Um excelento Ford. Filme muito bom. Parte da história do conflito de OK Corral, para falar a verdade, até o momento, essa história era desconhecida para mim, descobri por meio deste filme e após pesquisa, vi que haviam sido realizadas outras obras acerca deste tema posteriormente. Conflito entre os Earp e os Clanton. Wyatt Earp interpretado por Henry Fonda nesta obra. Com atuação muito boa de se ver. Ambientado pela segunda vez no monument valley pela segunda vez com foco maior nas grandes montanhas e o famigerado cacto.Um excelente filme
Filme que dá início ä trilogia da cavalaria em mais uma ambientação ao Monument Valley e com a presença de todo o elenco com quem Ford gosta de trabalhar ( John Wayne, Henry Fonda, até os anteriores George O’Brien e Victor McLaglen). O Filme conta a história de um oficial coronel que é encaminhado para uma area remota onde há um confronto amistoso com os índios apache,o Coronel é interpretado por Henry Fonda que faz um papel de oficial autoritário e racista contrapondo ao Capitão York, interpretado por John Wayne, mais cauteloso e amistoso, promotor da paz entre os povos. Apesar de o filme ser um bom faroeste, o foco, mais uma vez, não é o conflito, mas sim as relações entre os personagens naquela comunidade. E bom ver antigos atores da Ford Company voltando, mesmo que agora em papéis coadjuvantes.
Que obra prima incrível essa que acaba de assistir. Um belíssimo filme de Ford, sem dúvidas um dos melhores até agora, já tinha uma certa expectativa por ser conhecido como o filme que desbancou o Cidadão Kane, tirando-lhe o Oscar. Uma história baseada em um grande flashback do garoto protagonista, se passando mais uma vez na Irlanda ( país de Gales) e contando a história de uma Família e a sociedade no vale. Vale esse que funciona até omo um personagem nesta obra, com as estações do ano se comportando como o humor dos personagens. Mostra o declínio da família Morgan em relação aos seus dramas, aos aspectos trabalhistas com a fábrica de minas de carvão, a desvalorização laboral, apresentando, até mesmo, um viés esquerda neste ponto, lembrando um pouco o filme Vinhas da Ira. A mãe, mais uma vez, se mostra como uma personagem feminina forte, que tenta manter a família unida e concisa, apesar do resultado não ser o esperado. É a ultima obra produzida por Ford, antes de ele partir para a guerra e apresentar o hiato de alguns anos, findando o período que costumo denominar de A Era de Ouro.!!
• Obra Prima da fase que costumo definir fase de Ouro Ford (39 – 41), com atuacao memoravel de Henry Fonda como Lincoln, diferindo de filmes biografia anteriores por este relacionar à adolescência de Lincoln. Mostrando o inicio da trajetoria como um humilde advogado ( chamado por Ford de Jackleg lawyer), conduzindo sabiamente o caso de acusacao de homicidio por dois irmãos e a aflição de uma mãe em meio ao julgamento, mostrando de certa o drama familiar em meio a este julgamento. Rapidamente, ele fala de Ann Ruthledge, primeiro amor de Lincoln que veio a afalecer precocemente por conta de uma enfermdiade, a qual veio servir como gás para Lincoln ir procurar a cidade e iniciar sua carreira como advogado. A personalidade de Fonda se encaixa como luva na interpretação do que é o imaginário popular da personalidade de Lincoln, o que torna esta obra ainda mais incrível. •
Obra prima do Ford com atuacao formidavel de Victor Mclaglen. Filme que deu o primeiro oscar como melhor diretor para Ford. Mais um filme filmado na Irlanda. Ano 1922. No contexto da presença dos revolucionarios do IRA. Mostra o desespero de Gypo Nolan. A necessidade de dinheiro o faz delatar e casusar a morte de seu amigo. E ao longo do filme, o sentimento de culpa corroe por completo este personagem. A evolução da decadencia do personagem e incrivel e Victor o faz de uma forma incrivel. O filme tem uma aparencia noturna, lembrando ate os filmes noir que iriam surgir posteriormente. E realmente uma excelente obra, umas das melhores at’e agora.
• GENIAL! Que Drama emocionante. Ao terminar de assistir a esta película, tive que vir redigir algumas palavras sobre. Um drama que envolve algumas marcas frequentes na obra de Ford. O fundo de pano da 1 Guerra Mundial, a presença de uma figura feminina forte, que é a mãe da família, figura central do filme. O enredo conta a história de uma família (mãe e filho), em que a mãe se apresenta como uma figura possessiva em relação ao filho, criando-no ã redea curta e sendo contra o seu relacionamento com a mulher por quem é apaixonado, por conta dessa negação do relacionamento, a mãe alista o filho na 1 guerra contra a sua vontade para afasta lo da moça. Infelizmente, o filho é morto neste evento e a mulher que engravidou antes de casar tem um filho dele. A mãe do filho falecido se afunda ainda mais em um poço de amargura por conta da culpa de ter enviado o filho ä 1 guerra, parece querer se aproximar do neto, já criança, a quem não teve nenhum contato até então, mas a sua amargura e infelicidade parece ser mais forte que isso. Um dos pontos de virada do fillme se refere a uma convocação do governo para a mãe, para a mesma realizar uma “peregrinação” com outras mães que perderam seus filhos na guerra para visitarems seus túmulos na França e receberem uma homenagem por conta disso. A mãe se mostra recusa inicial a ir, mas , por fim, decidi ir para a viagem. Nesta viagem, vemos a primeira cena em que a mãe RI, e isso me marcou bastante, neste momento a mãe demonstrava um outro aspecto do seu sentimento ao fazer a tal peregrinação, conhecendo novas mulheres que se apresentavam em situação semelhante a ela. E a viagem está replete de cenas cômicas, dentre elas, a cena do tiro ao alvo, que a mãe acaba acertando tudo, inclusive o cachimbo do vendedor, a cena do cabelo da sua amiga, que mais parece uma bizrrice só, deixando o filme um pouco mais leve neste âmbito. Quando a gente pensa que o filme está seguindo por um caminho e que vai continuar nele, nos deparamos com um terceiro ato supreendente. Em um momento da viagem, a mãe decidi não seguir por falar que a situação dela é diferente das outras mãe, já que o seu filho não era bom como os outros, e decidi não seguir e vai caminhar pelas ruas de Paris. Neste momento, somos apresentados a outros personagens, ela conhece um jovem rapaz, da idade do seu filho, que estava embriagado e decidia cometer suicídio ao pular da ponte, mas ela o detém e leva de volta para casa e cuida do rapaz. No dia seguinte ela conversa com ele para entender a sua história e o porquê de ele querer fazer aquilo e ela se depara com a mesma historia do seu filho falecido, o rapaz ama uma mulher e quer se manter ao lado dela, mas a mãe não é a favor do relacionamento e ira impedir. Muito interessante este momento, pois a protagonista acaba se deparando com a situação que ela viveu, sendo que ela, agora, está vendo o ponto de vista do filho dela. E é neste momento que ocorre o verdadeiro ponto de virada no filme, ela ao ajudar o garoto e ir ao encontro da mãe dele, demonstrando o que passou e causando um ponto de virada na mãe do rapaz, é o momento da REDENÇÃO da personagem. Nisso ela vai ao túmulo do filho pedir perdão a ela e segue para a sequencia final, ela visitando a sua nora e pedindo perdão a tudo que fez e dando um abraço no seu neto que a chama pela primeira vez de avó. Bem emocionante.Um ótimo drama do Ford, retrata que muito dos elementos presentes na sociedade daquela época e que, alguns estão presentes até hoje. Um filme que fala sobre PERDÃO e sobre REDENÇÃO. Uma obra pouco conhecida, mas excelente do mestre FORD!
Obra que é considerado marco do expressionismo alemão no cinema e que influencia até hoje outros filmes Na década da ascensão do cinema mudo, a falta de som não afasta, de modo algum, o entendimento, pelo contrário, a medida que você fica intrigado com a história, você até esquece da ausência do som. As expressões e face carregada de maquiagem são algumas das ferrramentas utilizadas para nos transmitir sentimentos como medo e aflição. O filme é do gênero drama/terror e percebemos nele vários aspectos que influenciarão outros filmes do genero, como nosferatu e o próprio frankestein, isso fica bem claro. Os cenários foram todos pintados, dando a impressão de estarmos diante de uma peça teatral. Até mesmo o detalhe das sombras das janelas em um entardecer são representados no cenários. O contraste entre o amarelo e o azul, representando o dia e a noite, a luz e a escuridão. Sem falar no final , que apresenta um plot-twist, talvez o primeiro do cinema,o que me deixou bastante surpreso, algo que não esperaria de um filme dessa época.
Enfim, assistam a esta obra, garanto que a falta do som não fara falta!
Este foi o primeiro filme que assisti do Diretor Frank Capra. Um nome famoso por suas obras, principalmente da década de 30. Lembremos do ano de 1946, como o primeiro ano pós Segunda Guerra Mundial, período de reconstrução, mas de pessimismo, todos assustados com as bombas nucleares e com o potencial de autodestruição do ser humano. Um clima desolador.
O filme fala sobre a vida de George Bailey, habitante de uma cidade interiorana, que leva uma vida pacata e humilde, e com um único desejo: o de viajar e conhecer todo o mundo, durante a sua vida, acontecem alguns percalços e alguns de seus planos são adiados e não ocorrem como ele planejava. Até que em um momento de sua vida, certas situações acontecem e o protagonista chega a cogitar o suícidio, nesse momento, um anjo da guarda é enviado para salvá-lo e faz algo a mais, ele realiza um desejo de George, que, naquele momento, está desgostoso com sua vida, ele demosntra como seria a vida das pessoas próximas, dos habitantes daquele cidade pacata, caso George não tivesse existido.
A obra causa, em nós, um exercício sobre comparar o que acontece com o protagonista às nossas vidas, o quanto temos feito diferença na vida de outras pessoas e na nossa também. É algo que chega a ser atemporal, se há muito sentido, quanto sentido não faria naquele momento em que o mundo se encontrava. Não se pode negar que o filme tem alguns exageros, como a extrema mudança de atitude de alguns personagens, como o próprio George no último ato, ou talvez a demora a chegar na premissa do filme. Mas tudo se torna até justificável quando você imagina que ele tem toda a intenção de “prepara o terreno” para o último ato e, quando você pensa dessa forma, tudo faz um maior sentido.
A obra é magnífica, é emocionante, é um exercício de reflexão nas nossas vidas, da família e dos amigos. Por muito tempo, foi exibida durante as noites de natal, período em que ocorre o filme, nada mais justificável, por ser, também um período de renovação nas nossas vidas.
Assistam a essa obra, se possível, assistam com suas famílias, com as pessoas próximas de você, é um clássico essencial, é emocionante!!
A primeira impressão que eu tive quando assisti essa obra, foi perceber que o cinema é atemporal. A minha expectativa ao ir assistir um cinema da década de 20, mudo, era bem baixa. Mas com o meu interesse pela cinefilia e a explorar ainda mais a sétima arte, decidi iniciar a exploração da década de 20. Para quem não sabe, esta década foi o auge do cinema mudo. No ínicio da década de 30, os primeiros filmes do cinema falado começaram a surgir.
No auge do cinema mudo, muitos nomes de diretores receberam destaque e, dentre eles, Buster Keaton. A General acompanha um maquinista no período da Guerra de Secessão nos EUA que, atrapalhadamente, se envolve na guerra e na jornada para salvar sua amada. Clichê, né!? Na década de 20, nem tanto.
O primeiro contato com o teor cômico da obra de Keaton foi o que mais chamou atenção, humor diferente do Charles Chaplin, seu contemporâneo. Keaton optava por fazer faces pouco expressivas, irônica diante das situações pelas quais ele passa,tão bom quanto o primeiro. O realismo diante das cenas de condução da locomotiva, das ferrovias nos dá um panorama do transporte ferroviário no século XIX.
A famigerada cena da locomotiva caindo da ponte, considerada a cena mais cara em toda a história do cinema mudo, é um plano que assusta pelo tamanho realismo diante do cinema. Não posso deixar de mencionar a trilha sonora que percorre o filme como pano de fundo nas cenas da locomotiva, nas cenas de suspense é sensacional, me fez esquecer, em muitos momentos, que eu estava diante de um filme mudo.
Sem mais delongas, quem tem interesse de adentrar e explorar o cinema da decada de 20, do auge do cinema mudo, ae vai uma boa pedida.
Uma película humanístiica dirigida e interpretada por Charles Chaplin, iniciando a década do auge do cinema mudo. Uma dramocomédia, como Chaplin gostava de fazer, com uma humildade e sensibilidade sem tamanho. Aqui ele atua ao lado de um garoto, que denomina o título, interpretado por jackie coogan. A atuação do jackie, apesar de ele ter apenas 05 anos de idade na época, e pelo fato de ser um cinema mudo, é incrível, com muitas expressões, passando ao telespectador a emoção das cenas, principalmente a cena em que ele é separado do Chaplin.
Já que comecei a falar do enredo, então vamos lá.
A história fala sobre um recém nascido e sua mae que foi abandonada pelo marido e não tem condições de criar o filho, portanto, ela decide abandonar o filho em um carro de magnata, mas o carro é roubado por ladrões e deixam próximo ao lixo, onde ele é encontrado pelo VAGABUNDO, persongagem clássico do chaplin que, apesar de não ter a intencão de criar o garoto, ele acaba sendo levando a isso por conta das situações que ele passa, de forma bem cômica. A relação entre os dois se desenvolve e as cenas são cercadas de bastante humor e crítica a sociedade de baixa renda.
Este site usa cookies para oferecer a melhor experiência possível. Ao navegar em nosso site, você concorda com o uso de cookies.
Se você precisar de mais informações e / ou não quiser que os cookies sejam colocados ao usar o site, visite a página da Política de Privacidade
Paixão dos Fortes
4.0 61 Assista AgoraUm excelento Ford. Filme muito bom. Parte da história do conflito de OK Corral, para falar a verdade, até o momento, essa história era desconhecida para mim, descobri por meio deste filme e após pesquisa, vi que haviam sido realizadas outras obras acerca deste tema posteriormente. Conflito entre os Earp e os Clanton. Wyatt Earp interpretado por Henry Fonda nesta obra. Com atuação muito boa de se ver. Ambientado pela segunda vez no monument valley pela segunda vez com foco maior nas grandes montanhas e o famigerado cacto.Um excelente filme
Sangue de Heróis
3.9 39 Assista AgoraFilme que dá início ä trilogia da cavalaria em mais uma ambientação ao Monument Valley e com a presença de todo o elenco com quem Ford gosta de trabalhar ( John Wayne, Henry Fonda, até os anteriores George O’Brien e Victor McLaglen). O Filme conta a história de um oficial coronel que é encaminhado para uma area remota onde há um confronto amistoso com os índios apache,o Coronel é interpretado por Henry Fonda que faz um papel de oficial autoritário e racista contrapondo ao Capitão York, interpretado por John Wayne, mais cauteloso e amistoso, promotor da paz entre os povos. Apesar de o filme ser um bom faroeste, o foco, mais uma vez, não é o conflito, mas sim as relações entre os personagens naquela comunidade. E bom ver antigos atores da Ford Company voltando, mesmo que agora em papéis coadjuvantes.
Como Era Verde Meu Vale
4.1 159 Assista AgoraQue obra prima incrível essa que acaba de assistir. Um belíssimo filme de Ford, sem dúvidas um dos melhores até agora, já tinha uma certa expectativa por ser conhecido como o filme que desbancou o Cidadão Kane, tirando-lhe o Oscar. Uma história baseada em um grande flashback do garoto protagonista, se passando mais uma vez na Irlanda ( país de Gales) e contando a história de uma Família e a sociedade no vale. Vale esse que funciona até omo um personagem nesta obra, com as estações do ano se comportando como o humor dos personagens. Mostra o declínio da família Morgan em relação aos seus dramas, aos aspectos trabalhistas com a fábrica de minas de carvão, a desvalorização laboral, apresentando, até mesmo, um viés esquerda neste ponto, lembrando um pouco o filme Vinhas da Ira. A mãe, mais uma vez, se mostra como uma personagem feminina forte, que tenta manter a família unida e concisa, apesar do resultado não ser o esperado. É a ultima obra produzida por Ford, antes de ele partir para a guerra e apresentar o hiato de alguns anos, findando o período que costumo denominar de A Era de Ouro.!!
A Mocidade de Lincoln
3.9 33 Assista Agora• Obra Prima da fase que costumo definir fase de Ouro Ford (39 – 41), com atuacao memoravel de Henry Fonda como Lincoln, diferindo de filmes biografia anteriores por este relacionar à adolescência de Lincoln. Mostrando o inicio da trajetoria como um humilde advogado ( chamado por Ford de Jackleg lawyer), conduzindo sabiamente o caso de acusacao de homicidio por dois irmãos e a aflição de uma mãe em meio ao julgamento, mostrando de certa o drama familiar em meio a este julgamento. Rapidamente, ele fala de Ann Ruthledge, primeiro amor de Lincoln que veio a afalecer precocemente por conta de uma enfermdiade, a qual veio servir como gás para Lincoln ir procurar a cidade e iniciar sua carreira como advogado. A personalidade de Fonda se encaixa como luva na interpretação do que é o imaginário popular da personalidade de Lincoln, o que torna esta obra ainda mais incrível.
•
O Delator
3.8 27Obra prima do Ford com atuacao formidavel de Victor Mclaglen. Filme que deu o primeiro oscar como melhor diretor para Ford. Mais um filme filmado na Irlanda. Ano 1922. No contexto da presença dos revolucionarios do IRA. Mostra o desespero de Gypo Nolan. A necessidade de dinheiro o faz delatar e casusar a morte de seu amigo. E ao longo do filme, o sentimento de culpa corroe por completo este personagem. A evolução da decadencia do personagem e incrivel e Victor o faz de uma forma incrivel. O filme tem uma aparencia noturna, lembrando ate os filmes noir que iriam surgir posteriormente. E realmente uma excelente obra, umas das melhores at’e agora.
Peregrinação
4.0 9• GENIAL! Que Drama emocionante. Ao terminar de assistir a esta película, tive que vir redigir algumas palavras sobre. Um drama que envolve algumas marcas frequentes na obra de Ford. O fundo de pano da 1 Guerra Mundial, a presença de uma figura feminina forte, que é a mãe da família, figura central do filme. O enredo conta a história de uma família (mãe e filho), em que a mãe se apresenta como uma figura possessiva em relação ao filho, criando-no ã redea curta e sendo contra o seu relacionamento com a mulher por quem é apaixonado, por conta dessa negação do relacionamento, a mãe alista o filho na 1 guerra contra a sua vontade para afasta lo da moça. Infelizmente, o filho é morto neste evento e a mulher que engravidou antes de casar tem um filho dele. A mãe do filho falecido se afunda ainda mais em um poço de amargura por conta da culpa de ter enviado o filho ä 1 guerra, parece querer se aproximar do neto, já criança, a quem não teve nenhum contato até então, mas a sua amargura e infelicidade parece ser mais forte que isso. Um dos pontos de virada do fillme se refere a uma convocação do governo para a mãe, para a mesma realizar uma “peregrinação” com outras mães que perderam seus filhos na guerra para visitarems seus túmulos na França e receberem uma homenagem por conta disso. A mãe se mostra recusa inicial a ir, mas , por fim, decidi ir para a viagem. Nesta viagem, vemos a primeira cena em que a mãe RI, e isso me marcou bastante, neste momento a mãe demonstrava um outro aspecto do seu sentimento ao fazer a tal peregrinação, conhecendo novas mulheres que se apresentavam em situação semelhante a ela. E a viagem está replete de cenas cômicas, dentre elas, a cena do tiro ao alvo, que a mãe acaba acertando tudo, inclusive o cachimbo do vendedor, a cena do cabelo da sua amiga, que mais parece uma bizrrice só, deixando o filme um pouco mais leve neste âmbito. Quando a gente pensa que o filme está seguindo por um caminho e que vai continuar nele, nos deparamos com um terceiro ato supreendente. Em um momento da viagem, a mãe decidi não seguir por falar que a situação dela é diferente das outras mãe, já que o seu filho não era bom como os outros, e decidi não seguir e vai caminhar pelas ruas de Paris. Neste momento, somos apresentados a outros personagens, ela conhece um jovem rapaz, da idade do seu filho, que estava embriagado e decidia cometer suicídio ao pular da ponte, mas ela o detém e leva de volta para casa e cuida do rapaz. No dia seguinte ela conversa com ele para entender a sua história e o porquê de ele querer fazer aquilo e ela se depara com a mesma historia do seu filho falecido, o rapaz ama uma mulher e quer se manter ao lado dela, mas a mãe não é a favor do relacionamento e ira impedir. Muito interessante este momento, pois a protagonista acaba se deparando com a situação que ela viveu, sendo que ela, agora, está vendo o ponto de vista do filho dela. E é neste momento que ocorre o verdadeiro ponto de virada no filme, ela ao ajudar o garoto e ir ao encontro da mãe dele, demonstrando o que passou e causando um ponto de virada na mãe do rapaz, é o momento da REDENÇÃO da personagem. Nisso ela vai ao túmulo do filho pedir perdão a ela e segue para a sequencia final, ela visitando a sua nora e pedindo perdão a tudo que fez e dando um abraço no seu neto que a chama pela primeira vez de avó.
Bem emocionante.Um ótimo drama do Ford, retrata que muito dos elementos presentes na sociedade daquela época e que, alguns estão presentes até hoje. Um filme que fala sobre PERDÃO e sobre REDENÇÃO. Uma obra pouco conhecida, mas excelente do mestre FORD!
O Gabinete do Dr. Caligari
4.3 541 Assista AgoraObra que é considerado marco do expressionismo alemão no cinema e que influencia até hoje outros filmes Na década da ascensão do cinema mudo, a falta de som não afasta, de modo algum, o entendimento, pelo contrário, a medida que você fica intrigado com a história, você até esquece da ausência do som. As expressões e face carregada de maquiagem são algumas das ferrramentas utilizadas para nos transmitir sentimentos como medo e aflição.
O filme é do gênero drama/terror e percebemos nele vários aspectos que influenciarão outros filmes do genero, como nosferatu e o próprio frankestein, isso fica bem claro. Os cenários foram todos pintados, dando a impressão de estarmos diante de uma peça teatral. Até mesmo o detalhe das sombras das janelas em um entardecer são representados no cenários. O contraste entre o amarelo e o azul, representando o dia e a noite, a luz e a escuridão.
Sem falar no final , que apresenta um plot-twist, talvez o primeiro do cinema,o que me deixou bastante surpreso, algo que não esperaria de um filme dessa época.
Enfim, assistam a esta obra, garanto que a falta do som não fara falta!
A Felicidade Não Se Compra
4.5 1,2K Assista AgoraEste foi o primeiro filme que assisti do Diretor Frank Capra. Um nome famoso por suas obras, principalmente da década de 30. Lembremos do ano de 1946, como o primeiro ano pós Segunda Guerra Mundial, período de reconstrução, mas de pessimismo, todos assustados com as bombas nucleares e com o potencial de autodestruição do ser humano. Um clima desolador.
O filme fala sobre a vida de George Bailey, habitante de uma cidade interiorana, que leva uma vida pacata e humilde, e com um único desejo: o de viajar e conhecer todo o mundo, durante a sua vida, acontecem alguns percalços e alguns de seus planos são adiados e não ocorrem como ele planejava. Até que em um momento de sua vida, certas situações acontecem e o protagonista chega a cogitar o suícidio, nesse momento, um anjo da guarda é enviado para salvá-lo e faz algo a mais, ele realiza um desejo de George, que, naquele momento, está desgostoso com sua vida, ele demosntra como seria a vida das pessoas próximas, dos habitantes daquele cidade pacata, caso George não tivesse existido.
A obra causa, em nós, um exercício sobre comparar o que acontece com o protagonista às nossas vidas, o quanto temos feito diferença na vida de outras pessoas e na nossa também. É algo que chega a ser atemporal, se há muito sentido, quanto sentido não faria naquele momento em que o mundo se encontrava. Não se pode negar que o filme tem alguns exageros, como a extrema mudança de atitude de alguns personagens, como o próprio George no último ato, ou talvez a demora a chegar na premissa do filme. Mas tudo se torna até justificável quando você imagina que ele tem toda a intenção de “prepara o terreno” para o último ato e, quando você pensa dessa forma, tudo faz um maior sentido.
A obra é magnífica, é emocionante, é um exercício de reflexão nas nossas vidas, da família e dos amigos. Por muito tempo, foi exibida durante as noites de natal, período em que ocorre o filme, nada mais justificável, por ser, também um período de renovação nas nossas vidas.
Assistam a essa obra, se possível, assistam com suas famílias, com as pessoas próximas de você, é um clássico essencial, é emocionante!!
[/spoiler]
[spoiler]
A General
4.4 185 Assista AgoraA primeira impressão que eu tive quando assisti essa obra, foi perceber que o cinema é atemporal. A minha expectativa ao ir assistir um cinema da década de 20, mudo, era bem baixa. Mas com o meu interesse pela cinefilia e a explorar ainda mais a sétima arte, decidi iniciar a exploração da década de 20. Para quem não sabe, esta década foi o auge do cinema mudo. No ínicio da década de 30, os primeiros filmes do cinema falado começaram a surgir.
No auge do cinema mudo, muitos nomes de diretores receberam destaque e, dentre eles, Buster Keaton. A General acompanha um maquinista no período da Guerra de Secessão nos EUA que, atrapalhadamente, se envolve na guerra e na jornada para salvar sua amada. Clichê, né!? Na década de 20, nem tanto.
O primeiro contato com o teor cômico da obra de Keaton foi o que mais chamou atenção, humor diferente do Charles Chaplin, seu contemporâneo. Keaton optava por fazer faces pouco expressivas, irônica diante das situações pelas quais ele passa,tão bom quanto o primeiro. O realismo diante das cenas de condução da locomotiva, das ferrovias nos dá um panorama do transporte ferroviário no século XIX.
A famigerada cena da locomotiva caindo da ponte, considerada a cena mais cara em toda a história do cinema mudo, é um plano que assusta pelo tamanho realismo diante do cinema. Não posso deixar de mencionar a trilha sonora que percorre o filme como pano de fundo nas cenas da locomotiva, nas cenas de suspense é sensacional, me fez esquecer, em muitos momentos, que eu estava diante de um filme mudo.
Sem mais delongas, quem tem interesse de adentrar e explorar o cinema da decada de 20, do auge do cinema mudo, ae vai uma boa pedida.
[spoiler][/spoiler]
O Garoto
4.5 584 Assista AgoraUma película humanístiica dirigida e interpretada por Charles Chaplin, iniciando a década do auge do cinema mudo. Uma dramocomédia, como Chaplin gostava de fazer, com uma humildade e sensibilidade sem tamanho. Aqui ele atua ao lado de um garoto, que denomina o título, interpretado por jackie coogan. A atuação do jackie, apesar de ele ter apenas 05 anos de idade na época, e pelo fato de ser um cinema mudo, é incrível, com muitas expressões, passando ao telespectador a emoção das cenas, principalmente a cena em que ele é separado do Chaplin.
Já que comecei a falar do enredo, então vamos lá.
A história fala sobre um recém nascido e sua mae que foi abandonada pelo marido e não tem condições de criar o filho, portanto, ela decide abandonar o filho em um carro de magnata, mas o carro é roubado por ladrões e deixam próximo ao lixo, onde ele é encontrado pelo VAGABUNDO, persongagem clássico do chaplin que, apesar de não ter a intencão de criar o garoto, ele acaba sendo levando a isso por conta das situações que ele passa, de forma bem cômica. A relação entre os dois se desenvolve e as cenas são cercadas de bastante humor e crítica a sociedade de baixa renda.