Filme redondinho, que cativa, emociona e diverte! É tão bom quanto à animação e acertou muito no casting do elenco. O Mason Thames é uma revelação, conseguiu transmitir as nuances de expressões do personagem e entregou uma performance carismática. E as interações dele com o Banguela são o ponto alto do filme.
A nova música-tema e o elenco são bons. O filme começa já parecendo ser uma sequência ao pular vários acontecimentos introdutórios, tem uma cena interessante de discussão entre o Superman e a Lois, que traz questionamentos importantes, e algumas cenas legais de luta, mas sofre uma mudança drástica de tom do meio para o final e vira pura galhofa.
Achei que faltou o molho, mas concluiu satisfatoriamente uma das melhores e mais longevas franquias de ação do cinema. O ponto alto do filme é mais uma vez a ousadia e o empenho do Tom Cruise nas cenas de ação que são impressionantes e extremamente arriscadas. <spoiler> O final ficou em aberto como se fosse um até logo e dá margem para fazerem outras sequências caso eles tenham boas histórias para contar. </spoiler>
É uma continuação decente da franquia. Faz um bom fan service ao fazer referência a algumas mortes memoráveis e dá várias pistas falsas com algumas reviravoltas. E a homenagem que fizeram a um dos personagens recorrentes da franquia é bem comovente. Na real, o legal é quando surgem indícios do que vai acontecer e a gente começa a ficar aflito ao imaginar de que forma vai ser desencadeada cada morte. O terror psicológico que vai sendo construído e a imaginação que são o combustível do interesse nessa série filmes, não necessariamente as mortes em si, que na maioria das cenas é bem gore e pouco realistas e acabam não tendo impacto. Pra mim, só o primeiro filme que soube unir um bom suspense com mortes realmente agonizantes e bem elaboradas.
É rushado e segue uma fórmula clichê, sem elaborar muito o desenvolvimento da narrativa e dos personagens, mas ainda sim resulta em um filme divertido, com bons momentos e trilha sonora vibrante que se conecta com o ritmo das cenas. Destaque para os movimentos ágeis, precisos e cheios de acrobacias impressionantes do Ben Wang.
Uma das coisas que eu gostei em Babygirl é que ele não se rendeu totalmente aos clichês e não adotou os caminhos que já vimos em outros filmes que abordam acerca da temática da infidelidade. Seu desfecho foi satisfatório
Pode até ter tido alguns pontos falhos como: no início do filme não construiu tão bem o interesse da Romy pelo estagiário e isso ocorreu de maneira quase instantânea e pouco gradual. Também conforme citaram em algum comentário abaixo, ficou pouco crível o personagem dele ter essa skill de ser tão dominante a ponto de ter levado à submissão outra pessoa que tem maior poder, experiência, posição hierárquica bem superior a dele e ele ser tão perspicaz ao fazer uma leitura cirúrgica tendo descoberto os desejos secretos dela, mesmo ele sendo tão inexperiente e jovem. Mas apesar disso, para mim o filme teve mais pontos positivos do que negativos. As atuações da Nicole Kidman e do Harris Dickinson foram convincentes e a química deles incrível. Ela se entregou completamente ao papel, se expôs em cenas de humilhação e nudez, mostrou vulnerabilidade e força. Ele conseguiu desempenhar muito bem um personagem dúbio, de personalidade atraente e imprevisível. A fotografia e a trilha sonora são muito boas, conferem uma atmosfera provocante, sensual, intensa e incômoda. Para mim as reflexões que o filme proporciona são o principal mérito: a importância da transparência e de se ter um diálogo aberto em relacionamentos, assim como mostrar que pessoas podem ter desejos e ímpetos não convencionais que contrariam a aceitação da normas sociais e isso não as torna necessariamente indivíduos ruins. Somos seres complexos, cheios de camadas, traumas e desejos reprimidos.
Gente, que sensacional! Como eu não vi esse filme antes? A trama é totalmente imprevisível, caótica, frenética e muito divertida de se acompanhar. Adorei a paleta de cores com a predominância do vermelho, que se relaciona ao temperamento passional e impulsivo da protagonista. E o elenco, hein? A Carmen Maura dominou as cenas com uma atuação forte, natural e dramática. Que surpresa ver o Antonio Banderas com aquele frescor da juventude e tão lindo!
Vamos combinar que escolheram um nome péssimo para o filme, nem um pouco atrativo...
Causou um certo estranhamento quando o filme começou a ir para um rumo inesperado, mas depois de um tempo vc embarca na ideia e fica curioso para saber o desenrolar.
Sem contar que foi um alívio não cair no clichê de focar demais ou criar um drama em torno do romance entre o professor e a aluna, sobre a diferença etária deles, a respeito de infidelidade, que já foram motes explorados a exaustão em outros filmes.
Outra coisa, passei a ficar incomodada ao supor que o Woody Allen estava repetindo a fórmula de
Match Point ao tratar sobre o dilema moral de se cometer um assassinato por motivos egoístas.
Ainda bem que a Jill não morreu no final e foi uma boa piada que ela tenha sido protegida pela lanterna.
Quanto ao elenco, a Emma Stone está cativante, convincente e bela como sempre e, definitivamente, esse não foi um dos melhores papéis do Joaquin Phoenix. Não sei se foi o personagem que não me agradou ou se foi uma escolha equivocada de casting.
Eu gosto da série e tenho carinho pelos personagens, mas tá difícil de assistir... A temporada teve um ritmo muito acelerado e desenvolveu/solucionou os conflitos de forma superficial e preguiçosa. Vários acontecimentos previsíveis e situações forçadas como o plot twist do último episódio. A gente até entende que a série tem uma pegada teen e despretensiosa, mas por ser a season finale, poderiam ter feito um roteiro mais elaborado. Nem precisava de 3 partes para dar o desfecho, mas espero que as próximas 2 sejam bem melhores.
Cheio de autorreferências e fan service, garante boas risadas, mas peca pelo excesso de piadas e por estender cenas desnecessárias. A trilha sonora acerta ao dar o tom galhofa ao filme, relembrando hits dos anos 90/2000. Millennials que não se emocionarem com as cenas exibidas durante os créditos finais não têm apego nenhum à nostalgia.
A terceira temporada foi bem menos ousada e movimentada do que as anteriores, porém, de certa maneira foi a que eu mais gostei até agora. Pudemos acompanhar as mudanças, erros, acertos e sobretudo vivências que transcorreram com ares de realismo. A imagem que eu tinha do Adam de ser um tanto weirdo e incômodo na primeira temporada se distanciou muito da temporada atual. Quando menos esperava, Adam se transformou em alguém peculiar de um modo atraente, interessante e com atitudes gentis e apreciáveis, apesar de já ter dado demonstrações meio chocantes dos aspectos negativos da sua personalidade. Jessa começou a temporada causando impacto com suas atitudes ácidas e inusitadas, mas foi perdendo o brilho com o decorrer dos episódios. Finalmente comecei a gostar da Shoshanna. Acho que acabei me acostumando e achando graça nas suas falas rápidas e imprevisíveis. Mas ela ainda não se tornou uma das minhas personagens favoritas. A Hannah continua sendo o ponto alto da série, como não poderia deixar de ser. As cenas dela na revista GQ foram uma das novidades mais divertidas da temporada. Já Marnie, apesar de extremamente bela, simpática e com boas virtudes ainda não consegue ser tão carismática e interessante. Ray é um dos melhores e mais sinceros personagens da série. O seu jeito prático e honesto de ver as coisas faz com que sua presença seja indispensável. Para mim, os melhores momentos foram:
As girls depois de terem tido uma discussão desagradável, sentadas começam a fazer os passos da coreografia de forma espontânea, como um gesto de conexão e afinidade natural entre elas, mesmo tendo personalidades dissonantes. Adam e Hannah em seus momentos carinhosos demonstrando tanta cumplicidade. Adam contando a Marnie sobre um caso amoroso que o fez sofrer e por fim perceber que quando se encontra alguém que se realmente conhece e há uma conexão verdadeira é algo perceptível e não há medo ou dor.
E a season finale deixou uma boa interrogação em relação às grandes mudanças que virão a seguir.
Belo, encantador, suave e intenso ao mesmo. Um dos raros romances nacionais que merecem ser vistos e apreciados. Os atores estavam excelentes, com destaque para o Wagner Moura e a Andréa Beltrão que desempenharam seus papéis de maneira convincente e carismática. Adoro a Letícia Sabatella, em alguns momentos ela se saiu muito bem, mas em outros me pareceu um pouco artificial. Nosso Estranho Amor caiu como uma luva como música tema do filme. Caetano sempre consegue me emocionar.
Adorei essa temporada. Quase todos os episódios tiveram ótimos momentos. E definitivamente o Barney protagonizou a maioria das cenas mais engraçadas e até mesmo algumas sensíveis. Para mim, os melhores momentos foram:
a Regra de Platina, o encontro de 2 minutos do Ted com a Stella, o ex-namorado de quando a Robin tinha 16 anos, o ator pornô com o nome do Ted, o Bro Code, a tatuagem de vadia, a escala da insanidade/beleza, a primeira vez do Barney e a procura pela garota que estava sabotando as conquistas do Barney.
Gostei das várias reviravoltas que aconteceram nessa temporada colocando os personagens em posições diferentes e inesperadas e revelando outras facetas deles. Estranhei um pouco a mudança repentina no comportamento da Hannah nos primeiros episódios. Ela passou a maior parte do tempo mostrando seu lado egoísta, intolerante e cheio de si. É impressionante como a Lena Dunham se entrega e se expõe em sua interpretação, transmitindo uma naturalidade e sinceridade que poucas vezes percebi numa atriz. A Shoshanna deixou de ser tão irritante e artificial
. O Adam e o Ray ganharam mais espaço e se tornaram ainda mais carismáticos e interessantes. Espero que o Elijah volte na terceira temporada com seus comentários afiados e seu jeito divertido.
Não gostei muito dos primeiros episódios, mas a partir da segunda metade da temporada fui fisgada pela série e comecei a acompanhar com bastante interesse. A Lena Dunham acertou em cheio como diretora, roteirista e protagonista. A Hannah, a Jessa e o Adam são os personagens mais peculiares e cativantes da série, já a Shoshanna destoa demais e parece sobrar entre as girls.
Fazia muito tempo que eu não gostava tanto de um filme de terror lançado recentemente. Apesar da maior parte da história apresentar elementos já explorados diversas vezes em outros filmes, há grandes qualidades e um certo diferencial que faz Invocação do Mal ser assustador e prender a atenção até o final. A tensão psicológica é bem conduzida e desenvolvida gradativamente, sendo que no começo o filme acerta em sugerir e dar margem à imaginação para só depois, aos poucos, ir revelando figuras aterrorizantes e culminar em um clímax com imagens impactantes. O bom elenco também convence, com destaque para a Lili Taylor e a Vera Farmiga que oferecem atuações sensíveis e consistentes. O apelo emocional ganha mais força ao mostrar o drama e a união entre duas famílias, o que acaba despertando simpatia e uma torcida por um final feliz para ambas.
Acho que os melhores momentos dos personagens aconteceram durante os episódios em que estavam separados. Foi possível conhecer outros aspectos das personalidades deles, vê-los em situações diferentes e isso possibilitou interações divertidas com outros personagens. A curta parceria entre a Lily e o Barney foi bem bacana e inusitada. Outro ponto positivo da temporada foi ter tirado um pouco o foco da procura do Ted pela "The One", algo muito explorado na primeira temporada e por ele ter finalmente conseguido conquistar a Robin.
O começo da primeira temporada me fez lembrar levemente de Friends e reforçou ainda mais a minha empatia por seriados que apresentam situações divertidas e por vezes um pouco dramáticas que acontecem com jovens amigos. How I Met Your Mother consegue ter algumas singularidades, personagens carismáticos e um bom texto.
O começo do filme não me cativou muito, mas depois do naufrágio, fica bem mais interessante e prende a atenção até o final. A fotografia e os efeitos visuais são deslumbrantes.
É uma graça! A fórmula "personagem ranzinza que tem sua vida e personalidade transformadas positivamente com a chegada de outros personagens" geralmente funciona bem. Os minions são uma atração à parte.
Nessa terceira temporada tiveram acontecimentos ainda mais surpreendentes do que nas anteriores. É fantástico perceber as mudanças e a evolução dos personagens e ver que a qualidade dos textos e das atuações se mantêm. E apesar de incômodo, chega a ser interessante ficar na expectativa angustiante de acompanhar a história e saber que pode acontecer alguma reviravolta e algum personagem favorito seu morrer.
O Schmidt que eu considerava um pouco irritante e artificial na primeira temporada melhorou muito e ficou mais divertido e carismático na segunda. Os flashbacks que mostram ele e o Nick na época da faculdade são hilários. No geral, os personagens conseguiram estabelecer suas personalidades e se entrosaram bem nessa temporada. A única coisa que me incomodou um pouco foi
o romance entre a Jess e o Nick. Esperava que fossem adiar um pouco para criar mais expectativa em torno deles. Mas de qualquer forma, foi bacana vê-los juntos.
, pois ele andava muito apagado e estava precisando mesmo de algum acontecimento importante para ficar em evidência. Alguns episódios foram bons, mas no geral foi morna, e até mesmo a season finale não deixou um gancho que produzisse muita expectativa para a próxima temporada.
O filme ficou um tanto longo e a história é bem mais amena e simples se for comparar com O Senhor dos Anéis, mas ainda sim é ótimo revisitar as belas paisagens e conhecer outras aventuras e personagens da Terra Média.
Como Treinar o seu Dragão
4.1 284 Assista AgoraFilme redondinho, que cativa, emociona e diverte! É tão bom quanto à animação e acertou muito no casting do elenco. O Mason Thames é uma revelação, conseguiu transmitir as nuances de expressões do personagem e entregou uma performance carismática. E as interações dele com o Banguela são o ponto alto do filme.
Superman
3.6 918 Assista AgoraA nova música-tema e o elenco são bons. O filme começa já parecendo ser uma sequência ao pular vários acontecimentos introdutórios, tem uma cena interessante de discussão entre o Superman e a Lois, que traz questionamentos importantes, e algumas cenas legais de luta, mas sofre uma mudança drástica de tom do meio para o final e vira pura galhofa.
Missão: Impossível - O Acerto Final
3.6 261 Assista AgoraAchei que faltou o molho, mas concluiu satisfatoriamente uma das melhores e mais longevas franquias de ação do cinema. O ponto alto do filme é mais uma vez a ousadia e o empenho do Tom Cruise nas cenas de ação que são impressionantes e extremamente arriscadas. <spoiler> O final ficou em aberto como se fosse um até logo e dá margem para fazerem outras sequências caso eles tenham boas histórias para contar. </spoiler>
Premonição 6: Laços de Sangue
3.3 734 Assista AgoraÉ uma continuação decente da franquia. Faz um bom fan service ao fazer referência a algumas mortes memoráveis e dá várias pistas falsas com algumas reviravoltas. E a homenagem que fizeram a um dos personagens recorrentes da franquia é bem comovente. Na real, o legal é quando surgem indícios do que vai acontecer e a gente começa a ficar aflito ao imaginar de que forma vai ser desencadeada cada morte. O terror psicológico que vai sendo construído e a imaginação que são o combustível do interesse nessa série filmes, não necessariamente as mortes em si, que na maioria das cenas é bem gore e pouco realistas e acabam não tendo impacto. Pra mim, só o primeiro filme que soube unir um bom suspense com mortes realmente agonizantes e bem elaboradas.
Karatê Kid: Lendas
3.1 197 Assista AgoraÉ rushado e segue uma fórmula clichê, sem elaborar muito o desenvolvimento da narrativa e dos personagens, mas ainda sim resulta em um filme divertido, com bons momentos e trilha sonora vibrante que se conecta com o ritmo das cenas. Destaque para os movimentos ágeis, precisos e cheios de acrobacias impressionantes do Ben Wang.
Babygirl
2.7 491 Assista AgoraUma das coisas que eu gostei em Babygirl é que ele não se rendeu totalmente aos clichês e não adotou os caminhos que já vimos em outros filmes que abordam acerca da temática da infidelidade. Seu desfecho foi satisfatório
sem culminar em crimes passionais.
Mas apesar disso, para mim o filme teve mais pontos positivos do que negativos. As atuações da Nicole Kidman e do Harris Dickinson foram convincentes e a química deles incrível. Ela se entregou completamente ao papel, se expôs em cenas de humilhação e nudez, mostrou vulnerabilidade e força. Ele conseguiu desempenhar muito bem um personagem dúbio, de personalidade atraente e imprevisível. A fotografia e a trilha sonora são muito boas, conferem uma atmosfera provocante, sensual, intensa e incômoda. Para mim as reflexões que o filme proporciona são o principal mérito: a importância da transparência e de se ter um diálogo aberto em relacionamentos, assim como
mostrar que pessoas podem ter desejos e ímpetos não convencionais que contrariam a aceitação da normas sociais e isso não as torna necessariamente indivíduos ruins. Somos seres complexos, cheios de camadas, traumas e desejos reprimidos.
Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos
4.0 561 Assista AgoraGente, que sensacional! Como eu não vi esse filme antes? A trama é totalmente imprevisível, caótica, frenética e muito divertida de se acompanhar. Adorei a paleta de cores com a predominância do vermelho, que se relaciona ao temperamento passional e impulsivo da protagonista. E o elenco, hein? A Carmen Maura dominou as cenas com uma atuação forte, natural e dramática. Que surpresa ver o Antonio Banderas com aquele frescor da juventude e tão lindo!
Homem Irracional
3.5 556 Assista AgoraVamos combinar que escolheram um nome péssimo para o filme, nem um pouco atrativo...
Causou um certo estranhamento quando o filme começou a ir para um rumo inesperado, mas depois de um tempo vc embarca na ideia e fica curioso para saber o desenrolar.
Sem contar que foi um alívio não cair no clichê de focar demais ou criar um drama em torno do romance entre o professor e a aluna, sobre a diferença etária deles, a respeito de infidelidade, que já foram motes explorados a exaustão em outros filmes.
Outra coisa, passei a ficar incomodada ao supor que o Woody Allen estava repetindo a fórmula de
Match Point ao tratar sobre o dilema moral de se cometer um assassinato por motivos egoístas.
Ainda bem que a Jill não morreu no final e foi uma boa piada que ela tenha sido protegida pela lanterna.
Quanto ao elenco, a Emma Stone está cativante, convincente e bela como sempre e, definitivamente, esse não foi um dos melhores papéis do Joaquin Phoenix. Não sei se foi o personagem que não me agradou ou se foi uma escolha equivocada de casting.
Cobra Kai (6ª Temporada)
3.9 184Eu gosto da série e tenho carinho pelos personagens, mas tá difícil de assistir... A temporada teve um ritmo muito acelerado e desenvolveu/solucionou os conflitos de forma superficial e preguiçosa. Vários acontecimentos previsíveis e situações forçadas como o plot twist do último episódio. A gente até entende que a série tem uma pegada teen e despretensiosa, mas por ser a season finale, poderiam ter feito um roteiro mais elaborado. Nem precisava de 3 partes para dar o desfecho, mas espero que as próximas 2 sejam bem melhores.
Deadpool & Wolverine
3.7 922 Assista AgoraCheio de autorreferências e fan service, garante boas risadas, mas peca pelo excesso de piadas e por estender cenas desnecessárias. A trilha sonora acerta ao dar o tom galhofa ao filme, relembrando hits dos anos 90/2000.
Millennials que não se emocionarem com as cenas exibidas durante os créditos finais não têm apego nenhum à nostalgia.
Girls (3ª Temporada)
4.1 185A terceira temporada foi bem menos ousada e movimentada do que as anteriores, porém, de certa maneira foi a que eu mais gostei até agora. Pudemos acompanhar as mudanças, erros, acertos e sobretudo vivências que transcorreram com ares de realismo. A imagem que eu tinha do Adam de ser um tanto weirdo e incômodo na primeira temporada se distanciou muito da temporada atual. Quando menos esperava, Adam se transformou em alguém peculiar de um modo atraente, interessante e com atitudes gentis e apreciáveis, apesar de já ter dado demonstrações meio chocantes dos aspectos negativos da sua personalidade. Jessa começou a temporada causando impacto com suas atitudes ácidas e inusitadas, mas foi perdendo o brilho com o decorrer dos episódios. Finalmente comecei a gostar da Shoshanna. Acho que acabei me acostumando e achando graça nas suas falas rápidas e imprevisíveis. Mas ela ainda não se tornou uma das minhas personagens favoritas. A Hannah continua sendo o ponto alto da série, como não poderia deixar de ser. As cenas dela na revista GQ foram uma das novidades mais divertidas da temporada. Já Marnie, apesar de extremamente bela, simpática e com boas virtudes ainda não consegue ser tão carismática e interessante. Ray é um dos melhores e mais sinceros personagens da série. O seu jeito prático e honesto de ver as coisas faz com que sua presença seja indispensável. Para mim, os melhores momentos foram:
As girls depois de terem tido uma discussão desagradável, sentadas começam a fazer os passos da coreografia de forma espontânea, como um gesto de conexão e afinidade natural entre elas, mesmo tendo personalidades dissonantes. Adam e Hannah em seus momentos carinhosos demonstrando tanta cumplicidade. Adam contando a Marnie sobre um caso amoroso que o fez sofrer e por fim perceber que quando se encontra alguém que se realmente conhece e há uma conexão verdadeira é algo perceptível e não há medo ou dor.
Romance
4.0 576Belo, encantador, suave e intenso ao mesmo. Um dos raros romances nacionais que merecem ser vistos e apreciados. Os atores estavam excelentes, com destaque para o Wagner Moura e a Andréa Beltrão que desempenharam seus papéis de maneira convincente e carismática. Adoro a Letícia Sabatella, em alguns momentos ela se saiu muito bem, mas em outros me pareceu um pouco artificial. Nosso Estranho Amor caiu como uma luva como música tema do filme. Caetano sempre consegue me emocionar.
Como Eu Conheci Sua Mãe (3ª Temporada)
4.5 273 Assista AgoraAdorei essa temporada. Quase todos os episódios tiveram ótimos momentos. E definitivamente o Barney protagonizou a maioria das cenas mais engraçadas e até mesmo algumas sensíveis. Para mim, os melhores momentos foram:
a Regra de Platina, o encontro de 2 minutos do Ted com a Stella, o ex-namorado de quando a Robin tinha 16 anos, o ator pornô com o nome do Ted, o Bro Code, a tatuagem de vadia, a escala da insanidade/beleza, a primeira vez do Barney e a procura pela garota que estava sabotando as conquistas do Barney.
Girls (2ª Temporada)
4.0 300Gostei das várias reviravoltas que aconteceram nessa temporada colocando os personagens em posições diferentes e inesperadas e revelando outras facetas deles. Estranhei um pouco a mudança repentina no comportamento da Hannah nos primeiros episódios. Ela passou a maior parte do tempo mostrando seu lado egoísta, intolerante e cheio de si. É impressionante como a Lena Dunham se entrega e se expõe em sua interpretação, transmitindo uma naturalidade e sinceridade que poucas vezes percebi numa atriz. A Shoshanna deixou de ser tão irritante e artificial
depois que começou a namorar o Ray
Girls (1ª Temporada)
4.1 317Não gostei muito dos primeiros episódios, mas a partir da segunda metade da temporada fui fisgada pela série e comecei a acompanhar com bastante interesse. A Lena Dunham acertou em cheio como diretora, roteirista e protagonista. A Hannah, a Jessa e o Adam são os personagens mais peculiares e cativantes da série, já a Shoshanna destoa demais e parece sobrar entre as girls.
Invocação do Mal
3.8 3,9K Assista AgoraFazia muito tempo que eu não gostava tanto de um filme de terror lançado recentemente. Apesar da maior parte da história apresentar elementos já explorados diversas vezes em outros filmes, há grandes qualidades e um certo diferencial que faz Invocação do Mal ser assustador e prender a atenção até o final. A tensão psicológica é bem conduzida e desenvolvida gradativamente, sendo que no começo o filme acerta em sugerir e dar margem à imaginação para só depois, aos poucos, ir revelando figuras aterrorizantes e culminar em um clímax com imagens impactantes. O bom elenco também convence, com destaque para a Lili Taylor e a Vera Farmiga que oferecem atuações sensíveis e consistentes. O apelo emocional ganha mais força ao mostrar o drama e a união entre duas famílias, o que acaba despertando simpatia e uma torcida por um final feliz para ambas.
Como Eu Conheci Sua Mãe (2ª Temporada)
4.5 367 Assista AgoraA segunda temporada começou muito bem, principalmente para o Marshall e a Lily.
Acho que os melhores momentos dos personagens aconteceram durante os episódios em que estavam separados. Foi possível conhecer outros aspectos das personalidades deles, vê-los em situações diferentes e isso possibilitou interações divertidas com outros personagens. A curta parceria entre a Lily e o Barney foi bem bacana e inusitada. Outro ponto positivo da temporada foi ter tirado um pouco o foco da procura do Ted pela "The One", algo muito explorado na primeira temporada e por ele ter finalmente conseguido conquistar a Robin.
Como Eu Conheci Sua Mãe (1ª Temporada)
4.5 784 Assista AgoraO começo da primeira temporada me fez lembrar levemente de Friends e reforçou ainda mais a minha empatia por seriados que apresentam situações divertidas e por vezes um pouco dramáticas que acontecem com jovens amigos. How I Met Your Mother consegue ter algumas singularidades, personagens carismáticos e um bom texto.
As Aventuras de Pi
3.9 4,4K Assista AgoraO começo do filme não me cativou muito, mas depois do naufrágio, fica bem mais interessante e prende a atenção até o final. A fotografia e os efeitos visuais são deslumbrantes.
Meu Malvado Favorito
4.0 2,8K Assista AgoraÉ uma graça! A fórmula "personagem ranzinza que tem sua vida e personalidade transformadas positivamente com a chegada de outros personagens" geralmente funciona bem. Os minions são uma atração à parte.
Game of Thrones (3ª Temporada)
4.6 1,8K Assista AgoraNessa terceira temporada tiveram acontecimentos ainda mais surpreendentes do que nas anteriores. É fantástico perceber as mudanças e a evolução dos personagens e ver que a qualidade dos textos e das atuações se mantêm. E apesar de incômodo, chega a ser interessante ficar na expectativa angustiante de acompanhar a história e saber que pode acontecer alguma reviravolta e algum personagem favorito seu morrer.
New Girl (2ª Temporada)
4.3 420O Schmidt que eu considerava um pouco irritante e artificial na primeira temporada melhorou muito e ficou mais divertido e carismático na segunda. Os flashbacks que mostram ele e o Nick na época da faculdade são hilários. No geral, os personagens conseguiram estabelecer suas personalidades e se entrosaram bem nessa temporada. A única coisa que me incomodou um pouco foi
o romance entre a Jess e o Nick. Esperava que fossem adiar um pouco para criar mais expectativa em torno deles. Mas de qualquer forma, foi bacana vê-los juntos.
Big Bang: A Teoria (6ª Temporada)
4.4 388 Assista AgoraTBBT continua sendo minha série favorita, mas perdeu força nessa sexta temporada. A melhor novidade foi
a nova namorada do Raj
O Hobbit: Uma Jornada Inesperada
4.1 4,7K Assista AgoraO filme ficou um tanto longo e a história é bem mais amena e simples se for comparar com O Senhor dos Anéis, mas ainda sim é ótimo revisitar as belas paisagens e conhecer outras aventuras e personagens da Terra Média.