Um filme simplesmente sensacional. A obra trabalha muito bem o lado emocional ao retratar a trajetória conturbada do Michael Jackson, mostrando como um garoto marcado por traumas conseguiu se tornar um dos maiores astros da música.
A narrativa é envolvente e bem explicada, conduzindo o espectador por momentos intensos e marcantes da vida do artista. As cenas dos shows são um espetáculo à parte, com uma energia tão bem construída que dá a sensação de estar dentro das apresentações.
Destaque absoluto para Jaafar Jackson, que entrega uma atuação impressionante. Para um primeiro papel, é algo realmente notável — uma performance segura, intensa e digna de aplausos.
O filme apresenta um roteiro mais fraco que o primeiro e exagera no besteirol, o que acaba comprometendo a construção da trama. Ainda assim, consegue se sustentar em diversos momentos pelas cenas divertidas, funcionando como um entretenimento leve, mesmo com as limitações.
Filme com um roteiro simples e até meio bobo, mas que cumpre exatamente o que promete. Diverte na medida certa e funciona bem como entretenimento leve e descompromissado.
Pode-se dizer que é um dos filmes mais toscos e mal feitos que existem. Mas, sinceramente? Dane-se. É puro suco dos anos 80, quando os brucutus do cinema de ação dominavam e o que realmente importava era tiro, porrada e bomba — sem compromisso nenhum com qualidade técnica ou coerência.
E mesmo com todos os defeitos, é justamente esse exagero que torna a experiência curiosamente divertida.
Obs: a cena de cortar a pizza com a tesoura é simplesmente inacreditável — de tão absurda, acaba sendo memorável.
Não se iguala ao primeiro em termos de roteiro e qualidade, ficando claramente abaixo do original. Ainda assim, segue aquele “feijão com arroz” típico do cinema brasileiro, retomando as críticas sociais já conhecidas, especialmente ligadas à realidade do Rio de Janeiro. Apesar das limitações, o filme consegue entregar um final interessante, que ao menos fecha a experiência de forma satisfatória.
A premissa já chega bastante saturada, mesmo sendo baseada em histórias reais, o que exige uma execução acima da média — algo que o filme definitivamente não entrega. A direção é falha, o desenvolvimento é fraco e o uso do sistema de câmeras chega a ser irritante, prejudicando a imersão em vários momentos.
Para completar, a escolha de dublar Al Pacino nas cenas de exorcismo é simplesmente a gota d’água. Uma decisão questionável que compromete ainda mais a experiência. Um filme mal executado em praticamente todos os aspectos.
O filme não tem uma história particularmente boa nem um roteiro bem trabalhado, mas ainda assim consegue cumprir seu papel ao entregar uma diversão honesta, sem exageros e sem sair do seu propósito.
O filme começa muito bem, com uma proposta interessante e envolvente, mas se perde completamente no próprio desenvolvimento. Apesar de contar com algumas cenas divertidas, que até conseguem entreter, o roteiro é fraco e mal construído, comprometendo toda a experiência.
Mais um filme constrangedor na carreira de Stallone, que parece ter sido feito apenas para cumprir tabela. O roteiro até dá sinais de algum potencial no início, mas a execução é desastrosa. A produção é fraca, mal acabada e não consegue sustentar a própria proposta, resultando em uma experiência decepcionante do começo ao fim.
Stallone deveria até pensar duas vezes antes de aceitar um projeto desses. O filme é extremamente mal executado, com um roteiro horrível, mal estruturado e sem qualquer cuidado no desenvolvimento.
A cada novo filme dessa franquia, a qualidade só parece cair, e este aqui consegue entregar a pior e mais absurda história de todas. O roteiro é raso, pouco inspirado e chega a ser irritante em vários momentos.
E fica a dúvida inevitável: por que todo filme com criaturas precisa insistir em crianças chatas e mal construídas? Em vez de agregar à narrativa, esses personagens só atrapalham e tornam a experiência ainda mais cansativa.
Se alguém entendeu esse filme, por favor me explica. Ele até consegue construir um bom suspense e gerar momentos de agonia bem intensos, mas a história é completamente perdida e sem explicações claras. Em vários momentos, a sensação é de estar assistindo algo que não se conecta direito. Apesar da tensão funcionar, no geral a experiência não me agradou muito.
É aquela continuação que ninguém pediu e que claramente não precisava existir. Se o primeiro filme ainda tinha seus méritos, este aqui simplesmente joga tudo fora. A história é ridícula, sem qualquer direção, e os personagens são insuportáveis, sem carisma ou propósito. Um exemplo claro de sequência desnecessária e totalmente dispensável.
Meu Deus do céu, que filme horrível. A obra já começa com uma proposta fraca, desenvolve mal e, ao longo da trama, só consegue piorar. A narrativa é completamente confusa, sem coesão ou qualquer lógica — nada faz sentido.
Não há praticamente nenhum ponto positivo a ser destacado. Trata-se de uma produção totalmente perdida, que não sabe o que quer contar nem como contar. Para completar, o título ainda sugere algo que o filme definitivamente não entrega, tornando a experiência ainda mais frustrante.
O filme não chega nem aos pés do original estrelado por Arnold Schwarzenegger. Apesar de algumas alterações no roteiro do remake até apresentarem ideias interessantes, a execução é desastrosa. A narrativa não se sustenta, perde força ao longo do desenvolvimento e culmina em um desfecho totalmente insatisfatório, muito abaixo do que o material original entregou.
O filme traz Denzel Washington em mais uma atuação de alto nível, consolidando seu personagem como um verdadeiro protetor. A trama é muito bem construída, acompanhando um homem altamente qualificado que busca uma vida tranquila, mas acaba sendo levado a agir ao decidir proteger os oprimidos.
A narrativa mantém uma boa tensão, equilibrando momentos de diálogo marcantes com cenas de ação e pancadaria muito bem executadas. Há diálogos tão intensos e bem escritos que parecem ter sido feitos “com o lápis em chamas”, tamanha a força das palavras.
É um filme simplesmente fantástico dentro do gênero, extremamente envolvente e com alto fator de replay — daqueles que dá vontade de assistir várias vezes. Sensacional e mais do que recomendado.
O filme apresenta um dos protagonistas mais irritantes possíveis: um personagem chato, sem carisma e que não acrescenta nada à narrativa. Embora a história traga um tema até interessante, o desenvolvimento é fraco e mal conduzido, incapaz de explorar o potencial da proposta. No fim, a execução compromete totalmente o que poderia ser um filme melhor.
O filme apresenta um problema claro: sua narrativa não se constrói de forma consistente. Ainda assim, é compreensível que, em uma comédia, esse não seja necessariamente o principal critério de avaliação.
Por outro lado, as piadas simples — que remetem ao estilo das comédias da década de 90 — acabam sendo o grande destaque da obra. São elas que sustentam o entretenimento e tornam a experiência leve e agradável.
No fim, o filme não se destaca como algo excepcional, mas também não chega a ser ruim; cumpre seu papel ao proporcionar momentos de diversão despretensiosa.
Confesso que fui assistir ao filme principalmente por causa de Michael Keaton e Mila Kunis. No entanto, o resultado é um filme que não acrescenta muito. É uma obra fraca, que não tenta construir uma história realmente marcante e acaba ficando bastante aquém do que poderia ser. Ainda assim, funciona apenas como um passatempo, sem grandes expectativas.
Confesso que fui assistir ao filme por ser da década de 70 e por contar com Sylvester Stallone, esperando algo no estilo “tiro, porrada e bomba”. No entanto, o que encontrei foi um drama mal construído e bastante cansativo.
A narrativa é arrastada, pouco envolvente e não consegue sustentar o interesse ao longo da duração. Particularmente, achei o filme fraco e cheguei a cogitar parar de assistir em alguns momentos, mas segui até o final, que, infelizmente, se mostrou uma grande perda de tempo. Pode até agradar a um público específico, mas definitivamente não funcionou para mim.
O filme retrata a trajetória do Cazuza, desde o anonimato até a fama, culminando em seu drama final. Tecnicamente, é uma produção modesta e até frágil em alguns aspectos, mas a história é bem contada e consegue transmitir a intensidade de sua vida e carreira.
O que mais chama atenção é a complexidade de sua personalidade: alguém difícil de lidar, impulsivo e intenso, mas ao mesmo tempo brilhante artisticamente. O filme também destaca de forma sensível a figura de sua mãe, apresentada como um verdadeiro exemplo de amor incondicional diante das adversidades. É uma obra que emociona mais pelo conteúdo humano do que pela qualidade técnica.
O filme não apresenta uma história especialmente marcante ou profunda, mas a produção como um todo consegue entregar uma experiência muito acima da média. O visual é deslumbrante, com fotografia caprichada e cenas de ação muito bem coreografadas, que valorizam cada confronto. Além disso, a abordagem mais humana do Predador traz uma perspectiva interessante e diferente do habitual, ajudando a renovar a proposta. No fim das contas, é um filme bastante envolvente e que deixa uma boa expectativa para uma possível sequência.
O roteiro e a história são muito bons, com uma base sólida que sustenta a tensão e mantém a apreensão em alta. No entanto, este remake acaba sendo mal executado em diversos momentos. As atuações, especialmente das atrizes, soam artificiais e pouco naturais, o que prejudica a imersão e enfraquece o impacto dramático da trama. Ainda assim, apesar das falhas, foi uma experiência válida e até prazerosa de assistir.
Que filme horrível. O roteiro não leva a lugar algum, a narrativa é vazia e sem propósito. O protagonista é apático, sem carisma ou força dramática, e o vilão consegue ser ainda pior: sem motivação clara, sem presença e sem impacto. É uma obra em que nada se destaca positivamente. Uma experiência completamente descartável.
Michael
3.8 61Um filme simplesmente sensacional. A obra trabalha muito bem o lado emocional ao retratar a trajetória conturbada do Michael Jackson, mostrando como um garoto marcado por traumas conseguiu se tornar um dos maiores astros da música.
A narrativa é envolvente e bem explicada, conduzindo o espectador por momentos intensos e marcantes da vida do artista. As cenas dos shows são um espetáculo à parte, com uma energia tão bem construída que dá a sensação de estar dentro das apresentações.
Destaque absoluto para Jaafar Jackson, que entrega uma atuação impressionante. Para um primeiro papel, é algo realmente notável — uma performance segura, intensa e digna de aplausos.
Policial em Apuros 2
3.1 80 Assista AgoraO filme apresenta um roteiro mais fraco que o primeiro e exagera no besteirol, o que acaba comprometendo a construção da trama. Ainda assim, consegue se sustentar em diversos momentos pelas cenas divertidas, funcionando como um entretenimento leve, mesmo com as limitações.
Policial em Apuros
3.1 123 Assista AgoraFilme com um roteiro simples e até meio bobo, mas que cumpre exatamente o que promete. Diverte na medida certa e funciona bem como entretenimento leve e descompromissado.
Stallone: Cobra
3.4 605 Assista AgoraPode-se dizer que é um dos filmes mais toscos e mal feitos que existem. Mas, sinceramente? Dane-se. É puro suco dos anos 80, quando os brucutus do cinema de ação dominavam e o que realmente importava era tiro, porrada e bomba — sem compromisso nenhum com qualidade técnica ou coerência.
E mesmo com todos os defeitos, é justamente esse exagero que torna a experiência curiosamente divertida.
Obs: a cena de cortar a pizza com a tesoura é simplesmente inacreditável — de tão absurda, acaba sendo memorável.
Alemão 2
2.7 26 Assista AgoraNão se iguala ao primeiro em termos de roteiro e qualidade, ficando claramente abaixo do original. Ainda assim, segue aquele “feijão com arroz” típico do cinema brasileiro, retomando as críticas sociais já conhecidas, especialmente ligadas à realidade do Rio de Janeiro. Apesar das limitações, o filme consegue entregar um final interessante, que ao menos fecha a experiência de forma satisfatória.
O Ritual
2.1 56 Assista AgoraA premissa já chega bastante saturada, mesmo sendo baseada em histórias reais, o que exige uma execução acima da média — algo que o filme definitivamente não entrega. A direção é falha, o desenvolvimento é fraco e o uso do sistema de câmeras chega a ser irritante, prejudicando a imersão em vários momentos.
Para completar, a escolha de dublar Al Pacino nas cenas de exorcismo é simplesmente a gota d’água. Uma decisão questionável que compromete ainda mais a experiência. Um filme mal executado em praticamente todos os aspectos.
O Mestre do Crime
2.2 10 Assista AgoraO filme não tem uma história particularmente boa nem um roteiro bem trabalhado, mas ainda assim consegue cumprir seu papel ao entregar uma diversão honesta, sem exageros e sem sair do seu propósito.
Truque de Mestre: O 3º Ato
3.0 143 Assista AgoraO filme começa muito bem, com uma proposta interessante e envolvente, mas se perde completamente no próprio desenvolvimento. Apesar de contar com algumas cenas divertidas, que até conseguem entreter, o roteiro é fraco e mal construído, comprometendo toda a experiência.
Código Alarum
1.6 23 Assista AgoraMais um filme constrangedor na carreira de Stallone, que parece ter sido feito apenas para cumprir tabela. O roteiro até dá sinais de algum potencial no início, mas a execução é desastrosa. A produção é fraca, mal acabada e não consegue sustentar a própria proposta, resultando em uma experiência decepcionante do começo ao fim.
Blindado
1.6 28 Assista AgoraStallone deveria até pensar duas vezes antes de aceitar um projeto desses. O filme é extremamente mal executado, com um roteiro horrível, mal estruturado e sem qualquer cuidado no desenvolvimento.
Jurassic World: Recomeço
2.7 455 Assista AgoraA cada novo filme dessa franquia, a qualidade só parece cair, e este aqui consegue entregar a pior e mais absurda história de todas. O roteiro é raso, pouco inspirado e chega a ser irritante em vários momentos.
E fica a dúvida inevitável: por que todo filme com criaturas precisa insistir em crianças chatas e mal construídas? Em vez de agregar à narrativa, esses personagens só atrapalham e tornam a experiência ainda mais cansativa.
Presente Maldito
2.3 65Se alguém entendeu esse filme, por favor me explica. Ele até consegue construir um bom suspense e gerar momentos de agonia bem intensos, mas a história é completamente perdida e sem explicações claras. Em vários momentos, a sensação é de estar assistindo algo que não se conecta direito. Apesar da tensão funcionar, no geral a experiência não me agradou muito.
M3GAN 2.0
2.7 222 Assista AgoraÉ aquela continuação que ninguém pediu e que claramente não precisava existir. Se o primeiro filme ainda tinha seus méritos, este aqui simplesmente joga tudo fora. A história é ridícula, sem qualquer direção, e os personagens são insuportáveis, sem carisma ou propósito. Um exemplo claro de sequência desnecessária e totalmente dispensável.
Confiança
1.6 12Meu Deus do céu, que filme horrível. A obra já começa com uma proposta fraca, desenvolve mal e, ao longo da trama, só consegue piorar. A narrativa é completamente confusa, sem coesão ou qualquer lógica — nada faz sentido.
Não há praticamente nenhum ponto positivo a ser destacado. Trata-se de uma produção totalmente perdida, que não sabe o que quer contar nem como contar. Para completar, o título ainda sugere algo que o filme definitivamente não entrega, tornando a experiência ainda mais frustrante.
O Sobrevivente
3.0 153 Assista AgoraO filme não chega nem aos pés do original estrelado por Arnold Schwarzenegger. Apesar de algumas alterações no roteiro do remake até apresentarem ideias interessantes, a execução é desastrosa. A narrativa não se sustenta, perde força ao longo do desenvolvimento e culmina em um desfecho totalmente insatisfatório, muito abaixo do que o material original entregou.
O Protetor
3.6 946 Assista AgoraO filme traz Denzel Washington em mais uma atuação de alto nível, consolidando seu personagem como um verdadeiro protetor. A trama é muito bem construída, acompanhando um homem altamente qualificado que busca uma vida tranquila, mas acaba sendo levado a agir ao decidir proteger os oprimidos.
A narrativa mantém uma boa tensão, equilibrando momentos de diálogo marcantes com cenas de ação e pancadaria muito bem executadas. Há diálogos tão intensos e bem escritos que parecem ter sido feitos “com o lápis em chamas”, tamanha a força das palavras.
É um filme simplesmente fantástico dentro do gênero, extremamente envolvente e com alto fator de replay — daqueles que dá vontade de assistir várias vezes. Sensacional e mais do que recomendado.
Amizade Tóxica
3.0 28 Assista AgoraO filme apresenta um dos protagonistas mais irritantes possíveis: um personagem chato, sem carisma e que não acrescenta nada à narrativa. Embora a história traga um tema até interessante, o desenvolvimento é fraco e mal conduzido, incapaz de explorar o potencial da proposta. No fim, a execução compromete totalmente o que poderia ser um filme melhor.
Corra Que a Polícia Vem Aí!
3.0 222 Assista AgoraO filme apresenta um problema claro: sua narrativa não se constrói de forma consistente. Ainda assim, é compreensível que, em uma comédia, esse não seja necessariamente o principal critério de avaliação.
Por outro lado, as piadas simples — que remetem ao estilo das comédias da década de 90 — acabam sendo o grande destaque da obra. São elas que sustentam o entretenimento e tornam a experiência leve e agradável.
No fim, o filme não se destaca como algo excepcional, mas também não chega a ser ruim; cumpre seu papel ao proporcionar momentos de diversão despretensiosa.
Pai do Ano
3.2 16 Assista AgoraConfesso que fui assistir ao filme principalmente por causa de Michael Keaton e Mila Kunis. No entanto, o resultado é um filme que não acrescenta muito. É uma obra fraca, que não tenta construir uma história realmente marcante e acaba ficando bastante aquém do que poderia ser. Ainda assim, funciona apenas como um passatempo, sem grandes expectativas.
F.I.S.T.
3.5 46 Assista AgoraConfesso que fui assistir ao filme por ser da década de 70 e por contar com Sylvester Stallone, esperando algo no estilo “tiro, porrada e bomba”. No entanto, o que encontrei foi um drama mal construído e bastante cansativo.
A narrativa é arrastada, pouco envolvente e não consegue sustentar o interesse ao longo da duração. Particularmente, achei o filme fraco e cheguei a cogitar parar de assistir em alguns momentos, mas segui até o final, que, infelizmente, se mostrou uma grande perda de tempo. Pode até agradar a um público específico, mas definitivamente não funcionou para mim.
Cazuza: O Tempo Não Pára
3.6 996O filme retrata a trajetória do Cazuza, desde o anonimato até a fama, culminando em seu drama final. Tecnicamente, é uma produção modesta e até frágil em alguns aspectos, mas a história é bem contada e consegue transmitir a intensidade de sua vida e carreira.
O que mais chama atenção é a complexidade de sua personalidade: alguém difícil de lidar, impulsivo e intenso, mas ao mesmo tempo brilhante artisticamente. O filme também destaca de forma sensível a figura de sua mãe, apresentada como um verdadeiro exemplo de amor incondicional diante das adversidades. É uma obra que emociona mais pelo conteúdo humano do que pela qualidade técnica.
Predador: Terras Selvagens
3.5 286 Assista AgoraO filme não apresenta uma história especialmente marcante ou profunda, mas a produção como um todo consegue entregar uma experiência muito acima da média. O visual é deslumbrante, com fotografia caprichada e cenas de ação muito bem coreografadas, que valorizam cada confronto. Além disso, a abordagem mais humana do Predador traz uma perspectiva interessante e diferente do habitual, ajudando a renovar a proposta. No fim das contas, é um filme bastante envolvente e que deixa uma boa expectativa para uma possível sequência.
A Mão que Balança o Berço
2.3 81 Assista AgoraO roteiro e a história são muito bons, com uma base sólida que sustenta a tensão e mantém a apreensão em alta. No entanto, este remake acaba sendo mal executado em diversos momentos. As atuações, especialmente das atrizes, soam artificiais e pouco naturais, o que prejudica a imersão e enfraquece o impacto dramático da trama. Ainda assim, apesar das falhas, foi uma experiência válida e até prazerosa de assistir.
Tron: Ares
2.8 148 Assista AgoraQue filme horrível. O roteiro não leva a lugar algum, a narrativa é vazia e sem propósito. O protagonista é apático, sem carisma ou força dramática, e o vilão consegue ser ainda pior: sem motivação clara, sem presença e sem impacto. É uma obra em que nada se destaca positivamente. Uma experiência completamente descartável.