Pesquisa impecável sobre o tema. Acabei de ver o terceiro episódio. Sou psicóloga e trabalho na área há alguns anos, muito do que se fala na série vem provavelmente de falas e sensações reais de pessoas que vivem com hiv
Adorei o reality, me senti muito próxima dos sujeitos e seus dilemas. Deu pra ver que a não monogamia é algo muito desejado, mas, para muitos, ainda é como seguir a contramão de tudo o que construíram durante toda a vida. Daí parece que cai em uma sensação de fracasso ou como “ser uma farsa”, e cai justamente no contrário da proposta, que é amar com liberdade.
Achei muito fofo. Você sente a diferença abissal entre Japão e Brasil. Nove homens em uma casa dividindo todas as tarefas domésticas, escuta atenta e comunicação assertiva. Poucas demonstrações físicas de afeto, mas conversas sobre amor com uma profundidade impressionante. A forma como lidam o outro, até mesmo na rejeição, me tocou muito.
Cara, eu achei a filmagem incrível, mas por algum motivo a história não me pegou tanto. O episódio da psicóloga achei terrível, em nenhum momento me parece q ela esteve disposta a entender a dinâmica de quem ela escuta, mas tá tentando encaixar ideias prévias naquele sujeito. A cena da família eu achei chatíssima. Pra além disso, acho que a série tenta abordar o ódio a mulheres, incluindo termos como redpill e incel, mas tá longe de aprofundar, sendo apenas uma breve introdução. Quem assiste tem que ter algum interesse no assunto para compreender e pesquisar mais depois. A série virou um sucesso, muitas das mães que eu atendo falaram que assistiram, mas percebi que poucas chegar a fazer essa reflexão, tendo ficado a mensagem final sobre a desorganização das escolas e o bullying entre adolescentes.
Arabella é uma personagem que têm dificuldade de se mostrar vulnerável. O início é angustiante acompanhar a forma superficial com que ela trata de questões complexas, e ao longo da série você vai entendendo a personagem junto com ela. Vale a pena ver até o fim.
Nada supera o último episódio e forma que eles mostraram os sentimentos conflitantes de uma pessoa que sofre abuso. Sem romantizar, falando sobre culpa, raiva, humanização, prazer, justiça e injustiça.
Só consigo pensar como essas pessoas são amadas e cercadas de pessoas que querem verdadeiramente ajudar. Por vezes repetitivo, mas valeu a pena ver até o fim :)
Uma estranha sensação de querer tentar com querer fugir pra longe, kkkk. No fim, independente de efidencias, tudo pode dar certo se a pessoa confiar que vai dar, né?
Bem interessante, no geral :) Gostei muito do episódio sobre 'Parto'. O sobre 'Fantasias Sexuais' achei meio forçado querer tirar totalmente o peso da individualidade de tudo que pensamos e temos desejo. Parece que o recado final era: não se preocupe, você não tem culpa.
Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente
4.3 54 Assista AgoraPesquisa impecável sobre o tema. Acabei de ver o terceiro episódio. Sou psicóloga e trabalho na área há alguns anos, muito do que se fala na série vem provavelmente de falas e sensações reais de pessoas que vivem com hiv
Terceira Metade (1ª Temporada)
3.3 12Adorei o reality, me senti muito próxima dos sujeitos e seus dilemas. Deu pra ver que a não monogamia é algo muito desejado, mas, para muitos, ainda é como seguir a contramão de tudo o que construíram durante toda a vida. Daí parece que cai em uma sensação de fracasso ou como “ser uma farsa”, e cai justamente no contrário da proposta, que é amar com liberdade.
O Namorado (1ª Temporada)
3.6 36Achei muito fofo. Você sente a diferença abissal entre Japão e Brasil. Nove homens em uma casa dividindo todas as tarefas domésticas, escuta atenta e comunicação assertiva. Poucas demonstrações físicas de afeto, mas conversas sobre amor com uma profundidade impressionante. A forma como lidam o outro, até mesmo na rejeição, me tocou muito.
Adolescência
4.0 611 Assista AgoraCara, eu achei a filmagem incrível, mas por algum motivo a história não me pegou tanto. O episódio da psicóloga achei terrível, em nenhum momento me parece q ela esteve disposta a entender a dinâmica de quem ela escuta, mas tá tentando encaixar ideias prévias naquele sujeito. A cena da família eu achei chatíssima. Pra além disso, acho que a série tenta abordar o ódio a mulheres, incluindo termos como redpill e incel, mas tá longe de aprofundar, sendo apenas uma breve introdução. Quem assiste tem que ter algum interesse no assunto para compreender e pesquisar mais depois. A série virou um sucesso, muitas das mães que eu atendo falaram que assistiram, mas percebi que poucas chegar a fazer essa reflexão, tendo ficado a mensagem final sobre a desorganização das escolas e o bullying entre adolescentes.
I May Destroy You
4.5 279 Assista AgoraArabella é uma personagem que têm dificuldade de se mostrar vulnerável. O início é angustiante acompanhar a forma superficial com que ela trata de questões complexas, e ao longo da série você vai entendendo a personagem junto com ela.
Vale a pena ver até o fim.
Nada supera o último episódio e forma que eles mostraram os sentimentos conflitantes de uma pessoa que sofre abuso. Sem romantizar, falando sobre culpa, raiva, humanização, prazer, justiça e injustiça.
Doenças do Século 21 (1ª Temporada)
3.3 23 Assista AgoraSó consigo pensar como essas pessoas são amadas e cercadas de pessoas que querem verdadeiramente ajudar.
Por vezes repetitivo, mas valeu a pena ver até o fim :)
GDLK
4.3 59 Assista AgoraMuito bem feito e interessante. Amei a história do Kirby.
A Indústria da Cura (1ª Temporada)
3.6 23 Assista AgoraUma estranha sensação de querer tentar com querer fugir pra longe, kkkk. No fim, independente de efidencias, tudo pode dar certo se a pessoa confiar que vai dar, né?
Explicando... O Sexo (1ª Temporada)
4.1 21 Assista AgoraBem interessante, no geral :)
Gostei muito do episódio sobre 'Parto'.
O sobre 'Fantasias Sexuais' achei meio forçado querer tirar totalmente o peso da individualidade de tudo que pensamos e temos desejo. Parece que o recado final era: não se preocupe, você não tem culpa.
Trolalá
4.2 56Qualquer programa fica bom com a Tata :)