Foi uma boa temporada, mas a primeira foi mais interessante. A série vem seguindo os caminhos do jogo, então não é algo que eu ache ruim, está sendo respeitado o fluxo original das coisas, como tem que ser feito.
Particularmente gostei da série a princípio, mas no decorrer dos episódios confesso que notei uma certa confusão na proposta e que a meu ver, no final acabou se perdendo em seu próprio mistério.
É uma boa série de suspense/detetive, há muitos personagens envolvidos e suas tramas são entrelaçadas ao decorrer dos episódios. A presença de diversas reviravoltas a meu ver, é o ponto alto da série. Super Recomendo.
Como episódios bônus podemos considerar que foi um sucesso. A segunda temporada já tinha fechado o arco da série, porém, como a Netflix viu o estrondoso sucesso, resolveu extrair mais conteúdo para ganhar $$. A meu ver, os jogos forem bem divertidos e interessantes, os personagens principais são ótimos e as novas adições vieram para agregar ao universo de Alice in Bordeland.
Eu gostei da tentativa de inovação nesta temporada. Ter a oportunidade de ver pessoas +50 se relacionando com esta proposta muda um pouco a visão que tinha sobre a senhoridade. É nítido que ser mais velho não é sinônimo de maturidade e o reality demonstra claramente isto de ambos os lados.
A meu ver, os participantes desta edição foram interessantes, tivemos debates pertinentes, assim como uma dinamicidade e imprevisibilidade nos eventos ocorridos. Estou animado para a continuidade e curioso para saber o que está por vir.
OBS: Com exceção do último episódio de REACT os demais eu achei descartáveis e considero que foram “encheção de linguiça”.
Uma temporada fraca comparada as suas antecessoras. Só houve um casal que seguiu um caminho natural das coisas que foi a Vanessa e o Leonardo. Os demais, só ladeira abaixo. O episódio de reencontro dá um asco só de pensar, que situação tenebrosa. Fico pensando em quem assistiu ao vivo como deve ter sido a comoção para ter que lidar com a situação que foi exposta diante de todos.
Como reality, entrega aquilo que se compromete como entretenimento, mas sinto que aos poucos a dinâmica do programa vem mudando e os participantes que se inscrevem não estão mais com o intuito de casar, mas sim, angariar seguidores para suas redes sociais.
Excelente segundo ato. O dorama foi ótimo. A derrocada de cada agressor(a) a meu ver, foi sublime. Gosto de doramas que equilibram situações de romance. Neste em específico é praticamente inexistente, mas quando há, é sútil e natural.
Particularmente gostei bastante da história e dos personagens envolvidos.
O primeiro ato é excelente. A história é envolvente e emocionante. Uma pena que infelizmente situações como estas são comuns de se ocorrerem em escolas de qualquer continente. Rogo para que um dia fiquemos apenas na ficção e que possamos proteger nossas crianças delas mesmas.
Excelente minissérie. Enxuta e coesa. Diversos temas são abordados e acabam se conectando no decorrer da trama. A trilha sonora é frenética, cenas de ação com bastante intensidade e com ótima coreografia.
Ótimo dorama, particularmente gostei bastante. Os dois casais protagonistas possuem bastante sinergia e as cenas foram bastante cômicas. É um dorama que foca mais no humor e tem suas frações de romance, mas em linhas gerais é um ótimo entretenimento.
Eu gostei da última temporada. O final era previsível, mas eu achei legal. É uma pena que possivelmente terá uma continuação norte-americana, particularmente isso me incomoda bastante, pois a graça da série era ser coreana e viver nesta cultura.
Excelente dorama. Para mim que sou psicólogo é um prato cheio. As atuações são excelentes, a fotografia é ótima e a dosagem de drama, romance e comédia são sob medida. É uma série necessária, aborda temas importantes de maneira muito didática, sensível e ilustrativa.
Vou sentir falta dos personagens, sempre me apego muito a eles.
A meu ver, é uma série mediana. Acredito que a Coração de Ferro tinha vilões mais interessantes para serem introduzidos na série do que dois seres místicos, mas tudo bem.
A quantidade de episódios é ok, este é um dos motivos inclusive da minha nota “alta”, pois não tornou a série arrastada e foi bem enxuta.
A personagem não me convenceu e os vilões totalmente aleatórios dado ao contexto em que ela é inserida, muito menos.
Gostei bastante da primeira temporada. A escolha do elenco é deveras pretensiosa, muitas vezes envolvendo cônjuges e/ou parceiros(as) da vida real na série e contracenando com os protagonistas.
É uma história clichê que acalenta o coração. O ponto alto da série é a atuação de Bruna Marquezine que a meu ver, foi sublime.
Excelente anime, personagens carismáticos e com personalidades bem construídas. O enredo do anime é simples, mas bem feito. É um excelente anime de esporte e que deveria ter uma remasterização e continuação a sua altura.
Gostei bastante deste novo recomeço e confesso achar muito interessante o lado mais humano de Matt Murdock. Vejo críticas relacionadas a lentidão da série e a passividade do protagonista, e por isso, precisamos compreendê-lo como ser humano, que possui sentimentos e que teve que conviver com a perda de um ente querido em meio a muito caos.
Precisamos entender o subtítulo da série “Renascimento” e compreender que Matt Murdock está recomeçando a sua trajetória e no decorrer dela, colhendo seus cacos buscando a sua reintegração. Ficou claro que a próxima temporada terá mais ação do que esta e que podemos aguardar algo brilhante e digno do nome Demolidor.
Estou ansioso para as próximas temporadas e espero que no futuro ele tenha mais tempo de tela no UCM.
A segunda temporada de O Justiceiro mantém a intensidade da primeira, mas perde parte da força narrativa ao dividir o foco entre duas tramas que nem sempre se complementam. Jon Bernthal continua excelente como Frank Castle, trazendo carisma e brutalidade na medida certa, mas a história se arrasta em alguns momentos e sofre com vilões menos marcantes. A violência segue estilizada e impactante, mas falta o peso emocional e a coesão que tornaram a primeira temporada tão envolvente. Ainda assim, entrega ação sólida e bons momentos para os fãs do personagem.
A primeira temporada de O Justiceiro é intensa, brutal e surpreendentemente emocional. Jon Bernthal entrega uma performance poderosa como Frank Castle, trazendo profundidade a um personagem marcado pela dor e pela violência. A série acerta ao explorar temas como trauma, vingança e corrupção de forma crua e realista, sem romantizar a violência. O ritmo pode ser um pouco lento em alguns episódios, mas a construção dos personagens e o peso emocional da história compensam. É uma das produções mais sólidas da Marvel na Netflix, equilibrando ação impactante com um drama humano convincente.
Os Defensores prometia ser o grande crossover das séries da Marvel na Netflix, reunindo Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro. Apesar de alguns bons momentos de interação entre os heróis e um ritmo mais enxuto com apenas 8 episódios, a série sofre com uma trama genérica e um vilão sem impacto. A química entre os protagonistas segura parte do interesse, especialmente as dinâmicas entre Jessica e Matt, mas o enredo falha em aproveitar o potencial dramático e individual de cada um. No fim, Os Defensores entrega entretenimento leve, mas abaixo das expectativas geradas pelas séries solo que o antecederam.
A segunda temporada de Punho de Ferro mostra uma leve melhora em relação à primeira, com cenas de ação mais bem coreografadas e um ritmo um pouco mais ágil. A série acerta ao dar mais espaço para personagens secundários, como Colleen Wing, que se destaca bastante. Ainda assim, Danny Rand continua sendo um protagonista pouco carismático, e a trama, embora mais focada, ainda carece de profundidade. É uma tentativa de redenção que mostra progresso, mas que chega tarde demais.
A primeira temporada de Punho de Ferro é a mais fraca entre as séries da Marvel na Netflix. Com ritmo lento, diálogos expositivos e coreografias de luta decepcionantes para um herói especialista em artes marciais, a série desperdiça o potencial do personagem. Finn Jones não convence como Danny Rand, e a narrativa se perde entre conflitos corporativos e misticismo mal explorado.
A terceira temporada de Jessica Jones encerra a série de forma morna. Embora tente resgatar o tom investigativo e psicológico que funcionou na primeira temporada, a trama é previsível e o novo vilão não tem o mesmo peso. Jessica continua sendo uma personagem forte e carismática, mas a história parece cansada e sem grandes surpresas. Um final que não compromete, mas também não empolga.
A segunda temporada de Jessica Jones tinha a difícil missão de seguir o sucesso da primeira, mas acabou deixando a desejar em vários aspectos. A trama perde muito do ritmo e da intensidade que marcaram a série inicialmente. Sem um vilão tão carismático e ameaçador quanto Kilgrave, a história fica dispersa, com vários subplots que nem sempre se conectam bem.
The Last of Us (2ª Temporada)
3.5 463 Assista AgoraFoi uma boa temporada, mas a primeira foi mais interessante. A série vem seguindo os caminhos do jogo, então não é algo que eu ache ruim, está sendo respeitado o fluxo original das coisas, como tem que ser feito.
Desobedientes
2.9 70 Assista AgoraParticularmente gostei da série a princípio, mas no decorrer dos episódios confesso que notei uma certa confusão na proposta e que a meu ver, no final acabou se perdendo em seu próprio mistério.
Não Fale com Estranhos
3.4 191 Assista AgoraÉ uma boa série de suspense/detetive, há muitos personagens envolvidos e suas tramas são entrelaçadas ao decorrer dos episódios. A presença de diversas reviravoltas a meu ver, é o ponto alto da série. Super Recomendo.
Blockbuster (1ª Temporada)
2.5 34 Assista AgoraInfelizmente é uma sitcom morna e apática. Nem todo o talento de Melissa Fumero foi suficiente para salvar esta série.
Alice in Borderland (3ª Temporada)
3.1 89 Assista AgoraComo episódios bônus podemos considerar que foi um sucesso. A segunda temporada já tinha fechado o arco da série, porém, como a Netflix viu o estrondoso sucesso, resolveu extrair mais conteúdo para ganhar $$. A meu ver, os jogos forem bem divertidos e interessantes, os personagens principais são ótimos e as novas adições vieram para agregar ao universo de Alice in Bordeland.
Casamento às Cegas: Brasil (5ª Temporada)
2.9 42Eu gostei da tentativa de inovação nesta temporada. Ter a oportunidade de ver pessoas +50 se relacionando com esta proposta muda um pouco a visão que tinha sobre a senhoridade. É nítido que ser mais velho não é sinônimo de maturidade e o reality demonstra claramente isto de ambos os lados.
A meu ver, os participantes desta edição foram interessantes, tivemos debates pertinentes, assim como uma dinamicidade e imprevisibilidade nos eventos ocorridos. Estou animado para a continuidade e curioso para saber o que está por vir.
OBS: Com exceção do último episódio de REACT os demais eu achei descartáveis e considero que foram “encheção de linguiça”.
Casamento às Cegas: Brasil (4ª Temporada)
3.0 62Uma temporada fraca comparada as suas antecessoras. Só houve um casal que seguiu um caminho natural das coisas que foi a Vanessa e o Leonardo. Os demais, só ladeira abaixo. O episódio de reencontro dá um asco só de pensar, que situação tenebrosa. Fico pensando em quem assistiu ao vivo como deve ter sido a comoção para ter que lidar com a situação que foi exposta diante de todos.
Como reality, entrega aquilo que se compromete como entretenimento, mas sinto que aos poucos a dinâmica do programa vem mudando e os participantes que se inscrevem não estão mais com o intuito de casar, mas sim, angariar seguidores para suas redes sociais.
A Lição: Parte 2
4.3 54 Assista AgoraExcelente segundo ato. O dorama foi ótimo. A derrocada de cada agressor(a) a meu ver, foi sublime. Gosto de doramas que equilibram situações de romance. Neste em específico é praticamente inexistente, mas quando há, é sútil e natural.
Particularmente gostei bastante da história e dos personagens envolvidos.
A Lição: Parte 1
4.2 89 Assista AgoraO primeiro ato é excelente. A história é envolvente e emocionante. Uma pena que infelizmente situações como estas são comuns de se ocorrerem em escolas de qualquer continente. Rogo para que um dia fiquemos apenas na ficção e que possamos proteger nossas crianças delas mesmas.
Pssica
3.8 73 Assista AgoraExcelente minissérie. Enxuta e coesa. Diversos temas são abordados e acabam se conectando no decorrer da trama. A trilha sonora é frenética, cenas de ação com bastante intensidade e com ótima coreografia.
Pretendente Surpresa
4.2 125 Assista AgoraÓtimo dorama, particularmente gostei bastante. Os dois casais protagonistas possuem bastante sinergia e as cenas foram bastante cômicas. É um dorama que foca mais no humor e tem suas frações de romance, mas em linhas gerais é um ótimo entretenimento.
Round 6 (3ª Temporada)
3.2 317 Assista AgoraEu gostei da última temporada. O final era previsível, mas eu achei legal. É uma pena que possivelmente terá uma continuação norte-americana, particularmente isso me incomoda bastante, pois a graça da série era ser coreana e viver nesta cultura.
Uma Dose Diária de Sol
4.5 26 Assista AgoraExcelente dorama. Para mim que sou psicólogo é um prato cheio. As atuações são excelentes, a fotografia é ótima e a dosagem de drama, romance e comédia são sob medida. É uma série necessária, aborda temas importantes de maneira muito didática, sensível e ilustrativa.
Vou sentir falta dos personagens, sempre me apego muito a eles.
Coração de Ferro
2.5 100 Assista AgoraA meu ver, é uma série mediana. Acredito que a Coração de Ferro tinha vilões mais interessantes para serem introduzidos na série do que dois seres místicos, mas tudo bem.
A quantidade de episódios é ok, este é um dos motivos inclusive da minha nota “alta”, pois não tornou a série arrastada e foi bem enxuta.
A personagem não me convenceu e os vilões totalmente aleatórios dado ao contexto em que ela é inserida, muito menos.
Amor da Minha Vida (1ª Temporada)
3.8 85Gostei bastante da primeira temporada. A escolha do elenco é deveras pretensiosa, muitas vezes envolvendo cônjuges e/ou parceiros(as) da vida real na série e contracenando com os protagonistas.
É uma história clichê que acalenta o coração. O ponto alto da série é a atuação de Bruna Marquezine que a meu ver, foi sublime.
Slam Dunk
4.2 25Excelente anime, personagens carismáticos e com personalidades bem construídas. O enredo do anime é simples, mas bem feito. É um excelente anime de esporte e que deveria ter uma remasterização e continuação a sua altura.
Demolidor: Renascido (1ª Temporada)
3.6 178 Assista AgoraGostei bastante deste novo recomeço e confesso achar muito interessante o lado mais humano de Matt Murdock. Vejo críticas relacionadas a lentidão da série e a passividade do protagonista, e por isso, precisamos compreendê-lo como ser humano, que possui sentimentos e que teve que conviver com a perda de um ente querido em meio a muito caos.
Precisamos entender o subtítulo da série “Renascimento” e compreender que Matt Murdock está recomeçando a sua trajetória e no decorrer dela, colhendo seus cacos buscando a sua reintegração. Ficou claro que a próxima temporada terá mais ação do que esta e que podemos aguardar algo brilhante e digno do nome Demolidor.
Estou ansioso para as próximas temporadas e espero que no futuro ele tenha mais tempo de tela no UCM.
O Justiceiro (2ª Temporada)
3.8 264 Assista AgoraA segunda temporada de O Justiceiro mantém a intensidade da primeira, mas perde parte da força narrativa ao dividir o foco entre duas tramas que nem sempre se complementam. Jon Bernthal continua excelente como Frank Castle, trazendo carisma e brutalidade na medida certa, mas a história se arrasta em alguns momentos e sofre com vilões menos marcantes. A violência segue estilizada e impactante, mas falta o peso emocional e a coesão que tornaram a primeira temporada tão envolvente. Ainda assim, entrega ação sólida e bons momentos para os fãs do personagem.
O Justiceiro (1ª Temporada)
4.2 577A primeira temporada de O Justiceiro é intensa, brutal e surpreendentemente emocional. Jon Bernthal entrega uma performance poderosa como Frank Castle, trazendo profundidade a um personagem marcado pela dor e pela violência. A série acerta ao explorar temas como trauma, vingança e corrupção de forma crua e realista, sem romantizar a violência. O ritmo pode ser um pouco lento em alguns episódios, mas a construção dos personagens e o peso emocional da história compensam. É uma das produções mais sólidas da Marvel na Netflix, equilibrando ação impactante com um drama humano convincente.
Os Defensores
3.5 503Os Defensores prometia ser o grande crossover das séries da Marvel na Netflix, reunindo Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro. Apesar de alguns bons momentos de interação entre os heróis e um ritmo mais enxuto com apenas 8 episódios, a série sofre com uma trama genérica e um vilão sem impacto. A química entre os protagonistas segura parte do interesse, especialmente as dinâmicas entre Jessica e Matt, mas o enredo falha em aproveitar o potencial dramático e individual de cada um. No fim, Os Defensores entrega entretenimento leve, mas abaixo das expectativas geradas pelas séries solo que o antecederam.
Punho de Ferro (2ª Temporada)
3.2 124 Assista AgoraA segunda temporada de Punho de Ferro mostra uma leve melhora em relação à primeira, com cenas de ação mais bem coreografadas e um ritmo um pouco mais ágil. A série acerta ao dar mais espaço para personagens secundários, como Colleen Wing, que se destaca bastante. Ainda assim, Danny Rand continua sendo um protagonista pouco carismático, e a trama, embora mais focada, ainda carece de profundidade. É uma tentativa de redenção que mostra progresso, mas que chega tarde demais.
Punho de Ferro (1ª Temporada)
3.0 499 Assista AgoraA primeira temporada de Punho de Ferro é a mais fraca entre as séries da Marvel na Netflix. Com ritmo lento, diálogos expositivos e coreografias de luta decepcionantes para um herói especialista em artes marciais, a série desperdiça o potencial do personagem. Finn Jones não convence como Danny Rand, e a narrativa se perde entre conflitos corporativos e misticismo mal explorado.
Jessica Jones (3ª Temporada)
3.7 118 Assista AgoraA terceira temporada de Jessica Jones encerra a série de forma morna. Embora tente resgatar o tom investigativo e psicológico que funcionou na primeira temporada, a trama é previsível e o novo vilão não tem o mesmo peso. Jessica continua sendo uma personagem forte e carismática, mas a história parece cansada e sem grandes surpresas. Um final que não compromete, mas também não empolga.
Jessica Jones (2ª Temporada)
3.6 289 Assista AgoraA segunda temporada de Jessica Jones tinha a difícil missão de seguir o sucesso da primeira, mas acabou deixando a desejar em vários aspectos. A trama perde muito do ritmo e da intensidade que marcaram a série inicialmente. Sem um vilão tão carismático e ameaçador quanto Kilgrave, a história fica dispersa, com vários subplots que nem sempre se conectam bem.