Na moral, fui até o ep 12 e não aguentei mais, o protagonista não tem carisma algum, o autor deixou a personalidade dele meio esquizofrênica, uma hora é de um jeito, depois é de outro, o romance é bem clichê, frases prontas, irreais, as justificativas das escolhas do kirito e dos "vilões" não fazem o menor sentido, vc acaba não comprando a ideia do porquê das coisas. Os dois únicos personagens cativantes, até onde assisti, foram a Asuna e a amiga dela (a ferreira), mas como a maior parte do tempo da Asuna é acompanhada do Kirito com sua polipersonalidade e romances mel com açúcar de frases prontas, nem ela conseguiu salvar o anime pra mim. Porém, como inovou com essa ideia de RPG, não dei uma nota pior :p
Divertidíssimo, as situações e o desenvolvimento do anime, até agora, me fizeram achar os personagens desse anime muito mais carismáticos que os de Sword Art, fora que há classes, quests como em um RPG comum, e a comédia rola solta haha
O anime tem uma ideia bem original, nunca vi alguém tratar desse tema, e o melhor de tudo é que criticam a falsa moralidade com muito humor, aí a coisa não fica chata, pesada. Já ri tanto com esse anime que quase morri sem oxigênio em algumas cenas, é muito divertido, hilário, os diálogos são muito bons e a trilha sonora é muito mas muito boa.
Geralmente falo muito, faço comentários gigantescos, mas sobre esse filme não sei o que dizer, só sei sentir. Foi um momento intenso de felicidade, aquele momento que você não quer que passe nunca, sabe? Tudo funcionou bem, as novidades foram arrebatadoras, fiquei amarradão na Rey, que atriz maravilhosa, que personagem encantador, já o Finn me fez rir pra caramba, funcionou majestosamente como um alívio cômico, se tivesse assistido só as primeiras cenas, já teria valido o ingresso, pois o BB8 ingressou no grupo dos droids com maestria, eita robozinho carismático. Fora isso, puts, a nostalgia quase fez meu coração saltar pela boca ao rever os meus personagens favoritos de todos os tempos: A Leia, o Chewie, o Solo e etc (não darei spoilers). O fã service funcionou muito bem, não teve nada forçado, e quando os personagens ressurgem, você chora de emoção, foram cenas perfeitas. Só achei que dava pra melhorar o Kylo Ren, mas chega a ser injusto pensar isso, pois a comparação dele é com o Darth Vader, no geral ele foi um ótimo vilão, tomara que cresça mais e justifique mais o seu mal, sua ida ao dark side. Em suma, JJ Abrams, a força é poderosíssima com você, me fez ter mais orgulho ainda de ser fã da franquia, vou terminar o ano com a consciência tranquila, tava morrendo de medo do filme ser mais ou menos, ou ruim, mas o filme foi excepcional, está ali quase pareado com o Episódio 5 de tão bom, que felicidade, tanto que não me contive e acabei fazendo um comentário gigantesco *-* haha
Marvel e Netflix, ô parceria <3 Assim como em o Demolidor, a Jones tem apelo aos elementos do herói, da justiça e os limites disso, mas tem um drama e um tom sombrio que não teve no primeiro, aqui percebe-se que o heroísmo é um fardo enorme. É tristeza, culpa, privações, isolamento, questionamentos e uma vigilância quase paranoica para não ceder ao mal ou ser negligente. Quem curtiu o Demolidor, vai na fé, até crossover entre as séries tem. Não tem o elemento da religião (cristianismo, no caso) pra deixar a Jones tão complexa como o Murdock. Mas pra compensar, inseriram um anti-heroísmo, bem dosado, claro, pra ela não ultrapassar tanto os limites do herói e se tornar mau, que deu mais realismo à personagem. Os personagens foram muito bem construídos, o vilão é fantástico, só de pensar nele eu fico puto, o cara é charmoso, inteligente e asqueroso ao mesmo tempo, até o sotaque dele mistura imponencia e repulsa. As atuações, em geral, foram muito boas, a Krysten Ritter já tinha mó jeitão de badass, o que faltava era uma personagem à altura, em Breaking Bad deu pra perceber isso nela. Gostei muito também da fotografia, até nas passagens de cena a produção foi incrível, usaram e abusaram de Tilt-Shifts em uns cenários maravilhosos. Enfim, há tempos a frase "e agora, acabou, o que eu faço da vida?" não aparecia na minha cabeça :p
O que posso dizer? Um grande guilty pleasure haha Sei que analisando a parte técnica...Mas a estória é bem envolvente e original e provoca uma boa reflexão sobre como amar de vdd nos liberta até da proteção de nos frustrarmos. E assim como a sense8 vem refletir a transformação que nossa geração tem desenvolvido com a metáfora da empatia, essa de ser e sentir outra pessoa com exatidão.
Muito triste ter que dar uma nota tão baixa, mas a conclusão da série realmente deixou a desejar. Era um universo tao rico e original em relação à mitologia dos lobisomens e vampiros, dava pra ter sido algo brilhante.
A comédia romântica e o famigerado chick flick tem praticamente a obrigação de serem clichês. Então o mais importante, o diferencial, é como o clichê é contado, em torno do que a história vai girar e tentar nos sentirmos próximos dos personagens, e é aí que tiro o chapéu pro Christian Ditter, o cara soube como contar esse clichê. É engraçado, divertido, mas também é dramático e triste, nos mostra como a gente se "amaldiçoa" através de ações irresponsáveis ou a simples inércia ou até mesmo a negligência para com o amor e, quando se dá conta, a vida já passou sem o ter achado e sem perseguir nossos sonhos.
A história eu já sabia de cor, tinha certeza que me emocionaria o assistindo, o que me deixou maravilhado foram os contextos criados e a trilha sonora, foi como ler o livro com uma boa música e em uma telona *-*
Véi, que série literalmente monstruosa, parece um filme classicão de horror, só que de umas 10 horas. Toda aquela metáfora sobre o que é o monstro, a marginalização da coisa, se tá visível fisicamente ou não, se a beleza entra na definição disso, essas coisas essenciais que as séries mais novas não tem mais, bem, tem nela. É ''drama'', é thriller, é horror, tudo com uma fotografia, atuações e uma trilha sonora tão ducaramba que faz vc olhar pra suas playlists com desprezo haha. E o melhor de tudo, que infelizmente foi o que fez muita gente acha-la ruim: Ela explica pouquíssimo sobre a sua mitologia, só diz o que o ser é e...e...Pronto! O autor não presume que vc é um tapado, não ficam mastigando demais até criar um lance tão complexo que fique desconexo. Aqui não, tem a mitologia, mas tem o thriller, tem a personalidade, tem os defeitos, os conflitos, é genial, o autor foca muito mais no caráter do ser e nos laços, que no sobrenatural que lhe ''define'' como monstro. A gente sente o autor jogando a responsabilidade de julgar o que é um monstro pra nós, a achei fenomenal.
Sensaciona, a genialidade vai do Bob Dylan na trilha sonora à um roteiro tão bem feito que o Luther king, um dos maiores símbolos da causa, aparece de relance no filme e nem chama tanta atenção, os personagens da trama são mais que suficientes.
Ah o problema da genialidade, boa sacada, o filme nos mostra de onde ela vem e a sina de quem sofre disso. A única ressalva é o contraste/contradição da coisa, pois o Philip é autodepreciativo e mesmo assim, arrogante. Talvez, se o filme se aventurasse também pela religião, seria mais complexo ainda, pois religiões como o cristianismo conseguem te contar honestamente o quão pequeno você é. Diante de um Deus, os padrões de um gênio se redefinem. Porém soa mais romântica a ideia que um gênio é irremediavelmente um ser a parte, que terá uma vida totalmente diferente, e na maioria, profundamente triste e melancólica. Claro que o Philip soa como um babaca, mas a sacada do filme é essa, mostrar como um gênio honestamente vê o mundo, o diálogo dele com a aluna da universidade a respeito da carta de recomendação ilustra perfeitamente isso pra quem não entendeu que o filme apenas nos conta como o mundo é na perspectiva de um gênio. Até na nossa mediocridade (inteligência mediana) julgamos por camadas, por exemplo: Um apreciador de música clássica não consegue admirar um cantor de funk. No nosso ponto de vista, o Philip é um babaca, mas no ponto de vista dele, o mundo é inteiramente desinteressante, e ele não tem porque mentir sobre a burrice e falta de coerência da nossa sociedade. E por falar abertamente sobre isso, ele acaba sendo odiado.
Que obra linda, que trilha sonora incrível. Uma baita reflexão sobre nosso sistema sócio-político, magnífica a ideia de refletir sobre como nosso mundo trata suas cicatrizes as negligenciando e gerando mais cicatrizes em outros. No anime, o 9 e 12 trazem a verdade e, o Shibazaki com ela, se empenha em tratar as feridas internas, a corrupção, os acordos, a exploração e etc, para que ninguém se perca, pare que a história de ninguém seja esquecida e precise ser sofrida por outras pessoas no futuro. Lisa parece representar a gente, pessoas desajeitadas, medíocres, sem muito impacto no mundo e por isso desesperançosos, porém mesmo nessas condições, a mesma nos mostra que podemos nos deixar impactar e reencontrar nosso caminho na vida de outras pessoas.
Bem chick flick, mas um filme super legal de assistir, dá aquela impressão que a geração anterior era muito mais legal, tinha muito mais contato, esse tempo analógico me dá uma imensa nostalgia do que não vivi haha A única ressalva é em relação a cultura da época que nos é apresentada, é meio desconcertante ver o imaginável cara ideal para as meninas e invejável para nós, falando aberta e normalmente sobre fazer sexo não consentido com sua namorada embriagada.
Muito boa essa temporada, além dos elementos da anterior, resolveram dar uma arriscada no humor e deu muito certo, talvez tenha gostado mais dessa temporada do que da primeira, se é que isso é possível xD
Que baita filme. Essa pegada ''meio indie'' dele foi show, deixou o enredo mais próximo da realidade, fez eu me sentir muito próximo das estórias, afinal as quatro, embora sigam um roteiro muito bom, são bastante comuns, ao menos no cerne delas. Algumas pessoas podem achá-lo entediante, justamente por causa da pegada "meio indie", do flerte das estórias com a realidade, o que é estranho pois nossa realidade é absurda e chocante, só isso já me parece um bom motivo para não assisti-lo com frieza e desinteresse, trata-se de nós mesmos destruindo nossa saúde social.
Vei do céu, que anime bom. Até que enfim uma obra futurista que, dentro do contexto, traz seus problemas e inovações de uma maneira convincente. Que baita enredo, além de seguro, não fica recorrendo a ignorância de quem o assiste, não perde tempo excessivo explicando detalhadamente tudo.
Não é nenhum filme genial, com uma história profunda e alguma lição, o objetivo dele parece ser apenas divertir o público, e ao que se propôs, cumpriu bem. Além de bastante divertido, o filme recorre a várias referencias culturais e ícones da música. Recomendo, para uma melhor experiência (entender as piadas), que antes de assisti-lo, leia um pouco e tente apreciar as lendas musicais da era de ouro do Woodstock e o movimento hippie, assim como também bandas importantes para o rock britânico.
A Pixar conseguiu ensinar psicanálise para crianças, mermão. E de uma forma tão simples e divertida que estou até agora pensando como conseguiram criar esse roteiro genial para contemplar esse tema. Inovador por trazer a tona um assunto seríssimo, super estigmatizado, porém sem ser melancólico e sombrio. Apesar de ter de uma linguagem adequada para as crianças se divertirem ao assistir, ele parece ensinar mais aos pais do que à elas. Quem já tá crescidinho, termina o filme feliz da vida por ter sido triste em alguns momentos haha
O filme tem um ritmo lento, bem calmo, mas tem uma mensagem muito linda. Faz você pensar o quanto você perde na vida por não prestar atenção na conexão das coisas.
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Sword Art Online (1ª Temporada)
4.0 167Na moral, fui até o ep 12 e não aguentei mais, o protagonista não tem carisma algum, o autor deixou a personalidade dele meio esquizofrênica, uma hora é de um jeito, depois é de outro, o romance é bem clichê, frases prontas, irreais, as justificativas das escolhas do kirito e dos "vilões" não fazem o menor sentido, vc acaba não comprando a ideia do porquê das coisas. Os dois únicos personagens cativantes, até onde assisti, foram a Asuna e a amiga dela (a ferreira), mas como a maior parte do tempo da Asuna é acompanhada do Kirito com sua polipersonalidade e romances mel com açúcar de frases prontas, nem ela conseguiu salvar o anime pra mim. Porém, como inovou com essa ideia de RPG, não dei uma nota pior :p
Kono Subarashii Sekai ni Shukufuku wo! (1ª Temporada)
3.9 38Divertidíssimo, as situações e o desenvolvimento do anime, até agora, me fizeram achar os personagens desse anime muito mais carismáticos que os de Sword Art, fora que há classes, quests como em um RPG comum, e a comédia rola solta haha
Elfen Lied
4.2 317 Assista AgoraUm dos melhores que já vi *-*
Uma mensagem sobre discriminação e preconceito na pegada dos x-men.
Shimoneta to Iu Gainen ga Sonzai Shinai Taikutsu na Sekai
3.6 15O anime tem uma ideia bem original, nunca vi alguém tratar desse tema, e o melhor de tudo é que criticam a falsa moralidade com muito humor, aí a coisa não fica chata, pesada. Já ri tanto com esse anime que quase morri sem oxigênio em algumas cenas, é muito divertido, hilário, os diálogos são muito bons e a trilha sonora é muito mas muito boa.
Star Wars, Episódio VII: O Despertar da Força
4.3 3,1K Assista AgoraGeralmente falo muito, faço comentários gigantescos, mas sobre esse filme não sei o que dizer, só sei sentir. Foi um momento intenso de felicidade, aquele momento que você não quer que passe nunca, sabe? Tudo funcionou bem, as novidades foram arrebatadoras, fiquei amarradão na Rey, que atriz maravilhosa, que personagem encantador, já o Finn me fez rir pra caramba, funcionou majestosamente como um alívio cômico, se tivesse assistido só as primeiras cenas, já teria valido o ingresso, pois o BB8 ingressou no grupo dos droids com maestria, eita robozinho carismático. Fora isso, puts, a nostalgia quase fez meu coração saltar pela boca ao rever os meus personagens favoritos de todos os tempos: A Leia, o Chewie, o Solo e etc (não darei spoilers). O fã service funcionou muito bem, não teve nada forçado, e quando os personagens ressurgem, você chora de emoção, foram cenas perfeitas. Só achei que dava pra melhorar o Kylo Ren, mas chega a ser injusto pensar isso, pois a comparação dele é com o Darth Vader, no geral ele foi um ótimo vilão, tomara que cresça mais e justifique mais o seu mal, sua ida ao dark side. Em suma, JJ Abrams, a força é poderosíssima com você, me fez ter mais orgulho ainda de ser fã da franquia, vou terminar o ano com a consciência tranquila, tava morrendo de medo do filme ser mais ou menos, ou ruim, mas o filme foi excepcional, está ali quase pareado com o Episódio 5 de tão bom, que felicidade, tanto que não me contive e acabei fazendo um comentário gigantesco *-* haha
Jessica Jones (1ª Temporada)
4.1 1,1K Assista AgoraMarvel e Netflix, ô parceria <3
Assim como em o Demolidor, a Jones tem apelo aos elementos do herói, da justiça e os limites disso, mas tem um drama e um tom sombrio que não teve no primeiro, aqui percebe-se que o heroísmo é um fardo enorme. É tristeza, culpa, privações, isolamento, questionamentos e uma vigilância quase paranoica para não ceder ao mal ou ser negligente.
Quem curtiu o Demolidor, vai na fé, até crossover entre as séries tem. Não tem o elemento da religião (cristianismo, no caso) pra deixar a Jones tão complexa como o Murdock. Mas pra compensar, inseriram um anti-heroísmo, bem dosado, claro, pra ela não ultrapassar tanto os limites do herói e se tornar mau, que deu mais realismo à personagem. Os personagens foram muito bem construídos, o vilão é fantástico, só de pensar nele eu fico puto, o cara é charmoso, inteligente e asqueroso ao mesmo tempo, até o sotaque dele mistura imponencia e repulsa. As atuações, em geral, foram muito boas, a Krysten Ritter já tinha mó jeitão de badass, o que faltava era uma personagem à altura, em Breaking Bad deu pra perceber isso nela. Gostei muito também da fotografia, até nas passagens de cena a produção foi incrível, usaram e abusaram de Tilt-Shifts em uns cenários maravilhosos.
Enfim, há tempos a frase "e agora, acabou, o que eu faço da vida?" não aparecia na minha cabeça :p
In Your Eyes
3.7 330O que posso dizer? Um grande guilty pleasure haha
Sei que analisando a parte técnica...Mas a estória é bem envolvente e original e provoca uma boa reflexão sobre como amar de vdd nos liberta até da proteção de nos frustrarmos. E assim como a sense8 vem refletir a transformação que nossa geração tem desenvolvido com a metáfora da empatia, essa de ser e sentir outra pessoa com exatidão.
Hemlock Grove (3ª Temporada)
3.1 108Muito triste ter que dar uma nota tão baixa, mas a conclusão da série realmente deixou a desejar. Era um universo tao rico e original em relação à mitologia dos lobisomens e vampiros, dava pra ter sido algo brilhante.
Simplesmente Acontece
3.8 1,8K Assista AgoraA comédia romântica e o famigerado chick flick tem praticamente a obrigação de serem clichês. Então o mais importante, o diferencial, é como o clichê é contado, em torno do que a história vai girar e tentar nos sentirmos próximos dos personagens, e é aí que tiro o chapéu pro Christian Ditter, o cara soube como contar esse clichê. É engraçado, divertido, mas também é dramático e triste, nos mostra como a gente se "amaldiçoa" através de ações irresponsáveis ou a simples inércia ou até mesmo a negligência para com o amor e, quando se dá conta, a vida já passou sem o ter achado e sem perseguir nossos sonhos.
Girl Rising
4.5 69E tem o que escrever depois de tanta poesia e realidade? xD
O Pequeno Príncipe
4.2 1,1KA história eu já sabia de cor, tinha certeza que me emocionaria o assistindo, o que me deixou maravilhado foram os contextos criados e a trilha sonora, foi como ler o livro com uma boa música e em uma telona *-*
Hemlock Grove (1ª Temporada)
3.7 294Véi, que série literalmente monstruosa, parece um filme classicão de horror, só que de umas 10 horas. Toda aquela metáfora sobre o que é o monstro, a marginalização da coisa, se tá visível fisicamente ou não, se a beleza entra na definição disso, essas coisas essenciais que as séries mais novas não tem mais, bem, tem nela. É ''drama'', é thriller, é horror, tudo com uma fotografia, atuações e uma trilha sonora tão ducaramba que faz vc olhar pra suas playlists com desprezo haha. E o melhor de tudo, que infelizmente foi o que fez muita gente acha-la ruim: Ela explica pouquíssimo sobre a sua mitologia, só diz o que o ser é e...e...Pronto! O autor não presume que vc é um tapado, não ficam mastigando demais até criar um lance tão complexo que fique desconexo. Aqui não, tem a mitologia, mas tem o thriller, tem a personalidade, tem os defeitos, os conflitos, é genial, o autor foca muito mais no caráter do ser e nos laços, que no sobrenatural que lhe ''define'' como monstro. A gente sente o autor jogando a responsabilidade de julgar o que é um monstro pra nós, a achei fenomenal.
Histórias Cruzadas
4.4 3,8K Assista AgoraSensaciona, a genialidade vai do Bob Dylan na trilha sonora à um roteiro tão bem feito que o Luther king, um dos maiores símbolos da causa, aparece de relance no filme e nem chama tanta atenção, os personagens da trama são mais que suficientes.
Cala a Boca Philip
3.3 49Ah o problema da genialidade, boa sacada, o filme nos mostra de onde ela vem e a sina de quem sofre disso. A única ressalva é o contraste/contradição da coisa, pois o Philip é autodepreciativo e mesmo assim, arrogante. Talvez, se o filme se aventurasse também pela religião, seria mais complexo ainda, pois religiões como o cristianismo conseguem te contar honestamente o quão pequeno você é. Diante de um Deus, os padrões de um gênio se redefinem. Porém soa mais romântica a ideia que um gênio é irremediavelmente um ser a parte, que terá uma vida totalmente diferente, e na maioria, profundamente triste e melancólica. Claro que o Philip soa como um babaca, mas a sacada do filme é essa, mostrar como um gênio honestamente vê o mundo, o diálogo dele com a aluna da universidade a respeito da carta de recomendação ilustra perfeitamente isso pra quem não entendeu que o filme apenas nos conta como o mundo é na perspectiva de um gênio. Até na nossa mediocridade (inteligência mediana) julgamos por camadas, por exemplo: Um apreciador de música clássica não consegue admirar um cantor de funk. No nosso ponto de vista, o Philip é um babaca, mas no ponto de vista dele, o mundo é inteiramente desinteressante, e ele não tem porque mentir sobre a burrice e falta de coerência da nossa sociedade. E por falar abertamente sobre isso, ele acaba sendo odiado.
Zankyou no Terror
4.3 96Que obra linda, que trilha sonora incrível. Uma baita reflexão sobre nosso sistema sócio-político, magnífica a ideia de refletir sobre como nosso mundo trata suas cicatrizes as negligenciando e gerando mais cicatrizes em outros. No anime, o 9 e 12 trazem a verdade e, o Shibazaki com ela, se empenha em tratar as feridas internas, a corrupção, os acordos, a exploração e etc, para que ninguém se perca, pare que a história de ninguém seja esquecida e precise ser sofrida por outras pessoas no futuro. Lisa parece representar a gente, pessoas desajeitadas, medíocres, sem muito impacto no mundo e por isso desesperançosos, porém mesmo nessas condições, a mesma nos mostra que podemos nos deixar impactar e reencontrar nosso caminho na vida de outras pessoas.
Gatinhas e Gatões
3.4 723 Assista AgoraBem chick flick, mas um filme super legal de assistir, dá aquela impressão que a geração anterior era muito mais legal, tinha muito mais contato, esse tempo analógico me dá uma imensa nostalgia do que não vivi haha
A única ressalva é em relação a cultura da época que nos é apresentada, é meio desconcertante ver o imaginável cara ideal para as meninas e invejável para nós, falando aberta e normalmente sobre fazer sexo não consentido com sua namorada embriagada.
Knights of Sidonia
4.0 66 Assista AgoraMuito boa essa temporada, além dos elementos da anterior, resolveram dar uma arriscada no humor e deu muito certo, talvez tenha gostado mais dessa temporada do que da primeira, se é que isso é possível xD
Os Desconectados
3.9 441 Assista AgoraQue baita filme. Essa pegada ''meio indie'' dele foi show, deixou o enredo mais próximo da realidade, fez eu me sentir muito próximo das estórias, afinal as quatro, embora sigam um roteiro muito bom, são bastante comuns, ao menos no cerne delas. Algumas pessoas podem achá-lo entediante, justamente por causa da pegada "meio indie", do flerte das estórias com a realidade, o que é estranho pois nossa realidade é absurda e chocante, só isso já me parece um bom motivo para não assisti-lo com frieza e desinteresse, trata-se de nós mesmos destruindo nossa saúde social.
Knights of Sidonia
4.0 66 Assista AgoraVei do céu, que anime bom. Até que enfim uma obra futurista que, dentro do contexto, traz seus problemas e inovações de uma maneira convincente. Que baita enredo, além de seguro, não fica recorrendo a ignorância de quem o assiste, não perde tempo excessivo explicando detalhadamente tudo.
Minions
3.3 997 Assista AgoraNão é nenhum filme genial, com uma história profunda e alguma lição, o objetivo dele parece ser apenas divertir o público, e ao que se propôs, cumpriu bem. Além de bastante divertido, o filme recorre a várias referencias culturais e ícones da música. Recomendo, para uma melhor experiência (entender as piadas), que antes de assisti-lo, leia um pouco e tente apreciar as lendas musicais da era de ouro do Woodstock e o movimento hippie, assim como também bandas importantes para o rock britânico.
Divertida Mente
4.3 3,3K Assista AgoraA Pixar conseguiu ensinar psicanálise para crianças, mermão. E de uma forma tão simples e divertida que estou até agora pensando como conseguiram criar esse roteiro genial para contemplar esse tema. Inovador por trazer a tona um assunto seríssimo, super estigmatizado, porém sem ser melancólico e sombrio. Apesar de ter de uma linguagem adequada para as crianças se divertirem ao assistir, ele parece ensinar mais aos pais do que à elas. Quem já tá crescidinho, termina o filme feliz da vida por ter sido triste em alguns momentos haha
Jeff e as Armações do Destino
3.4 316 Assista AgoraO filme tem um ritmo lento, bem calmo, mas tem uma mensagem muito linda. Faz você pensar o quanto você perde na vida por não prestar atenção na conexão das coisas.