O que eu gosto no casal Laura e Edgar, além da combinação dos nomes que soam tão bem juntos (rs), é o fato deles serem um casal ligado pelas idéias, pelas lutas, pela inteligência/intelectualidade, pelas buscas e vontade de saber e transformar a realidade a sua volta. A união deles sempre me soa centrada, serena, tranqüila e paciente, apesar de qualquer abalo - sempre externo. Acho-os principalmente MUITO donos de si. Têm bens maiores e projetos mais amplos do que pensar e se dedicar ávida e exclusivamente ao parceiro amoroso. Pelo contrário, eles estão na posse de si, Laura é Laura, Edgar é Edgar e eles não se perdem de quem são, nem quando estão unidos em laços de amor, convivência ou matrimônio. São saudáveis ao se relacionar em suas individualidades, dá pra se ver e sentir isso. Eles se somam e se assemelham tanto, que quando se aproximam podem passar a impressão que se misturam, mas sem perder a identidade e individualidade. Cada um caminha seu próprio trajeto e, como são tão semelhantes, se esbarram. E como se gostam, atraem-se para caminhar junto, lado a lado se a gente quiser um trocadilho com o título da história. Enfim, viajei aqui na madrugada. Mas é fato que um romance assim, tão saudável, é raro, quando se fala de amor em obras de arte. Normalmente o amor é retratado em estética como rompantes arrebatador, semelhante à paixão ardente, quase violenta e possessiva, que seqüestra os amantes de quem são e, em não raros casos, rouba a própria sanidade, sossego e bem estar.
Saramandaia
3.6 40Que cena linda a da Candinha e Tibério se unindo. Que simbolismo lindo *-*
Emocionei fácil ali.
Lado a Lado
4.2 176O que eu gosto no casal Laura e Edgar, além da combinação dos nomes que soam tão bem juntos (rs), é o fato deles serem um casal ligado pelas idéias, pelas lutas, pela inteligência/intelectualidade, pelas buscas e vontade de saber e transformar a realidade a sua volta. A união deles sempre me soa centrada, serena, tranqüila e paciente, apesar de qualquer abalo - sempre externo. Acho-os principalmente MUITO donos de si. Têm bens maiores e projetos mais amplos do que pensar e se dedicar ávida e exclusivamente ao parceiro amoroso. Pelo contrário, eles estão na posse de si, Laura é Laura, Edgar é Edgar e eles não se perdem de quem são, nem quando estão unidos em laços de amor, convivência ou matrimônio. São saudáveis ao se relacionar em suas individualidades, dá pra se ver e sentir isso. Eles se somam e se assemelham tanto, que quando se aproximam podem passar a impressão que se misturam, mas sem perder a identidade e individualidade.
Cada um caminha seu próprio trajeto e, como são tão semelhantes, se esbarram. E como se gostam, atraem-se para caminhar junto, lado a lado se a gente quiser um trocadilho com o título da história. Enfim, viajei aqui na madrugada. Mas é fato que um romance assim, tão saudável, é raro, quando se fala de amor em obras de arte. Normalmente o amor é retratado em estética como rompantes arrebatador, semelhante à paixão ardente, quase violenta e possessiva, que seqüestra os amantes de quem são e, em não raros casos, rouba a própria sanidade, sossego e bem estar.