No início da I Guerra Mundial, os jovens Jim e Mary se apaixonam. Tomada de ciúme, a possessiva mãe do rapaz o envia à guerra para impedi-lo de se casar. Quando o rapaz morre, deixando Mary grávida, a mãe enfrenta seu remorso pelo que fez.
O amor que cega. O amor que destrói histórias de amor. O egoísmo que distorce. Apenas olhando o mal se repetir se entende os erros. O perdão próprio não é possível, mas sempre é tempo para se tornar alguém melhor. Tocante filme do grande John Ford.
Talvez retrate uma condição um tanto ultrapassada no embate entre pais e filhos que muito embora fosse relevante para a época, hoje fatalmente será vista como incabível e até cafona mas ainda sim John Ford faz um retrato muito honesto dos sentimentos daquela mãe além de um trabalho esplendido em composição de cenas e cenários.
• GENIAL! Que Drama emocionante. Ao terminar de assistir a esta película, tive que vir redigir algumas palavras sobre. Um drama que envolve algumas marcas frequentes na obra de Ford. O fundo de pano da 1 Guerra Mundial, a presença de uma figura feminina forte, que é a mãe da família, figura central do filme. O enredo conta a história de uma família (mãe e filho), em que a mãe se apresenta como uma figura possessiva em relação ao filho, criando-no ã redea curta e sendo contra o seu relacionamento com a mulher por quem é apaixonado, por conta dessa negação do relacionamento, a mãe alista o filho na 1 guerra contra a sua vontade para afasta lo da moça. Infelizmente, o filho é morto neste evento e a mulher que engravidou antes de casar tem um filho dele. A mãe do filho falecido se afunda ainda mais em um poço de amargura por conta da culpa de ter enviado o filho ä 1 guerra, parece querer se aproximar do neto, já criança, a quem não teve nenhum contato até então, mas a sua amargura e infelicidade parece ser mais forte que isso. Um dos pontos de virada do fillme se refere a uma convocação do governo para a mãe, para a mesma realizar uma “peregrinação” com outras mães que perderam seus filhos na guerra para visitarems seus túmulos na França e receberem uma homenagem por conta disso. A mãe se mostra recusa inicial a ir, mas , por fim, decidi ir para a viagem. Nesta viagem, vemos a primeira cena em que a mãe RI, e isso me marcou bastante, neste momento a mãe demonstrava um outro aspecto do seu sentimento ao fazer a tal peregrinação, conhecendo novas mulheres que se apresentavam em situação semelhante a ela. E a viagem está replete de cenas cômicas, dentre elas, a cena do tiro ao alvo, que a mãe acaba acertando tudo, inclusive o cachimbo do vendedor, a cena do cabelo da sua amiga, que mais parece uma bizrrice só, deixando o filme um pouco mais leve neste âmbito. Quando a gente pensa que o filme está seguindo por um caminho e que vai continuar nele, nos deparamos com um terceiro ato supreendente. Em um momento da viagem, a mãe decidi não seguir por falar que a situação dela é diferente das outras mãe, já que o seu filho não era bom como os outros, e decidi não seguir e vai caminhar pelas ruas de Paris. Neste momento, somos apresentados a outros personagens, ela conhece um jovem rapaz, da idade do seu filho, que estava embriagado e decidia cometer suicídio ao pular da ponte, mas ela o detém e leva de volta para casa e cuida do rapaz. No dia seguinte ela conversa com ele para entender a sua história e o porquê de ele querer fazer aquilo e ela se depara com a mesma historia do seu filho falecido, o rapaz ama uma mulher e quer se manter ao lado dela, mas a mãe não é a favor do relacionamento e ira impedir. Muito interessante este momento, pois a protagonista acaba se deparando com a situação que ela viveu, sendo que ela, agora, está vendo o ponto de vista do filho dela. E é neste momento que ocorre o verdadeiro ponto de virada no filme, ela ao ajudar o garoto e ir ao encontro da mãe dele, demonstrando o que passou e causando um ponto de virada na mãe do rapaz, é o momento da REDENÇÃO da personagem. Nisso ela vai ao túmulo do filho pedir perdão a ela e segue para a sequencia final, ela visitando a sua nora e pedindo perdão a tudo que fez e dando um abraço no seu neto que a chama pela primeira vez de avó. Bem emocionante.Um ótimo drama do Ford, retrata que muito dos elementos presentes na sociedade daquela época e que, alguns estão presentes até hoje. Um filme que fala sobre PERDÃO e sobre REDENÇÃO. Uma obra pouco conhecida, mas excelente do mestre FORD!
O que se perde para sempre.
O amor que cega. O amor que destrói histórias de amor.
O egoísmo que distorce. Apenas olhando o mal se repetir se entende os erros.
O perdão próprio não é possível, mas sempre é tempo para se tornar alguém melhor.
Tocante filme do grande John Ford.
Embora a temática pareça um tanto anacrônica para os nossos dias, John Ford nos oferece um belo drama sobre erro e redenção. Vale a pena ser vista.
O mundo de hoje precisa assistir mais uns filmes do John Ford. Um bonito filme sobre redenção.
Talvez retrate uma condição um tanto ultrapassada no embate entre pais e filhos que muito embora fosse relevante para a época, hoje fatalmente será vista como incabível e até cafona mas ainda sim John Ford faz um retrato muito honesto dos sentimentos daquela mãe além de um trabalho esplendido em composição de cenas e cenários.
• GENIAL! Que Drama emocionante. Ao terminar de assistir a esta película, tive que vir redigir algumas palavras sobre. Um drama que envolve algumas marcas frequentes na obra de Ford. O fundo de pano da 1 Guerra Mundial, a presença de uma figura feminina forte, que é a mãe da família, figura central do filme. O enredo conta a história de uma família (mãe e filho), em que a mãe se apresenta como uma figura possessiva em relação ao filho, criando-no ã redea curta e sendo contra o seu relacionamento com a mulher por quem é apaixonado, por conta dessa negação do relacionamento, a mãe alista o filho na 1 guerra contra a sua vontade para afasta lo da moça. Infelizmente, o filho é morto neste evento e a mulher que engravidou antes de casar tem um filho dele. A mãe do filho falecido se afunda ainda mais em um poço de amargura por conta da culpa de ter enviado o filho ä 1 guerra, parece querer se aproximar do neto, já criança, a quem não teve nenhum contato até então, mas a sua amargura e infelicidade parece ser mais forte que isso. Um dos pontos de virada do fillme se refere a uma convocação do governo para a mãe, para a mesma realizar uma “peregrinação” com outras mães que perderam seus filhos na guerra para visitarems seus túmulos na França e receberem uma homenagem por conta disso. A mãe se mostra recusa inicial a ir, mas , por fim, decidi ir para a viagem. Nesta viagem, vemos a primeira cena em que a mãe RI, e isso me marcou bastante, neste momento a mãe demonstrava um outro aspecto do seu sentimento ao fazer a tal peregrinação, conhecendo novas mulheres que se apresentavam em situação semelhante a ela. E a viagem está replete de cenas cômicas, dentre elas, a cena do tiro ao alvo, que a mãe acaba acertando tudo, inclusive o cachimbo do vendedor, a cena do cabelo da sua amiga, que mais parece uma bizrrice só, deixando o filme um pouco mais leve neste âmbito. Quando a gente pensa que o filme está seguindo por um caminho e que vai continuar nele, nos deparamos com um terceiro ato supreendente. Em um momento da viagem, a mãe decidi não seguir por falar que a situação dela é diferente das outras mãe, já que o seu filho não era bom como os outros, e decidi não seguir e vai caminhar pelas ruas de Paris. Neste momento, somos apresentados a outros personagens, ela conhece um jovem rapaz, da idade do seu filho, que estava embriagado e decidia cometer suicídio ao pular da ponte, mas ela o detém e leva de volta para casa e cuida do rapaz. No dia seguinte ela conversa com ele para entender a sua história e o porquê de ele querer fazer aquilo e ela se depara com a mesma historia do seu filho falecido, o rapaz ama uma mulher e quer se manter ao lado dela, mas a mãe não é a favor do relacionamento e ira impedir. Muito interessante este momento, pois a protagonista acaba se deparando com a situação que ela viveu, sendo que ela, agora, está vendo o ponto de vista do filho dela. E é neste momento que ocorre o verdadeiro ponto de virada no filme, ela ao ajudar o garoto e ir ao encontro da mãe dele, demonstrando o que passou e causando um ponto de virada na mãe do rapaz, é o momento da REDENÇÃO da personagem. Nisso ela vai ao túmulo do filho pedir perdão a ela e segue para a sequencia final, ela visitando a sua nora e pedindo perdão a tudo que fez e dando um abraço no seu neto que a chama pela primeira vez de avó.
Bem emocionante.Um ótimo drama do Ford, retrata que muito dos elementos presentes na sociedade daquela época e que, alguns estão presentes até hoje. Um filme que fala sobre PERDÃO e sobre REDENÇÃO. Uma obra pouco conhecida, mas excelente do mestre FORD!