É um filme que estranhamente consegue transmitir uma leveza ao tratar de assuntos sérios. Acho que o fato de que o Jay é mais passivo em relação a eles estarem juntos contribui pra isso. Ele não busca ou tenta atrair ela, também tenta se desvencilhar algumas vezes e não consegue. Fica parecendo que ela é que precisava dele para se livrar de uma situação de cárcere em casa. E que ninguém acreditava nela, só ele (ou isso era o que Daisy pensava). E com o Jay, acho que ele igualmente tinha essa deficiência, que ninguém o via como alguma coisa valiosa ou como uma pessoa de caráter. Um encontro de muitos problemas.
Além da relação complexa entre duas protagonistas difíceis (ambas parecem ter aquela brutalidade de personalidades delicadas e machucadas pela vida), interessante no filme a abordagem da intensidade artística que deriva de uma mente perturbada. Jenny necessita de música do modo como uma pessoa normal precisa da fala, pra dar uma expressão ao caos externo e da sua vida interior. Também merece atenção a forma como é abordada a dicotomia arte clássica x arte inovadora ou popular, a professora representando a primeira, como é de se supor.
Um enredo bastante simples e bastante verdadeiro. Agnes e Elin, ambas cheias de personalidade, e ao mesmo tempo extremamente diferentes. Elin cheia de atitude e de autoconfiança (até certo ponto), além de linda e popular, mas Agnes é realmente FODA e faz os outros adolescentes parecem retardados haha! Lendo poesia de primeira e ouvindo música clássica com dezesseis anos, e NEM AÍ pro que o grande grupo pensa dela. A atração entre elas podia ser apenas um sentimentalismo ou excesso de hormônios, de adolescentes, mas na realidade exemplifica aquela noção platốnica de amor como o desejo pelo que nos falta.
O Seu Jeito de Andar
3.4 343É um filme que estranhamente consegue transmitir uma leveza ao tratar de assuntos sérios. Acho que o fato de que o Jay é mais passivo em relação a eles estarem juntos contribui pra isso. Ele não busca ou tenta atrair ela, também tenta se desvencilhar algumas vezes e não consegue. Fica parecendo que ela é que precisava dele para se livrar de uma situação de cárcere em casa. E que ninguém acreditava nela, só ele (ou isso era o que Daisy pensava).
E com o Jay, acho que ele igualmente tinha essa deficiência, que ninguém o via como alguma coisa valiosa ou como uma pessoa de caráter. Um encontro de muitos problemas.
Vestida Para Matar
3.8 288 Assista AgoraBa, não curti. Em cada cena com o assassino me sentia vendo um quadro de hermes e renato.
Quatro Minutos
4.0 89Além da relação complexa entre duas protagonistas difíceis (ambas parecem ter aquela brutalidade de personalidades delicadas e machucadas pela vida), interessante no filme a abordagem da intensidade artística que deriva de uma mente perturbada. Jenny necessita de música do modo como uma pessoa normal precisa da fala, pra dar uma expressão ao caos externo e da sua vida interior. Também merece atenção a forma como é abordada a dicotomia arte clássica x arte inovadora ou popular, a professora representando a primeira, como é de se supor.
Muito bom.
Amigas de Colégio
3.4 222 Assista AgoraUm enredo bastante simples e bastante verdadeiro. Agnes e Elin, ambas cheias de personalidade, e ao mesmo tempo extremamente diferentes. Elin cheia de atitude e de autoconfiança (até certo ponto), além de linda e popular, mas Agnes é realmente FODA e faz os outros adolescentes parecem retardados haha! Lendo poesia de primeira e ouvindo música clássica com dezesseis anos, e NEM AÍ pro que o grande grupo pensa dela. A atração entre elas podia ser apenas um sentimentalismo ou excesso de hormônios, de adolescentes, mas na realidade exemplifica aquela noção platốnica de amor como o desejo pelo que nos falta.
Fiquei com um riso idiota preso na cara com esse final. Hahahah <3
Possessão
3.9 644"Onde acaba o amor, têm início o poder, a violência e o terror..." Carl Jung