Essa série é inacreditável! O vagabundo que dirigiu esse lixo tinha que ser preso e condenado à morte pra nunca mais tocar em qualquer coisa de Ark na vida dele, e o cara da Wildcard que aprovou a criação dessa latrina tinha que ter o mesmo destino. A Wildlixo não se contentou em acabar com o jogo com aquele remaster lixo, malfeito, bugado, mal-otimizado e Pay2Win que é a carniça do Ark Ascended, eles precisavam fazer uma série pra representar o jogo da pior forma possível.
Nos primeiros episódios já dá pra perceber que o sem pai do cara que escreveu essa nojeira nunca teve contato com a história do Ark na vida dele. É óbvio que uma adaptação teria suas diferenças do material original, mas não tem UMA CENA minimamente fiel ao jogo.
Além de não saber o básico da história do jogo que ele tá adaptando, o corno do diretor da série não sabe absolutamente porcaria nenhuma de uma criatura do Ark. Muitos dos designs dos dinossauros ficaram horríveis, o que mais me recordo agora foi o giganotossauro, cara, que aberração era aquela? Muitas das criaturas, como a achatina e a artropleura, que são enormes no jogo, ficaram minúsculas na série, enquanto outras criaturas, como o tigre-dentes-de-sabre, ficaram gigantes.
E claro, trocentas incoerências em relação ao jogo e furos de roteiro, muitos que são erros até na lógica da própria série. Não são um, nem dois, mas MILHARES de furos e incoerências nessa latrina audiovisual (mas que por algum motivo do além foram incluídas na lore oficial do remaster do jogo na DLC do Lost Lixo, e como de se esperar, a quantidade de furo de roteiro e retcon que surgiu foi estratosférica).
E os personagens, mano, que tristeza. -A Helena deixou de ser a bióloga entusiasta de dinossauros amada pela comunidade e virou uma personagem INSUPORTÁVEL, sem falar que o vagabundo do roteirista destruiu toda a lore complexa da personagem pelo simples intuito de fazer militância política com ela. "Ain, você esta sendu preconceituosu". Não, colega, não tem nada a ver com preconceito, seu imbecil. Em primeiro lugar, nada daquilo foi sequer mencionado no jogo original e só foi incluído no chorume do remaster DEPOIS do lançamento da série, e como eu já disse, a quantidade de furo de roteiro e retcon que surgiu foi estratosférica. Em segundo lugar, essa militância política não agregou em NADA na história da personagem e muito menos na da série, dá pra ver como é forçado se você tiver um cérebro na cabeça, a história de Ark nunca foi sobre isso, é sobre sobreviver e desbravar ecossistemas com dinossauros, criaturas pre-históricas - e em alguns casos, mitológicas e mutantes - pra salvar uma Terra pós-apocalíptica, ou pelo menos foi um dia, quando os responsáveis pela franquia tinham o mínimo de carinho por Ark e não forçavam suas crenças e lado político no jogo. -O Rockwell... cara, se eu cruzar com o diretor dessa série, que fique registrado que eu não responderei pelos meus atos. Pegaram um personagem complexo e transformaram em um vilão caricato que não lembra em NADA o Rockwell original, está pau a pau com a Helena de personagem mais cagado por essa série. -Dos outros personagens, metade deles sequer é mencionada no jogo e é completamente irrelevante.
Essa série é asquerosa! Desrespeita o legado do Ark e dos seus fãs. Ah, e cuidado pra não falar que esse lixo é um lixo. Uma certa galera que não sabe o significado de amor paterno vai querer te ridicularizar e te diminuir por não passar pano pra uma nojeira como essa, assim como eles fazem com qualquer um que se atreva a criticar o remaster do jogo ou o triste estado atual do Ark, como quando lançaram aquela atualização nojenta do Genesis 1 no Ark Ascended e eles foram atacar e ridicularizar quem era honesto e falava mal daquele oceano plano tenebroso, mas se a Wildcard mandar eles comerem m****, eles vão comer e depois vão falar que é uma delícia e vão berrar louvores à empresa.
Aberração não é o mapa, é essa abominação audiovisual e todos os seus idealizadores!
Fui uma das pessoas que conheceu essa série na infância (e umas das 7 pessoas que lembra da existência desse negócio). Fui reassistir a série bem mais velho, com mais senso crítico e maturidade, sem basear meu julgamento em nostalgia, e continuo amando essa série até hoje. Uma história legal, divertida, animação bonita, trilha sonora bacana e personagens incríveis compõem essa série de alta qualidade, porém com um problema que irei abordar mais tarde.
O foco principal da série é a relação entre um grupo de Autobots e uma (na verdade duas) família de humanos, e para mim, a série executa essa meta com maestria.
Os personagens, tanto Autobots quanto humanos, são maravilhosos. E sim, eu sei que a comunidade de Transformers implica com qualquer personagem humano que tenha mais de dois segundos de tela, mas vai por mim, esse aqui são bons. Falando dos Autobots primeiro: -Heatwave é um bom líder para os Autobots, um cara durão e sério, e claro, tem seus momentos; -Chase possui uma personalidade bem divertida sua forma de levar tudo ao pé da letra rende momentos bem cômicos; -Boulder é um dos personagens mais carismáticos a série, baita protagonista; -Blades é um dos, senão o personagem mais engraçado da série. Uma característica legal da personalidade dele é o quão medroso ele é, o que se intensificou por ele assistir filmes de terror, aspecto esse que eu passei a me identificar depois de assistir o filme do Minecraft e ficar 3 meses sem dormir e precisar fazer 4 horas diárias de acompanhamento psiquiátrico intenso; -Optimus Prime não participa muito, mas suas participações são boas, o design dele é ok. Agora falando dos personagens humanos: -Chief Charlie é melhor representação de um pai que se pode ter, um cara durão, inteligente e uma figura de liderança, (e finalmente um pai decente, não aguentava mais pai retardado); -Kade é engraçado pra caramba, principalmente se tratando da dinâmica entre ele e o Heatwave ou a Dani; -Graham é um personagem bacana, e a dinâmica entre ele e o Boulder funciona bem; -Dani é bem cômica em seus momentos passando raiva, principalmente com o Blades; -Cody é um guia para os Autobots, personagem interessante, divertido, carismático (como todos os protagonistas) e bem trabalhado, um dos melhores da série. "Ain, mas ele é chatu, eh irritanti". Eu também diria isso, caso não tivesse um pai. Há outros personagens humanos, como a Frankie, que eu particularmente curto bastante, e outros Autobots a partir da terceira temporada, mas não são tão relevantes. E antes que você se pergunte: não há uma "mãe Burns" na família. Ou os 4 filhos são adotados, ou ela Foi Comprar Cigarro Versão Mãe, ou ela morreu assistindo o filme do Minecraft (ok, acho que eu estou me passando um pouco com esse filme).
As aventuras são, em sua maioria divertidas e criativas. Algumas se resumem aos Rescue Bots salvando e servindo e protegendo a população de Griffin Rock, seja resgatando gatos de árvores, apagando incêndios, parando máquinas defeituosas/desenfreadas, salvando pessoas de desastres naturais, prendendo bandidos, espancando funkeiros ou botando fogo em um acampamento do MST, tudo para manter a cidade de Griffin Rock segura e seus cidadãos protegidos (e só assim pra manter aquele lugar seguro, aquela ilha é mais caótica e perigosa que o Nether, Mustafar, Mordor, o bioma de Elemento do Ark Aberration, a Zona Corrompida do Ark Extinction, Copper 9 e o Rio de Janeiro juntos). Já outras aventuras variam entre viagens no tempo, espaço, centro da Terra, caverna mesozóica, combater invasões alienígenas, entre muitas outras.
A animação é bem feita, a trilha sonora é marcante e nostálgica, principalmente a da primeira temporada (minha favorita) e a dublagem é sensacional. Em relação à série ser "muito infantil", de fato ela é mais focada em crianças, mas é naquele nível que trata o espectador como um ser pensante, seja criança ou adulto, e tenho certeza de que pessoas de todas as idades podem se divertir, não é como as produções infantis atuais que tratam o espectador como um retardado, como um certo filme de adaptação de um jogo quadrado.
Apesar dos vários pontos positivos, essa série tem um problema grave: CADÊ OS DECEPTICONS?! CADÊ?!?!?! Eu sei que o foco da série é a relação entre Transformers e humanos e suas aventuras, mas custava colocar pelo menos 1 vilão Decepticon na lista de vilões? Sem falar que a ideia de um vilão humano e um Con trabalhando juntos seria muito interessante de se acompanhar. Temos algo próximo disso na série, mas não é a mesma coisa.
E claro, como... qualquer coisa da franquia Transformers, a série tem vários furos de roteiro, retcons e conveniências de roteiro. O exemplo mais claro de conveniência de roteiro frequente que consigo imaginar é a prisão da cidade apresentada na série ser a pior da história, onde os vagabundos conseguem fugir toda santa hora (ou seja, Griffin Rock não fica localizada nos EUA, mas sim no Bostil).
Ah, e se você quiser saber da sequência dessa série, Rescue Bots Academy, eu só te falo pra passar longe daquela nojeira. Aquilo sim é uma série infantiloide que não vale a pena ser assistida. E eu nem vou comentar dos novos designs dos personagens, principalmente os do Optimus e do Heatwave, que são os piores designs dessa franquia inteira, e alguns dos piores designs de qualquer coisa que eu já vi na minha vida, o cara que desenhou esses designs deve ter sido o mesmo jumento que ficou encarregado da direção de arte e efeitos especiais do Quantumania, ou o mesmo retardado que fez o modelo daquela ovelha satânica do filme do Mine... tá bom, vou parar de falar daquela aberr... quer dizer, daquele filme!
Bom, eu sinceramente acredito que essa série vale sua atenção e seu tempo. Não é a melhor de todas, mas para mim, está entre as boas e dignas de sua atenção.
Mano, que série extraordinária. Faziam anos desde que eu assistia a algo que me marcasse tanto. Ação, aventura, ficção científica, robôs, mistério, suspense, história única (e que não dá pra entender porcaria nenhuma), trilha sonora marcante, cenários únicos e personagens incríveis resultaram em uma série (quase) perfeita.
No primeiro episódio, parece que a série vai ser apenas mais uma história de robôs contra humanos, mas a história vai se desenrolando e se mostrando algo MUITO maior e mais complexo, se você tiver paciência pra ficar revendo e procurando detalhes pra entender a história (porque só assim pra entender esse negócio de primeira), garanto que vai valer a pena.
Cada episódio é único e tem seus elementos próprios que o tornam tão único e bom. Para mim, não tem um único episódio ruim ou sequer medíocre (gosto do episódio final em si, como um final de série, nem tanto).
Os cenários são extremamente detalhados e bem feitos, a atmosfera sombria é uma das melhores características dos cenários, caracterizando bem a série. E pelo menos eu gosto da forma que os cenários vão mudando e "evoluindo" conforme o decorrer do seriado.
A trilha sonora é, bom, no momento em que estou escrevendo esta análise, a melhor que já tive a bênção de escutar em toda a minha vida. A pessoa que fala mal dessa trilha sonora e do trabalho extraordinário do AJ DiSpirito não tem caráter (e nem pai). Se você não se emocionou escutando Bite Me - vulgo melhor música que já atravessou meus tímpanos - pela primeira vez, você está morto por dentro, e eu não quero chegar perto de algo como você.
Os personagens são outro aspecto extraordinário da série, embora quase todos sofram de um grave problema de escrita que irei abordar mais pra frente. O design de cada um deles já é um grande acerto (apesar de que se tirar o cabelo, as roupas e as cores das luzes dos robôs operários, eles ficam exatamente iguais), mas o melhor é a personalidade única e a lore de cada um dos personagens principais: -Uzi inicialmente aparente ser apenas a clássica adolescente rebelde, mas conhecendo melhor a personagem, impossível não adorar ela, para mim, a melhor personagem; - N é engraçado e divertido, e embora seja meio infantil e burro, sabe identificar quando as coisas estão sérias. A dinâmica dele com a Uzi e a V é um dos maiores pontos fortes do personagem; - V é uma personagem extremamente complexa e profunda, mas infelizmente você precisa ter dois doutorados pra entender a profundidade da personagem (eu vou falar dos problemas de roteiro mais tarde); - J é uma personagem interessante e suas motivações/medos são interessantes para o plot, porém a série não soube trabalhar ela direto, fazendo ela ficar conhecida como a personagem inútil pela comunidade (se bem que ela realmente poderia ter desviado daquela porcaria de caneta), sendo necessário um vídeo especial da Glitch pra explicar melhor a personagem; - Doll é uma antagonista com um conceito muito criativo e as motivações dela são boas (embora uma motivação importante da personagem seja esquecida do final do episódio 3 em diante). Uma pena não ter sido tão bem aproveitada. - Cyn é outra vilã com conceito sensacional. A ideia da personagem é muito boa e ela consegue ser uma personagem assustadora (como um vilão bom tem que ser, muito melhor que esses vilão fresco dos filmes e séries de hoje). Obviamente a série apresenta outros personagens, mas não são TÃO relevantes na história, alguns inclusive poderiam ter sido melhor aproveitados, como a Tessa, a Nori e a Yeva.
A série é muito bem dublada tanto no original quanto na versão brasileira, então meus parabéns para as equipes de voz original e dublagem.
Bom, você deve ter percebido que eu não dei nota máxima para essa série, apesar dos vários elogios e de amá-la. Bom, não vou ser desonesto e falar a série é perfeita, ela tem problemas, principalmente de roteiro.
A história, embora muito boa, é desnecessariamente confusa, provavelmente para criar mistérios e gerar teorias engajamento na internet, o que por si só é algo até legal, mas definitivamente passaram do limite. A não ser que você pause em vários momentos pra pegar os mínimos detalhes e reassista várias cenas, é impossível entender a história de primeira, pelo menos o básico poderiam ter deixado mais claro.
O roteiro é o maior problema da série. Além de confuso, possui vários furos. A maioria até dá pra ignorar, já que não têm grande impacto, mas tem alguns que vão tirar a sua imersão se notados. Outra coisa é que dá pra perceber é que, entre o primeiro e o segundo episódio, o roteiro claramente foi reescrito pelos furos e elementos sem sentido que vão aparecendo.
O humor (na maior parte) não me agradou muito, não vi graça na maioria das piadas, além das piadas terem um timing péssimo e deixarem a impressão de que a série não se leva a sério, como se fosse uma paródia de si mesma, mas sim, tiveram algumas piadas que eu genuinamente curti, principalmente no episódio 5 com o Solver passando raiva.
Outro problema da série que me recordo é como as mortes não são levadas à sério. Matou centenas (talvez milhares) de robôs operários? É só fazer um desenho malfeito e tá tudo perdoado. Matou o colega de turma do teu lado com uma flechada na cabeça? Quem se importa com ele, não é mesmo?
Em um dos primeiros trailers da série, o mesmo indicava a temporada atual como a primeira, mas na produção do episódio 7, o Liam Vickers (criador da série) fez uma publicação dizendo que queria encerrá-la na primeira temporada, e como consequência, o episódio final ficou extremamente acelerado e várias perguntas ficaram sem resposta. Como eu disse, o episódio final é muito bom por si só, mas como um final de série, foi bem fraco. Não é impossível o Liam decidir fazer mais temporadas, principalmente com o lançamento do especial da J, talvez já esteja trabalhando em uma, mas é impossível saber no momento.
Bom, apesar das minhas críticas, continuo amando essa série. Ele me proporcionou uma diversão e um sentimento inexplicável de emoção que poucas coisas proporcionaram. Recomendo que reserve um tempo de sua vida para apreciar esta obra (quase) prima.
Ah, e duas dicas de entusiasta para você que é novo: - Não gaste seu tempo ou dinheiro com as Graphic Novels, diferente da animação, o cara que escreveu as Novels não colocou qualquer carinho nelas, e já deixo claro que o Liam não teve NENHUMA participação na produção delas. - Evite a maior parte da comunidade da série, é uma galera conhecida por ser extremamente chata e insuportável, um povo que nunca recebeu amor paterno e que acha que você é obrigado a aceitar o headcanon lixo deles como canônico na série, gente que não aceita qualquer crítica à série, ô galerinha chata. O Liam fez certo em se afastar das redes sociais. Você terá que saber identificar quem presta ou não nessa comunidade, e a maioria não presta. Eu realmente queria entender o porquê das comunidades de conteúdo Indie serem tão insuportáveis.
Bom, obrigado, Liam, por nos proporcionar algo tão incrível quanto esta série, que sempre terá um lugar no meu coração, como tem no de muitas pessoas. Já falei bastante, agora vou nessa.
I WON'T FALL DOWN, YOU NEED ME!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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ARK: A Série Animada
3.2 3 Assista AgoraEssa série é inacreditável! O vagabundo que dirigiu esse lixo tinha que ser preso e condenado à morte pra nunca mais tocar em qualquer coisa de Ark na vida dele, e o cara da Wildcard que aprovou a criação dessa latrina tinha que ter o mesmo destino. A Wildlixo não se contentou em acabar com o jogo com aquele remaster lixo, malfeito, bugado, mal-otimizado e Pay2Win que é a carniça do Ark Ascended, eles precisavam fazer uma série pra representar o jogo da pior forma possível.
Nos primeiros episódios já dá pra perceber que o sem pai do cara que escreveu essa nojeira nunca teve contato com a história do Ark na vida dele. É óbvio que uma adaptação teria suas diferenças do material original, mas não tem UMA CENA minimamente fiel ao jogo.
Além de não saber o básico da história do jogo que ele tá adaptando, o corno do diretor da série não sabe absolutamente porcaria nenhuma de uma criatura do Ark. Muitos dos designs dos dinossauros ficaram horríveis, o que mais me recordo agora foi o giganotossauro, cara, que aberração era aquela? Muitas das criaturas, como a achatina e a artropleura, que são enormes no jogo, ficaram minúsculas na série, enquanto outras criaturas, como o tigre-dentes-de-sabre, ficaram gigantes.
E claro, trocentas incoerências em relação ao jogo e furos de roteiro, muitos que são erros até na lógica da própria série. Não são um, nem dois, mas MILHARES de furos e incoerências nessa latrina audiovisual (mas que por algum motivo do além foram incluídas na lore oficial do remaster do jogo na DLC do Lost Lixo, e como de se esperar, a quantidade de furo de roteiro e retcon que surgiu foi estratosférica).
E os personagens, mano, que tristeza.
-A Helena deixou de ser a bióloga entusiasta de dinossauros amada pela comunidade e virou uma personagem INSUPORTÁVEL, sem falar que o vagabundo do roteirista destruiu toda a lore complexa da personagem pelo simples intuito de fazer militância política com ela. "Ain, você esta sendu preconceituosu". Não, colega, não tem nada a ver com preconceito, seu imbecil. Em primeiro lugar, nada daquilo foi sequer mencionado no jogo original e só foi incluído no chorume do remaster DEPOIS do lançamento da série, e como eu já disse, a quantidade de furo de roteiro e retcon que surgiu foi estratosférica. Em segundo lugar, essa militância política não agregou em NADA na história da personagem e muito menos na da série, dá pra ver como é forçado se você tiver um cérebro na cabeça, a história de Ark nunca foi sobre isso, é sobre sobreviver e desbravar ecossistemas com dinossauros, criaturas pre-históricas - e em alguns casos, mitológicas e mutantes - pra salvar uma Terra pós-apocalíptica, ou pelo menos foi um dia, quando os responsáveis pela franquia tinham o mínimo de carinho por Ark e não forçavam suas crenças e lado político no jogo.
-O Rockwell... cara, se eu cruzar com o diretor dessa série, que fique registrado que eu não responderei pelos meus atos. Pegaram um personagem complexo e transformaram em um vilão caricato que não lembra em NADA o Rockwell original, está pau a pau com a Helena de personagem mais cagado por essa série.
-Dos outros personagens, metade deles sequer é mencionada no jogo e é completamente irrelevante.
Essa série é asquerosa! Desrespeita o legado do Ark e dos seus fãs. Ah, e cuidado pra não falar que esse lixo é um lixo. Uma certa galera que não sabe o significado de amor paterno vai querer te ridicularizar e te diminuir por não passar pano pra uma nojeira como essa, assim como eles fazem com qualquer um que se atreva a criticar o remaster do jogo ou o triste estado atual do Ark, como quando lançaram aquela atualização nojenta do Genesis 1 no Ark Ascended e eles foram atacar e ridicularizar quem era honesto e falava mal daquele oceano plano tenebroso, mas se a Wildcard mandar eles comerem m****, eles vão comer e depois vão falar que é uma delícia e vão berrar louvores à empresa.
Aberração não é o mapa, é essa abominação audiovisual e todos os seus idealizadores!
Transformers: Rescue Bots
3.5 3Fui uma das pessoas que conheceu essa série na infância (e umas das 7 pessoas que lembra da existência desse negócio). Fui reassistir a série bem mais velho, com mais senso crítico e maturidade, sem basear meu julgamento em nostalgia, e continuo amando essa série até hoje. Uma história legal, divertida, animação bonita, trilha sonora bacana e personagens incríveis compõem essa série de alta qualidade, porém com um problema que irei abordar mais tarde.
O foco principal da série é a relação entre um grupo de Autobots e uma (na verdade duas) família de humanos, e para mim, a série executa essa meta com maestria.
Os personagens, tanto Autobots quanto humanos, são maravilhosos. E sim, eu sei que a comunidade de Transformers implica com qualquer personagem humano que tenha mais de dois segundos de tela, mas vai por mim, esse aqui são bons.
Falando dos Autobots primeiro:
-Heatwave é um bom líder para os Autobots, um cara durão e sério, e claro, tem seus momentos;
-Chase possui uma personalidade bem divertida sua forma de levar tudo ao pé da letra rende momentos bem cômicos;
-Boulder é um dos personagens mais carismáticos a série, baita protagonista;
-Blades é um dos, senão o personagem mais engraçado da série. Uma característica legal da personalidade dele é o quão medroso ele é, o que se intensificou por ele assistir filmes de terror, aspecto esse que eu passei a me identificar depois de assistir o filme do Minecraft e ficar 3 meses sem dormir e precisar fazer 4 horas diárias de acompanhamento psiquiátrico intenso;
-Optimus Prime não participa muito, mas suas participações são boas, o design dele é ok.
Agora falando dos personagens humanos:
-Chief Charlie é melhor representação de um pai que se pode ter, um cara durão, inteligente e uma figura de liderança, (e finalmente um pai decente, não aguentava mais pai retardado);
-Kade é engraçado pra caramba, principalmente se tratando da dinâmica entre ele e o Heatwave ou a Dani;
-Graham é um personagem bacana, e a dinâmica entre ele e o Boulder funciona bem;
-Dani é bem cômica em seus momentos passando raiva, principalmente com o Blades;
-Cody é um guia para os Autobots, personagem interessante, divertido, carismático (como todos os protagonistas) e bem trabalhado, um dos melhores da série. "Ain, mas ele é chatu, eh irritanti". Eu também diria isso, caso não tivesse um pai.
Há outros personagens humanos, como a Frankie, que eu particularmente curto bastante, e outros Autobots a partir da terceira temporada, mas não são tão relevantes. E antes que você se pergunte: não há uma "mãe Burns" na família. Ou os 4 filhos são adotados, ou ela Foi Comprar Cigarro Versão Mãe, ou ela morreu assistindo o filme do Minecraft (ok, acho que eu estou me passando um pouco com esse filme).
As aventuras são, em sua maioria divertidas e criativas. Algumas se resumem aos Rescue Bots salvando e servindo e protegendo a população de Griffin Rock, seja resgatando gatos de árvores, apagando incêndios, parando máquinas defeituosas/desenfreadas, salvando pessoas de desastres naturais, prendendo bandidos, espancando funkeiros ou botando fogo em um acampamento do MST, tudo para manter a cidade de Griffin Rock segura e seus cidadãos protegidos (e só assim pra manter aquele lugar seguro, aquela ilha é mais caótica e perigosa que o Nether, Mustafar, Mordor, o bioma de Elemento do Ark Aberration, a Zona Corrompida do Ark Extinction, Copper 9 e o Rio de Janeiro juntos). Já outras aventuras variam entre viagens no tempo, espaço, centro da Terra, caverna mesozóica, combater invasões alienígenas, entre muitas outras.
A animação é bem feita, a trilha sonora é marcante e nostálgica, principalmente a da primeira temporada (minha favorita) e a dublagem é sensacional. Em relação à série ser "muito infantil", de fato ela é mais focada em crianças, mas é naquele nível que trata o espectador como um ser pensante, seja criança ou adulto, e tenho certeza de que pessoas de todas as idades podem se divertir, não é como as produções infantis atuais que tratam o espectador como um retardado, como um certo filme de adaptação de um jogo quadrado.
Apesar dos vários pontos positivos, essa série tem um problema grave: CADÊ OS DECEPTICONS?! CADÊ?!?!?! Eu sei que o foco da série é a relação entre Transformers e humanos e suas aventuras, mas custava colocar pelo menos 1 vilão Decepticon na lista de vilões? Sem falar que a ideia de um vilão humano e um Con trabalhando juntos seria muito interessante de se acompanhar. Temos algo próximo disso na série, mas não é a mesma coisa.
E claro, como... qualquer coisa da franquia Transformers, a série tem vários furos de roteiro, retcons e conveniências de roteiro. O exemplo mais claro de conveniência de roteiro frequente que consigo imaginar é a prisão da cidade apresentada na série ser a pior da história, onde os vagabundos conseguem fugir toda santa hora (ou seja, Griffin Rock não fica localizada nos EUA, mas sim no Bostil).
Ah, e se você quiser saber da sequência dessa série, Rescue Bots Academy, eu só te falo pra passar longe daquela nojeira. Aquilo sim é uma série infantiloide que não vale a pena ser assistida. E eu nem vou comentar dos novos designs dos personagens, principalmente os do Optimus e do Heatwave, que são os piores designs dessa franquia inteira, e alguns dos piores designs de qualquer coisa que eu já vi na minha vida, o cara que desenhou esses designs deve ter sido o mesmo jumento que ficou encarregado da direção de arte e efeitos especiais do Quantumania, ou o mesmo retardado que fez o modelo daquela ovelha satânica do filme do Mine... tá bom, vou parar de falar daquela aberr... quer dizer, daquele filme!
Bom, eu sinceramente acredito que essa série vale sua atenção e seu tempo. Não é a melhor de todas, mas para mim, está entre as boas e dignas de sua atenção.
Rescue Bots, Roll to the Rescue!
Murder Drones
3.0 2Mano, que série extraordinária. Faziam anos desde que eu assistia a algo que me marcasse tanto. Ação, aventura, ficção científica, robôs, mistério, suspense, história única (e que não dá pra entender porcaria nenhuma), trilha sonora marcante, cenários únicos e personagens incríveis resultaram em uma série (quase) perfeita.
No primeiro episódio, parece que a série vai ser apenas mais uma história de robôs contra humanos, mas a história vai se desenrolando e se mostrando algo MUITO maior e mais complexo, se você tiver paciência pra ficar revendo e procurando detalhes pra entender a história (porque só assim pra entender esse negócio de primeira), garanto que vai valer a pena.
Cada episódio é único e tem seus elementos próprios que o tornam tão único e bom. Para mim, não tem um único episódio ruim ou sequer medíocre (gosto do episódio final em si, como um final de série, nem tanto).
Os cenários são extremamente detalhados e bem feitos, a atmosfera sombria é uma das melhores características dos cenários, caracterizando bem a série. E pelo menos eu gosto da forma que os cenários vão mudando e "evoluindo" conforme o decorrer do seriado.
A trilha sonora é, bom, no momento em que estou escrevendo esta análise, a melhor que já tive a bênção de escutar em toda a minha vida. A pessoa que fala mal dessa trilha sonora e do trabalho extraordinário do AJ DiSpirito não tem caráter (e nem pai). Se você não se emocionou escutando Bite Me - vulgo melhor música que já atravessou meus tímpanos - pela primeira vez, você está morto por dentro, e eu não quero chegar perto de algo como você.
Os personagens são outro aspecto extraordinário da série, embora quase todos sofram de um grave problema de escrita que irei abordar mais pra frente. O design de cada um deles já é um grande acerto (apesar de que se tirar o cabelo, as roupas e as cores das luzes dos robôs operários, eles ficam exatamente iguais), mas o melhor é a personalidade única e a lore de cada um dos personagens principais:
-Uzi inicialmente aparente ser apenas a clássica adolescente rebelde, mas conhecendo melhor a personagem, impossível não adorar ela, para mim, a melhor personagem;
- N é engraçado e divertido, e embora seja meio infantil e burro, sabe identificar quando as coisas estão sérias. A dinâmica dele com a Uzi e a V é um dos maiores pontos fortes do personagem;
- V é uma personagem extremamente complexa e profunda, mas infelizmente você precisa ter dois doutorados pra entender a profundidade da personagem (eu vou falar dos problemas de roteiro mais tarde);
- J é uma personagem interessante e suas motivações/medos são interessantes para o plot, porém a série não soube trabalhar ela direto, fazendo ela ficar conhecida como a personagem inútil pela comunidade (se bem que ela realmente poderia ter desviado daquela porcaria de caneta), sendo necessário um vídeo especial da Glitch pra explicar melhor a personagem;
- Doll é uma antagonista com um conceito muito criativo e as motivações dela são boas (embora uma motivação importante da personagem seja esquecida do final do episódio 3 em diante). Uma pena não ter sido tão bem aproveitada.
- Cyn é outra vilã com conceito sensacional. A ideia da personagem é muito boa e ela consegue ser uma personagem assustadora (como um vilão bom tem que ser, muito melhor que esses vilão fresco dos filmes e séries de hoje).
Obviamente a série apresenta outros personagens, mas não são TÃO relevantes na história, alguns inclusive poderiam ter sido melhor aproveitados, como a Tessa, a Nori e a Yeva.
A série é muito bem dublada tanto no original quanto na versão brasileira, então meus parabéns para as equipes de voz original e dublagem.
Bom, você deve ter percebido que eu não dei nota máxima para essa série, apesar dos vários elogios e de amá-la. Bom, não vou ser desonesto e falar a série é perfeita, ela tem problemas, principalmente de roteiro.
A história, embora muito boa, é desnecessariamente confusa, provavelmente para criar mistérios e gerar teorias engajamento na internet, o que por si só é algo até legal, mas definitivamente passaram do limite. A não ser que você pause em vários momentos pra pegar os mínimos detalhes e reassista várias cenas, é impossível entender a história de primeira, pelo menos o básico poderiam ter deixado mais claro.
O roteiro é o maior problema da série. Além de confuso, possui vários furos. A maioria até dá pra ignorar, já que não têm grande impacto, mas tem alguns que vão tirar a sua imersão se notados. Outra coisa é que dá pra perceber é que, entre o primeiro e o segundo episódio, o roteiro claramente foi reescrito pelos furos e elementos sem sentido que vão aparecendo.
O humor (na maior parte) não me agradou muito, não vi graça na maioria das piadas, além das piadas terem um timing péssimo e deixarem a impressão de que a série não se leva a sério, como se fosse uma paródia de si mesma, mas sim, tiveram algumas piadas que eu genuinamente curti, principalmente no episódio 5 com o Solver passando raiva.
Outro problema da série que me recordo é como as mortes não são levadas à sério. Matou centenas (talvez milhares) de robôs operários? É só fazer um desenho malfeito e tá tudo perdoado. Matou o colega de turma do teu lado com uma flechada na cabeça? Quem se importa com ele, não é mesmo?
Em um dos primeiros trailers da série, o mesmo indicava a temporada atual como a primeira, mas na produção do episódio 7, o Liam Vickers (criador da série) fez uma publicação dizendo que queria encerrá-la na primeira temporada, e como consequência, o episódio final ficou extremamente acelerado e várias perguntas ficaram sem resposta. Como eu disse, o episódio final é muito bom por si só, mas como um final de série, foi bem fraco. Não é impossível o Liam decidir fazer mais temporadas, principalmente com o lançamento do especial da J, talvez já esteja trabalhando em uma, mas é impossível saber no momento.
Bom, apesar das minhas críticas, continuo amando essa série. Ele me proporcionou uma diversão e um sentimento inexplicável de emoção que poucas coisas proporcionaram. Recomendo que reserve um tempo de sua vida para apreciar esta obra (quase) prima.
Ah, e duas dicas de entusiasta para você que é novo:
- Não gaste seu tempo ou dinheiro com as Graphic Novels, diferente da animação, o cara que escreveu as Novels não colocou qualquer carinho nelas, e já deixo claro que o Liam não teve NENHUMA participação na produção delas.
- Evite a maior parte da comunidade da série, é uma galera conhecida por ser extremamente chata e insuportável, um povo que nunca recebeu amor paterno e que acha que você é obrigado a aceitar o headcanon lixo deles como canônico na série, gente que não aceita qualquer crítica à série, ô galerinha chata. O Liam fez certo em se afastar das redes sociais. Você terá que saber identificar quem presta ou não nessa comunidade, e a maioria não presta. Eu realmente queria entender o porquê das comunidades de conteúdo Indie serem tão insuportáveis.
Bom, obrigado, Liam, por nos proporcionar algo tão incrível quanto esta série, que sempre terá um lugar no meu coração, como tem no de muitas pessoas. Já falei bastante, agora vou nessa.
I WON'T FALL DOWN, YOU NEED ME!!!!!!!!!!!!!!!!!!