Pesquisa impecável sobre o tema. Acabei de ver o terceiro episódio. Sou psicóloga e trabalho na área há alguns anos, muito do que se fala na série vem provavelmente de falas e sensações reais de pessoas que vivem com hiv
Adorei o reality, me senti muito próxima dos sujeitos e seus dilemas. Deu pra ver que a não monogamia é algo muito desejado, mas, para muitos, ainda é como seguir a contramão de tudo o que construíram durante toda a vida. Daí parece que cai em uma sensação de fracasso ou como “ser uma farsa”, e cai justamente no contrário da proposta, que é amar com liberdade.
Achei muito fofo. Você sente a diferença abissal entre Japão e Brasil. Nove homens em uma casa dividindo todas as tarefas domésticas, escuta atenta e comunicação assertiva. Poucas demonstrações físicas de afeto, mas conversas sobre amor com uma profundidade impressionante. A forma como lidam o outro, até mesmo na rejeição, me tocou muito.
Mesmo com famílias disfuncionais e vidas marcadas pela apatia, Owen e Maddy mergulham com fervor em cada nova sensação: a mentira para os pais que nunca é descoberta, a briga com a amiga que jura nunca mais ver, a fuga de casa sem plano ou direção, a obsessão por uma série que consomem como se fosse real — tudo isso forma um mundo paralelo mais vívido e interessante.
A série The Pink Opaque não é só entretenimento: é um refúgio, uma fonte de identidade e poder. Ao se identificarem com Isabel e Tara, protagonistas com habilidades sobrenaturais e uma conexão psíquica, Owen e Maddy se sentem, por um momento, onipotentes. No universo da TV, eles deixam de ser adolescentes invisíveis e se tornam heróis de uma narrativa grandiosa, com vilões e propósitos definidos.
Mas o tempo passa (Aos 19, 20, 21, tudo corre depressa demais - como diz a personagem) A vida adulta revela sua crueza: empregos medíocres, rotinas vazias, relações rasas que nem merecem ser mostradas. Quando Maddy retorna, já adulta, oferece a Owen a chance de voltar à fantasia — de morrer nela, inclusive.
Se escolhesse a morte gloriosa com a amiga, a historia teria um grande final. Ao invés disso, Owen recusa. E encara a banalidade da própria existência: lavar chão do cinema, encher piscina de bolinhas, cantar parabéns para desconhecidos, assistir envergonhado a série mais uma vez.
Na cena final Owen não é mais protagonista, nem coadjuvante — é um figurante no próprio filme. Sua crise dá pause na cena da “fita” que estamos assistindo. Seus pedidos de desculpa não são ouvidos.
Cara, eu achei a filmagem incrível, mas por algum motivo a história não me pegou tanto. O episódio da psicóloga achei terrível, em nenhum momento me parece q ela esteve disposta a entender a dinâmica de quem ela escuta, mas tá tentando encaixar ideias prévias naquele sujeito. A cena da família eu achei chatíssima. Pra além disso, acho que a série tenta abordar o ódio a mulheres, incluindo termos como redpill e incel, mas tá longe de aprofundar, sendo apenas uma breve introdução. Quem assiste tem que ter algum interesse no assunto para compreender e pesquisar mais depois. A série virou um sucesso, muitas das mães que eu atendo falaram que assistiram, mas percebi que poucas chegar a fazer essa reflexão, tendo ficado a mensagem final sobre a desorganização das escolas e o bullying entre adolescentes.
a filha/boneca fala de como idealizamos a maternidade. A cena anterior ao momento que ela se perde é da Elena brincando com a boneca, colocando ela na boca mesmo toda suja. Então ela se perdeu e a boneca foi roubada dela. É sobre a imperfeição dos filhos frente aquilo que a gnt imagina deles. Sobre doação e egoísmo, ao mesmo tempo, amar e odiar.
Arabella é uma personagem que têm dificuldade de se mostrar vulnerável. O início é angustiante acompanhar a forma superficial com que ela trata de questões complexas, e ao longo da série você vai entendendo a personagem junto com ela. Vale a pena ver até o fim.
Nada supera o último episódio e forma que eles mostraram os sentimentos conflitantes de uma pessoa que sofre abuso. Sem romantizar, falando sobre culpa, raiva, humanização, prazer, justiça e injustiça.
Só consigo pensar como essas pessoas são amadas e cercadas de pessoas que querem verdadeiramente ajudar. Por vezes repetitivo, mas valeu a pena ver até o fim :)
Uma estranha sensação de querer tentar com querer fugir pra longe, kkkk. No fim, independente de efidencias, tudo pode dar certo se a pessoa confiar que vai dar, né?
Um filme com um ritmo mais lento, não indicaria pra qualquer pessoa. Mas muito importante, por abordar vários aspectos da saúde mental e a importância das conexões humanas.
Bem interessante, no geral :) Gostei muito do episódio sobre 'Parto'. O sobre 'Fantasias Sexuais' achei meio forçado querer tirar totalmente o peso da individualidade de tudo que pensamos e temos desejo. Parece que o recado final era: não se preocupe, você não tem culpa.
Amei algumas sutilezas tipo, falar da epidemia em mulheres trans junto com mulheres cis. Apesar de óbvio, infelizmente o próprio programa ainda tem essa dificuldade. E muito fofa a moça vendo a entrevista que ela deu há anos atrás. E admirando a antiga ela. Falas muito importantes! Eu amei.
Se tivesse que fazer uma crítica, focaria menos na história do “Caio” e tentaria fazer vários depoimentos atuais (sobre prep, I=I, sigilo). Mas entendo que é mais uma revisita ao passado.
Nada a reclamar dos efeitos e dos pokemon, amei muito... Mas a história em si não prende, as relações entre os personagens também são mal explicadas, sei la, fracas. Se é um filme que pretende atrair crianças, também achei desnecessário
o 'romance' do menino com a repórter, tipo, pq? Não podiam ser só dois amigos de boas? ta, ok... já que fizeram questão disso, então que desenvolvessem direito a história, né?
Enfim... acho que quiseram colocar muitas histórias paralelas...
Também faltou entender melhor a relação dele com o pai. Ele não quis ficar com pai depois que a mãe faleceu simplesmente pq ele ligava muito para o trabalho/pokemons? Que justificativa mais aleatória
Estava achando ótimo eles explorarem o romance dos dois. Um rapaz mais novo e uma mulher mais velha (é raro encontrar filmes assim, geralmente rola com o contrário, ou rola uma imagem super fetichizada da história). Estava tudo bem natural e simples, achei que seria lacrador no fim!!! Ridículo ele terminar com uma menina que nem fazia parte direito da história. Não precisava ser eterno o amor, poderia acabar com um talvez, uma possibilidade... dai vai e me acaba com um conformismo tipo "não ia dar certo mesmo, melhor nem acontecer".
Sequestro: Elizabeth Smart
3.5 24 Assista AgoraMuito difícil até pensar sobre o que ela passou
Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente
4.3 54 Assista AgoraPesquisa impecável sobre o tema. Acabei de ver o terceiro episódio. Sou psicóloga e trabalho na área há alguns anos, muito do que se fala na série vem provavelmente de falas e sensações reais de pessoas que vivem com hiv
Terceira Metade (1ª Temporada)
3.3 12Adorei o reality, me senti muito próxima dos sujeitos e seus dilemas. Deu pra ver que a não monogamia é algo muito desejado, mas, para muitos, ainda é como seguir a contramão de tudo o que construíram durante toda a vida. Daí parece que cai em uma sensação de fracasso ou como “ser uma farsa”, e cai justamente no contrário da proposta, que é amar com liberdade.
O Namorado (1ª Temporada)
3.6 36Achei muito fofo. Você sente a diferença abissal entre Japão e Brasil. Nove homens em uma casa dividindo todas as tarefas domésticas, escuta atenta e comunicação assertiva. Poucas demonstrações físicas de afeto, mas conversas sobre amor com uma profundidade impressionante. A forma como lidam o outro, até mesmo na rejeição, me tocou muito.
Eu Vi o Brilho da TV
2.8 169 Assista AgoraNonsense em excesso, me deu sono em alguns momentos, mas, no fim, achei uma mensagem sensível.
Para mim, fala sobre o brilho das experiências adolescentes.
Mesmo com famílias disfuncionais e vidas marcadas pela apatia, Owen e Maddy mergulham com fervor em cada nova sensação: a mentira para os pais que nunca é descoberta, a briga com a amiga que jura nunca mais ver, a fuga de casa sem plano ou direção, a obsessão por uma série que consomem como se fosse real — tudo isso forma um mundo paralelo mais vívido e interessante.
A série The Pink Opaque não é só entretenimento: é um refúgio, uma fonte de identidade e poder. Ao se identificarem com Isabel e Tara, protagonistas com habilidades sobrenaturais e uma conexão psíquica, Owen e Maddy se sentem, por um momento, onipotentes. No universo da TV, eles deixam de ser adolescentes invisíveis e se tornam heróis de uma narrativa grandiosa, com vilões e propósitos definidos.
Mas o tempo passa (Aos 19, 20, 21, tudo corre depressa demais - como diz a personagem) A vida adulta revela sua crueza: empregos medíocres, rotinas vazias, relações rasas que nem merecem ser mostradas. Quando Maddy retorna, já adulta, oferece a Owen a chance de voltar à fantasia — de morrer nela, inclusive.
Se escolhesse a morte gloriosa com a amiga, a historia teria um grande final. Ao invés disso, Owen recusa. E encara a banalidade da própria existência: lavar chão do cinema, encher piscina de bolinhas, cantar parabéns para desconhecidos, assistir envergonhado a série mais uma vez.
Na cena final Owen não é mais protagonista, nem coadjuvante — é um figurante no próprio filme. Sua crise dá pause na cena da “fita” que estamos assistindo. Seus pedidos de desculpa não são ouvidos.
Adolescência
4.0 611 Assista AgoraCara, eu achei a filmagem incrível, mas por algum motivo a história não me pegou tanto. O episódio da psicóloga achei terrível, em nenhum momento me parece q ela esteve disposta a entender a dinâmica de quem ela escuta, mas tá tentando encaixar ideias prévias naquele sujeito. A cena da família eu achei chatíssima. Pra além disso, acho que a série tenta abordar o ódio a mulheres, incluindo termos como redpill e incel, mas tá longe de aprofundar, sendo apenas uma breve introdução. Quem assiste tem que ter algum interesse no assunto para compreender e pesquisar mais depois. A série virou um sucesso, muitas das mães que eu atendo falaram que assistiram, mas percebi que poucas chegar a fazer essa reflexão, tendo ficado a mensagem final sobre a desorganização das escolas e o bullying entre adolescentes.
A Hora da Sua Morte
2.5 559Baixar o aplicativo foi mais assustador que o filme. A lanterna do meu celular não parava de apagar e acender.
A Filha Perdida
3.6 583Você passa o filme todo
achando que a Bianca é a filha que tá perdida, por ela não mandar mensagem
Pra mim…
a filha/boneca fala de como idealizamos a maternidade. A cena anterior ao momento que ela se perde é da Elena brincando com a boneca, colocando ela na boca mesmo toda suja. Então ela se perdeu e a boneca foi roubada dela. É sobre a imperfeição dos filhos frente aquilo que a gnt imagina deles. Sobre doação e egoísmo, ao mesmo tempo, amar e odiar.
I May Destroy You
4.5 279 Assista AgoraArabella é uma personagem que têm dificuldade de se mostrar vulnerável. O início é angustiante acompanhar a forma superficial com que ela trata de questões complexas, e ao longo da série você vai entendendo a personagem junto com ela.
Vale a pena ver até o fim.
Nada supera o último episódio e forma que eles mostraram os sentimentos conflitantes de uma pessoa que sofre abuso. Sem romantizar, falando sobre culpa, raiva, humanização, prazer, justiça e injustiça.
Doenças do Século 21 (1ª Temporada)
3.3 23 Assista AgoraSó consigo pensar como essas pessoas são amadas e cercadas de pessoas que querem verdadeiramente ajudar.
Por vezes repetitivo, mas valeu a pena ver até o fim :)
GDLK
4.3 59 Assista AgoraMuito bem feito e interessante. Amei a história do Kirby.
A Indústria da Cura (1ª Temporada)
3.6 23 Assista AgoraUma estranha sensação de querer tentar com querer fugir pra longe, kkkk. No fim, independente de efidencias, tudo pode dar certo se a pessoa confiar que vai dar, né?
Duck Butter
2.8 147Difícil assistir até o fim. E olha que qualquer filme lésbico me agrada.
Um Banho de Vida
3.9 108 Assista AgoraUm filme com um ritmo mais lento, não indicaria pra qualquer pessoa. Mas muito importante, por abordar vários aspectos da saúde mental e a importância das conexões humanas.
Os Irmãos Willoughbys
3.5 157 Assista AgoraAmei o gato pistola como narrador. E muito especial discutir sobre família sem naturalizar o amor de mãe e pai biológicos.
“Infelizmente as crianças Willoughby, em breve, teriam notícias terríveis, de que os pais delas... ainda estavam vivos”
Explicando... O Sexo (1ª Temporada)
4.1 21 Assista AgoraBem interessante, no geral :)
Gostei muito do episódio sobre 'Parto'.
O sobre 'Fantasias Sexuais' achei meio forçado querer tirar totalmente o peso da individualidade de tudo que pensamos e temos desejo. Parece que o recado final era: não se preocupe, você não tem culpa.
Entre o Amor e a Paixão
3.6 419 Assista AgoraNão entendo alguém não gostar desse filme. Tudo é abordado de um jeito muito sensível.
Carta Para Além dos Muros
4.4 97Amei algumas sutilezas tipo, falar da epidemia em mulheres trans junto com mulheres cis. Apesar de óbvio, infelizmente o próprio programa ainda tem essa dificuldade.
E muito fofa a moça vendo a entrevista que ela deu há anos atrás. E admirando a antiga ela.
Falas muito importantes! Eu amei.
Se tivesse que fazer uma crítica, focaria menos na história do “Caio” e tentaria fazer vários depoimentos atuais (sobre prep, I=I, sigilo). Mas entendo que é mais uma revisita ao passado.
Pokémon: Detetive Pikachu
3.5 677 Assista AgoraNada a reclamar dos efeitos e dos pokemon, amei muito... Mas a história em si não prende, as relações entre os personagens também são mal explicadas, sei la, fracas.
Se é um filme que pretende atrair crianças, também achei desnecessário
o 'romance' do menino com a repórter, tipo, pq? Não podiam ser só dois amigos de boas? ta, ok... já que fizeram questão disso, então que desenvolvessem direito a história, né?
Enfim... acho que quiseram colocar muitas histórias paralelas...
Também faltou entender melhor a relação dele com o pai. Ele não quis ficar com pai depois que a mãe faleceu simplesmente pq ele ligava muito para o trabalho/pokemons? Que justificativa mais aleatória
Todas As Razões Para Esquecer
3.2 231Achei fofinha a mensagem. Mas o Antônio é um chato, sou mais o lado da Sofia.
Com Amor, Simon
4.0 1,2K Assista AgoraAchei fofo :)
Margot e o Casamento
2.9 228 Assista AgoraEu não entendi qual mensagem que esse filme queria passar, sinceramente
Amar
2.4 124Achei esse Carlos meio abusivo, isso sim
Amnésia
3.1 22 Assista AgoraOdiei o final
Estava achando ótimo eles explorarem o romance dos dois. Um rapaz mais novo e uma mulher mais velha (é raro encontrar filmes assim, geralmente rola com o contrário, ou rola uma imagem super fetichizada da história). Estava tudo bem natural e simples, achei que seria lacrador no fim!!! Ridículo ele terminar com uma menina que nem fazia parte direito da história. Não precisava ser eterno o amor, poderia acabar com um talvez, uma possibilidade... dai vai e me acaba com um conformismo tipo "não ia dar certo mesmo, melhor nem acontecer".