Grupo de jovens acampado na floresta ouve atento a lenda contada por seu líder: naquele local, um garoto teve o rosto deformado num horrível acidente. Mas a fantasia se torna realidade e um perigo mortal se abate sobre todos.
Vamos lá: é um filme no mesmo estilo de Sexta-Feira 13, praticamente igual. Segue bastante a fórmula dos primeiros filmes de Sexta-Feira 13: muito suspense no começo e, depois, o assassino começa a matar. Porém, ele é muito lento no início. Quando as mortes realmente começam, já estamos praticamente no meio do filme, seguindo até o final.
O que é chato em filmes assim, ou na maioria dos que seguem esse padrão, é que o assassino consegue morrer da maneira mais imbecil possível. No começo, o Cropsy sempre espera o momento certo para matar e constrói todo aquele suspense e, de repente, o roteiro simplesmente estraga o personagem de uma maneira ridícula e que não faz sentido.
E o mais patético é o Cropsy morrer pelas mãos do Todd. Isso não faz muito sentido, já que o intuito do filme seria justamente mostrar o Cropsy se vingando de quem fez aquilo com ele.
Poderia ter sido um filme muito bom, mas estragaram o final. Nota: 7,8/10.
Não recomendo se você gosta de filmes com mortes mais demoradas e que não tenham um ritmo tão lento. Mas, se você já assistiu Sexta-Feira 13, é bastante parecido com o estilo dos primeiros filmes.
Uma boa opção para quem quer curtir aqueles slashers oitentista, mas quer fugir dos mais óbvios. Dirigido por Tony Maylam, que não tem grandes coisas relevantes em sua carreira, o destaque maior fica por conta mesmo de Chamas da Morte. O filme aqui apresenta todos os clichês desse subgênero do terror, os únicos pesares ficam por conta do ritmo da primeira metade, já que as mortes demoram a engrenar e a falta de uma trilha sonora mais marcante, mas no geral é um bom filme.
IMPRIMATUR - visto pela primeira vez entre 1987 e 1988:
Outro clássico do Sessão das 10 no SBT(TVS), sempre exibido com o nome de A Vingança de Cropsy... hoje não causaria tanto impacto, mas teve seu público na época. Como curiosidade, é protagonizado pela atriz Leah Ayres que depois de O Grande Dragão Branco, desapareceu. Tem boa aprovação no Rotten, mas envelheceu negativamente.
Bom slasher dos anos 80, daquele tipo que não falta nada do gênero (vilão com visual legal, boas mortes, boa trilha sonora e belas atrizes nuas) e que depois vc fica se perguntando: "por que não virou uma franquia?". Atualmente disponível na Darkflix com a dublagem clássica.
Vamos lá: é um filme no mesmo estilo de Sexta-Feira 13, praticamente igual. Segue bastante a fórmula dos primeiros filmes de Sexta-Feira 13: muito suspense no começo e, depois, o assassino começa a matar. Porém, ele é muito lento no início. Quando as mortes realmente começam, já estamos praticamente no meio do filme, seguindo até o final.
O que é chato em filmes assim, ou na maioria dos que seguem esse padrão, é que o assassino consegue morrer da maneira mais imbecil possível. No começo, o Cropsy sempre espera o momento certo para matar e constrói todo aquele suspense e, de repente, o roteiro simplesmente estraga o personagem de uma maneira ridícula e que não faz sentido.
E o mais patético é o Cropsy morrer pelas mãos do Todd. Isso não faz muito sentido, já que o intuito do filme seria justamente mostrar o Cropsy se vingando de quem fez aquilo com ele.
Poderia ter sido um filme muito bom, mas estragaram o final. Nota: 7,8/10.
Não recomendo se você gosta de filmes com mortes mais demoradas e que não tenham um ritmo tão lento. Mas, se você já assistiu Sexta-Feira 13, é bastante parecido com o estilo dos primeiros filmes.
Uma boa opção para quem quer curtir aqueles slashers oitentista, mas quer fugir dos mais óbvios. Dirigido por Tony Maylam, que não tem grandes coisas relevantes em sua carreira, o destaque maior fica por conta mesmo de Chamas da Morte. O filme aqui apresenta todos os clichês desse subgênero do terror, os únicos pesares ficam por conta do ritmo da primeira metade, já que as mortes demoram a engrenar e a falta de uma trilha sonora mais marcante, mas no geral é um bom filme.
*** (Bom)
IMPRIMATUR - visto pela primeira vez entre 1987 e 1988:
Outro clássico do Sessão das 10 no SBT(TVS), sempre exibido com o nome de A Vingança de Cropsy... hoje não causaria tanto impacto, mas teve seu público na época. Como curiosidade, é protagonizado pela atriz Leah Ayres que depois de O Grande Dragão Branco, desapareceu. Tem boa aprovação no Rotten, mas envelheceu negativamente.
Avaliação em nota: 5.9
Fiquei com pena do assassino
Bom slasher dos anos 80, daquele tipo que não falta nada do gênero (vilão com visual legal, boas mortes, boa trilha sonora e belas atrizes nuas) e que depois vc fica se perguntando: "por que não virou uma franquia?". Atualmente disponível na Darkflix com a dublagem clássica.