Últimas opiniões enviadas
Além da relação complexa entre duas protagonistas difíceis (ambas parecem ter aquela brutalidade de personalidades delicadas e machucadas pela vida), interessante no filme a abordagem da intensidade artística que deriva de uma mente perturbada. Jenny necessita de música do modo como uma pessoa normal precisa da fala, pra dar uma expressão ao caos externo e da sua vida interior. Também merece atenção a forma como é abordada a dicotomia arte clássica x arte inovadora ou popular, a professora representando a primeira, como é de se supor.
Muito bom.
Últimos recados
Oi, Hadassa, obrigado novamente, mas só que desta vez pela minha curtida da lista de Artes Plásticas e espero que tenha gostado dela. Abraços.
oi tudo bem ? obrigada por adicionar !
Olá, Hadassa, obrigado pela minha curtida da lista de História Geral, mas tem ainda as minhas outras complementares de História do Brasil e Oriente Médio, dê uma olhada se possível. Abraços.
É um filme que estranhamente consegue transmitir uma leveza ao tratar de assuntos sérios. Acho que o fato de que o Jay é mais passivo em relação a eles estarem juntos contribui pra isso. Ele não busca ou tenta atrair ela, também tenta se desvencilhar algumas vezes e não consegue. Fica parecendo que ela é que precisava dele para se livrar de uma situação de cárcere em casa. E que ninguém acreditava nela, só ele (ou isso era o que Daisy pensava).
E com o Jay, acho que ele igualmente tinha essa deficiência, que ninguém o via como alguma coisa valiosa ou como uma pessoa de caráter. Um encontro de muitos problemas.