Sou fã dos Freak Brothes e essa série chega a ser um insulto. Pegaram a imagem dos personagens e transformaram em um sitcom daqueles bem vagabundo. Só falta as risadas artificiais nas cenas. Mas o que mais dói, o golpe baixo, é que o Gilbert Shelton, criador dos quadrinhos, atuou nessa série como produtor executivo. Porr@ Shelton!
É a nova versão do Magaiver? Magaiver fazia uma bomba com um barbante e um pirulito, esse aqui descobre que o pai de uma mulher é "técnico de futebol" somente pelo "jeito" da mulher. PQP! Cara, técnico de futebol é muito específico! kkkkkk. Se esse seriado fosse nos ano 80 seria uma sátira do tipo Corra que a Polícia Vem Aí. Consigo ver perfeitamente Leslei Nielsen no lugar de Simon Baker! kkkkkk
Que seriezinha boa! Fui de bobeira ciente de que não passaria da primeira meia hora do primeiro episódio e maratonei. Bons atores, boas atuações, bom argumento (para a categoria), boa direção. Não achei nada e ninguém falando dela, em lugar nenhum. Prova de que, para fazer sucesso hoje em dia, não se deve superar a mediocridade, infelizmente. Bora para a 2a temporada, vamos ver o que nos traz.
Inteligência artificial em um computador de 1970... pois é... difícil seguir com esse argumento. O sujeito tem uma ideia de IA com pegada retrô e manda ver! Precisa de lógica não! Tem que querer acreditar muito pra conseguir avançar além do primeiro capítulo. Para tanto é muito importante não saber que um computador caseiro da época tinha 256k de memória ram e um (muito) avançado chegava no máximo a 8 mega. Internet? Tinha não, estava começando com uns 10 computadores conectados. Wi-fi chegou 30 anos depois e o robô da casa sai no maior rolê, conectado com energia mágica universal. E com toda a sua capacidade de processamento, de memória e armazenamento, a IA de 1970 tem personalidade! E ruim! Rapaz, safra de filme de 2025 promete! kkkkkk
Li esse livro duas vezes, a primeira devorando, babando e descobrindo o realismo fantástico de G.G. Marques. A segunda, com calma e apreciando os detalhes. Com absoluta certeza, o melhor romance que li em minha vida. Quando vi a séria na Nietflix confesso que fiquei com medo de dar play. Esse é um romance muito difícil de se adaptar, considerando toda a riqueza e complexidade da história, mas fui conferir e me deparei com um trabalho muito bem feito e muito além das minhas expectativas. Um novo clássico da Netflix e que merece um doc porque imagino o desafio que foi trazer a tela essa grande obra. Para quem não leu o livro, imagino que fique confuso e um tanto difícil de entender e se for o seu caso, sugiro que de um stop e parta para o livro. E se fizer isso, espero que a experiência seja tão rica como foi a minha.
Cara, fico aqui imaginado como o sujeito consegue escrever um roteiro desse naipe. A coisa toda começa numa bagunça generalizada, caos total e a cada minuto uma nova peça se encaixa, se liga e vai reconstruindo o cenário original da narrativa. Isso tudo sem contar toda surrealidade que permeia os argumentos. E aí entra também o papel do diretor que depura todo o conteúdo em imagens que, além do seu papel de ilustrar, somam ao argumento. Enfim, uma verdadeira obra de arte!
E a versão NPC do TikTok chegou na Netflix! Sinceramente, acho que falta alguma coisa no meu cérebro porque não consigo entender, sob aspecto nenhum, o que tem de comédia em Leandro Hassun. A coisa é tão ruim que não da nem pra dizer que a proposta é cópia mal feita de esquetes (já bem batidas) porque para ser cópia tem que pelo menos parecer com uma esquete. Não parece. Não parece com nada. Netflix tá parecendo Uber do cinema: diretor, roteirista e atores ganham um dinheirinho enquanto não pinta nada melhor.
Me faltam palavras para descrever essa série, mas vou tentar gastar algumas para registrar esse momento. A ideia em si já é excepcional porém, tirar da cabeça e por na tela é outro chopp. Mas em Ruptura, o Diretor faz isso com tanta maestria que a concepção supera a ideia. Trilha sonora marcante, personagens perfeitamente escolhidos, ambiente e iluminação surreais e ainda assim cuidadosamente equilibrado. Imaginar-se na situação de um externo é sufocante e a brincadeira é que ambos são você e você é quem faz isso com você. Esse paralelo de um outro você que não conhece você é de uma viagem pau a pau com a mescalina. E o bacana aqui é que é uma viagem consciente. Sabe aquela parada de drogas sonoras? Ruptura inaugura as drogas visuais. Que série, irmão!
Deve ser programa de computador que faz esses roteiros, você preenche alguns campos e entrega personagens e diálogos prontos. Não é possível tanta falta de criatividade.
Que série! Começa em um estilo e sutilmente muda para outro, com toda a classe que somente uma boa dupla de roteiro e direção conseguiriam entregar. As cenas apresentam muitos detalhes interessantes que conversam com o roteiro, verdadeiros easter eggs (detalhe para o espelho na cena do interrogatório). E que ator mirim é esse! Sensacional!
Série bem diferente, proposta interessante, despretensiosa e envolvente. Achei bem interessante o contraponto da linguagem. O drama humano nos bastidores de uma cozinha.
As Fabulosas Aventuras dos Freak Brothers (1ª Temporada)
2.2 3Sou fã dos Freak Brothes e essa série chega a ser um insulto. Pegaram a imagem dos personagens e transformaram em um sitcom daqueles bem vagabundo. Só falta as risadas artificiais nas cenas. Mas o que mais dói, o golpe baixo, é que o Gilbert Shelton, criador dos quadrinhos, atuou nessa série como produtor executivo. Porr@ Shelton!
O Mentalista (1ª Temporada)
4.3 193É a nova versão do Magaiver? Magaiver fazia uma bomba com um barbante e um pirulito, esse aqui descobre que o pai de uma mulher é "técnico de futebol" somente pelo "jeito" da mulher. PQP! Cara, técnico de futebol é muito específico! kkkkkk. Se esse seriado fosse nos ano 80 seria uma sátira do tipo Corra que a Polícia Vem Aí. Consigo ver perfeitamente Leslei Nielsen no lugar de Simon Baker! kkkkkk
NOS4A2 (1ª Temporada)
3.1 46Que seriezinha boa! Fui de bobeira ciente de que não passaria da primeira meia hora do primeiro episódio e maratonei. Bons atores, boas atuações, bom argumento (para a categoria), boa direção. Não achei nada e ninguém falando dela, em lugar nenhum. Prova de que, para fazer sucesso hoje em dia, não se deve superar a mediocridade, infelizmente. Bora para a 2a temporada, vamos ver o que nos traz.
Cassandra
3.4 177 Assista AgoraInteligência artificial em um computador de 1970... pois é... difícil seguir com esse argumento. O sujeito tem uma ideia de IA com pegada retrô e manda ver! Precisa de lógica não! Tem que querer acreditar muito pra conseguir avançar além do primeiro capítulo. Para tanto é muito importante não saber que um computador caseiro da época tinha 256k de memória ram e um (muito) avançado chegava no máximo a 8 mega. Internet? Tinha não, estava começando com uns 10 computadores conectados. Wi-fi chegou 30 anos depois e o robô da casa sai no maior rolê, conectado com energia mágica universal. E com toda a sua capacidade de processamento, de memória e armazenamento, a IA de 1970 tem personalidade! E ruim! Rapaz, safra de filme de 2025 promete! kkkkkk
Passado (1ª Temporada)
2.6 9 Assista AgoraNada de novo mas tb não é para a nota que estão dando aqui. Se vc curte um suspense, a série manda bem e se sustenta até o final. Vai fundo!
Cem Anos de Solidão (Parte 1)
4.5 124 Assista AgoraLi esse livro duas vezes, a primeira devorando, babando e descobrindo o realismo fantástico de G.G. Marques. A segunda, com calma e apreciando os detalhes. Com absoluta certeza, o melhor romance que li em minha vida. Quando vi a séria na Nietflix confesso que fiquei com medo de dar play. Esse é um romance muito difícil de se adaptar, considerando toda a riqueza e complexidade da história, mas fui conferir e me deparei com um trabalho muito bem feito e muito além das minhas expectativas. Um novo clássico da Netflix e que merece um doc porque imagino o desafio que foi trazer a tela essa grande obra. Para quem não leu o livro, imagino que fique confuso e um tanto difícil de entender e se for o seu caso, sugiro que de um stop e parta para o livro. E se fizer isso, espero que a experiência seja tão rica como foi a minha.
Entrevista com o Vampiro (1ª Temporada)
4.1 109Que chatice...
Feliz! (2ª Temporada)
3.6 32Reassistido e estrelinha a mais na nota. A 2a temporada exagera na viajem da viagem mas não deixa de ser divertida.
Feliz! (1ª Temporada)
4.1 80Reassistido (na falta de coisas melhores para assistir). Violência e diversão em uma mistura nada convencional! Do jeito que eu gosto!
Samurai de Olhos Azuis (1ª Temporada)
4.4 137 Assista AgoraIrmão, que qualidade de animação! Roteiro sensacional!
Watchmen
4.4 560Cara, fico aqui imaginado como o sujeito consegue escrever um roteiro desse naipe. A coisa toda começa numa bagunça generalizada, caos total e a cada minuto uma nova peça se encaixa, se liga e vai reconstruindo o cenário original da narrativa. Isso tudo sem contar toda surrealidade que permeia os argumentos. E aí entra também o papel do diretor que depura todo o conteúdo em imagens que, além do seu papel de ilustrar, somam ao argumento. Enfim, uma verdadeira obra de arte!
O Sinal
3.2 45 Assista AgoraChato pacarai!
Copenhagen Cowboy
3.2 15 Assista Agora100% estranha.
Sweet Home (2ª Temporada)
3.2 19 Assista AgoraCada 5 minutos de filme é 1 minuto de monstros e 4 minutos de dramalhão... haja saco!
B.O. (1ª Temporada)
2.8 26E a versão NPC do TikTok chegou na Netflix! Sinceramente, acho que falta alguma coisa no meu cérebro porque não consigo entender, sob aspecto nenhum, o que tem de comédia em Leandro Hassun. A coisa é tão ruim que não da nem pra dizer que a proposta é cópia mal feita de esquetes (já bem batidas) porque para ser cópia tem que pelo menos parecer com uma esquete. Não parece. Não parece com nada. Netflix tá parecendo Uber do cinema: diretor, roteirista e atores ganham um dinheirinho enquanto não pinta nada melhor.
One Piece: A Série (1ª Temporada)
4.2 282Rapaz, que mistureba! Mas muito divertido!
Desastre Total: Woodstock 99
3.8 124 Assista AgoraÉ só afrouxar um pouco as regras que a nossa essência prevalece...
Ruptura (1ª Temporada)
4.5 870 Assista AgoraMe faltam palavras para descrever essa série, mas vou tentar gastar algumas para registrar esse momento. A ideia em si já é excepcional porém, tirar da cabeça e por na tela é outro chopp. Mas em Ruptura, o Diretor faz isso com tanta maestria que a concepção supera a ideia. Trilha sonora marcante, personagens perfeitamente escolhidos, ambiente e iluminação surreais e ainda assim cuidadosamente equilibrado. Imaginar-se na situação de um externo é sufocante e a brincadeira é que ambos são você e você é quem faz isso com você. Esse paralelo de um outro você que não conhece você é de uma viagem pau a pau com a mescalina. E o bacana aqui é que é uma viagem consciente. Sabe aquela parada de drogas sonoras? Ruptura inaugura as drogas visuais. Que série, irmão!
Caleidoscópio
3.1 69 Assista AgoraDeve ser programa de computador que faz esses roteiros, você preenche alguns campos e entrega personagens e diálogos prontos. Não é possível tanta falta de criatividade.
1899 (1ª Temporada)
3.6 396 Assista AgoraSe Matrix tivesse sido feito em 1970 seria algo assim. E já que é para copiar, faz direito.
A mulher sai de uma simulação, depois de passar anos imóvel, maquiada e andando como se tivesse tirado um cochilo.
A Hora do Diabo (1ª Temporada)
3.9 73 Assista AgoraQue série! Começa em um estilo e sutilmente muda para outro, com toda a classe que somente uma boa dupla de roteiro e direção conseguiriam entregar. As cenas apresentam muitos detalhes interessantes que conversam com o roteiro, verdadeiros easter eggs (detalhe para o espelho na cena do interrogatório). E que ator mirim é esse! Sensacional!
O Urso (1ª Temporada)
4.3 474Série bem diferente, proposta interessante, despretensiosa e envolvente. Achei bem interessante o contraponto da linguagem. O drama humano nos bastidores de uma cozinha.
O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder (1ª Temporada)
3.9 791Rapaz! Que série!
Wayne (1ª Temporada)
4.2 37Como que cancela essa série?!? Se tivesse porcaria de vampiro adolescente teria 5 temporadas. PQP.