Essa série é uma perfeita definição de "white people problems". A Valéria é tão egocêntrica que chega a ser irritante, sempre mentindo ou se omitindo, andando pelas beiradas...
[/spoiler] A cena que ela chama o Victor para a exposição fotográfica do ex (cheia de fotos dela nua na parede) só para se sentir melhor, ao invés de ir embora com dignidade, é o auge. E isso tudo ainda mantendo a aliança no dedo, mesmo depois de se separar do Adrian. Ai, que agoniaa! [spoiler]
A Lola é a mais autêntica das 4.
Apesar disso, confesso que a história me prendeu kkkkk e eu continuei assistindo para ver se as personagens iriam se desenvolver mais. Não deixa de ser uma série leve e divertida para passar o tempo!
Eu gostei da energia caótica que a série transmite, kkkkk. Prende a atenção e serve como entretenimento, mas faltou profundidade e coragem para colocar realmente o dedo na ferida do racismo e do colonialismo. Quase todos os funcionários do hotel são brancos, exceto a Belinda.
No geral, foi decepcionante: depois de todo o burburinho que eu ouvi e do início empolgante, confesso que esperava bem mais.
A produção não é da Globo, mas poderia ser. Salvo algumas exceções, o elenco é fraco e os diálogos chegam a ser toscos! As sutilezas passam longe do roteiro que, aliás, apresenta falhas de consistência bem visíveis.
Tirando a fotografia que, de fato, é incrível, achei a série dispensável. Vale como um entretenimento no fim do dia, mas não espere grandes coisas.
Anne é uma mistura de Pollyanna com Pippi Meialonga. Desajeitada, de espírito subversivo ("I don't fit in") e doce, extremamente doce.
Órfã, Anne tem uma história de vida triste que a fez amadurecer rápido demais para determinadas coisas. Por outro lado, o escape para um mundo de fantasia, típico do universo infantil, foi o jeito de tornar sua realidade mais suportável. Ela brilha! Mas, por ser diferente, acaba sendo rejeitada continuamente. E como a bichinha sofre, viu... na mesma intensidade com que ama!
Adotada "por acidente", digamos assim, por dois irmãos monossilábicos, Anne traz cor para o ambiente e rotina dos dois. Com uma sensibilidade rara, de foco nos detalhes e sutilezas, a trama se passa no século XIX mas aborda questões humanas bastante atemporais. Pode até parecer comentário cult, mas eu juro: é impossível não mencionar a fotografia impecável da série. Pura poesia audiovisual!
Com personagens mulheres fortes e um discurso feminista, "Anne with an E" é um frescor de otimismo e bom gosto no catálogo questionável da Netflix. Ainda bem que foi renovada para a terceira temporada! <3
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Valéria (1ª Temporada)
3.6 96Essa série é uma perfeita definição de "white people problems". A Valéria é tão egocêntrica que chega a ser irritante, sempre mentindo ou se omitindo, andando pelas beiradas...
[/spoiler]
A cena que ela chama o Victor para a exposição fotográfica do ex (cheia de fotos dela nua na parede) só para se sentir melhor, ao invés de ir embora com dignidade, é o auge. E isso tudo ainda mantendo a aliança no dedo, mesmo depois de se separar do Adrian. Ai, que agoniaa!
[spoiler]
A Lola é a mais autêntica das 4.
Apesar disso, confesso que a história me prendeu kkkkk e eu continuei assistindo para ver se as personagens iriam se desenvolver mais. Não deixa de ser uma série leve e divertida para passar o tempo!
The White Lotus (1ª Temporada)
3.9 454 Assista AgoraEu gostei da energia caótica que a série transmite, kkkkk. Prende a atenção e serve como entretenimento, mas faltou profundidade e coragem para colocar realmente o dedo na ferida do racismo e do colonialismo. Quase todos os funcionários do hotel são brancos, exceto a Belinda.
No geral, foi decepcionante: depois de todo o burburinho que eu ouvi e do início empolgante, confesso que esperava bem mais.
Coisa Mais Linda (1ª Temporada)
4.2 399 Assista AgoraA produção não é da Globo, mas poderia ser. Salvo algumas exceções, o elenco é fraco e os diálogos chegam a ser toscos! As sutilezas passam longe do roteiro que, aliás, apresenta falhas de consistência bem visíveis.
Tirando a fotografia que, de fato, é incrível, achei a série dispensável. Vale como um entretenimento no fim do dia, mas não espere grandes coisas.
Anne com um E (1ª Temporada)
4.6 763UM ACHADO NA NETFLIX
Anne é uma mistura de Pollyanna com Pippi Meialonga. Desajeitada, de espírito subversivo ("I don't fit in") e doce, extremamente doce.
Órfã, Anne tem uma história de vida triste que a fez amadurecer rápido demais para determinadas coisas. Por outro lado, o escape para um mundo de fantasia, típico do universo infantil, foi o jeito de tornar sua realidade mais suportável. Ela brilha! Mas, por ser diferente, acaba sendo rejeitada continuamente. E como a bichinha sofre, viu... na mesma intensidade com que ama!
Adotada "por acidente", digamos assim, por dois irmãos monossilábicos, Anne traz cor para o ambiente e rotina dos dois. Com uma sensibilidade rara, de foco nos detalhes e sutilezas, a trama se passa no século XIX mas aborda questões humanas bastante atemporais. Pode até parecer comentário cult, mas eu juro: é impossível não mencionar a fotografia impecável da série. Pura poesia audiovisual!
Com personagens mulheres fortes e um discurso feminista, "Anne with an E" é um frescor de otimismo e bom gosto no catálogo questionável da Netflix. Ainda bem que foi renovada para a terceira temporada! <3