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Últimas opiniões enviadas

  • O Melhor do Cinema

    Baseado no romance de 1978 de Penelope Fitzgerald, A LIVRARIA (The Bookshop, 2017) tinha potencial para ser bem mais do que realmente foi, e exceto pelo belo trabalho de Emily Mortimer, o filme de Isabel Coixet não acrescenta muito à clássica filmografia britânica de dramas pitorescos. Florence é uma viúva que abre uma livraria em uma casa de pedra em ruínas em uma pequena cidade inglesa no final dos anos 50. Movida apenas pela paixão aos livros, ela não se dá conta que sua despretensiosa empreitada provocará a fúria de uma poderosa mulher e mudará radicalmente a rotina da pacata população. Sem um enredo convincente e personagens de apoio escassos de carisma, A Livraria, mesmo com um final imprevisível, erra ao tentar ser sério demais, destoando de todas as nuances que o cercam. Talvez se apostasse na sutileza da pouca graça que produz, teria dado mais certo.
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  • O Melhor do Cinema

    Conexão. É isso que falta em WHITE BOY RICK (2018). A biografia de Richard Wershe Jr., um infrator juvenil de Michigan que, nos anos 80, antes de completar 16 anos já tinha sido traficante de armas e drogas e informante do FBI, parece atraente, mas acabamos por não saber de que lado ficamos. A agência de inteligência americana passa a ser o vilão da história de Yann Demange, com boas representações de Matthew McConaughey, Richie Merritt e Bel Powley, enquanto nós nem odiamos e muito menos simpatizamos com o menino branco tentando ser chefão do crime. Falho no desenvolvimento e motivação do personagem, White Boy Rick apenas serve de lição de que o mal não compensa (não importa a cor de sua pele) e nada mais.
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  • O Melhor do Cinema

    Antes de estrear nos EUA, DRAGON BALL SUPER: BROLY (2018) chega aos cinemas brasileiros e eu fui conferir junto com a @ingressocom. O mangá, publicado originalmente em 1984, e que vem, desde então, pelas mãos de Akira Toriyama, conquistando gerações, segue as aventuras de Goku explorando o mundo em busca das Dragon Balls. Dezenove filmes já foram baseados na série japonesa e Dragon Ball Super dá (e, ao mesmo tempo, não dá) sequência a Dragon Ball Z. Em Broly, o enredo acompanha Goku e Vegeta tentando recuperar as seis Dragon Balls roubadas do laboratório de Bulma pelo ressuscitado Frieza, e além enfrentarem novamente o velho rival, agora também encontram a fúria incontrolável de Broly. É o primeiro que conta a história do Saiyajin quase que desconhecido e com uma estrutura clássica aborda questões complexas sobre a identidade dos protagonistas. Quem é fã, pelo tom nostálgico, que se ampara em cenas épicas e exageradas de batalha, flashbacks e no drama familiar, com certeza vai gostar. E mesmo para aqueles que não sabem muito sobre a franquia (🙋🏻‍♀️), Broly deixará bem localizado e satisfeito. Sem contar que, a quem dava a animação como saturada, traz um sopro de renovação e possibilidades ao universo do personagem de roupa laranja.
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