O filme tinha um potencial: falar de relação sexual no casamento, como desejo se expressa e como contornar isso na relação, inclusive experiência de relacionamento aberto, relações tóxicas, etc. Mas o filme virou um "50 tons de cinza" em que o ato sexual é o protagonista e o enredo é só pretexto.
Não tem problema nenhum as cenas de sexo, mas dava uma bela discussão e análises das questões das relações e o casamento supostamente perfeito. Uma coisa não anularia a outra (inclusive tem filmes na Netflix nesse perfil), mas resolveram fazer novo 50 tons de cinza numa outra temática. E é uma coisa que vende, não é à toa que Netflix tem nesse filme 99% de aprovação. É fórmula pronta: sexo com pseudo enredo. Dava para balancear as questões, tédio e outros problemas de um casamento sem perder as cenas de sexo. Eu esperava isso. Mas virou uma espécie de 50 tons de cinza. A meu ver. Sem premissas maduras no filme, é melhor assistir gratuito num XVideos da vida! E aquela narração dela nas cenas de sexo me lembrou os filmes de cine prive que passava na Band (rsrs). Mas teve momentos de falas interessantes. Bem raros. Além de personagens sem carisma.
Mas no final o filme mostrou mais maturidade. Acho que deveria ter no mínimo essa premissa desde o início. Não compensa todo a série para o final ser pelo menos aceitável.
Gostei do filme. Não me apeguei exatamente no objetivo da personagem que era ser dançarina profissional, vi, isso para mim, como metáfora para todos aqueles que tem um sonho, mas devido as circunstâncias da vida e problema familiar, não conseguem realizar. No caso do filme envolve a morte da mãe da personagem de Molly e a obrigação de ajudar o pai na renda familiar, são humildes, então sonhar é difícil. Apesar de ser no contexto da Suécia, cabe como adaptação para o Brasil: quantos brasileiros tem que deixar seu sonho para ajudar a família?
Particularmente, minha mãe teve câncer de mama e se recuperou, mas pesou na renda, pesando a realização do meu sonho. O filme é simples, mas se você está numa situação de sua vida, você tem um olhar mais sensível para a história de todos lá, desde as sofridas dreeg, a ilha pobre e a família humilde da personagem com seu sonhos e o luto.
É um filme que depende mais do telespectador do que da técnica fílmica em si, que é simples, mas honesta. A personagem chora diversas vezes sozinha e não tem rede de amigos. Quem já viveu assim sente a personagem, mas quem está em outra vibe, pode, em geral, achar só legal. Enfim, gostei do filme e ri bastante ao ver ela tentando ser homem, cruzando os braços, etc.
Filme muito bom. Com estética ao estilo do Realismo. Foca em mostrar as atividades e a vida cotidiana, principalmente entre a sociedade de classe média ou baixa, sem idealização ou dramatização romântica a lá Hollywood.
O tema é pertinente e tem uma atmosfera bem real do subúrbio latino americano.
Agora, alguém poderia me explicar o final quando Iris corre atrás de Renata, o que fica subentendido? Queria opiniões!
Não vou analisar esse filme pela estética nem pela técnica. Só dizer que chorei ao ver o filme, pois, com problemas familiares diferentes da do filme, a minha luta é parecida com o personagem que teve que sair para estudar e, ao mesmo tempo, ajudar a minha família que está cheios de questões. Minha mãe teve câncer de mama e não tem como se manter sozinha. Enfim, é uma luta que você fica entre ficar com a família ou ter que viajar para fazer a vida profissional e poder ajudar minha família.
A série é boa. Realmente é intrigante para os conservadores. Mas será que é tão intrigante assim? Será, na sociedade machista em que vivemos, se fosse uma mulher e dois homens não seria mais polêmico? A famosa fantasia machista de um homem com várias mulheres permeia o imaginário coletivo, a ponto de conservadores acharem ruim, por isso importante, mas o mais chocante para esses conservadores são vêem a mulher ter o mesmo direito: ela e dois homens. Conheço uma história real em que um casal parece bem abertos e sem tabu, mas o rapaz da relação já disse uma vez: só aceitei a três porque era outra mulher, se fosse outro homem - mesmo eu não tendo nada com ele, não aceitaria minha mulher a três. Ou seja, o filme quebra um tabu, mas há um tabu ainda maior.
Não espero que um filme seja fiel a obra, até porque são linguagens diferentes. Existe obras possível de adaptar, mas tem obras difíceis demais. Então não cobro que seja realmente fiel, não se ler o livro em em si em filme. Principalmente um clássico de Dostoiévski. Então, para mim, esse filme deu o máximo e fez seu trabalho como Filme. Gostei muito desse filme, assisti duas vezes. Logo a BBC lançará um de Tolstoi.
Não há nenhum grande subterfúgio ou truque que seja usado. A adaptação é tão sincera quanto o romance. O que há digno de parabéns é a direção forte e corajosa de Gary Walkow e a impressionante atuação de Henry Czerny que faz transbordar toda a amargura do personagem.
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Sex/Life (1ª Temporada)
2.6 192O filme tinha um potencial: falar de relação sexual no casamento, como desejo se expressa e como contornar isso na relação, inclusive experiência de relacionamento aberto, relações tóxicas, etc. Mas o filme virou um "50 tons de cinza" em que o ato sexual é o protagonista e o enredo é só pretexto.
Não tem problema nenhum as cenas de sexo, mas dava uma bela discussão e análises das questões das relações e o casamento supostamente perfeito. Uma coisa não anularia a outra (inclusive tem filmes na Netflix nesse perfil), mas resolveram fazer novo 50 tons de cinza numa outra temática. E é uma coisa que vende, não é à toa que Netflix tem nesse filme 99% de aprovação. É fórmula pronta: sexo com pseudo enredo. Dava para balancear as questões, tédio e outros problemas de um casamento sem perder as cenas de sexo. Eu esperava isso. Mas virou uma espécie de 50 tons de cinza. A meu ver. Sem premissas maduras no filme, é melhor assistir gratuito num XVideos da vida!
E aquela narração dela nas cenas de sexo me lembrou os filmes de cine prive que passava na Band (rsrs).
Mas teve momentos de falas interessantes. Bem raros. Além de personagens sem carisma.
Mas no final o filme mostrou mais maturidade. Acho que deveria ter no mínimo essa premissa desde o início. Não compensa todo a série para o final ser pelo menos aceitável.
Queens
3.0 26 Assista AgoraGostei do filme. Não me apeguei exatamente no objetivo da personagem que era ser dançarina profissional, vi, isso para mim, como metáfora para todos aqueles que tem um sonho, mas devido as circunstâncias da vida e problema familiar, não conseguem realizar. No caso do filme envolve a morte da mãe da personagem de Molly e a obrigação de ajudar o pai na renda familiar, são humildes, então sonhar é difícil. Apesar de ser no contexto da Suécia, cabe como adaptação para o Brasil: quantos brasileiros tem que deixar seu sonho para ajudar a família?
Particularmente, minha mãe teve câncer de mama e se recuperou, mas pesou na renda, pesando a realização do meu sonho. O filme é simples, mas se você está numa situação de sua vida, você tem um olhar mais sensível para a história de todos lá, desde as sofridas dreeg, a ilha pobre e a família humilde da personagem com seu sonhos e o luto.
É um filme que depende mais do telespectador do que da técnica fílmica em si, que é simples, mas honesta. A personagem chora diversas vezes sozinha e não tem rede de amigos. Quem já viveu assim sente a personagem, mas quem está em outra vibe, pode, em geral, achar só legal. Enfim, gostei do filme e ri bastante ao ver ela tentando ser homem, cruzando os braços, etc.
As Mil e Uma
3.3 15Filme muito bom. Com estética ao estilo do Realismo. Foca em mostrar as atividades e a vida cotidiana, principalmente entre a sociedade de classe média ou baixa, sem idealização ou dramatização romântica a lá Hollywood.
O tema é pertinente e tem uma atmosfera bem real do subúrbio latino americano.
Agora, alguém poderia me explicar o final quando Iris corre atrás de Renata, o que fica subentendido? Queria opiniões!
Era Uma Vez um Sonho
3.5 455 Assista AgoraNão vou analisar esse filme pela estética nem pela técnica. Só dizer que chorei ao ver o filme, pois, com problemas familiares diferentes da do filme, a minha luta é parecida com o personagem que teve que sair para estudar e, ao mesmo tempo, ajudar a minha família que está cheios de questões. Minha mãe teve câncer de mama e não tem como se manter sozinha. Enfim, é uma luta que você fica entre ficar com a família ou ter que viajar para fazer a vida profissional e poder ajudar minha família.
Eu, Tu e Ela (1ª Temporada)
3.6 131 Assista AgoraA série é boa. Realmente é intrigante para os conservadores. Mas será que é tão intrigante assim? Será, na sociedade machista em que vivemos, se fosse uma mulher e dois homens não seria mais polêmico? A famosa fantasia machista de um homem com várias mulheres permeia o imaginário coletivo, a ponto de conservadores acharem ruim, por isso importante, mas o mais chocante para esses conservadores são vêem a mulher ter o mesmo direito: ela e dois homens. Conheço uma história real em que um casal parece bem abertos e sem tabu, mas o rapaz da relação já disse uma vez: só aceitei a três porque era outra mulher, se fosse outro homem - mesmo eu não tendo nada com ele, não aceitaria minha mulher a três. Ou seja, o filme quebra um tabu, mas há um tabu ainda maior.
A Família Woodman
4.1 13Se alguém achou a legenda em português desse filme, por favor, queria muito esse documentário. É para um trabalho :/
Desde já, agradeço
Crime e Castigo
4.0 33Não espero que um filme seja fiel a obra, até porque são linguagens diferentes. Existe obras possível de adaptar, mas tem obras difíceis demais. Então não cobro que seja realmente fiel, não se ler o livro em em si em filme. Principalmente um clássico de Dostoiévski. Então, para mim, esse filme deu o máximo e fez seu trabalho como Filme. Gostei muito desse filme, assisti duas vezes. Logo a BBC lançará um de Tolstoi.
Goethe!
3.7 23Alguém tem a legenda desse filme boa? Achei umas traduções ruins, quem souber, se possível, mande para o meu e-mail: marcelovmb gmail.com
Notas do Subsolo
3.7 20Não há nenhum grande subterfúgio ou truque que seja usado. A adaptação é tão sincera quanto o romance. O que há digno de parabéns é a direção forte e corajosa de Gary Walkow e a impressionante atuação de Henry Czerny que faz transbordar toda a amargura do personagem.