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Sinopse
Assista às aventuras de quatro jovens Transformers e seus correspondentes humanos, que devem proteger os humanos na ilha de Griffin Rock, onde tudo pode acontecer.
Fui uma das pessoas que conheceu essa série na infância (e umas das 7 pessoas que lembra da existência desse negócio). Fui reassistir a série bem mais velho, com mais senso crítico e maturidade, sem basear meu julgamento em nostalgia, e continuo amando essa série até hoje. Uma história legal, divertida, animação bonita, trilha sonora bacana e personagens incríveis compõem essa série de alta qualidade, porém com um problema que irei abordar mais tarde.
O foco principal da série é a relação entre um grupo de Autobots e uma (na verdade duas) família de humanos, e para mim, a série executa essa meta com maestria.
Os personagens, tanto Autobots quanto humanos, são maravilhosos. E sim, eu sei que a comunidade de Transformers implica com qualquer personagem humano que tenha mais de dois segundos de tela, mas vai por mim, esse aqui são bons. Falando dos Autobots primeiro: -Heatwave é um bom líder para os Autobots, um cara durão e sério, e claro, tem seus momentos; -Chase possui uma personalidade bem divertida sua forma de levar tudo ao pé da letra rende momentos bem cômicos; -Boulder é um dos personagens mais carismáticos a série, baita protagonista; -Blades é um dos, senão o personagem mais engraçado da série. Uma característica legal da personalidade dele é o quão medroso ele é, o que se intensificou por ele assistir filmes de terror, aspecto esse que eu passei a me identificar depois de assistir o filme do Minecraft e ficar 3 meses sem dormir e precisar fazer 4 horas diárias de acompanhamento psiquiátrico intenso; -Optimus Prime não participa muito, mas suas participações são boas, o design dele é ok. Agora falando dos personagens humanos: -Chief Charlie é melhor representação de um pai que se pode ter, um cara durão, inteligente e uma figura de liderança, (e finalmente um pai decente, não aguentava mais pai retardado); -Kade é engraçado pra caramba, principalmente se tratando da dinâmica entre ele e o Heatwave ou a Dani; -Graham é um personagem bacana, e a dinâmica entre ele e o Boulder funciona bem; -Dani é bem cômica em seus momentos passando raiva, principalmente com o Blades; -Cody é um guia para os Autobots, personagem interessante, divertido, carismático (como todos os protagonistas) e bem trabalhado, um dos melhores da série. "Ain, mas ele é chatu, eh irritanti". Eu também diria isso, caso não tivesse um pai. Há outros personagens humanos, como a Frankie, que eu particularmente curto bastante, e outros Autobots a partir da terceira temporada, mas não são tão relevantes. E antes que você se pergunte: não há uma "mãe Burns" na família. Ou os 4 filhos são adotados, ou ela Foi Comprar Cigarro Versão Mãe, ou ela morreu assistindo o filme do Minecraft (ok, acho que eu estou me passando um pouco com esse filme).
As aventuras são, em sua maioria divertidas e criativas. Algumas se resumem aos Rescue Bots salvando e servindo e protegendo a população de Griffin Rock, seja resgatando gatos de árvores, apagando incêndios, parando máquinas defeituosas/desenfreadas, salvando pessoas de desastres naturais, prendendo bandidos, espancando funkeiros ou botando fogo em um acampamento do MST, tudo para manter a cidade de Griffin Rock segura e seus cidadãos protegidos (e só assim pra manter aquele lugar seguro, aquela ilha é mais caótica e perigosa que o Nether, Mustafar, Mordor, o bioma de Elemento do Ark Aberration, a Zona Corrompida do Ark Extinction, Copper 9 e o Rio de Janeiro juntos). Já outras aventuras variam entre viagens no tempo, espaço, centro da Terra, caverna mesozóica, combater invasões alienígenas, entre muitas outras.
A animação é bem feita, a trilha sonora é marcante e nostálgica, principalmente a da primeira temporada (minha favorita) e a dublagem é sensacional. Em relação à série ser "muito infantil", de fato ela é mais focada em crianças, mas é naquele nível que trata o espectador como um ser pensante, seja criança ou adulto, e tenho certeza de que pessoas de todas as idades podem se divertir, não é como as produções infantis atuais que tratam o espectador como um retardado, como um certo filme de adaptação de um jogo quadrado.
Apesar dos vários pontos positivos, essa série tem um problema grave: CADÊ OS DECEPTICONS?! CADÊ?!?!?! Eu sei que o foco da série é a relação entre Transformers e humanos e suas aventuras, mas custava colocar pelo menos 1 vilão Decepticon na lista de vilões? Sem falar que a ideia de um vilão humano e um Con trabalhando juntos seria muito interessante de se acompanhar. Temos algo próximo disso na série, mas não é a mesma coisa.
E claro, como... qualquer coisa da franquia Transformers, a série tem vários furos de roteiro, retcons e conveniências de roteiro. O exemplo mais claro de conveniência de roteiro frequente que consigo imaginar é a prisão da cidade apresentada na série ser a pior da história, onde os vagabundos conseguem fugir toda santa hora (ou seja, Griffin Rock não fica localizada nos EUA, mas sim no Bostil).
Ah, e se você quiser saber da sequência dessa série, Rescue Bots Academy, eu só te falo pra passar longe daquela nojeira. Aquilo sim é uma série infantiloide que não vale a pena ser assistida. E eu nem vou comentar dos novos designs dos personagens, principalmente os do Optimus e do Heatwave, que são os piores designs dessa franquia inteira, e alguns dos piores designs de qualquer coisa que eu já vi na minha vida, o cara que desenhou esses designs deve ter sido o mesmo jumento que ficou encarregado da direção de arte e efeitos especiais do Quantumania, ou o mesmo retardado que fez o modelo daquela ovelha satânica do filme do Mine... tá bom, vou parar de falar daquela aberr... quer dizer, daquele filme!
Bom, eu sinceramente acredito que essa série vale sua atenção e seu tempo. Não é a melhor de todas, mas para mim, está entre as boas e dignas de sua atenção.
Fui uma das pessoas que conheceu essa série na infância (e umas das 7 pessoas que lembra da existência desse negócio). Fui reassistir a série bem mais velho, com mais senso crítico e maturidade, sem basear meu julgamento em nostalgia, e continuo amando essa série até hoje. Uma história legal, divertida, animação bonita, trilha sonora bacana e personagens incríveis compõem essa série de alta qualidade, porém com um problema que irei abordar mais tarde.
O foco principal da série é a relação entre um grupo de Autobots e uma (na verdade duas) família de humanos, e para mim, a série executa essa meta com maestria.
Os personagens, tanto Autobots quanto humanos, são maravilhosos. E sim, eu sei que a comunidade de Transformers implica com qualquer personagem humano que tenha mais de dois segundos de tela, mas vai por mim, esse aqui são bons.
Falando dos Autobots primeiro:
-Heatwave é um bom líder para os Autobots, um cara durão e sério, e claro, tem seus momentos;
-Chase possui uma personalidade bem divertida sua forma de levar tudo ao pé da letra rende momentos bem cômicos;
-Boulder é um dos personagens mais carismáticos a série, baita protagonista;
-Blades é um dos, senão o personagem mais engraçado da série. Uma característica legal da personalidade dele é o quão medroso ele é, o que se intensificou por ele assistir filmes de terror, aspecto esse que eu passei a me identificar depois de assistir o filme do Minecraft e ficar 3 meses sem dormir e precisar fazer 4 horas diárias de acompanhamento psiquiátrico intenso;
-Optimus Prime não participa muito, mas suas participações são boas, o design dele é ok.
Agora falando dos personagens humanos:
-Chief Charlie é melhor representação de um pai que se pode ter, um cara durão, inteligente e uma figura de liderança, (e finalmente um pai decente, não aguentava mais pai retardado);
-Kade é engraçado pra caramba, principalmente se tratando da dinâmica entre ele e o Heatwave ou a Dani;
-Graham é um personagem bacana, e a dinâmica entre ele e o Boulder funciona bem;
-Dani é bem cômica em seus momentos passando raiva, principalmente com o Blades;
-Cody é um guia para os Autobots, personagem interessante, divertido, carismático (como todos os protagonistas) e bem trabalhado, um dos melhores da série. "Ain, mas ele é chatu, eh irritanti". Eu também diria isso, caso não tivesse um pai.
Há outros personagens humanos, como a Frankie, que eu particularmente curto bastante, e outros Autobots a partir da terceira temporada, mas não são tão relevantes. E antes que você se pergunte: não há uma "mãe Burns" na família. Ou os 4 filhos são adotados, ou ela Foi Comprar Cigarro Versão Mãe, ou ela morreu assistindo o filme do Minecraft (ok, acho que eu estou me passando um pouco com esse filme).
As aventuras são, em sua maioria divertidas e criativas. Algumas se resumem aos Rescue Bots salvando e servindo e protegendo a população de Griffin Rock, seja resgatando gatos de árvores, apagando incêndios, parando máquinas defeituosas/desenfreadas, salvando pessoas de desastres naturais, prendendo bandidos, espancando funkeiros ou botando fogo em um acampamento do MST, tudo para manter a cidade de Griffin Rock segura e seus cidadãos protegidos (e só assim pra manter aquele lugar seguro, aquela ilha é mais caótica e perigosa que o Nether, Mustafar, Mordor, o bioma de Elemento do Ark Aberration, a Zona Corrompida do Ark Extinction, Copper 9 e o Rio de Janeiro juntos). Já outras aventuras variam entre viagens no tempo, espaço, centro da Terra, caverna mesozóica, combater invasões alienígenas, entre muitas outras.
A animação é bem feita, a trilha sonora é marcante e nostálgica, principalmente a da primeira temporada (minha favorita) e a dublagem é sensacional. Em relação à série ser "muito infantil", de fato ela é mais focada em crianças, mas é naquele nível que trata o espectador como um ser pensante, seja criança ou adulto, e tenho certeza de que pessoas de todas as idades podem se divertir, não é como as produções infantis atuais que tratam o espectador como um retardado, como um certo filme de adaptação de um jogo quadrado.
Apesar dos vários pontos positivos, essa série tem um problema grave: CADÊ OS DECEPTICONS?! CADÊ?!?!?! Eu sei que o foco da série é a relação entre Transformers e humanos e suas aventuras, mas custava colocar pelo menos 1 vilão Decepticon na lista de vilões? Sem falar que a ideia de um vilão humano e um Con trabalhando juntos seria muito interessante de se acompanhar. Temos algo próximo disso na série, mas não é a mesma coisa.
E claro, como... qualquer coisa da franquia Transformers, a série tem vários furos de roteiro, retcons e conveniências de roteiro. O exemplo mais claro de conveniência de roteiro frequente que consigo imaginar é a prisão da cidade apresentada na série ser a pior da história, onde os vagabundos conseguem fugir toda santa hora (ou seja, Griffin Rock não fica localizada nos EUA, mas sim no Bostil).
Ah, e se você quiser saber da sequência dessa série, Rescue Bots Academy, eu só te falo pra passar longe daquela nojeira. Aquilo sim é uma série infantiloide que não vale a pena ser assistida. E eu nem vou comentar dos novos designs dos personagens, principalmente os do Optimus e do Heatwave, que são os piores designs dessa franquia inteira, e alguns dos piores designs de qualquer coisa que eu já vi na minha vida, o cara que desenhou esses designs deve ter sido o mesmo jumento que ficou encarregado da direção de arte e efeitos especiais do Quantumania, ou o mesmo retardado que fez o modelo daquela ovelha satânica do filme do Mine... tá bom, vou parar de falar daquela aberr... quer dizer, daquele filme!
Bom, eu sinceramente acredito que essa série vale sua atenção e seu tempo. Não é a melhor de todas, mas para mim, está entre as boas e dignas de sua atenção.
Rescue Bots, Roll to the Rescue!
Tendo em vista que é feita para o publico infantil, darei 3 estrelas.
Eu gostava era engraçado