"Fodam-se todos com amigos e família. Fodam-se aqueles com uma vida pela frente e que sonham ser alguém. Fodam-se todos que sentem pena de você e não entendem porra nenhuma. (...) Fodam-se eles, foda-se você, foda-se eu".
Um filme sem nenhuma cena com menos de 30 segundos, poucos diálogos, trilha sonora nada apelativa e atores desconhecidos. Tudo muito lento, tudo muito vazio. Poderia dar sono se o roteiro não emulasse os últimos dias do Kurt (apesar do Gus afirmar o contrário). E só vale à pena mesmo pela participação do Kim Gordom (Sonic Youth) e, claro, pela Asia Argento... de calcinha.
Nesse filme, que deve ser visto de um só fôlego, numa única "sentada" (embora seja demasiado cansativo em um certo momento) Queysanne filma o século XXI, a modernidade tardia sem herança de referências e/ou heróis, demonstrando o que seria de um jovem sem "Norte": ao mesmo tempo em que é despossuído de qualquer ideologia, crença, fé ou religião; não se concentra emaranhado entre grifes, reality show, álcool ou música sem nenhuma qualidade. Muito mais uma árvore que ser humano, uma mistura híbrida de planta e fantasma, como diria Zaratustra... "Un Homme Qui Dort" é um filme que deveria nos provocar uma profunda reflexão sobre a vida, porém, sabe-se lá como, a inteligente e perturbadora escrita de Perec tomou ares meio "aclichezados" - e chatos! - nesse longa.
A raiz da verve humorística do Ferrell: o brilhantismo na mutabilidade da repetição. Incrivelmente diferente do esculhambado besteirol que é "Ricky Bobby", ele se sobressai em uma virtuosa babaquice interpretativa em "Mais Estranho Que A Ficção". O fiscal chato e depressivo dança, canta e tira a roupa, tentando salvar a tentativa de roteiro emulando Charlie Kauffman.
Cronologia suave, o que torna as cenas sanguinolentas um tanto desconexas no filme, estas que por sua vez deixaram a desejar. 3 estrelinhas pra esse achado!
Este site usa cookies para oferecer a melhor experiência possível. Ao navegar em nosso site, você concorda com o uso de cookies.
Se você precisar de mais informações e / ou não quiser que os cookies sejam colocados ao usar o site, visite a página da Política de Privacidade
A Arte do Pensamento Negativo
3.8 65"Fodam-se todos com amigos e família.
Fodam-se aqueles com uma vida pela frente e que sonham ser alguém.
Fodam-se todos que sentem pena de você e não entendem porra nenhuma.
(...)
Fodam-se eles, foda-se você, foda-se eu".
Idiocracia
3.1 640zzzZZZZZZZZZz
Medianeras: Buenos Aires na Era do Amor Virtual
4.3 2,3K Assista AgoraValeu à pena assistir por ter encontrado uma cena perdida de Manhattan aos 73 minutos.
Violência Gratuita
3.4 1,3K Assista AgoraPaul: Okay, Tom.
Peter: Okay, Jerry.
Paul: Hey, Beavis.
Peter: Hey, Butt-Head.
Últimos Dias
2.9 350 Assista AgoraUm filme sem nenhuma cena com menos de 30 segundos, poucos diálogos, trilha sonora nada apelativa e atores desconhecidos. Tudo muito lento, tudo muito vazio. Poderia dar sono se o roteiro não emulasse os últimos dias do Kurt (apesar do Gus afirmar o contrário). E só vale à pena mesmo pela participação do Kim Gordom (Sonic Youth) e, claro, pela Asia Argento... de calcinha.
Meu Nome Não é Johnny
3.5 1,0K Assista AgoraAgora na Globo.
Meu nome não é Johnny virou a nova Lagoa Azul.
O Operário
4.0 1,3KSó a atuação esquelética do Bale pra salvar a tentativa de roteiro emulando Fight Club.
Um Homem que Dorme
4.4 200Nesse filme, que deve ser visto de um só fôlego, numa única "sentada" (embora seja demasiado cansativo em um certo momento) Queysanne filma o século XXI, a modernidade tardia sem herança de referências e/ou heróis, demonstrando o que seria de um jovem sem "Norte": ao mesmo tempo em que é despossuído de qualquer ideologia, crença, fé ou religião; não se concentra emaranhado entre grifes, reality show, álcool ou música sem nenhuma qualidade. Muito mais uma árvore que ser humano, uma mistura híbrida de planta e fantasma, como diria Zaratustra...
"Un Homme Qui Dort" é um filme que deveria nos provocar uma profunda reflexão sobre a vida, porém, sabe-se lá como, a inteligente e perturbadora escrita de Perec tomou ares meio "aclichezados" - e chatos! - nesse longa.
Mais Estranho que a Ficção
3.9 606A raiz da verve humorística do Ferrell: o brilhantismo na mutabilidade da repetição. Incrivelmente diferente do esculhambado besteirol que é "Ricky Bobby", ele se sobressai em uma virtuosa babaquice interpretativa em "Mais Estranho Que A Ficção". O fiscal chato e depressivo dança, canta e tira a roupa, tentando salvar a tentativa de roteiro emulando Charlie Kauffman.
Taxidermia: Histórias Grotescas
3.4 349Cronologia suave, o que torna as cenas sanguinolentas um tanto desconexas no filme, estas que por sua vez deixaram a desejar. 3 estrelinhas pra esse achado!