Esse filmezinho B Ciberpunk Pós-Apocalíptico é uma jóia. Criativo ao abordar o futuro sucateado típico desse gênero, mostra o quão plausível e opressiva é a vida humana depois de guerras tecnológicas, poluição e deterioração socio comportamental. Óbvio que o roteiro e a direção tem umas sandices desencaixadas, o que carateriza qualquer produção B, mas nada que tire a atualidade e das questões propostas por ele ou o visual eficiente - vermelhidão, calor, radioatividade, tecnologia deteriorada, sujeira e suor. A crítica aberta e direta feita ao modus operandi americano está lá, na forma de um robô usado para matar em nome de um bizarro controle populacional. Uma artista plástica que trabalha com sucata eletrônica, um bando de vagabundos golpistas atrás de grana e um aparato politco ineficiente são situações que já vivemos faz tempo. E, para quem acha que filmes sobre a tecnologia do futuro com o tempo tornam a proposta de uso da tecnologia caricata, lembrem-se: nada fica obsoleto.
O golpe mainstream perfeito. Imita as comédias romanticas americanas de sessão da tarde e, pra despistar o enredo besta com personagens fraquinhos e inexpressivos, se enche do prolixismo do cinema frances dos anos 60 e 70. E sem puritanismo ou conservadorismo hipócrita da minha parte: faz do prazer e da intimidade algo bem banal. A mocinha é um poço de ignorancia em se tratando de se valorizar, contradizendo a suposta proposta de busca do amor que preenche de verdade. E a filosofia de vida contida nas falas e pensamentos dela são estranhamente um tipo de cotidiano pensamentoso de todos nós só que estilizado demais, parecendo que ela é um livro de auto ajuda ambulante. E isso é mediocre. O flme agrada milhões por motivo óbvio - o mundo em sua maioria ainda é formado por gente que acredita em novela das oito, romeu e julieta, final feliz e um verniz de maturidade. O filme aposta nisso. E é muito ruim.
Qualquer religião é um negócio completamente nonsense. Os Monty Python são uma trupe de humor nonsense. Então, esta comédia casou os dois direitinho. Politicamente incorreta, completamente blasfema, satiriza ao extremo o patético da religiosidade. Convém se esforçar no inglês para poder desfrutar das piadas, trocadilhos e brincadeiras com as palavras. Tem tantos momentos inteligentes e sacadas geniais que não dá para perder nada do filme. Contra indicado para pessoas que levam suas crenças à serio. Brian é, para mim, o exemplo perfeito da estupidez da massa.
Massinhas à serviço do bem estar. Nada como chegar em casa depois de um dia estressante e assistir isso. Delícia de animação, é mais profundo e mais útil do que muito filme cabeçudo famoso que rola por aí. Nota 10.
O filme é uma bosta. Tentou vomitar um bocado de conceitos e só falou merdas rasas sobre assuntos sérios e já naturalmente chatos. O ritmo convulsivo não ajuda. Parece um filme feito para agradar aquele pesoal cabeçudo que julga filmes em festivais metidos a besta. Superestimado, só se salva pela criatividade do tratamento visual. O diretor conseguiu criar uma espécie de filme iraniano misturado com clipe de bandinha indie do top 10 da mtv. Esse cara já deve ter garantido um lugar no inferno, bem na área reservada aos malas e vai ser condenado a assistir filmes experimentais dos anos setenta franceses pro resto da existência dele. Nota zero.
Animação deslumbrante. Fantasia com delicadeza e respeito sobre o Livro de Kells, e o visual, meu Deus, segue direitinho os padrões da obra real. O filme é tão bem feito que não imergir nele ao assisti-lo é impossível. Depois de vê-lo a impressão de que a realidade se tornou por um tempo o que se está assistindo na tela é inevitável. Os cristais de neve e as flores que aparecem sempre a flutuar por sobre as imagens estão até agora em meus olhos. Tem gente que usa entorpecentes para conseguir efeitos semelhantes. Eu prefiro ver e rever este filmezinho maravilhoso.
Uma porcaria completa. Abbas Kiarostami deveria trabalhar na industria farmacêutica - ia ficar rico se patenteasse Um Sonífero Cinematográfico. Filmeco razo, pobre, lentíssimo, tosco no mal sentido, com diálogos supostamente naturais, gente canastrona nos papeis de si mesmas e uma filosofiazinha bunda mole que serve pra quem gosta de Augusto Curry. Ele sempre errou em suas propostas de fazer cinema, mas ficou famoso por causa de críticos metidos a besta confundirem silêncios obtusos e falta de rumo com abstração fílmica. Um idiota passa um filme inteiro atrás de alguém que o ajude a se matar, ou seja, uma contradição, já que se matar é ato individual, ajudarem é homicídio. A piada sobre filmes iranianos, são todos muito ruins, já se espalhou e quando se quer falar em chatice extrema no cinema cita-se logo ele. Meu Deus, o povo Iraniano tem uma história maravilhosa, épica, fabrica os melhores tapetes e o melhor caviar do mundo. Pra quê se meter em cinema? Não assistam este abacaxi. A não ser que você queira dormir longa e profundamente. Se eu quiser ficar catatônico ao ver um monte de gente lenta falando besteira eu vou prum manicômio. Detesto cinema Iraniano, e esse cara é o supra sumo da falta de talento. Nota menos 1, porque nota zero eu dou pra um monte de filme trash que eu assisto e me divirto.
Christiane é apaixonante. O pai dela e a enfermeira despertam compaixão. E os três são de uma melancolia de dar dó. Passei um bom tempo ouvindo cachorros imaginários.
Cru, perturbado e cheio de metáforas sobre traumas familiares. Perfeito. Alejandro Jodorowsky é tão complexo em sua visão da natureza humana que entonta qualquer um. Fenix é um tipo que encantaria morbidamente qualquer um de nós.
Magnificamente excentrico e bizarro. Anti social. Morbido. E o recado tá dado: gente é lixo e o que nos serve como invasor é um alienígena de merda. E politicamente incorreto até as ultimas consequências. Foi abortado o desenho. Pontos para Jhonen Vasquez.
Woody Allen erra de novo. E nem adiantou encharcar de referências o filme todo. Será que ele nunca vai parar de fazer filmes sobre si mesmo? Isso cansou faz tempo. Draminha romântico pseudo intelectual-literário sem graça, previsível.
O Sr. Stanley Kubrik sempre magnífico, usa o domínio que tem do cinema para nos mostrar que relacionamentos são mais complexos, difíceis e fascinantes do que supomos entender deles. Sexo, casamento, fetiche, pornografia, erotismo, romance - nada disso é para principiantes. Fimaço.
Uma tentativa tosca de fazer uma comédia romântica escrachada. Era para ser memorável. Ficou clichêzaço. Salvam-se as tiradas hilárias que, pra quem não manja de cultura inútil americana, passam batidas. Family Guy é melhor, mais escroto e não pega leve. Tudo pra dar certo, quase tudo deu errado.
O que poderia ser um incrível filme de horror sobre um submundo bizarro e doente, e uma nação tratada como lixo por outras nações europeias, se perdeu num extremismo besta, que não assusta nem choca. Exagero por exagero, Mondo Cane faz melhor. Tão extremo que fica risível. Um amontoado de cenas bisonhas não faz um bom filme que se pretende o mais extremo.
Filme ruim. Apaga o senso crítico por causa da história boba e sentimentaloide. Tem atores lindos em atuações afetadíssimas, locações toscas, roteiro de novela das oito. Claramente artificial, todo o ambiente do filme é trash hollywoodiano. Foi elevado a categoria de clássico por ter sido admirado e elogiado e endeusado por milhões de pessoas. Que nem o Papa. Mas, vai analisar os dois com calma, não valem o que custam.
Filme politicamente correto. Historia banal com os eternos dilemas americanos postos em filmes só por desencargo de consciência social catalizados por um diretor chapa branca que nunca, jamais vai atravessar o limite imposto pelo mainstream que é de onde sairá o lucro dele. Personagens rasos e estereotipados. O coroa metido a adolescente não come a menina. O coroa enrustido não se aprofunda no homossexualismo. A coroa insatisfeita não vira uma escrota. E não há nudez nítida nem diálogos normais para as situações que apresenta. Na mão de um japonês psicopata ou de um europeu maniaco esse filme ia ser melhor, provavelmente. Hollywood de vez em quando precisa fingir que é do mal. NÃO É, HÁ MUITO TEMPO.
Sem respostas. Sem soluções. Sem felicidade real. Sem esperanças post mortem. Sem amor recompensador. E com toda a complexidade que o desespero traz ao dia a dia. Este filme é maravilhosamente sofrido e não deve ser visto por quem está atras de conforto espiritual ou entretenimento frugal. Ou aprendemos a ser moralmente coerentes ou continuaremos a ser crianças emocionais.
Sem conhecer Akira, fulaninho não pode se dizer Cinéfilo, Otaku, Nerd, Geek, Indie, Alternativo ou qualquer desses rótulos que definem, geralmente, gente chata. Cartilha Cyberpunk.
Tão gratificante assistir a um filme que te incentiva a ser alguém que vive a vida imerso em amor, sem que, para isso, recorra aos batidos clichês de bonade e amor piegas. Quem assistiu mudou alguma coisa em si, eu sei...
Hardware: O Destruidor do Futuro
3.1 72Esse filmezinho B Ciberpunk Pós-Apocalíptico é uma jóia. Criativo ao abordar o futuro sucateado típico desse gênero, mostra o quão plausível e opressiva é a vida humana depois de guerras tecnológicas, poluição e deterioração socio comportamental. Óbvio que o roteiro e a direção tem umas sandices desencaixadas, o que carateriza qualquer produção B, mas nada que tire a atualidade e das questões propostas por ele ou o visual eficiente - vermelhidão, calor, radioatividade, tecnologia deteriorada, sujeira e suor. A crítica aberta e direta feita ao modus operandi americano está lá, na forma de um robô usado para matar em nome de um bizarro controle populacional. Uma artista plástica que trabalha com sucata eletrônica, um bando de vagabundos golpistas atrás de grana e um aparato politco ineficiente são situações que já vivemos faz tempo. E, para quem acha que filmes sobre a tecnologia do futuro com o tempo tornam a proposta de uso da tecnologia caricata, lembrem-se: nada fica obsoleto.
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain
4.3 5,0K Assista AgoraO golpe mainstream perfeito. Imita as comédias romanticas americanas de sessão da tarde e, pra despistar o enredo besta com personagens fraquinhos e inexpressivos, se enche do prolixismo do cinema frances dos anos 60 e 70. E sem puritanismo ou conservadorismo hipócrita da minha parte: faz do prazer e da intimidade algo bem banal. A mocinha é um poço de ignorancia em se tratando de se valorizar, contradizendo a suposta proposta de busca do amor que preenche de verdade. E a filosofia de vida contida nas falas e pensamentos dela são estranhamente um tipo de cotidiano pensamentoso de todos nós só que estilizado demais, parecendo que ela é um livro de auto ajuda ambulante. E isso é mediocre. O flme agrada milhões por motivo óbvio - o mundo em sua maioria ainda é formado por gente que acredita em novela das oito, romeu e julieta, final feliz e um verniz de maturidade. O filme aposta nisso. E é muito ruim.
A Vida de Brian
4.2 567 Assista AgoraQualquer religião é um negócio completamente nonsense. Os Monty Python são uma trupe de humor nonsense. Então, esta comédia casou os dois direitinho. Politicamente incorreta, completamente blasfema, satiriza ao extremo o patético da religiosidade. Convém se esforçar no inglês para poder desfrutar das piadas, trocadilhos e brincadeiras com as palavras. Tem tantos momentos inteligentes e sacadas geniais que não dá para perder nada do filme. Contra indicado para pessoas que levam suas crenças à serio. Brian é, para mim, o exemplo perfeito da estupidez da massa.
Chainsaw Maid
4.1 51Massinhas à serviço do bem estar. Nada como chegar em casa depois de um dia estressante e assistir isso. Delícia de animação, é mais profundo e mais útil do que muito filme cabeçudo famoso que rola por aí. Nota 10.
Acordar para a Vida
4.3 783O filme é uma bosta. Tentou vomitar um bocado de conceitos e só falou merdas rasas sobre assuntos sérios e já naturalmente chatos. O ritmo convulsivo não ajuda. Parece um filme feito para agradar aquele pesoal cabeçudo que julga filmes em festivais metidos a besta. Superestimado, só se salva pela criatividade do tratamento visual. O diretor conseguiu criar uma espécie de filme iraniano misturado com clipe de bandinha indie do top 10 da mtv. Esse cara já deve ter garantido um lugar no inferno, bem na área reservada aos malas e vai ser condenado a assistir filmes experimentais dos anos setenta franceses pro resto da existência dele. Nota zero.
Uma Viagem ao Mundo das Fábulas
4.0 100 Assista AgoraAnimação deslumbrante. Fantasia com delicadeza e respeito sobre o Livro de Kells, e o visual, meu Deus, segue direitinho os padrões da obra real. O filme é tão bem feito que não imergir nele ao assisti-lo é impossível. Depois de vê-lo a impressão de que a realidade se tornou por um tempo o que se está assistindo na tela é inevitável. Os cristais de neve e as flores que aparecem sempre a flutuar por sobre as imagens estão até agora em meus olhos. Tem gente que usa entorpecentes para conseguir efeitos semelhantes. Eu prefiro ver e rever este filmezinho maravilhoso.
Gosto de Cereja
4.0 239 Assista AgoraUma porcaria completa. Abbas Kiarostami deveria trabalhar na industria farmacêutica - ia ficar rico se patenteasse Um Sonífero Cinematográfico. Filmeco razo, pobre, lentíssimo, tosco no mal sentido, com diálogos supostamente naturais, gente canastrona nos papeis de si mesmas e uma filosofiazinha bunda mole que serve pra quem gosta de Augusto Curry. Ele sempre errou em suas propostas de fazer cinema, mas ficou famoso por causa de críticos metidos a besta confundirem silêncios obtusos e falta de rumo com abstração fílmica. Um idiota passa um filme inteiro atrás de alguém que o ajude a se matar, ou seja, uma contradição, já que se matar é ato individual, ajudarem é homicídio. A piada sobre filmes iranianos, são todos muito ruins, já se espalhou e quando se quer falar em chatice extrema no cinema cita-se logo ele. Meu Deus, o povo Iraniano tem uma história maravilhosa, épica, fabrica os melhores tapetes e o melhor caviar do mundo. Pra quê se meter em cinema? Não assistam este abacaxi. A não ser que você queira dormir longa e profundamente. Se eu quiser ficar catatônico ao ver um monte de gente lenta falando besteira eu vou prum manicômio. Detesto cinema Iraniano, e esse cara é o supra sumo da falta de talento. Nota menos 1, porque nota zero eu dou pra um monte de filme trash que eu assisto e me divirto.
Os Olhos Sem Rosto
4.0 247Christiane é apaixonante. O pai dela e a enfermeira despertam compaixão. E os três são de uma melancolia de dar dó. Passei um bom tempo ouvindo cachorros imaginários.
Santa Sangre
4.2 153 Assista AgoraCru, perturbado e cheio de metáforas sobre traumas familiares. Perfeito. Alejandro Jodorowsky é tão complexo em sua visão da natureza humana que entonta qualquer um. Fenix é um tipo que encantaria morbidamente qualquer um de nós.
Invasor Zim (1ª Temporada)
4.4 51 Assista AgoraMagnificamente excentrico e bizarro. Anti social. Morbido. E o recado tá dado: gente é lixo e o que nos serve como invasor é um alienígena de merda. E politicamente incorreto até as ultimas consequências. Foi abortado o desenho. Pontos para Jhonen Vasquez.
Meia-Noite em Paris
4.0 3,8K Assista AgoraWoody Allen erra de novo. E nem adiantou encharcar de referências o filme todo. Será que ele nunca vai parar de fazer filmes sobre si mesmo? Isso cansou faz tempo. Draminha romântico pseudo intelectual-literário sem graça, previsível.
De Olhos Bem Fechados
3.8 1,6K Assista AgoraO Sr. Stanley Kubrik sempre magnífico, usa o domínio que tem do cinema para nos mostrar que relacionamentos são mais complexos, difíceis e fascinantes do que supomos entender deles. Sexo, casamento, fetiche, pornografia, erotismo, romance - nada disso é para principiantes. Fimaço.
Misery Bear - Dawn of the Ted
4.2 74Muito legal!
Ted
3.1 3,4K Assista AgoraUma tentativa tosca de fazer uma comédia romântica escrachada. Era para ser memorável. Ficou clichêzaço. Salvam-se as tiradas hilárias que, pra quem não manja de cultura inútil americana, passam batidas. Family Guy é melhor, mais escroto e não pega leve. Tudo pra dar certo, quase tudo deu errado.
Amor Carnal
3.8 101Humilha 90% dos discursos de esquerda e de direita em um tempo mísero e sem usar palavras.
A Serbian Film: Terror Sem Limites
2.5 2,1K Assista AgoraO que poderia ser um incrível filme de horror sobre um submundo bizarro e doente, e uma nação tratada como lixo por outras nações europeias, se perdeu num extremismo besta, que não assusta nem choca. Exagero por exagero, Mondo Cane faz melhor. Tão extremo que fica risível. Um amontoado de cenas bisonhas não faz um bom filme que se pretende o mais extremo.
Casablanca
4.3 1,0K Assista AgoraFilme ruim. Apaga o senso crítico por causa da história boba e sentimentaloide. Tem atores lindos em atuações afetadíssimas, locações toscas, roteiro de novela das oito. Claramente artificial, todo o ambiente do filme é trash hollywoodiano. Foi elevado a categoria de clássico por ter sido admirado e elogiado e endeusado por milhões de pessoas. Que nem o Papa. Mas, vai analisar os dois com calma, não valem o que custam.
Beleza Americana
4.1 3,0K Assista AgoraFilme politicamente correto. Historia banal com os eternos dilemas americanos postos em filmes só por desencargo de consciência social catalizados por um diretor chapa branca que nunca, jamais vai atravessar o limite imposto pelo mainstream que é de onde sairá o lucro dele. Personagens rasos e estereotipados. O coroa metido a adolescente não come a menina. O coroa enrustido não se aprofunda no homossexualismo. A coroa insatisfeita não vira uma escrota. E não há nudez nítida nem diálogos normais para as situações que apresenta. Na mão de um japonês psicopata ou de um europeu maniaco esse filme ia ser melhor, provavelmente. Hollywood de vez em quando precisa fingir que é do mal. NÃO É, HÁ MUITO TEMPO.
Gritos e Sussurros
4.3 478 Assista AgoraSem respostas. Sem soluções. Sem felicidade real. Sem esperanças post mortem. Sem amor recompensador. E com toda a complexidade que o desespero traz ao dia a dia. Este filme é maravilhosamente sofrido e não deve ser visto por quem está atras de conforto espiritual ou entretenimento frugal. Ou aprendemos a ser moralmente coerentes ou continuaremos a ser crianças emocionais.
Morangos Silvestres
4.4 663Com esse filme, quem é que precisa de livros de auto ajuda?
Akira
4.3 891 Assista AgoraSem conhecer Akira, fulaninho não pode se dizer Cinéfilo, Otaku, Nerd, Geek, Indie, Alternativo ou qualquer desses rótulos que definem, geralmente, gente chata. Cartilha Cyberpunk.
O Homem que Plantava Árvores
4.6 77Tão gratificante assistir a um filme que te incentiva a ser alguém que vive a vida imerso em amor, sem que, para isso, recorra aos batidos clichês de bonade e amor piegas. Quem assistiu mudou alguma coisa em si, eu sei...
Chamas da Morte
3.2 228A cena da jangada, nesse slasher bem feito pra caramba, me deixa com agonia de enrtar em barcos.
Vampiros de Almas
3.9 157 Assista AgoraPensar na possibilidade de todas as pessoas com quem a gente convive poderem ser clones é assustador. Filmaço.