A série parece ter dois roteiros diferentes, um que vai até a metade dela e outro que inicia depois disso. Ela consegue te convencer da angústia que paira no ar e a ter empatia com alguns dos personagens. A única coisa que foi levemente cansativa para mim foi a repetição de plot em cima de plot, mas nada que tenha atrapalhado a imersão na estória.
Dizer que essa produção é um thriller policial é um pouco demais, pois esse gênero somente aparece no primeiro episódio. É uma minissérie de drama e mistério e entrega isso muito bem.
O terceiro e o quarto episódios são os melhores e mais imersivos na "cultura" que o adolescente estava inserido. A forma como a psicóloga conduz a conversa foi excepcional e as atuações são todas excelentes, especialmente a do menino, a do pai e a da terapeuta.
gostei muito de não terem criado a narrativa de que o menino cresceu em um lar violento, assim não soa como uma justificativa para o que ele fez, e mostra como de fato ele estava sendo conduzido por uma visão doente sobre sucesso, conquistas e mulheres. Tinha raiva por achar que o mundo devia algo para ele...mesmo tendo crescido em uma família saudável e dedicada.
Sobre as personagens: gosto muito da Carrie (por enquanto), apesar das escolhas juvenis que ela fez nessa temporada. Já a Charlotte, eu arrisco dizer que em todas as cenas em que o grupo está reunido ela disse alguma coisa inconveniente ou antiquada. A Samantha na temporada anterior era ainda mais inconveniente e forçada, já nessa temporada está tolerável. A Miranda é a pessoa mais "normal" do grupo e tem um humor ácido e sarcástico que me agrada.
Achei um final agridoce, que fugiu do esperado, mas poderia ter sido melhor construído. As inconsistências entre os irmãos se tornou cansativa pra mim, desde a temporada anterior. O que mais me incomodou no último episódio
foi a mudança repentina da Shiv ter sido motivada só com base na expressão corporal do Ken ao sentar na cadeira que antes era do pai. Achei uma justificativa preguiçosa para a trama, parecendo coisa de novela quando é terminada às pressas. Ao passo que eu entendo ela optar por dar um fim nos conflitos afastando a família do conglomerado bilionário, achei decepcionante ela escolher ficar à sombra do ex-atual-marido após todo o ocorrido.
Os acertos são os mesmos de game of thrones, quando a série alcançou maior notoriedade: figurino, maquiagem, trilha sonora e tensão. Os erros são a passagem de tempo muito rápida que atrapalha até o desenvolvimento de empatia por alguns dos protagonistas, por não os conhecermos apropriadamente e a forma muito aleatória como eles inserem a teoria de gelo e fogo, mas nada que atrapalhe a imersão.
Vi tudo em poucos dias porque simplesmente não dá pra consumir devagar. Achei mais profunda do que a primeira, e gostei do maior destaque para as apresentações da Deborah.
O encerramento de convívio entre as duas foi muito bonito, porque a Deborah gosta e acredita muito na Ava. Ela sabia que se ficasse por perto a Ava não alçaria seus voos de forma independente. Vamos ver como fica essa relação na próxima temporada, se houver.
Série boa pra passar o tempo. Apesar do gênero comédia, dá muito enfoque nas relações dos personagens, que são bem complexos. Gostei do conflito geracional e de abordarem o sexismo no universo do humor. A premissa lembra um pouco a série da Mrs. Maisel, mas aqui o humor dos palcos fica em segundo plano. Gostei da dinâmica entre as duas protagonistas e é interessante que
enquanto o Marcus conheceu a Deborah no auge da carreira dela e foi um admirador, com o convívio ele deixou de admirá-la, já a Ava a conheceu com a carreira em declínio e foi da aversão para a admiração à Deborah.
parece que alguns episódios foram pensados para terem algum significado, enquanto outros apenas para te entreterem pelo absurdo. é a impressão que eu tenho da série como um todo, não apenas dessa temporada, que ficou genial!
parece que ninguém além da Mare tem conhecimento de que o filho era viciado, então para as pessoas, o filho dela cometeu suicídio por "culpa" dela, e não porque ele foi vítima dos seus próprios distúrbios e vícios, e ela não parece querer tornar isso público, talvez para proteger a honra do filho. Da mesma forma, o John tenta afastar qualquer consequência para a vida do Ryan, optando responder pelo crime no lugar dele.
É uma minissérie muito caprichada e te faz querer ver um episódio seguido de outro. Único detalhe que me incomodou foram as múltiplas reviravoltas mais ao final, mas nada que atrapalhe ou desanime de ver.
Fizeram o Churchill parecer bonzinho, deram a ideia de que a monarquia pode ser democrática e mencionam muito brevemente sobre a respostas dos povos colonizados às austeridades da coroa. Ainda que seja um retrato histórico, algumas falas e posturas são impossíveis de afirmar que determinados personagens fizeram na vida real. Então, em alguns momentos eu pensei "será que esse personagem teve essa ideia mesmo ou isso é só parte da propagando que a série quer fazer?" (porque eu não acho que a família real autorizaria a produção de uma série que passasse uma mensagem negativa sobre eles). Serviu só pra me deixar com ainda mais raiva de monarquia e entender menos ainda o sucesso de séries como essa.
Sinceramente, não é tudo isso que estão comentando. Únicos pontos altos são a ambientação irretocável e as personagens Jolene e Cleo, por serem cativantes. Já a protagonista, achei que só expressa um sentimento o tempo todo: irritação. Isso me fez não gostar dela e não sentir nada por ela. A relação dela com os demais personagens é pouco explorada, o que pra mim dificultou sentir empatia pelos acontecimentos entre eles, porque achei o envolvimento deles insuficiente pra isso. Outro ponto que influenciou na minha nota: a história não tem nenhuma reviravolta interessante (exceto claro a própria trajetória da protagonista) que envolva os personagens, então o que sobra para a estória são os jogos em si, que na minha opinião, só deve cativar quem entende de xadrex. Em três ou quatro episódios já fica cansativo ver tantas disputas sem entender bem do jogo. O único sentimento que fica é que a enxadrista é realmente fodona no que ela faz, mas só isso...Agora alguns comentários com spoiler:
Percebi que a enxadrista às vezes joga muito bem e às vezes "mal", mas que isso aparentemente é aleatório, porque a série não relaciona o mal ou o bom desempenho dela com os acontecimentos da vida pessoal. Perderam essa oportunidade. E sobre as pílulas, o que é aquilo? A princípio entendi como uma ilustração do que se passava na mente dela, mas depois, com a cena em que ela rasga o tecido da cama para poder ver o teto, e como ela olhava fixamente o teto durante o último jogo, deu a entender que ela de fato tem essas alucinações. Não gostei desse ponto.
Ainda que a série explore a finitude humana e o existencialismo ao longo de todas as temporadas, a temporada final dá mais ênfase ainda no tema, exatamente por ser a última etapa do desenvolvimento de todos os personagens. Em alguns momentos deixa de parecer uma série de comédia, sem ficar densa demais, claro. Gostei muito do desfecho!
A melhor temporada até agora! Tentei não consumir tão rápido, mas ela vai ficando cada vez melhor e num ritmo bom. O Ron é sem dúvida o mais engraçado, mas eu teria vergonha em revelar abertamente qualquer semelhança com o que ele diz, o cara é o arquétipo do homem mediano, e é nisso que está a graça. A Leslie consegue ser uma amiga incrível pra todos, mas sem forçar a personalidade.
"thank you" o Norman ainda conseguiu me fazer ter compaixão por ele no final. Não é a melhor das temporadas, mas o plot twist com a Marion e o final digníssimo foram um presente aos fãs. Essa série mora no meu coração!
Realista, importante e ao mesmo tempo que pode incomodar, é muito gostosa de assistir. Cada esterótipo quebrado e crítica feita foi um pisão. Queria que assistissem essa como assistem qualquer série meia-boca só porque é original netflix. O mundo precisa de uma segunda temporada!
Tudo Culpa Dela
4.1 306 Assista AgoraA série parece ter dois roteiros diferentes, um que vai até a metade dela e outro que inicia depois disso. Ela consegue te convencer da angústia que paira no ar e a ter empatia com alguns dos personagens. A única coisa que foi levemente cansativa para mim foi a repetição de plot em cima de plot, mas nada que tenha atrapalhado a imersão na estória.
Uma Família Perdida no Meio do Nada (9ª Temporada)
4.5 67 Assista AgoraDessas séries confortáveis de ver. Minhas temporadas favoritas são a 1, 7, 8 e 9.
Adolescência
4.0 611 Assista AgoraDizer que essa produção é um thriller policial é um pouco demais, pois esse gênero somente aparece no primeiro episódio. É uma minissérie de drama e mistério e entrega isso muito bem.
O terceiro e o quarto episódios são os melhores e mais imersivos na "cultura" que o adolescente estava inserido. A forma como a psicóloga conduz a conversa foi excepcional e as atuações são todas excelentes, especialmente a do menino, a do pai e a da terapeuta.
Sobre a abordagem da "cultura inc3l"...
gostei muito de não terem criado a narrativa de que o menino cresceu em um lar violento, assim não soa como uma justificativa para o que ele fez, e mostra como de fato ele estava sendo conduzido por uma visão doente sobre sucesso, conquistas e mulheres. Tinha raiva por achar que o mundo devia algo para ele...mesmo tendo crescido em uma família saudável e dedicada.
Sex and the City (2ª Temporada)
4.3 156Série aconchegante e despretensiosa. Boa para ver sem pensar muito, diferente da Carrie que está constantemente com inquietações e indagações.
Que bom eu ter aguardado anos para assistir, porque a depender da idade, as experiências narradas podem ressoar melhor.
Sobre as personagens: gosto muito da Carrie (por enquanto), apesar das escolhas juvenis que ela fez nessa temporada. Já a Charlotte, eu arrisco dizer que em todas as cenas em que o grupo está reunido ela disse alguma coisa inconveniente ou antiquada. A Samantha na temporada anterior era ainda mais inconveniente e forçada, já nessa temporada está tolerável. A Miranda é a pessoa mais "normal" do grupo e tem um humor ácido e sarcástico que me agrada.
Succession (4ª Temporada)
4.5 251 Assista AgoraAchei um final agridoce, que fugiu do esperado, mas poderia ter sido melhor construído. As inconsistências entre os irmãos se tornou cansativa pra mim, desde a temporada anterior. O que mais me incomodou no último episódio
foi a mudança repentina da Shiv ter sido motivada só com base na expressão corporal do Ken ao sentar na cadeira que antes era do pai. Achei uma justificativa preguiçosa para a trama, parecendo coisa de novela quando é terminada às pressas. Ao passo que eu entendo ela optar por dar um fim nos conflitos afastando a família do conglomerado bilionário, achei decepcionante ela escolher ficar à sombra do ex-atual-marido após todo o ocorrido.
A segunda temporada foi a melhor de todas.
Maravilhosa Sra. Maisel (5ª Temporada)
4.5 112 Assista Agora"Tits up!"
A Casa do Dragão (1ª Temporada)
4.1 728 Assista AgoraOs acertos são os mesmos de game of thrones, quando a série alcançou maior notoriedade: figurino, maquiagem, trilha sonora e tensão. Os erros são a passagem de tempo muito rápida que atrapalha até o desenvolvimento de empatia por alguns dos protagonistas, por não os conhecermos apropriadamente e a forma muito aleatória como eles inserem a teoria de gelo e fogo, mas nada que atrapalhe a imersão.
Hacks (2ª Temporada)
4.3 54Vi tudo em poucos dias porque simplesmente não dá pra consumir devagar. Achei mais profunda do que a primeira, e gostei do maior destaque para as apresentações da Deborah.
O encerramento de convívio entre as duas foi muito bonito, porque a Deborah gosta e acredita muito na Ava. Ela sabia que se ficasse por perto a Ava não alçaria seus voos de forma independente. Vamos ver como fica essa relação na próxima temporada, se houver.
Hacks (1ª Temporada)
4.2 104 Assista AgoraSérie boa pra passar o tempo. Apesar do gênero comédia, dá muito enfoque nas relações dos personagens, que são bem complexos. Gostei do conflito geracional e de abordarem o sexismo no universo do humor. A premissa lembra um pouco a série da Mrs. Maisel, mas aqui o humor dos palcos fica em segundo plano. Gostei da dinâmica entre as duas protagonistas e é interessante que
enquanto o Marcus conheceu a Deborah no auge da carreira dela e foi um admirador, com o convívio ele deixou de admirá-la, já a Ava a conheceu com a carreira em declínio e foi da aversão para a admiração à Deborah.
Atlanta (3ª Temporada)
4.4 87parece que alguns episódios foram pensados para terem algum significado, enquanto outros apenas para te entreterem pelo absurdo. é a impressão que eu tenho da série como um todo, não apenas dessa temporada, que ficou genial!
Mare of Easttown
4.4 692 Assista AgoraAlgo que reparei:
parece que ninguém além da Mare tem conhecimento de que o filho era viciado, então para as pessoas, o filho dela cometeu suicídio por "culpa" dela, e não porque ele foi vítima dos seus próprios distúrbios e vícios, e ela não parece querer tornar isso público, talvez para proteger a honra do filho. Da mesma forma, o John tenta afastar qualquer consequência para a vida do Ryan, optando responder pelo crime no lugar dele.
É uma minissérie muito caprichada e te faz querer ver um episódio seguido de outro. Único detalhe que me incomodou foram as múltiplas reviravoltas mais ao final, mas nada que atrapalhe ou desanime de ver.
The Crown (1ª Temporada)
4.5 392 Assista AgoraFizeram o Churchill parecer bonzinho, deram a ideia de que a monarquia pode ser democrática e mencionam muito brevemente sobre a respostas dos povos colonizados às austeridades da coroa. Ainda que seja um retrato histórico, algumas falas e posturas são impossíveis de afirmar que determinados personagens fizeram na vida real. Então, em alguns momentos eu pensei "será que esse personagem teve essa ideia mesmo ou isso é só parte da propagando que a série quer fazer?" (porque eu não acho que a família real autorizaria a produção de uma série que passasse uma mensagem negativa sobre eles). Serviu só pra me deixar com ainda mais raiva de monarquia e entender menos ainda o sucesso de séries como essa.
Família Moderna (2ª Temporada)
4.5 233 Assista Agoraaté aqui dá pra dizer que é a série mais despretensiosa que já vi (num bom sentido). não exige tanta atenção e consegue ser engraçada e leve.
O Gambito da Rainha
4.4 947 Assista AgoraSinceramente, não é tudo isso que estão comentando. Únicos pontos altos são a ambientação irretocável e as personagens Jolene e Cleo, por serem cativantes. Já a protagonista, achei que só expressa um sentimento o tempo todo: irritação. Isso me fez não gostar dela e não sentir nada por ela. A relação dela com os demais personagens é pouco explorada, o que pra mim dificultou sentir empatia pelos acontecimentos entre eles, porque achei o envolvimento deles insuficiente pra isso. Outro ponto que influenciou na minha nota: a história não tem nenhuma reviravolta interessante (exceto claro a própria trajetória da protagonista) que envolva os personagens, então o que sobra para a estória são os jogos em si, que na minha opinião, só deve cativar quem entende de xadrex. Em três ou quatro episódios já fica cansativo ver tantas disputas sem entender bem do jogo. O único sentimento que fica é que a enxadrista é realmente fodona no que ela faz, mas só isso...Agora alguns comentários com spoiler:
Percebi que a enxadrista às vezes joga muito bem e às vezes "mal", mas que isso aparentemente é aleatório, porque a série não relaciona o mal ou o bom desempenho dela com os acontecimentos da vida pessoal. Perderam essa oportunidade. E sobre as pílulas, o que é aquilo? A princípio entendi como uma ilustração do que se passava na mente dela, mas depois, com a cena em que ela rasga o tecido da cama para poder ver o teto, e como ela olhava fixamente o teto durante o último jogo, deu a entender que ela de fato tem essas alucinações. Não gostei desse ponto.
Pequenos Incêndios Por Toda Parte
4.3 538 Assista AgoraSe for possível comparar, achei que lembra big little lies, porém melhor, mais completa!
The Good Place (4ª Temporada)
4.3 339 Assista AgoraAinda que a série explore a finitude humana e o existencialismo ao longo de todas as temporadas, a temporada final dá mais ênfase ainda no tema, exatamente por ser a última etapa do desenvolvimento de todos os personagens. Em alguns momentos deixa de parecer uma série de comédia, sem ficar densa demais, claro. Gostei muito do desfecho!
Grace and Frankie (6ª Temporada)
4.3 67 Assista AgoraTemporada muito gostosa de acompanhar.
Parks and Recreation (3ª Temporada)
4.5 145 Assista AgoraA melhor temporada até agora! Tentei não consumir tão rápido, mas ela vai ficando cada vez melhor e num ritmo bom.
O Ron é sem dúvida o mais engraçado, mas eu teria vergonha em revelar abertamente qualquer semelhança com o que ele diz, o cara é o arquétipo do homem mediano, e é nisso que está a graça.
A Leslie consegue ser uma amiga incrível pra todos, mas sem forçar a personalidade.
Amor Moderno (1ª Temporada)
4.2 590Registrando os meus episódios favoritos: 3, 6, 7 e 8
Grace and Frankie (1ª Temporada)
4.3 299 Assista AgoraLista atualizada de pessoas que podem salvar o mundo:
Phoebe
Frankie
Atlanta (1ª Temporada)
4.5 297 Assista AgoraFaz críticas interessantes com muita sutileza, e a transição entre os episódios é ótima! terminei querendo ver mais.
O Conto da Aia (1ª Temporada)
4.7 1,5K Assista Agora“Eles nunca deveriam nos entregar uniformes se eles não quisessem que fossemos um exército”
Bates Motel (5ª Temporada)
4.4 761"thank you" o Norman ainda conseguiu me fazer ter compaixão por ele no final. Não é a melhor das temporadas, mas o plot twist com a Marion e o final digníssimo foram um presente aos fãs. Essa série mora no meu coração!
Cara Gente Branca (Volume 1)
4.3 304 Assista AgoraRealista, importante e ao mesmo tempo que pode incomodar, é muito gostosa de assistir. Cada esterótipo quebrado e crítica feita foi um pisão. Queria que assistissem essa como assistem qualquer série meia-boca só porque é original netflix. O mundo precisa de uma segunda temporada!