"Tristeza, desanimo, desgosto e baixa autoestima são sentimentos inerentes a nós, seres humanos. Por vezes nos encontramos assim e então, quase sempre, escutamos aquela velha ladainha de que existem pessoas com problemas muito maiores que os nossos e que, qualquer que seja a situação pela qual estamos passando, não é motivo suficiente pra nos sentirmos assim: depressivos. Creio que você, caro leitor, sabe bem como é isso. Vivemos constantemente sob pressão e, às vezes, lidar com isso não é nada fácil. E é exatamente sobre esse assunto que Ned Vizzini vai tratar em seu livro It’s kind of a funny story, que deu origem ao filme de mesmo nome e com tradução brasileira de “Se enlouquecer, não se apaixone”." Saiba mais sobre o livro que deu origem ao filme: http://opsquebrou.blogspot.com.br/2013/10/se-enlouquecer-nao-se-apaixone.html
A Pixar, como sempre, produtora de sucessos. Mas você sabe como surgiu a Pixar e todo os seus grandes filmes, como o UP - Altas aventuras? Uma história interessante que passa por George Lucas, Steve Jobs e Disney, se você ainda não conhece, não pode deixar de conferir: http://opsquebrou.blogspot.com.br/2013/05/pixar-como-tudo...
A Pixar, como sempre, produtora de sucessos. Mas você sabe como surgiu a Pixar e todo os seus grandes filmes, como o Monstros S.A.? Uma história interessante que passa por George Lucas, Steve Jobs e Disney, se você ainda não conhece, não pode deixar de conferir:
Toy story foi o primeiro filme da Pixar a ser lançado e, para quem não sabe, foi fruto de um contrato de três filmes entre a Walt Disney e a Pixar, que, na época, estava sob o comando de Steve Jobs - sim, o co-fundador da Apple. Para todos os amantes da Pixar que ainda não conhecem (ou já conhecem) toda a sua história desde a fundação até os dias atuais, leiam "Pixar: como tudo começou", de Tie Okajima:
"Não, a Bossa Nova não morreu. Os tempos são outros e as pessoas também, mas a Bossa Nova está viva, de uma forma, bom... nova. Um dos exemplos dessa nova geração é a carioca Ana Cristina, que tem um timbre tão tranquilo que nos remete ao calçadão de Ipanema, como Tom Jobim (inclusive ele é uma de suas influências)."
Quer uma dica de música? Leia o texto "Nova Bossa Nova", da Alice Martins Morais:
"Não, a Bossa Nova não morreu. Os tempos são outros e as pessoas também, mas a Bossa Nova está viva, de uma forma, bom... nova. Um dos exemplos dessa nova geração é a carioca Ana Cristina, que tem um timbre tão tranquilo que nos remete ao calçadão de Ipanema, como Tom Jobim (inclusive ele é uma de suas influências)."
Quer uma dica de música? Leia o texto "Nova Bossa Nova", da Alice Martins Morais:
"Assim, ao passo que o professor reconhece a realidade das escolas brasileiras – extensões dessa sociedade homogeneizadora e intolerante – e começa a praticar a alteridade e desenvolver discussões sobre a pluralidade cultural, é possível, sim, construir significativas transformações sociais a partir da escola. Entretanto, é preciso deixar claro que a escola sozinha não realizará grandes feitos. Em busca da valorização da diversidade, Estado, escolas, famílias, movimentos sociais, pedagogos e professores, atuando com ética e competência, devem trabalhar em conjunto, de forma sistemática, para que a utopia de 'salvar o mundo' de Gruwell [personagem de 'Escritores da Liberdade'] não possibilite apenas conquistas pontuais, mas principalmente conquistas estruturais."
Leia sobre educação e alteridade no texto "Educação para o respeito às diferenças", texto simples que discute filmes, ficção e literatura pedagógica.
"Sabemos que a visão de mundo de cada indivíduo é profundamente influenciada pelo meio social, familiar, geográfico, político, religioso, o universo e tudo o mais em que ele nasceu e viveu. Isso, inicialmente, é apenas uma constatação, mas passa a ser um problema quando não há um mínimo alargamento desses horizontes culturais. O homem é um ser social, por isso entender o outro é também entender a si mesmo. Miguilim (protagonista da obra 'Campo Geral', de Guimarães Rosa), por exemplo, só passa a se entender quando põe os óculos e enxerga o diferente, quando começa a entender o mundo ao seu redor. De forma análoga, vê-se em Freedom Writers que a compreensão que cada personagem apreende acerca de seus próprios atos se torna possível apenas depois do exercício de enxergar o outro."
Leia sobre o filme "Escritores da Liberdade" imerso em debates mais abrangentes sobre a "Educação para o respeito às diferenças":
"Charles Kane compreendia, desde o início, o poder da mídia e enxergava os meios para conquistá-lo e os caminhos que deveria percorrer para alcançar a glória particular e profissional. Sua estratégia básica era transmitir a informação como sendo a verdade absoluta, fazendo com que a população – sobrecarregada de altas jornadas de trabalho, com salário aquém do razoável e que, por isso, não dispunha de tempo para muitos questionamentos ou reflexões – acreditasse na imparcialidade da imprensa ('se está escrito é verdade', como na Bíblia) e na sacralidade do próprio Kane, o dono da verdade, um “autêntico cidadão” que prestava largos serviços à sociedade: 'The people think what I want they think!'."
A regulamentação da mídia no Brasil é questão democrática urgente... Leia um pouco mais sobre a relação entre "Cidadão Kane" e o monopólio transversal da mídia em "Meia verdade, mentira completa":
"Os homens-robôs seriam, nesse cenário, a verdadeira representação da sociedade humana moderna, como se realmente houvesse uma sociedade robótica e extremamente automatizada, formada não pelas comunidades androides, que seriam produtos do trabalho humano, mas por nós mesmos, engolidos por nossas próprias criações. Mais do que meramente influenciados, condicionados ou determinados por elas, que são a manifestação material de nossa cultura, somos engolidos, dilacerados. Isto é, ao colocar a inovação tecnológica e o “desenvolvimento” à frente de qualquer outra coisa, como a sociabilidade, o conhecimento “humanístico” e o respeito às diferenças, acabamos por formar (pôr numa forma, modelar nossas estruturas) uma sociedade repleta de robôs humanos, letárgicos, apáticos, indolentes, fatalistas, irreflexivos, indiferentes, insensíveis, homogeneizantes e homogeneizados. Acabamos por rebobinar e reproduzir o vivido, num processo automático, vazio de significado. Acabamos, pois, por lesar o gozo da vida. Com o tempo, vemos artificialidade gerando artificialidade."
"Ao ler, estudar, ouvir e/ou refletir sobre algo relacionado aos regimes fascistas que um dia assolaram o mundo, sem dúvida você irá questionar como cidadãos comuns puderam se submeter a um líder ao ponto de aceitar o massacre de outros povos supostamente inferiores, subjugá-los pelo “crime” de serem diferentes e ainda assim, após o término de tal regime – provavelmente pela derrubada de seu líder – afirmar que nada sabiam sobre as atrocidades cometidas, apesar de terem feito parte e apoiado o governo totalitário sob o qual viviam."
Saiba um pouco mais sobre os fatos que deram origem ao filme e a sua relação com a Alemanha Nazista com o texto "A Terceira Onda":
Se Enlouquecer, Não se Apaixone
3.8 1,7K Assista Agora"Tristeza, desanimo, desgosto e baixa autoestima são sentimentos inerentes a nós, seres humanos. Por vezes nos encontramos assim e então, quase sempre, escutamos aquela velha ladainha de que existem pessoas com problemas muito maiores que os nossos e que, qualquer que seja a situação pela qual estamos passando, não é motivo suficiente pra nos sentirmos assim: depressivos. Creio que você, caro leitor, sabe bem como é isso. Vivemos constantemente sob pressão e, às vezes, lidar com isso não é nada fácil. E é exatamente sobre esse assunto que Ned Vizzini vai tratar em seu livro It’s kind of a funny story, que deu origem ao filme de mesmo nome e com tradução brasileira de “Se enlouquecer, não se apaixone”."
Saiba mais sobre o livro que deu origem ao filme: http://opsquebrou.blogspot.com.br/2013/10/se-enlouquecer-nao-se-apaixone.html
Up: Altas Aventuras
4.3 3,8K Assista AgoraA Pixar, como sempre, produtora de sucessos. Mas você sabe como surgiu a Pixar e todo os seus grandes filmes, como o UP - Altas aventuras? Uma história interessante que passa por George Lucas, Steve Jobs e Disney, se você ainda não conhece, não pode deixar de conferir: http://opsquebrou.blogspot.com.br/2013/05/pixar-como-tudo...
Monstros S.A.
4.2 1,6K Assista AgoraA Pixar, como sempre, produtora de sucessos. Mas você sabe como surgiu a Pixar e todo os seus grandes filmes, como o Monstros S.A.? Uma história interessante que passa por George Lucas, Steve Jobs e Disney, se você ainda não conhece, não pode deixar de conferir:
Toy Story
4.2 1,4K Assista AgoraToy story foi o primeiro filme da Pixar a ser lançado e, para quem não sabe, foi fruto de um contrato de três filmes entre a Walt Disney e a Pixar, que, na época, estava sob o comando de Steve Jobs - sim, o co-fundador da Apple. Para todos os amantes da Pixar que ainda não conhecem (ou já conhecem) toda a sua história desde a fundação até os dias atuais, leiam "Pixar: como tudo começou", de Tie Okajima:
Coisa Mais Linda - Histórias e Casos da Bossa Nova
3.9 25"Não, a Bossa Nova não morreu. Os tempos são outros e as pessoas também, mas a Bossa Nova está viva, de uma forma, bom... nova. Um dos exemplos dessa nova geração é a carioca Ana Cristina, que tem um timbre tão tranquilo que nos remete ao calçadão de Ipanema, como Tom Jobim (inclusive ele é uma de suas influências)."
Quer uma dica de música? Leia o texto "Nova Bossa Nova", da Alice Martins Morais:
Coisa Mais Linda - Histórias e Casos da Bossa Nova
3.9 25"Não, a Bossa Nova não morreu. Os tempos são outros e as pessoas também, mas a Bossa Nova está viva, de uma forma, bom... nova. Um dos exemplos dessa nova geração é a carioca Ana Cristina, que tem um timbre tão tranquilo que nos remete ao calçadão de Ipanema, como Tom Jobim (inclusive ele é uma de suas influências)."
Quer uma dica de música? Leia o texto "Nova Bossa Nova", da Alice Martins Morais:
Entre os Muros da Escola
3.9 361 Assista Agora"Assim, ao passo que o professor reconhece a realidade das escolas brasileiras – extensões dessa sociedade homogeneizadora e intolerante – e começa a praticar a alteridade e desenvolver discussões sobre a pluralidade cultural, é possível, sim, construir significativas transformações sociais a partir da escola. Entretanto, é preciso deixar claro que a escola sozinha não realizará grandes feitos. Em busca da valorização da diversidade, Estado, escolas, famílias, movimentos sociais, pedagogos e professores, atuando com ética e competência, devem trabalhar em conjunto, de forma sistemática, para que a utopia de 'salvar o mundo' de Gruwell [personagem de 'Escritores da Liberdade'] não possibilite apenas conquistas pontuais, mas principalmente conquistas estruturais."
Leia sobre educação e alteridade no texto "Educação para o respeito às diferenças", texto simples que discute filmes, ficção e literatura pedagógica.
Escritores da Liberdade
4.2 1,1K Assista Agora"Sabemos que a visão de mundo de cada indivíduo é profundamente influenciada pelo meio social, familiar, geográfico, político, religioso, o universo e tudo o mais em que ele nasceu e viveu. Isso, inicialmente, é apenas uma constatação, mas passa a ser um problema quando não há um mínimo alargamento desses horizontes culturais. O homem é um ser social, por isso entender o outro é também entender a si mesmo. Miguilim (protagonista da obra 'Campo Geral', de Guimarães Rosa), por exemplo, só passa a se entender quando põe os óculos e enxerga o diferente, quando começa a entender o mundo ao seu redor. De forma análoga, vê-se em Freedom Writers que a compreensão que cada personagem apreende acerca de seus próprios atos se torna possível apenas depois do exercício de enxergar o outro."
Leia sobre o filme "Escritores da Liberdade" imerso em debates mais abrangentes sobre a "Educação para o respeito às diferenças":
Cidadão Kane
4.3 1,0K Assista Agora"Charles Kane compreendia, desde o início, o poder da mídia e enxergava os meios para conquistá-lo e os caminhos que deveria percorrer para alcançar a glória particular e profissional. Sua estratégia básica era transmitir a informação como sendo a verdade absoluta, fazendo com que a população – sobrecarregada de altas jornadas de trabalho, com salário aquém do razoável e que, por isso, não dispunha de tempo para muitos questionamentos ou reflexões – acreditasse na imparcialidade da imprensa ('se está escrito é verdade', como na Bíblia) e na sacralidade do próprio Kane, o dono da verdade, um “autêntico cidadão” que prestava largos serviços à sociedade: 'The people think what I want they think!'."
A regulamentação da mídia no Brasil é questão democrática urgente... Leia um pouco mais sobre a relação entre "Cidadão Kane" e o monopólio transversal da mídia em "Meia verdade, mentira completa":
Electroma
4.0 50"Os homens-robôs seriam, nesse cenário, a verdadeira representação da sociedade humana moderna, como se realmente houvesse uma sociedade robótica e extremamente automatizada, formada não pelas comunidades androides, que seriam produtos do trabalho humano, mas por nós mesmos, engolidos por nossas próprias criações. Mais do que meramente influenciados, condicionados ou determinados por elas, que são a manifestação material de nossa cultura, somos engolidos, dilacerados. Isto é, ao colocar a inovação tecnológica e o “desenvolvimento” à frente de qualquer outra coisa, como a sociabilidade, o conhecimento “humanístico” e o respeito às diferenças, acabamos por formar (pôr numa forma, modelar nossas estruturas) uma sociedade repleta de robôs humanos, letárgicos, apáticos, indolentes, fatalistas, irreflexivos, indiferentes, insensíveis, homogeneizantes e homogeneizados. Acabamos por rebobinar e reproduzir o vivido, num processo automático, vazio de significado. Acabamos, pois, por lesar o gozo da vida. Com o tempo, vemos artificialidade gerando artificialidade."
Leia "Engolidos e dilacerados" na íntegra em
A Onda
4.2 1,9K"Ao ler, estudar, ouvir e/ou refletir sobre algo relacionado aos regimes fascistas que um dia assolaram o mundo, sem dúvida você irá questionar como cidadãos comuns puderam se submeter a um líder ao ponto de aceitar o massacre de outros povos supostamente inferiores, subjugá-los pelo “crime” de serem diferentes e ainda assim, após o término de tal regime – provavelmente pela derrubada de seu líder – afirmar que nada sabiam sobre as atrocidades cometidas, apesar de terem feito parte e apoiado o governo totalitário sob o qual viviam."
Saiba um pouco mais sobre os fatos que deram origem ao filme e a sua relação com a Alemanha Nazista com o texto "A Terceira Onda":
Let Them Talk: A Celebration of New Orleans Blues
4.3 5"O blues de Hugh Laurie". um texto sobre "Let Them Talk":
Laranja Mecânica
4.3 3,9K Assista AgoraQuer uma caneca de Laranja Mecânica?
O Blog Fragmentos vai sortear 3 canecas personalizadas de figuras hollywoodianas, uma delas deste clássico de Stanley Kubrick. Veja a imagem:
Para concorrer, é fácil: curta nossa FanPage e compartilhe a foto! Boa sorte!
Ah, aproveite para ler mais sobre o diretor do filme no texto "Obcecado pela perfeição":
Django Livre
4.4 5,8KO Blog Fragmentos vai sortear um kit com 3 canecas personalizadas de figuras hollywoodianas, uma delas de Django Livre. Veja só:
Para concorrer, é super fácil: curta nossa FanPage e compartilhe a foto! Boa sorte!
(500) Dias com Ela
4.0 5,7K Assista AgoraSe você gostou do ator que interpretou Tom em (500) Dias com Ela, não pode deixar de ler "O incrível Gordon-Levitt":
Looper: Assassinos do Futuro
3.6 2,1K Assista AgoraLeia o texto "O incrível Gordon-Levitt", que fala do ator do personagem Joe, protagonista de Looper: