Muito divertido, nonsense, criativo. Uma produção típica dos subversivos anos 90. Saudades das mentes que produziam bobices deliciosas a todo vapor. Reese em um de seus melhores papeis.
De uma beleza única. É na verdade mais um road movie, e além mais, um filme também sobre a dor da viuvez. Os olhos luminosos de Karen Allen falam muito, o tempo inteiro, sempre eivados de tristeza, ternura e espanto diante da figura manipuladora e ao mesmo tempo indefesa de seu marido que já não é seu marido. O processo de encantamento dele com o mundo é doce de se ver. O novo Scott é como uma criança maravilhada com o mundo. A cena do Cervo ganhando vida novamente é de uma pureza única. É mágico de ver aquele sopro de vida. Jeff Bridges está muito carismático como sempre. Não haveria outro Scott como ele. E a personagem de Jenny Hayden é inesquecivel. Um filme com um roteiro simples, mas ao mesmo tempo de uma emoção enorme. Não achei piegas. O roteiro com perguntas sobre o que são as coisas e a forma como Jenny Hayden se esforça para responder é cativante. Há algumas frases memoráveis em todo o transcorrer. A iluminação do filme é um show a parte. Sentimos cada hora passar com a sensação de uma luz natural sobre eles: o tempo é curto para o casal. Em cada hora que passa há uma melancolia nova que os permeia. O filme é todo sobre detalhes tocantes. Penso que as pessoas deveriam se atentar ao isso: os detalhes sempre são as coisas mais saborosas. A trilha sonora também melancólica engrandece o filme. Jack Nietzsche é excelente. O final é um dos mais belos que já vi. Não é fácil dizer adeus. O filme é um dos mais lindos que já vi sobre a dificuldade de lidar com o adeus e com a morte. Jenny Hayden diz adeus duas vezes, de formas diferentes. Quando ele se vai, ficamos com uma surpreendente sensação de que eles realmente compartilharam suas vidas. Jenny Hayden sai no fim recpmpensada com um filho. E o homem das estrelas sai engrandecido com todo amor e doçura humana que sua Jenny Hayden lhe devotou. Um filme subestimado. Um dos meus preferidos.
Melhor adaptação e melhor performance. Frank Langella enigmático , soturno e sexy. Um filme deslumbrante que justamente por sua qualidade superior caiu no esquecimento. O de Copolla não chega aos pés com seu clima over e infantil.
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Freeway: Sem Saída
3.3 42 Assista AgoraMuito divertido, nonsense, criativo. Uma produção típica dos subversivos anos 90. Saudades das mentes que produziam bobices deliciosas a todo vapor. Reese em um de seus melhores papeis.
Três é Demais
3.8 282 Assista AgoraMelhor filme de Wes Anderson e um dos meus filmes do coração.
Digam o Que Quiserem
3.7 363 Assista Agora"Eu dei meu coração a ela e ela me deu uma caneta." Filme adorável.
Os Aventureiros do Bairro Proibido
3.7 593 Assista AgoraObra mais criativa do Carpenter. Muito divertido.
Gremlins 2: A Nova Geração
3.3 297Divertido e genial.
O Último Dinossauro
2.8 10 Assista AgoraÉ tão ruim que é bom. Divertido, interesante, tosco, criativo. Ri muito.
Lírio Partido
4.0 102 Assista AgoraPoético, arrebatador.
História de Fantasmas
3.3 45A melhor coisa do filme é Alice Krige. Que atriz maravilhosa e subestimada
Starman: O Homem das Estrelas
3.4 119 Assista AgoraDe uma beleza única.
É na verdade mais um road movie, e além mais, um filme também sobre a dor da viuvez.
Os olhos luminosos de Karen Allen falam muito, o tempo inteiro, sempre eivados de tristeza, ternura e espanto diante da figura manipuladora e ao mesmo tempo indefesa de seu marido que já não é seu marido.
O processo de encantamento dele com o mundo é doce de se ver. O novo Scott é como uma criança maravilhada com o mundo. A cena do Cervo ganhando vida novamente é de uma pureza única.
É mágico de ver aquele sopro de vida.
Jeff Bridges está muito carismático como sempre. Não haveria outro Scott como ele. E a personagem de Jenny Hayden é inesquecivel.
Um filme com um roteiro simples, mas ao mesmo tempo de uma emoção enorme. Não achei piegas. O roteiro com perguntas sobre o que são as coisas e a forma como Jenny Hayden se esforça para responder é cativante. Há algumas frases memoráveis em todo o transcorrer.
A iluminação do filme é um show a parte. Sentimos cada hora passar com a sensação de uma luz natural sobre eles: o tempo é curto para o casal. Em cada hora que passa há uma melancolia nova que os permeia.
O filme é todo sobre detalhes tocantes. Penso que as pessoas deveriam se atentar ao isso: os detalhes sempre são as coisas mais saborosas.
A trilha sonora também melancólica engrandece o filme. Jack Nietzsche é excelente. O final é um dos mais belos que já vi.
Não é fácil dizer adeus. O filme é um dos mais lindos que já vi sobre a dificuldade de lidar com o adeus e com a morte. Jenny Hayden diz adeus duas vezes, de formas diferentes.
Quando ele se vai, ficamos com uma surpreendente sensação de que eles realmente compartilharam suas vidas.
Jenny Hayden sai no fim recpmpensada com um filho. E o homem das estrelas sai engrandecido com todo amor e doçura humana que sua Jenny Hayden lhe devotou.
Um filme subestimado. Um dos meus preferidos.
Drácula
3.4 57Melhor adaptação e melhor performance. Frank Langella enigmático , soturno e sexy. Um filme deslumbrante que justamente por sua qualidade superior caiu no esquecimento.
O de Copolla não chega aos pés com seu clima over e infantil.