas e toda aquela futilidade gostosa que tinha em SATC, a gente consegue sentir respirar em JLT.
Segue na excelência da primeira, mas na adaptação para série, acaba por encher de histórias demais. 1 ou 2 episódios poderiam facilmente nem existir.
The Mandalorian é um grande trunfo para a saga pelo resgate emocional. As referências, truques de edição e trilha são ultra-nostálgicos, mas, para quem é fã, o episódio final foi quase uma novela mexicana. Foi fantástico e valeu pela temporada inteira.
Acredito que And Just Like Thwt caiu como uma luva especialmente para a personagem de Charlotte, o plot familiar, filhos adolescentes e se descobrindo, o apartamento clássico… Mas talvez não tenha ficado tão bom assim pra Carrie e Miranda. Uma continua egocêntrica e imatura. A outra completamente perdida. E ambas flutuando nas problemáticas atuais como inserção racial (que sempre foi um problema explícito para a franquia) e identidade de gênero. Uma série que passou 6 temporadas e 2 filmes fingindo que nada disso acontecia e agora, num passa de mágica, são as maiores experts do meio? Hm, achei meio forçado. Se o foco fosse nelas se adaptando a esse mundo inverso ao delas, ficaria mais interessante.
E o que falar das mensagens incessantes para a Samantha? Eu sentia vergonha alheia. Não vou nem comentar daqueles dois primeiros episódios que quase me fizeram abandonar a série. O cúmulo matarem o Big daquele jeito.
Tentaram adaptar toda série para o mundo atual enchendo de referências e informações que sufocaram a trama que é fundamentada basicamente na… Futilidade. Que é justamente o que o espectador que veio de Sex And the City quer ver.
Pontos positivos para os novos personagens de apoio. Todos muito bons e cativantes. Deram um ar brand new para a série mas que poderiam ser introduzidos mais devagar, um de cada vez.
Fico completamente de cara que essa série não virou um hype no mundo jovem. A forma com que ele consegue descrever sentimentos em visuais, roteiro e em cenas de completo silêncio é indescritível. Foi encantamento desde o primeiro episódio. Caitlin, Blood Orange, Francesca Scorcese, histeria e autoconhecimento são apenas os pontos mais brilhantes da série e que levarei pra vida. Me remeteu à uma mistura de The Bling Ring, Spring Breakers e Call Me By Your Name. Luca, apesar de não achá-lo um diretor excepcionalmente gênio, você tem o dom de fazer o espectador imergir em suas obras.
Realmente uma temporada inteira pau mole feelings. Todos os personagens com seus enredos estragados. Giancarlo pior invenção da série e todas as sequências de joguinhos absurdos formaram os piores momentos da temporada. Uma pena a série acabar assim, a inteligência e sagacidade do início se tornando uma sitcom absurda com plots absurdos, acho que o único arco que deveria ter sido encerrado como foi, foi o da Magali, uma doida escancarada desde o começo. O que eu sentia nas primeiras temporadas foi totalmente apagado nessa última em que nada foi louvável.
O primeiro episódio é o epítome do humor, eu ri durante ele todo, coisa de gênio. Nos episódios seguintes da temporada, além das entendíveis piadas infames - que acredito que até hoje existem, há uma forçação da mulher louca e desvairada na Vani e no macho oprimido e garanhão no Rui, que em alguns momentos não tinha como engolir. Fernanda Torres tá uma beleza como atriz e tem uma química incrível com o Luiz Fernando.
Foi difícil assistir as últimas temporadas de 2 Broke Girls… Não por saudosismo, mas porque tava ruim mesmo. Os últimos episódios deram uma melhorada no humor e não terminou de uma forma inexplicável.
Mas é claro que elas não deveriam ter um final feliz, isso não é novela. Só achei que faltou um desfecho pro negócio dos cupcakes e pro pai da Caroline, afinal, todo plot é sobre isso.
Mas é isso, dei boas risadas com Sophie, Han e Max. Com o resto eu me esforçava pra esboçar algo. Primeira, segunda e terceira temporadas ícones.
E eis estamos aqui, em prantos com o último episódio da série e é muito bom ver a evolução dos personagens e em especial da Miranda, que foi de chata pra melhor surpresa de toda série. O prêmio de chata fica pra Carrie, que desde a quinta temporada tem um excesso de cenas e a trama totalmente vinculada a ela, ok, isso era pra ter sido desde o começo, mas as outras meninas ganharam tanto espaço que a Bradshaw foi engolida, talvez pelo próprio ego e também pelo carisma da Samantha Jones com o público, que inclusive, uma sacanagem terem feito o que fizeram com ela. Eu sou team Kim Cattrall até o fim sim. Mas olha, apesar do terror xenofóbico, racista e lgbtqia+fóbico que a série exala por ser dos anos 90, algumas cenas são mágicas e a gente consegue captar cada sentimento que elas nos trazem. Deve ser por isso que Sex And The City, apesar de tudo, é especial. Eu só não digo que essa foi a melhor temporada porque a quarta existe.
Samantha personagem mais razoável dessa temporada e fico muito feliz que ela foi ganhando cada vez mais espaço e essa amizade Bradshaw/Jones foi a melhor coisa!
O episódio que Issa invade do apartamento do Nathan é ruim do começo ao fim, aprofundaram nessa fixação da Issa nele que ficou extremamente chato de assistir. O episódio do Coachella é bom, mas parece tudo, menos o que eu vinha assistindo nas temporadas anteriores de Insecure, pensei que tava vendo algo de Modern Family. Acho que rolou uma tentativa forçada de deixar a série mainstream e com humor mais raso, eu particularmente achei péssimo.
Tudo Culpa Dela
4.1 309 Assista AgoraA série tem tanto plot twist que ficou cansativa. Final péssimo e parece que foi escrito pela Manuela Dias.
Cangaço Novo (1ª Temporada)
4.4 223 Assista AgoraSe perguntarem qual o ápice da teledramaturgia brasileira no século 21, mostrem a primeira temporada de Cangaço Novo.
Mom (1ª Temporada)
4.0 127Essa primeira temporada foi o epítome do humor.
Não via nada parecido desde Modern Family, porém sem a aclamação que deveria. Temas sensíveis mergulhados num roteiro deliciosamente cômico e nada datado. Assisti na época que lançou e estou revendo hoje, mais de 10 anos depois.
A Ana Farris tentou puxar sua veia dramática, mas, felizmente ou infelizmente, fixou-se na sombra da Allison Janney, gigante, literalmente, em tudo que faz.
Desperate Housewives (5ª Temporada)
4.3 120Cometeram 2 erros grotescos nessa série.
Um deles foi esse avanço de 5 anos e 2 fucking filhos pra Gabby, não faz o MENOR sentido estragarem a personagem assim.
O outro erro todo mundo sabe qual foi.
O que salvou foi que do meio pro final o roteiro foi melhorando e a temporada voltou a ser o que era, com ressalvas.
Desperate Housewives (4ª Temporada)
4.4 86O que foi o roteiro daquele season finale? Espetacular.
Desperate Housewives (2ª Temporada)
4.4 98Questão do ENEM: Quantas vezes a polícia baixou em Wisteria Lane?
Desperate Housewives é sem dúvidas um guilty pleasure.
Mas acredito que tantos acontecimentos assim em poucos espaços de tempo prejudica muito a série. É morte, chifre, mais morte, armadilhas, reviravoltas... Tudo isso em um episódio, mas, bem, eu não estou sendo obrigado a assistir, né. Só exercendo meu direito de reclamar, rs.
Eu realmente gosto das atrizes e o que os seus papéis me propoem: boas risadas. Gabby, sem dúvidas, tem o melhor roteiro. Hilária.
Vai ser um desafio enfrentar tantas tramas e mortes multiplicadas por 100 nas próximas temporadas, mas, como eu disse, é um bom e velho guilty pleasure.
Desperate Housewives (1ª Temporada)
4.5 210 Assista AgoraComo uma série com tantos absurdos consegue dar tão certo?
Desperate Housewives é um grande exemplo de que com um elenco bem montado o resto se torna coadjuvante.
Antes de começar a assistir, falaram-me que DH era um tipo de novela mexicana em forma de série: milhões de acontecimentos cheios de drama e reviravoltas que, no fim, se entrelaçam. E, esse é o tipo de plot que eu sempre fugi.
Gosto de enredos focados mais na realidade e não apenas no entretimento megalomaníaco, mas essa tem 4 grandes e ótimos motivos que se encaixam perfeitamente.
Lynette, Susan, Bree e Gabrielle são personagens apaixonantes à primeira vista, mas as atrizes que os fazem são excepcionais. É definitivamente o papel da vida de cada uma. E isso se percebe desde o episódio 1. É um guilty pleasure acompanhar tudo o que acontece em Wisteria Lane e se divertir os acontecimentos bizarramente cômicos.
Depois de Sex and the City e Gossip Girl, Desperate Housewives entra como o módulo final na formação de um viciado em ver mulheres ricas sofrendo em histórias fúteis.
Sr. e Sra. Smith (1ª Temporada)
3.7 99 Assista AgoraSe você se baseia no filme de 2005, você vai odiar a série.
Eu, pelo menos, amei.
O antagonismo como centralidade sempre é charmoso e quem diz que o casal não tem química realmente não sabe de nada (ou tem outro nome para isso...).
Os atores fizeram de um roteiro nem tão profundo quase uma obra de arte. Maya Erskine está excepcionalmente fantástica com seu tom cínico e irônico trazido para a personagem. Só achei a montagem do John meio capengona, mas nada que o Donald não segurasse.
A fuga de todos os estereótipos montados na cabeça do público trazida por Pitt e Jolie é o interessante na série. E ainda não peca na ação, no romance e tem acidez cômica na medida certa.
É sensacional.
Hacks (3ª Temporada)
4.4 54A season finale foi uma das melhores coisas que assisti nos últimos anos. Só isso.
Quero Hacks levando TODOS os Emmy. E quero um em específico pra atuação da Hannah Einbinder que nunca levou.
And Just Like That… (1ª Temporada)
3.3 119 Assista AgoraFoi preciso 4 novos personagens para segurar a falta da Samantha, referências a original e uma série de outras militâncias para fazer uma AJLT boa e com
sua própria identidade, e, ainda sim, falharam.
A primeira temporada é cheia de “extras” desnecessários. É tanta informação para ser digerida que a torna cansativa. Charlotte passou 6 temporadas e 2 filmes sendo xenofóbica e conservadora e as outras meninas disseminando outros tipos de preconceitos e JUST LIKE THAT (risos) elas se tornaram as maiores militantes de telão. Faltou coesão com o roteiro original. Faltou trazer essa ‘transição educacional’ das personagens de forma mais lenta, talvez.
Da nova leva, Seema é de longe a personagem mais interessante por preencher o gap cômico de Samantha, mas ainda falta um pouquinho, né?
O que salva JLT é o presente nostálgico. Ainda é gostoso assistir as lambanças emocionais da Carrie, o ceticismo da Miranda e os doces ataques de Charlotte. Com os episódios a gente acaba se afeiçoando mais e mais. Cenas bonitas, visuais incríveis, dramas e toda aquela futilidade gostosa que tinha em SATC, a gente consegue sentir respirar em JLT.
Espero que a segunda fique melhor!
O Mandaloriano: Star Wars (2ª Temporada)
4.5 448 Assista AgoraSegue na excelência da primeira, mas na adaptação para série, acaba por encher de histórias demais. 1 ou 2 episódios poderiam facilmente nem existir.
The Mandalorian é um grande trunfo para a saga pelo resgate emocional. As referências, truques de edição e trilha são ultra-nostálgicos, mas, para quem é fã, o episódio final foi quase uma novela mexicana. Foi fantástico e valeu pela temporada inteira.
The Idol (1ª Temporada)
1.7 155 Assista AgoraConstrangedor do início ao fim.
And Just Like That… (1ª Temporada)
3.3 119 Assista AgoraAcredito que And Just Like Thwt caiu como uma luva especialmente para a personagem de Charlotte, o plot familiar, filhos adolescentes e se descobrindo, o apartamento clássico… Mas talvez não tenha ficado tão bom assim pra Carrie e Miranda. Uma continua egocêntrica e imatura. A outra completamente perdida. E ambas flutuando nas problemáticas atuais como inserção racial (que sempre foi um problema explícito para a franquia) e identidade de gênero. Uma série que passou 6 temporadas e 2 filmes fingindo que nada disso acontecia e agora, num passa de mágica, são as maiores experts do meio? Hm, achei meio forçado. Se o foco fosse nelas se adaptando a esse mundo inverso ao delas, ficaria mais interessante.
E também não sei se comprei a ideia de Miranda desistir de um sonho profissional para viver um amor…
E o que falar das mensagens incessantes para a Samantha? Eu sentia vergonha alheia. Não vou nem comentar daqueles dois primeiros episódios que quase me fizeram abandonar a série. O cúmulo matarem o Big daquele jeito.
Tentaram adaptar toda série para o mundo atual enchendo de referências e informações que sufocaram a trama que é fundamentada basicamente na… Futilidade. Que é justamente o que o espectador que veio de Sex And the City quer ver.
Pontos positivos para os novos personagens de apoio. Todos muito bons e cativantes. Deram um ar brand new para a série mas que poderiam ser introduzidos mais devagar, um de cada vez.
We Are Who We Are (1ª Temporada)
3.8 136Luca Guadagnino foi ouro nessa.
Fico completamente de cara que essa série não virou um hype no mundo jovem. A forma com que ele consegue descrever sentimentos em visuais, roteiro e em cenas de completo silêncio é indescritível. Foi encantamento desde o primeiro episódio. Caitlin, Blood Orange, Francesca Scorcese, histeria e autoconhecimento são apenas os pontos mais brilhantes da série e que levarei pra vida. Me remeteu à uma mistura de The Bling Ring, Spring Breakers e Call Me By Your Name. Luca, apesar de não achá-lo um diretor excepcionalmente gênio, você tem o dom de fazer o espectador imergir em suas obras.
O Negócio (4ª Temporada)
3.4 46 Assista AgoraRealmente uma temporada inteira pau mole feelings. Todos os personagens com seus enredos estragados. Giancarlo pior invenção da série e todas as sequências de joguinhos absurdos formaram os piores momentos da temporada. Uma pena a série acabar assim, a inteligência e sagacidade do início se tornando uma sitcom absurda com plots absurdos, acho que o único arco que deveria ter sido encerrado como foi, foi o da Magali, uma doida escancarada desde o começo. O que eu sentia nas primeiras temporadas foi totalmente apagado nessa última em que nada foi louvável.
E o que foi aquela sequência de transfobia no roteiro do espancamento da travesti sendo tratada no masculino? Penoso pra uma série dos anos ‘10.
Os Normais (1ª Temporada)
4.3 118O primeiro episódio é o epítome do humor, eu ri durante ele todo, coisa de gênio. Nos episódios seguintes da temporada, além das entendíveis piadas infames - que acredito que até hoje existem, há uma forçação da mulher louca e desvairada na Vani e no macho oprimido e garanhão no Rui, que em alguns momentos não tinha como engolir. Fernanda Torres tá uma beleza como atriz e tem uma química incrível com o Luiz Fernando.
Duas Garotas em Apuros (6ª Temporada)
3.6 65 Assista AgoraFoi difícil assistir as últimas temporadas de 2 Broke Girls… Não por saudosismo, mas porque tava ruim mesmo. Os últimos episódios deram uma melhorada no humor e não terminou de uma forma inexplicável.
Mas é claro que elas não deveriam ter um final feliz, isso não é novela. Só achei que faltou um desfecho pro negócio dos cupcakes e pro pai da Caroline, afinal, todo plot é sobre isso.
Mas é isso, dei boas risadas com Sophie, Han e Max. Com o resto eu me esforçava pra esboçar algo. Primeira, segunda e terceira temporadas ícones.
Mare of Easttown
4.4 694 Assista AgoraKate Winslet é absurdamente genuína em qualquer coisa que faz. Acho que é só isso mesmo.
Sobre a série: foi tanto plot twist que literalmente CANSOU no final e eu não dei as 5 estrelas.
Cenas de um Casamento
4.2 204 Assista AgoraEsperava mais do roteiro e das cenas de diálogo. O primor vem da Jessica e do Oscar que preenchiam toda tela e faziam das cenas grandes.
Sex and the City (6ª Temporada)
4.4 203E eis estamos aqui, em prantos com o último episódio da série e é muito bom ver a evolução dos personagens e em especial da Miranda, que foi de chata pra melhor surpresa de toda série. O prêmio de chata fica pra Carrie, que desde a quinta temporada tem um excesso de cenas e a trama totalmente vinculada a ela, ok, isso era pra ter sido desde o começo, mas as outras meninas ganharam tanto espaço que a Bradshaw foi engolida, talvez pelo próprio ego e também pelo carisma da Samantha Jones com o público, que inclusive, uma sacanagem terem feito o que fizeram com ela. Eu sou team Kim Cattrall até o fim sim. Mas olha, apesar do terror xenofóbico, racista e lgbtqia+fóbico que a série exala por ser dos anos 90, algumas cenas são mágicas e a gente consegue captar cada sentimento que elas nos trazem. Deve ser por isso que Sex And The City, apesar de tudo, é especial. Eu só não digo que essa foi a melhor temporada porque a quarta existe.
Sex and the City (5ª Temporada)
4.2 85Samantha personagem mais razoável dessa temporada e fico muito feliz que ela foi ganhando cada vez mais espaço e essa amizade Bradshaw/Jones foi a melhor coisa!
Insecure (4ª Temporada)
4.4 47 Assista AgoraDiferente da terceira temporada, essa aqui é muito melhor. Mas o que era essa Molly INSUPORTÁVEL, gente? Mesmo assim a gata serviu muitos looks.
Insecure (3ª Temporada)
4.4 49 Assista AgoraMinha temporada menos favorita. Parece que transformaram numa sitcom branca com roteiros duvidosos.
O episódio que Issa invade do apartamento do Nathan é ruim do começo ao fim, aprofundaram nessa fixação da Issa nele que ficou extremamente chato de assistir. O episódio do Coachella é bom, mas parece tudo, menos o que eu vinha assistindo nas temporadas anteriores de Insecure, pensei que tava vendo algo de Modern Family. Acho que rolou uma tentativa forçada de deixar a série mainstream e com humor mais raso, eu particularmente achei péssimo.
Insecure (2ª Temporada)
4.4 48 Assista Agoraeu sou simplesmente apaixonado pela yvonne orji nessa.