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Kei Kurono é um jovem, inseguro e pervertido. Nunca se importou com nada e com ninguém. Um dia após voltar da escola encontra no metrô um antigo conhecido seu, que não vê desde quando era uma criança, Masaru Katou. De início o ignora mas este observa um mendigo bêbado caindo nos trilhos. Katou tenta ajudá-lo, mas não consegue sozinho e pede a ajuda das pessoas na estação, mas ninguém lhe dá ouvidos até que ele avista e reconhece o Kurono e pede sua ajuda. todos na estação começam a olhar para o Kurono que pressionado resolve ajudar e salvam o mendigo, mas os dois acabam morrendo atropelados. Eles se espantam ao ver que foram levados até uma sala, juntos com outras pessoas. No meio dela está uma esfera negra, Gantz. Ela toca uma música e passa uma missão: matar Alienígenas. Mostra o arsenal de armas e o uniforme de cada. A missão deles é sobreviver ao jogo e matar os aliens indicados dentro do tempo estipulado.
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O anime só tem 3 coisas boas: a premissa, o gore e o sniper. MAIS NADA SE SALVA!
Parece que em 2004 deram um salto a 2024, pegaram um "aborrescente" de 14 anos e pediram pra escrever o roteiro. Porquê, PQP velho, como pode um anime ter tanto personagem boçal e chato!?
Antes de chegar no episódio 10, já estava sofrível de se assistir. A partir daí, foi uma tortuta mesmo assistindo na velocidade 1,5 ou 2x.
Não adianta falar que o filme é melhor depois que se caga na primeira temporada do anime. Não quero saber de mais nada desse título, nem me pagando!
A 1ª temporada de "Gantz" é uma obra brutal, desconfortável e moralmente ambígua, que usa violência extrema, erotização, horror corporal e ficção científica para expor a fragilidade ética do ser humano diante da morte. Mais do que uma simples história de sobrevivência contra alienígenas, a temporada funciona como um experimento cruel sobre egoísmo, medo, compaixão e desumanização: Kei Kurono representa a apatia urbana e o individualismo adolescente, Kato encarna uma consciência moral quase deslocada naquele mundo, e Nishi revela o preço de sobreviver sem humanidade. A sala de Gantz, fria e inexplicável, transforma a existência em jogo, reduzindo vidas a pontuações e inimigos a alvos, enquanto os próprios alienígenas levantam a dúvida incômoda sobre quem, afinal, são os verdadeiros monstros. Embora a série muitas vezes exagere no choque visual e na exploração do grotesco, sua força está justamente em não oferecer conforto: ela mostra que a morte não purifica ninguém, que a sobrevivência não equivale à virtude e que, num universo aparentemente absurdo, o valor moral de uma pessoa aparece nas escolhas que ela faz quando está aterrorizada. Assim, a 1ª temporada de Gantz se destaca como uma narrativa imperfeita, agressiva e perturbadora, mas também provocadora, capaz de transformar uma premissa de ação sangrenta em uma crítica sombria à indiferença social, à violência como espetáculo e à perda da humanidade em sistemas que tratam pessoas como peças descartáveis.
Dou uma nota 6/10.
Disponível na Netflix.
Na dúvida, leia o mangá.
O anime do ICE Alienígena não faz jus à obra original.
Tudo que eu sempre vi sobre Gantz foi o filme em animação e as adaptações live action. Sempre achei o conceito da história muito interessante e misterioso, como eu gosto. Então, resolvi assistir ao anime e minha decepção não poderia ser maior!
Eu vi a primeira temporada, então estou avaliando por ela, e quase tudo é horrível. Desde o traço, os diálogos (eu vi dublado, deu pra rir ao menos porque a dublagem é engraçada), o desenvolvimento dos personagens. O protagonista é muito burro e tarado, tanta coisa pra ele preocupar (tipo, ele morreu e nossa a gente foi chamado de novo pra sala com a esfera negra), mas não, que se dane tudo isso, ele só quer saber de apalpar os peitos da garota toda hora!! Mano, que poha?!! Não é nem pela sexualização exagerada, mas é tudo fora do tom, corta os momentos de tensão e vira uma putaria sem sentido. E o que tem de mais interessante no anime fica de lado.
Diferenciado, vários personagens lutando para sobreviver, parece com o estilo jogos mortais.