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Data de lançamento
10 Maio 2019Duração
Após seu pai, um detetive, desaparecer em um acidente de carro, Tim Goodman chega à Ryme City e conhece o Detetive Pikachu, sendo coincidentemente o único a compreender o que ele fala. Juntos, eles resolvem alguns mistérios na cidade, incluindo o paradeiro de seu pai.
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Me emocionei no final tá? Quase choro.
otimo...
Um filme com um enorme freio de mão puxado
Detetive Pikachu é um filme divertido, porém ele é extremamente voltado para o público infantil, tendo uma trama bem simples e rasa. Com isso eu não consigo me conectar com a trama ou com os personagens.
Isso só piora quando o filme é protagonizado por Justice Smith, um ator bem sem graça e que me causa um pouco de irritação, pois nunca vi um grande papel dele, apesar dele aparecer em várias grandes franquias. O empresário dele deve ser muito bom!
Como dito antes, o filme é bem infantil. Se a proposta fosse atrair o público infantil apenas, eu não questionaria. Mas quando dão o papel do Pikachu para Ryan Reynolds (ator popular entre os Millenials), pra mim deixa clara a intenção de atrair fãs mais antigos.
Em outras palavras, havia a ideia de atrair os fãs mais antigos, mas a trama infantil e simples faz esse público não se apegar tanto ao filme.
Isso acontece, pois ao meu ver, o filme é pouco criativo em não explorar situações interessantes com Pokémons e seus poderes, algo que acontece no começo, quando vemos um interrogatório de um Mr. Mime com diversas situações inusitadas.
Entretanto, depois disso o filme não consegue criar outras situações com a mesma criatividade, e as que ocorrem são todas comuns a franquia, como a visita a um ambiente clandestino de batalhas Pokémon ou laboratórios de experimentos com os monstrinhos, lugares que desde o primeiro jogo há 30 anos, já eram explorados.
Se você parar pra pensar, você não consegue pensar em sequer 10 Pokémons que tiveram algum tipo de destaque em alguma situação. Muitas vezes você até os vê, mas eles estão apenas em segundo plano e não realmente fazendo algo interessante.
A parte do laboratório deixa isso bem claro, pois vemos somente uns 3 Pokémons diferentes no local. Poderia ser muito mais!
E alguns Pokémons nesse lugar escapam, e o filme poderia ter aproveitado para criar uma atmosfera de Terror (como Jurassic Park), mas simplesmente não aproveita, e no lugar coloca uma perseguição bem comum.
A impressão que dá é que o filme está com o freio puxado o tempo todo, e não consegue aproveitar bem as oportunidades que possui.
No fim, o resultado final é um entretenimento legal, mas fica muito aquém do que poderia ter sido.
E para finalizar, é ousada a escolha de dar a voz do Ryan Reynolds para o Pikachu, bem estabelecido como o Deadppol. Porém, a baixa censura do filme, faz as piadas serem bem infantis, então não dá pra não achar que o Pikachu é apenas uma versão family friendly do Deadpool. Em outras palavras, até o Deadpool está com freio de mão puxado.
Uma pena!
“O único filme onde um rato elétrico fofinho fala com a voz do Ryan Reynolds. Cinemão.”
Esse filme é praticamente um abraço para quem cresceu com Pokémon.
O design dos bichos é perfeito, a cidade tem identidade e a dinâmica do Pikachu com o protagonista funciona demais.
A história é simples, mas charmosa, e o clima de investigação estilo “noir fofinho” dá um tempero diferente.
Não é obra-prima, mas é impossível não assistir com um sorrisinho de nostalgia.
Eu curti o filme. Como um fã viciado em Pokémon e apaixonado pela franquia, ao assisti-lo em live-action confesso que gostaria que fossem reais. A qualidade gráfica foi sublime e me surpreendeu. Achei interessante a substância química (R) utilizada no filme, possivelmente há relação com o cristal chamado Rakurium que foi recém descoberto no anime Pokémon Horizon: The Series.