Acabei de assistir quatro episódios longos pra descobrir que o caso continua exatamente como estava: não resolvido desde 1994. A série começa com um cold case… e termina com o mesmo cold case. Nenhuma conclusão, nenhum avanço definitivo. Só frustração.
Se fosse pra dar um nome mais honesto, poderia ser “Frustrações de um Cold Case”.
A produção escolhe focar nos investigadores no presente. Mostra cadeia de custódia, procedimentos, reanálise de provas, toda a parte técnica de uma investigação. Isso é interessante no começo — você entende como funciona o processo. Mas também escancara o quanto esse tipo de investigação é lento, burocrático e, muitas vezes, estagnado. E essa lentidão dita o ritmo da série inteira.
Tecnicamente, a série é bem feita. A edição tenta criar tensão, a trilha ajuda a dar movimento, as entrevistas são bem conduzidas. Mas como o caso não foi solucionado, a narrativa parece perdida também. Dá a sensação de que estavam acompanhando algo que talvez evoluísse… e simplesmente decidiram parar. Como se as gravações tivessem sido suspensas porque não havia mais o que mostrar.
No fim, não é que seja ruim. É frustrante. E talvez esse seja justamente o problema.
50 Segundos é um documentário tecnicamente caprichado, mas que me deixou desconfortável pela forma como escolhe contar a história. A série tenta mostrar “todos os lados”, mas acaba abrindo espaço demais para a versão dos rugbiers e de suas famílias.
Em vários momentos, o tom é tão compreensivo com eles que cheguei a sentir que, de tanto cuidado, o documentário estava preparando algum tipo de reviravolta — como se, de repente, eles fossem ser inocentados ou algo mudasse completamente o que já se sabe. Só que essa reviravolta nunca chega, porque ela simplesmente não existe.
A realidade do caso é clara: há vídeos, testemunhos, perícias e até a marca do tênis no rosto de Fernando. As provas são sólidas, a responsabilidade é estabelecida, e a condenação aconteceu por motivos bem fundamentados. Mesmo assim, o documentário insiste em dar destaque para uma narrativa que a defesa repetiu exaustivamente, mas que não se sustenta. Em vez de questionar esses argumentos, a série acaba tratando a versão dos condenados com um peso quase igual ao dos fatos comprovados.
Entendo a intenção de mostrar como o crime impactou várias vidas, mas isso não muda o fato de que só uma vida foi perdida — e de forma brutal. O foco excessivo na perspectiva dos rugbiers cria uma sensação de neutralidade artificial e enfraquece a força do próprio caso.
No geral, o documentário é assistível, mas falha onde mais importa: na escolha editorial de dar voz demais para quem passou anos negando algo registrado em vídeo. Para mim, ficou mais como um exercício de relativização do que como uma reconstrução honesta.
O final foi muito anticlimático. Poderiam ter escolhido pessoas que realmente estivessem interessadas em participar do reality e/ou que precisassem do dinheiro. Não sei se a Valkyrae foi demitida ou se ela meteu atestado, mas achei nada a ver ela não participar da final. O que deve ter rolado? O Fanum tava lá, sabe? Ficou parecendo que os Sidemen queriam apresentar o programa todo, mas não deixaram.
Sou fã do universo Alien. Amo a mitologia, o terror existencial, a estética decadente e a tensão claustrofóbica. Alien: Earth acerta em cheio no visual: a fotografia é linda, a direção respeita o legado, e os recursos de câmera — como os giros desconcertantes — são uma homenagem clara ao filme original. A estética retrô, com salas cheias de botões e tecnologia ultrapassada, me incomodou no início, mas fez sentido ao perceber que a série se passa antes do filme de 1979. Ponto pra coerência.
A série é parada, arrastada, e parece mais preocupada em parecer profunda do que em contar uma história envolvente. A escolha de colocar adultos interpretando crianças é, sinceramente, insuportável. Quando uma criança faz birra ou toma decisões burras, a gente releva — é parte da inocência. Mas quando um adulto faz isso, tentando emular uma mente infantil, o resultado é só raiva. A estupidez infantil, sem o carisma da infância, vira um fardo narrativo. Cenas e diálogos óbvios se acumulam, tornando tudo previsível e cansativo.
Alien: Earth tenta antropomorfizar os xenomorfos, suavizando sua natureza. A série os trata como “criaturas” — quase como animais exóticos — vítimas de exploração humana. Essa abordagem reflete a sensibilidade de 2025, onde animais não devem ser machucados, e tudo precisa ter uma camada ética. Mas isso dilui absurdamente o terror que os aliens sempre representaram. Eles deixam de ser o “outro absoluto”, a ameaça impessoal e implacável, e passam a ser quase compreensíveis. Isso enfraquece o horror visceral que fez da franquia um marco
Não só dilui o terror como contradiz diretamente o comportamento dos aliens nos filmes anteriores. A franquia sempre deixou claro: qualquer tentativa de humanizar, domesticar ou negociar com os xenomorfos termina em morte. O horror vinha justamente da impossibilidade de diálogo — e agora querem nos fazer sentir pena.
"Eles não são animais, são predadores perfeitos" como dizia Ash.
Alien: Earth é uma obra que respeita o visual da franquia, mas falha em capturar sua alma. É bonita, sim. Mas beleza sem substância não sustenta oito episódios de frustração. E quando até o alien deixa de ser assustador, talvez seja hora de repensar o que estamos chamando de terror.
Love Con Revenge tenta surfar na onda de The Tinder Swindler, mas entrega algo mais próximo de Catfish da MTV — só que sem a decência de assumir que é um reality show. Vendido como docuseries investigativo sobre golpes românticos, o que vemos é uma dramatização forçada, artificial e mal disfarçada.
O problema começa pela teatralidade. Uma das cenas “clímax” envolve uma armadilha armada pelas investigadoras para confrontar um golpista num parque. Ele aparece, percebe a situação e foge de carro. Parece eletrizante — até você lembrar que, se a imagem dele foi exibida, houve liberação de uso. Ou seja, no mínimo, a cena foi reconstituída. E isso dá à série um ar de teatro mal ensaiado.
Essa artificialidade se espalha por diálogos que soam decorados, cliffhangers forçados e recriações que lembram dramatizações baratas de programas policiais. A espontaneidade é inexistente, e a narrativa perde credibilidade. Parece que a produção não confia no peso das histórias reais e tenta compensar com suspense de quinta categoria.
E tem mais: em vários momentos, a série esconde informações como se a vítima estivesse completamente perdida, até que, graças à “incrível investigação”, os produtores descobrem um fato revelador. Mas quando vão conversar com a vítima com essa “descoberta”, ela já sabia de tudo e ainda explica melhor o que aconteceu. Ou seja, ou estão inventando mistérios para poder solucioná-los depois, ou são péssimos investigadores que não sabem fazer perguntas básicas. Em qualquer dos casos, o resultado é o mesmo — uma narrativa manipulada, que sacrifica a verdade em nome de um suspense barato.
E isso é lamentável, porque o tema é urgente e relevante. Golpes amorosos devastam vidas, arruínam finanças e deixam cicatrizes emocionais profundas. A série até toca nesses pontos, mas o impacto é diluído pela obsessão em “cinematizar” tudo. O que poderia ser um documentário potente sobre abuso e manipulação vira entretenimento plastificado.
The Better Sister acerta em muitos aspectos. As atuações são impecáveis, e o elenco realmente eleva o material — até em momentos em que o roteiro não entrega tudo o que poderia. É um daqueles casos em que a presença e entrega dos atores seguram a série e fazem dela uma experiência envolvente.
Minha principal crítica, no entanto, vai para a forma como a produção foi anunciada e conduzida. Vendida como minissérie, a expectativa natural era de uma narrativa fechada, com início, meio e fim definidos. Só que, ao invés de encerrar todos os pontos abertos da temporada, a série opta por um final em aberto, com um gancho evidente para uma possível segunda temporada.
Isso reflete uma tendência que tenho notado: parece que já não existem mais minisséries de verdade, apenas franquias em potencial. Mesmo quando a trama poderia se encerrar de maneira satisfatória, preferem deixar portas entreabertas, sacrificando a sensação de conclusão.
No caso específico de The Better Sister, os últimos dois minutos trazem um novo mistério — a morte de Jake, o amante de Chloe — que não dialoga com o arco principal e soa como um recurso artificial para manter o assunto vivo. Se a avaliarmos de fato como minissérie, como foi apresentada, esse gancho é desnecessário e até prejudica a força do desfecho.
Em resumo: The Better Sister tem grandes méritos, mas tropeça justamente no que deveria ser sua maior qualidade
Então, pra mim esse documentário não é true crime, é true trauma. O documentário é sobre dor coletiva e o esforço de uma cidade inteira em preservar um trauma pra tentar obter alguma resolução.
Honestamente? Não considero isso um documentário de true crime de verdade — e muito menos uma obra centrada nas vítimas, como promete ser. O foco real é nas famílias das vítimas, nos amigos, vizinhos, conhecidos… praticamente qualquer um que pudesse fornecer um depoimento emocional. É uma sequência repetitiva de reações e lembranças, com cara de memorial. Pra mim, isso foi forçação de barra e enrolação emocional do início ao fim.
A narrativa, inclusive, é deliberadamente manipuladora. O primeiro episódio já estabelece uma tensão ao mostrar que as amigas das sobreviventes foram chamadas para ir até a casa pela manhã, antes da polícia ser acionada. Só que a série esconde por completo, até o último episódio, o fato de que Dylan — uma das sobreviventes — viu o assassino mascarado saindo da casa no meio da madrugada. Isso está documentado no mandado de prisão desde janeiro de 2023. Ou seja, não é uma reviravolta, é um fato escondido de propósito.
E o mais grave: os amigos e familiares já sabiam disso. Eles sabiam do carro branco, sabiam do que Dylan viu, sabiam que a polícia já tinha suspeitas sólidas. O próprio documentário já tinha esse conhecimento. Mas escolhe fingir que ninguém sabia de nada, como se o caso estivesse completamente em aberto, só para poder gastar episódios inteiros explorando rumores de internet e acusações aleatórias. Se esses fatos tivessem sido revelados desde o início, a série perderia a desculpa para alimentar o suspense artificial em cima de fofocas já descartadas.
Além disso, me incomodou o cuidado excessivo com a imagem da sobrevivente. O documentário parece mais interessado em protegê-la de qualquer julgamento do que em expor os fatos de forma honesta. Mas não tem como ignorar a pergunta que todos já fizeram (mesmo que em silêncio):
Será que alguma vítima ainda estava viva?
Eles morreram na hora ou sangraram até a morte?
O documentário evita completamente essas questões, como se fossem proibidas de serem discutidas — o que, sinceramente, soa mais como controle narrativo do que empatia real.
No fim das contas, One Night in Idaho não informa, não investiga e não entrega nenhuma nova perspectiva. É uma dramatização emotiva construída em cima de omissões conscientes, que gasta tempo com teorias falsas e se recusa a lidar com os pontos difíceis do caso.
Eu entendo que documentários de crimes reais são muito criticados por explorarem o sofrimento alheio, e que aqui talvez tenham tentado construir uma versão mais cuidadosa e respeitosa diante das atrocidades que aconteceram. Mas, no fim, o caminho narrativo que a série escolheu acaba deixando o público com muito mais perguntas do que respostas. E em um caso como esse — com tantos fatos já disponíveis — isso parece mais uma escolha editorial do que uma limitação ética
Adorei o formato. Os roteiristas conseguiram capturar perfeitamente o humor característico da Phoebe, tornando a experiência envolvente e divertida. Também achei fascinante a abordagem feminina sobre o tema. Mas, sejamos sinceros—se colocassem a Phoebe para ler uma bula de remédio, eu ainda acharia interessante.
O que realmente me incomodou foi a escolha dos polvos como foco central. Por mais incríveis que sejam, já foram exaustivamente explorados em outros documentários, especialmente desde o hype de 2020. Claro, os pontos sobre antropomorfismo são válidos, mas, além disso, o que há de realmente novo aqui? A especulação de que, talvez um dia, um biólogo italiano consiga provar que existem polvos vivendo em comunidade no México?
Sinto que, se eu não soubesse absolutamente nada sobre esses animais, teria apreciado mais a obra.
Fiquei triste em saber que essa será a última temporada da série mas ao mesmo tempo feliz dele ter conseguido terminar tão bem.
O que me incomodava dessa série eram justamente as "coincidências" que ele nos força a acreditar. Mas aí ele veio com o ep.5 dessa temporada que fala justamente sobre isso.
Eu amei a ligação que ele fez sobre a honra dos observadores de pássaros e o seu dever como documentarista, em só mostrar a verdade. Foi incrível ver ele trazer suas inseguranças entre se manter confiante na verdade ou ceder a tentação de colocar cenas artificiais que sejam impactantes.
Enfim, essa temporada foi ótima, ficarei com saudades.
A ideia é bem legal mas essa espontaneidade roteirizada faz a série ficar muito forçada e até um pouco infantilizada. Acho que os roteiristas miraram em fofo mas acertaram o brega.
Como o nome da série usa o nome de verdade deles, eu não estava esperando ver eles dois atuando e seguindo um roteiro. Pensei que ia ser mais livre e honesto.
Não é ruim porque eles são ótimos atores mas acredito que eu não seja o publico alvo desse programa.
Uma ótima paródia sobre a monotonia. As vezes fofa, outras ácidas mas sempre engraçada. É uma série curtinha e rápida. Cada episódio tem menos de 20 min (muito bem trabalhados).
Sei lá gente, pra mim o que move o mundo é o dinheiro. Não consigo enxergar essa recusa da família Biondo em ver a verdade somente pelo fato de que o que aconteceu com eles é inconcebível.
Pra mim, esse comportamento e presepadas que eles fazem é pelo simples motivo que se eles conseguirem convencer que a história deles é verdade, eles terão que mudar o laudo; e a causa de morte do Mario vai passar de suicídio para indeterminado/assassinato. Assim, a família vai poder receber o seguro de vida (possivelmente milionário) que ele deixou.
A série é muito boa. O roteiro, direção, cinematografia e trilha sonora são trabalhados muito bem na série. Você não consegue parar de assistir.
O desenvolvimento dos personagens também é muito bem feito. Dominique Fishback é uma ótima atriz, ela consegue se transformar completamente. Ela vai de uma menina completamente sem habilidades sociais, quase no espectro, pra uma mulher empoderada, que sabe que é sexy ao só escutar uma música da NiJah. Essas oscilações da personagem exigiam muito da atriz e eu acho que ela consegue passar verdade muito bem em todas as cenas.
A série é uma sátira/thriller e isso é muito bem feito porque a série tem cenas muito pesadas mas pelo jeitos, comportamentos e falas da personagem, elas acabam sendo cómicas.
O único problema que eu tenho com a série é justamente o que muitos acharam o ponto mais forte. O maior problema da série, para mim, é justamente o aviso que eles colocam no inicio da série dizendo que isso NÃO é uma ficção. Sendo que se olharmos para o que eles estão nos dizendo com um olhar crítico, vemos que nada daquilo é real.
Nosso país já elegeu um presidente por causa de muitas fake news. Eu acho que esse descaso com a verdade é um desserviço e que muita gente se aproveita disso porque vende, porque é sensacionalista.
Eu acho que a maneira que o ep.6 da série foi feito e o disclaimer no início é justamente para confundir quem está vendo, fazerem a as pessoas se importarem e se conectarem mais com a história no intuito de vender mais.
Ai você deve estar se perguntado, por que eles colocariam um aviso dizendo que é verdade se não é verdade? Pode isso?
Ao perguntada sobre isso, Janine Naber, uma das criadoras da série respondeu: “We start with the saying ‘this is not a work of fiction,’ which is true,” Nabers says. “When you’re looking at the seven episodes that span a two and a half year period, we are basically showing things that have existed on the internet as stories or news stories and then we put our main character in the middle of all of that.”
Eles se sentem no direito de colocar que essa série é real porque circulou NA INTERNET histórias de coisas que aconteceram com a Beyonce na vida real e eles, apenas colocaram a Dre como a pessoa que cometeu esses atos. Dre nunca existiu, nem as histórias que se basearam nela. Ou seja, toda a série foi feita através dos rumores e fake news que rolaram sobre a vida da Beyonce.
Não sei se vocês lembram mas logo no início da carreira da Lady Gaga, surgiu um rumor que ela seria uma pessoa do intersexo. Que ela havia nascido com características sexuais biológicas do sexo feminino e masculino. O equivalente desse série seria se eu fizesse um filme bibliográfico da Lady Gaga e uma cena desse filme, fosse ela fazendo a cirurgia para remover as características sexuais biológicas masculinas dela e no final eu colocar um aviso dizendo que isso não é ficção.
Eu posso dizer que não é ficção porque existem rumores e histórias NA INTERNET dizendo que ela nasceu assim. Mas é verdade que a Lady Gaga era intersex? Não, não é verdade.
Eu acho muito errado dizer que algo não é ficção pelo simples motivo que existem rumores na internet que dizem que algo realmente aconteceu. A frase está correta e não podemos processar eles por calúnias. Mas, em nenhum momento, eles confirmam que esses rumores são verdadeiros.
Eu entendo que muitos rumores podem ter fundos de verdade e que essas histórias são criadas e divulgadas por fãs da Beyonce e que querendo não, isso faz parte do universo da Beyonce e parte da história dela. Mas não consigo deixar de me sentir engando se não nos deixam claro que são apenas rumores e não fatos.
Mas quais foram esses rumores?
"Marissa Jackson se suicidou após escutar o novo álbum da Beyonce."
Um dos rumores que eles se basearam a história da série foi dessa história que rolou na internet em 2016. Aparentemente uma jovem chamada Marissa Jackson se matou ao escutar o Lemonade porque ela percebeu, pela letra das musicas do álbum, que ela havido sido traída pelo namorado, assim como a Beyonce foi traída pelo Jay-Z. Mas isso realmente aconteceu? Eu não consegui achar nenhum artigo que confirmasse isso. Na verdade, eu achei diversos artigos dizendo que essa história foi um rumor criado pela Empire Herald, um site americano que divulga rumores e fake news.
Muitas pessoas realmente acreditaram que isso aconteceu porque a mídia divulgou absurdamente essa noticia mas nenhum desses veículos, que divulgou essa noticia, conseguiram confirmar que era real. Só diziam que "de acordo com a Empire Herald", uma mulher chamada Marissa Jackson havia se matado por causa da Beyonce. Nenhuma pagina que divulgou essa informação conseguiu localizar um membro da família da vitima, um vizinho, um certificado de óbito, nada.
"Uma atriz mordeu a Beyonce (#bitegate)"
Outro RUMOR que a série se aproveita foi de que a Beyonce foi mordida por uma atriz em uma festa após o show do Jay-Z. Quem começou esse rumor foi a Tiffany Haddish, uma atriz e comediante americana que estava nessa festa. Após essa história ser contada pela Tiffany em um entrevista, se iniciou uma grande caçada atrás de quem seria essa possível atriz a morder a Beyonce. Diversos nomes surgiram na mídia, pessoas no Twitter encontraram a lista de pessoas que estavam no evento e começaram a caçar possíveis atrizes que estavam lá na noite da possível mordida e que poderiam ter feito isso. Sanaa Lathan, Chrissy Teigen, Kathie Lee Gifford e Hoda Kotb.tiveram que publicamente negar terem mordido Beyonce porque estavam sendo massacradas em suas redes sociais por serem responsáveis. Ninguém nunca assumiu ser a pessoa a morder a Beyonce. Por outro lado, na época, a empresária da Beyonce, Yvette Noel-Schure, se pronunciaram da seguinte maneira: I absolutely cannot comment on any of this, as I have no knowledge.”
Alguns anos depois, em 2018, o padastro da Beyonce fez uma entrevista e quando perguntado sobre quem ele pensava quem havia mordido Beyonce ele diz que nada na história foi real e que a Tiffany apenas se aproveitou de uma repercussão da mídia para se promover.
Eu entendo que esses rumores fizeram parte da história da Beyonce mas quando você diz que algo é verdade, apenas porque você leu uma matéria na internet, é abusar do "tecnicamente eu não menti" apenas para vender mais.
Enfim, tirando essa falácia da série ser uma história real, a série é muito bem feita e vale a pena ser vista.
Acho que as duas primeiras temporadas foram superiores mas essa teve muita coisa boa também.
Acho que escalou tanto na segunda temporada que eles resolveram fazer essa terceira temporada com menos dramas e tragédias e com mais realidade e problemas cotidianos.
Eu passei as duas ultimas temporadas passando raiva do Ramy porque ele nunca assumia responsabilidade de nada, nada era culpa dele, ele era sempre a vitima. Essa temporada ele veio muito mais maduro e consciente, adorei. Ainda fazendo muita merda, porque ele é o Ramy, mas amamos ele por isso.
Que achado maravilhoso! A série é muito boa e super importante.
A maneira que eles mostram o quanto os húngaros estavam a mercê da união soviética é muito boa. Não importava quem ou quão importante você era, no final, você sempre percebe que você era só mais um peão do tabuleiro tentando sobreviver e não ser comido pelo rei. A serie se passa em 85 e eles fizeram um bom trabalho pra nos levar até lá. A ambientação é muito boa. Carros soviéticos para todo lado. Cenas gravadas em distritos históricos de Budapeste. A trilha sonora já foi adicionada no Spotify. Figurinos, quero todos. O tema da série já era algo que me interessou logo de inicio. Falou em resistência jovem, já podem contar comigo, mas a série também sabe construir muito bem cada personagem. Elenco escolhido a dedo e atuações muito boas.
É uma série muito húngara e por isso tem um ritmo muito húngaro. Um ritmo lento e intenso. Você fica meio atordoado depois de um episódio. Parece que você está achando que a série demora para desenvolver mas na verdade é porque você acabou de passar por um diálogo intenso de 10 minutos que tem tanta referencia e com tanta coisa dita, que você precisa dar uma pausa e refletir um pouco, até você conseguir parar de se questionar de todas as escolhas que você fez na vida e voltar com a série.
Enfim, claramente já virei cadelinha da série. Besugote oficial kkk
Eu tenho muitos problemas com mockumentaries que são vendidos como documentários. A série tem uma boa premissa, uma idea interessante, umas cenas engraçadas mas faltou verdade.
A Angela claramente estava seguindo um script (fingindo não estar) e tentar me fazer acreditar em qualquer outra coisa é uma afronta.
Depois que eu terminei a série, eu li uma matéria da IndieWire falando sobre a série. O artigo discute se a série seria toda escrita ou se houveram mesmo momentos reais com pessoas reais. Eles mostram que a Angela e o Robbin eram atores registrados e com experiências anteriores mas no final do artigo, eles concluem que essa pergunta não importa. Que uma vez que você está envolvido com a trama, você não se pergunta mais sobre isso.
Acredito que eu não tenha conseguido me envolver com a trama e/ou os personagens o suficiente para conseguir relevar isso.
Não achei o Nathan tão carismático assim para nos fazer ver os ensaios e a preparação para contar uma verdade, para no final, eles exibirem uma cena também ensaiada e escrita por alguém, se passando como um momento real.
A série é muito boa e engraçada. Os tópicos de cada episodio são muito bem escolhidos. Eu amo a forma que ele tem de narrar algo enquanto mostra cenas engraçadas e reais de coisas que rolam em NY.
A única coisa que me incomoda são as "coincidências" que ele quer forçar a gente acreditar. Tipo a do ultimo episodio, que ele estava andando pela cidade e resolve entrar em um prédio pra fugir do calor e lá dentro estava tendo uma convenção de planejadores. Logo no episodio em que o tema é sobre planejamento/espontaneidade?
Entendo que talvez ele use esse artificio para manter uma linearidade para os espectadores mas como ele vende a série como um documentário, essas "mentirinhas" me fazem tirar um pouco de credibilidade do que ele faz. Não acho que seja um problema muito grande, por isso minha nota, mas senti que nessa temporada tiveram muito mais "coincidências" que a primeira.
Entre ter uma temporada inteira de enrolação e um final ou ter a série cancelada na metade da temporada, coisa que aconteceria em qualquer outro canal, eu fico esse fim aí...
Na série quem fica com o Gus também é a Megan e não a Karen. E a Meredia termina com o chefe (que não é tão idiota assim) delas e não com o Jed, na verdade nem existe um Jed na série. Ela termina com o Daniel como no livro
O Caso Melissa Witt: Em Busca de um Assassino
2.8 2 Assista AgoraEra pra ser um filme.
Acabei de assistir quatro episódios longos pra descobrir que o caso continua exatamente como estava: não resolvido desde 1994. A série começa com um cold case… e termina com o mesmo cold case. Nenhuma conclusão, nenhum avanço definitivo. Só frustração.
Se fosse pra dar um nome mais honesto, poderia ser “Frustrações de um Cold Case”.
A produção escolhe focar nos investigadores no presente. Mostra cadeia de custódia, procedimentos, reanálise de provas, toda a parte técnica de uma investigação. Isso é interessante no começo — você entende como funciona o processo. Mas também escancara o quanto esse tipo de investigação é lento, burocrático e, muitas vezes, estagnado. E essa lentidão dita o ritmo da série inteira.
Tecnicamente, a série é bem feita. A edição tenta criar tensão, a trilha ajuda a dar movimento, as entrevistas são bem conduzidas. Mas como o caso não foi solucionado, a narrativa parece perdida também. Dá a sensação de que estavam acompanhando algo que talvez evoluísse… e simplesmente decidiram parar. Como se as gravações tivessem sido suspensas porque não havia mais o que mostrar.
No fim, não é que seja ruim. É frustrante. E talvez esse seja justamente o problema.
50 Segundos: O Caso Fernando Báez Sosa (1ª Temporada)
3.4 750 Segundos é um documentário tecnicamente caprichado, mas que me deixou desconfortável pela forma como escolhe contar a história. A série tenta mostrar “todos os lados”, mas acaba abrindo espaço demais para a versão dos rugbiers e de suas famílias.
Em vários momentos, o tom é tão compreensivo com eles que cheguei a sentir que, de tanto cuidado, o documentário estava preparando algum tipo de reviravolta — como se, de repente, eles fossem ser inocentados ou algo mudasse completamente o que já se sabe. Só que essa reviravolta nunca chega, porque ela simplesmente não existe.
A realidade do caso é clara: há vídeos, testemunhos, perícias e até a marca do tênis no rosto de Fernando. As provas são sólidas, a responsabilidade é estabelecida, e a condenação aconteceu por motivos bem fundamentados. Mesmo assim, o documentário insiste em dar destaque para uma narrativa que a defesa repetiu exaustivamente, mas que não se sustenta. Em vez de questionar esses argumentos, a série acaba tratando a versão dos condenados com um peso quase igual ao dos fatos comprovados.
Entendo a intenção de mostrar como o crime impactou várias vidas, mas isso não muda o fato de que só uma vida foi perdida — e de forma brutal. O foco excessivo na perspectiva dos rugbiers cria uma sensação de neutralidade artificial e enfraquece a força do próprio caso.
No geral, o documentário é assistível, mas falha onde mais importa: na escolha editorial de dar voz demais para quem passou anos negando algo registrado em vídeo. Para mim, ficou mais como um exercício de relativização do que como uma reconstrução honesta.
Inside: EUA (1ª Temporada)
1.5 3O final foi muito anticlimático.
Poderiam ter escolhido pessoas que realmente estivessem interessadas em participar do reality e/ou que precisassem do dinheiro.
Não sei se a Valkyrae foi demitida ou se ela meteu atestado, mas achei nada a ver ela não participar da final. O que deve ter rolado? O Fanum tava lá, sabe?
Ficou parecendo que os Sidemen queriam apresentar o programa todo, mas não deixaram.
Alien: Earth (1ª Temporada)
3.2 274 Assista AgoraSou fã do universo Alien. Amo a mitologia, o terror existencial, a estética decadente e a tensão claustrofóbica. Alien: Earth acerta em cheio no visual: a fotografia é linda, a direção respeita o legado, e os recursos de câmera — como os giros desconcertantes — são uma homenagem clara ao filme original. A estética retrô, com salas cheias de botões e tecnologia ultrapassada, me incomodou no início, mas fez sentido ao perceber que a série se passa antes do filme de 1979. Ponto pra coerência.
Mas é aí que os elogios param.
A série é parada, arrastada, e parece mais preocupada em parecer profunda do que em contar uma história envolvente. A escolha de colocar adultos interpretando crianças é, sinceramente, insuportável. Quando uma criança faz birra ou toma decisões burras, a gente releva — é parte da inocência. Mas quando um adulto faz isso, tentando emular uma mente infantil, o resultado é só raiva. A estupidez infantil, sem o carisma da infância, vira um fardo narrativo. Cenas e diálogos óbvios se acumulam, tornando tudo previsível e cansativo.
E o pior de tudo:
Alien: Earth tenta antropomorfizar os xenomorfos, suavizando sua natureza. A série os trata como “criaturas” — quase como animais exóticos — vítimas de exploração humana. Essa abordagem reflete a sensibilidade de 2025, onde animais não devem ser machucados, e tudo precisa ter uma camada ética. Mas isso dilui absurdamente o terror que os aliens sempre representaram. Eles deixam de ser o “outro absoluto”, a ameaça impessoal e implacável, e passam a ser quase compreensíveis. Isso enfraquece o horror visceral que fez da franquia um marco
Não só dilui o terror como contradiz diretamente o comportamento dos aliens nos filmes anteriores. A franquia sempre deixou claro: qualquer tentativa de humanizar, domesticar ou negociar com os xenomorfos termina em morte. O horror vinha justamente da impossibilidade de diálogo — e agora querem nos fazer sentir pena.
"Eles não são animais, são predadores perfeitos" como dizia Ash.
Alien: Earth é uma obra que respeita o visual da franquia, mas falha em capturar sua alma. É bonita, sim. Mas beleza sem substância não sustenta oito episódios de frustração. E quando até o alien deixa de ser assustador, talvez seja hora de repensar o que estamos chamando de terror.
Amor, Golpe e Vingança
3.1 5 Assista AgoraLove Con Revenge tenta surfar na onda de The Tinder Swindler, mas entrega algo mais próximo de Catfish da MTV — só que sem a decência de assumir que é um reality show. Vendido como docuseries investigativo sobre golpes românticos, o que vemos é uma dramatização forçada, artificial e mal disfarçada.
O problema começa pela teatralidade. Uma das cenas “clímax” envolve uma armadilha armada pelas investigadoras para confrontar um golpista num parque. Ele aparece, percebe a situação e foge de carro. Parece eletrizante — até você lembrar que, se a imagem dele foi exibida, houve liberação de uso. Ou seja, no mínimo, a cena foi reconstituída. E isso dá à série um ar de teatro mal ensaiado.
Essa artificialidade se espalha por diálogos que soam decorados, cliffhangers forçados e recriações que lembram dramatizações baratas de programas policiais. A espontaneidade é inexistente, e a narrativa perde credibilidade. Parece que a produção não confia no peso das histórias reais e tenta compensar com suspense de quinta categoria.
E tem mais: em vários momentos, a série esconde informações como se a vítima estivesse completamente perdida, até que, graças à “incrível investigação”, os produtores descobrem um fato revelador. Mas quando vão conversar com a vítima com essa “descoberta”, ela já sabia de tudo e ainda explica melhor o que aconteceu. Ou seja, ou estão inventando mistérios para poder solucioná-los depois, ou são péssimos investigadores que não sabem fazer perguntas básicas. Em qualquer dos casos, o resultado é o mesmo — uma narrativa manipulada, que sacrifica a verdade em nome de um suspense barato.
E isso é lamentável, porque o tema é urgente e relevante. Golpes amorosos devastam vidas, arruínam finanças e deixam cicatrizes emocionais profundas. A série até toca nesses pontos, mas o impacto é diluído pela obsessão em “cinematizar” tudo. O que poderia ser um documentário potente sobre abuso e manipulação vira entretenimento plastificado.
A Melhor Irmã (1ª Temporada)
3.4 42The Better Sister acerta em muitos aspectos. As atuações são impecáveis, e o elenco realmente eleva o material — até em momentos em que o roteiro não entrega tudo o que poderia. É um daqueles casos em que a presença e entrega dos atores seguram a série e fazem dela uma experiência envolvente.
Minha principal crítica, no entanto, vai para a forma como a produção foi anunciada e conduzida. Vendida como minissérie, a expectativa natural era de uma narrativa fechada, com início, meio e fim definidos. Só que, ao invés de encerrar todos os pontos abertos da temporada, a série opta por um final em aberto, com um gancho evidente para uma possível segunda temporada.
Isso reflete uma tendência que tenho notado: parece que já não existem mais minisséries de verdade, apenas franquias em potencial. Mesmo quando a trama poderia se encerrar de maneira satisfatória, preferem deixar portas entreabertas, sacrificando a sensação de conclusão.
No caso específico de The Better Sister, os últimos dois minutos trazem um novo mistério — a morte de Jake, o amante de Chloe — que não dialoga com o arco principal e soa como um recurso artificial para manter o assunto vivo. Se a avaliarmos de fato como minissérie, como foi apresentada, esse gancho é desnecessário e até prejudica a força do desfecho.
Em resumo: The Better Sister tem grandes méritos, mas tropeça justamente no que deveria ser sua maior qualidade
— o caráter fechado da história. Se o público deve encarar a obra como minissérie, esse final aberto é um erro.
Os Assassinatos da Loja de Iogurte
3.4 3 Assista AgoraEntão, pra mim esse documentário não é true crime, é true trauma.
O documentário é sobre dor coletiva e o esforço de uma cidade inteira em preservar um trauma pra tentar obter alguma resolução.
Uma Noite em Idaho: Os Assassinatos na Faculdade
3.5 4Honestamente? Não considero isso um documentário de true crime de verdade — e muito menos uma obra centrada nas vítimas, como promete ser. O foco real é nas famílias das vítimas, nos amigos, vizinhos, conhecidos… praticamente qualquer um que pudesse fornecer um depoimento emocional. É uma sequência repetitiva de reações e lembranças, com cara de memorial. Pra mim, isso foi forçação de barra e enrolação emocional do início ao fim.
A narrativa, inclusive, é deliberadamente manipuladora. O primeiro episódio já estabelece uma tensão ao mostrar que as amigas das sobreviventes foram chamadas para ir até a casa pela manhã, antes da polícia ser acionada. Só que a série esconde por completo, até o último episódio, o fato de que Dylan — uma das sobreviventes — viu o assassino mascarado saindo da casa no meio da madrugada. Isso está documentado no mandado de prisão desde janeiro de 2023. Ou seja, não é uma reviravolta, é um fato escondido de propósito.
E o mais grave: os amigos e familiares já sabiam disso. Eles sabiam do carro branco, sabiam do que Dylan viu, sabiam que a polícia já tinha suspeitas sólidas. O próprio documentário já tinha esse conhecimento. Mas escolhe fingir que ninguém sabia de nada, como se o caso estivesse completamente em aberto, só para poder gastar episódios inteiros explorando rumores de internet e acusações aleatórias. Se esses fatos tivessem sido revelados desde o início, a série perderia a desculpa para alimentar o suspense artificial em cima de fofocas já descartadas.
Além disso, me incomodou o cuidado excessivo com a imagem da sobrevivente. O documentário parece mais interessado em protegê-la de qualquer julgamento do que em expor os fatos de forma honesta. Mas não tem como ignorar a pergunta que todos já fizeram (mesmo que em silêncio):
Será que alguma vítima ainda estava viva?
Eles morreram na hora ou sangraram até a morte?
O documentário evita completamente essas questões, como se fossem proibidas de serem discutidas — o que, sinceramente, soa mais como controle narrativo do que empatia real.
No fim das contas, One Night in Idaho não informa, não investiga e não entrega nenhuma nova perspectiva. É uma dramatização emotiva construída em cima de omissões conscientes, que gasta tempo com teorias falsas e se recusa a lidar com os pontos difíceis do caso.
Eu entendo que documentários de crimes reais são muito criticados por explorarem o sofrimento alheio, e que aqui talvez tenham tentado construir uma versão mais cuidadosa e respeitosa diante das atrocidades que aconteceram. Mas, no fim, o caminho narrativo que a série escolheu acaba deixando o público com muito mais perguntas do que respostas. E em um caso como esse — com tantos fatos já disponíveis — isso parece mais uma escolha editorial do que uma limitação ética
Polvo!
4.3 1 Assista AgoraMinha opinião sobre este documentário é mista.
Adorei o formato. Os roteiristas conseguiram capturar perfeitamente o humor característico da Phoebe, tornando a experiência envolvente e divertida. Também achei fascinante a abordagem feminina sobre o tema. Mas, sejamos sinceros—se colocassem a Phoebe para ler uma bula de remédio, eu ainda acharia interessante.
O que realmente me incomodou foi a escolha dos polvos como foco central. Por mais incríveis que sejam, já foram exaustivamente explorados em outros documentários, especialmente desde o hype de 2020. Claro, os pontos sobre antropomorfismo são válidos, mas, além disso, o que há de realmente novo aqui? A especulação de que, talvez um dia, um biólogo italiano consiga provar que existem polvos vivendo em comunidade no México?
Sinto que, se eu não soubesse absolutamente nada sobre esses animais, teria apreciado mais a obra.
Mistérios da Fé (1ª Temporada)
3.1 5Ficou claro que a divindade de um objeto está ligado apenas ao número de pessoas que o veem como um objeto divino.
How to with John Wilson (3ª Temporada)
4.3 4 Assista AgoraFiquei triste em saber que essa será a última temporada da série mas ao mesmo tempo feliz dele ter conseguido terminar tão bem.
O que me incomodava dessa série eram justamente as "coincidências" que ele nos força a acreditar. Mas aí ele veio com o ep.5 dessa temporada que fala justamente sobre isso.
Eu amei a ligação que ele fez sobre a honra dos observadores de pássaros e o seu dever como documentarista, em só mostrar a verdade.
Foi incrível ver ele trazer suas inseguranças entre se manter confiante na verdade ou ceder a tentação de colocar cenas artificiais que sejam impactantes.
Enfim, essa temporada foi ótima, ficarei com saudades.
Men in Kilts: A Roadtrip with Sam and Graham
3.8 3A ideia é bem legal mas essa espontaneidade roteirizada faz a série ficar muito forçada e até um pouco infantilizada. Acho que os roteiristas miraram em fofo mas acertaram o brega.
Como o nome da série usa o nome de verdade deles, eu não estava esperando ver eles dois atuando e seguindo um roteiro. Pensei que ia ser mais livre e honesto.
Não é ruim porque eles são ótimos atores mas acredito que eu não seja o publico alvo desse programa.
Pouca Fé (1ª Temporada)
3.8 2 Assista AgoraUma ótima paródia sobre a monotonia.
As vezes fofa, outras ácidas mas sempre engraçada.
É uma série curtinha e rápida. Cada episódio tem menos de 20 min (muito bem trabalhados).
As Últimas Horas de Mario Biondo
2.7 11Sei lá gente, pra mim o que move o mundo é o dinheiro. Não consigo enxergar essa recusa da família Biondo em ver a verdade somente pelo fato de que o que aconteceu com eles é inconcebível.
Pra mim, esse comportamento e presepadas que eles fazem é pelo simples motivo que se eles conseguirem convencer que a história deles é verdade, eles terão que mudar o laudo; e a causa de morte do Mario vai passar de suicídio para indeterminado/assassinato. Assim, a família vai poder receber o seguro de vida (possivelmente milionário) que ele deixou.
Enxame
3.8 101 Assista AgoraA série é muito boa. O roteiro, direção, cinematografia e trilha sonora são trabalhados muito bem na série. Você não consegue parar de assistir.
O desenvolvimento dos personagens também é muito bem feito. Dominique Fishback é uma ótima atriz, ela consegue se transformar completamente. Ela vai de uma menina completamente sem habilidades sociais, quase no espectro, pra uma mulher empoderada, que sabe que é sexy ao só escutar uma música da NiJah. Essas oscilações da personagem exigiam muito da atriz e eu acho que ela consegue passar verdade muito bem em todas as cenas.
A série é uma sátira/thriller e isso é muito bem feito porque a série tem cenas muito pesadas mas pelo jeitos, comportamentos e falas da personagem, elas acabam sendo cómicas.
O único problema que eu tenho com a série é justamente o que muitos acharam o ponto mais forte. O maior problema da série, para mim, é justamente o aviso que eles colocam no inicio da série dizendo que isso NÃO é uma ficção. Sendo que se olharmos para o que eles estão nos dizendo com um olhar crítico, vemos que nada daquilo é real.
Nosso país já elegeu um presidente por causa de muitas fake news. Eu acho que esse descaso com a verdade é um desserviço e que muita gente se aproveita disso porque vende, porque é sensacionalista.
Eu acho que a maneira que o ep.6 da série foi feito e o disclaimer no início é justamente para confundir quem está vendo, fazerem a as pessoas se importarem e se conectarem mais com a história no intuito de vender mais.
Ai você deve estar se perguntado, por que eles colocariam um aviso dizendo que é verdade se não é verdade? Pode isso?
Ao perguntada sobre isso, Janine Naber, uma das criadoras da série respondeu:
“We start with the saying ‘this is not a work of fiction,’ which is true,” Nabers says. “When you’re looking at the seven episodes that span a two and a half year period, we are basically showing things that have existed on the internet as stories or news stories and then we put our main character in the middle of all of that.”
Eles se sentem no direito de colocar que essa série é real porque circulou NA INTERNET histórias de coisas que aconteceram com a Beyonce na vida real e eles, apenas colocaram a Dre como a pessoa que cometeu esses atos.
Dre nunca existiu, nem as histórias que se basearam nela.
Ou seja, toda a série foi feita através dos rumores e fake news que rolaram sobre a vida da Beyonce.
Não sei se vocês lembram mas logo no início da carreira da Lady Gaga, surgiu um rumor que ela seria uma pessoa do intersexo. Que ela havia nascido com características sexuais biológicas do sexo feminino e masculino.
O equivalente desse série seria se eu fizesse um filme bibliográfico da Lady Gaga e uma cena desse filme, fosse ela fazendo a cirurgia para remover as características sexuais biológicas masculinas dela e no final eu colocar um aviso dizendo que isso não é ficção.
Eu posso dizer que não é ficção porque existem rumores e histórias NA INTERNET dizendo que ela nasceu assim. Mas é verdade que a Lady Gaga era intersex? Não, não é verdade.
Eu acho muito errado dizer que algo não é ficção pelo simples motivo que existem rumores na internet que dizem que algo realmente aconteceu. A frase está correta e não podemos processar eles por calúnias. Mas, em nenhum momento, eles confirmam que esses rumores são verdadeiros.
Eu entendo que muitos rumores podem ter fundos de verdade e que essas histórias são criadas e divulgadas por fãs da Beyonce e que querendo não, isso faz parte do universo da Beyonce e parte da história dela. Mas não consigo deixar de me sentir engando se não nos deixam claro que são apenas rumores e não fatos.
Mas quais foram esses rumores?
"Marissa Jackson se suicidou após escutar o novo álbum da Beyonce."
Um dos rumores que eles se basearam a história da série foi dessa história que rolou na internet em 2016.
Aparentemente uma jovem chamada Marissa Jackson se matou ao escutar o Lemonade porque ela percebeu, pela letra das musicas do álbum, que ela havido sido traída pelo namorado, assim como a Beyonce foi traída pelo Jay-Z. Mas isso realmente aconteceu?
Eu não consegui achar nenhum artigo que confirmasse isso. Na verdade, eu achei diversos artigos dizendo que essa história foi um rumor criado pela Empire Herald, um site americano que divulga rumores e fake news.
Muitas pessoas realmente acreditaram que isso aconteceu porque a mídia divulgou absurdamente essa noticia mas nenhum desses veículos, que divulgou essa noticia, conseguiram confirmar que era real. Só diziam que "de acordo com a Empire Herald", uma mulher chamada Marissa Jackson havia se matado por causa da Beyonce. Nenhuma pagina que divulgou essa informação conseguiu localizar um membro da família da vitima, um vizinho, um certificado de óbito, nada.
"Uma atriz mordeu a Beyonce (#bitegate)"
Outro RUMOR que a série se aproveita foi de que a Beyonce foi mordida por uma atriz em uma festa após o show do Jay-Z. Quem começou esse rumor foi a Tiffany Haddish, uma atriz e comediante americana que estava nessa festa.
Após essa história ser contada pela Tiffany em um entrevista, se iniciou uma grande caçada atrás de quem seria essa possível atriz a morder a Beyonce.
Diversos nomes surgiram na mídia, pessoas no Twitter encontraram a lista de pessoas que estavam no evento e começaram a caçar possíveis atrizes que estavam lá na noite da possível mordida e que poderiam ter feito isso.
Sanaa Lathan, Chrissy Teigen, Kathie Lee Gifford e Hoda Kotb.tiveram que publicamente negar terem mordido Beyonce porque estavam sendo massacradas em suas redes sociais por serem responsáveis. Ninguém nunca assumiu ser a pessoa a morder a Beyonce.
Por outro lado, na época, a empresária da Beyonce, Yvette Noel-Schure, se pronunciaram da seguinte maneira: I absolutely cannot comment on any of this, as I have no knowledge.”
Alguns anos depois, em 2018, o padastro da Beyonce fez uma entrevista e quando perguntado sobre quem ele pensava quem havia mordido Beyonce ele diz que nada na história foi real e que a Tiffany apenas se aproveitou de uma repercussão da mídia para se promover.
Eu entendo que esses rumores fizeram parte da história da Beyonce mas quando você diz que algo é verdade, apenas porque você leu uma matéria na internet, é abusar do "tecnicamente eu não menti" apenas para vender mais.
Enfim, tirando essa falácia da série ser uma história real, a série é muito bem feita e vale a pena ser vista.
Ramy (3ª Temporada)
4.0 4Acho que as duas primeiras temporadas foram superiores mas essa teve muita coisa boa também.
Acho que escalou tanto na segunda temporada que eles resolveram fazer essa terceira temporada com menos dramas e tragédias e com mais realidade e problemas cotidianos.
Eu passei as duas ultimas temporadas passando raiva do Ramy porque ele nunca assumia responsabilidade de nada, nada era culpa dele, ele era sempre a vitima. Essa temporada ele veio muito mais maduro e consciente, adorei. Ainda fazendo muita merda, porque ele é o Ramy, mas amamos ele por isso.
Ansioso pela quarta temporada:
Preciso saber o que vai rolar com a casa dos pais do Ramy agora esse LOUCO doou todo seu dinheiro pra Allah
O Informante
4.2 1Que achado maravilhoso! A série é muito boa e super importante.
A maneira que eles mostram o quanto os húngaros estavam a mercê da união soviética é muito boa. Não importava quem ou quão importante você era, no final, você sempre percebe que você era só mais um peão do tabuleiro tentando sobreviver e não ser comido pelo rei.
A serie se passa em 85 e eles fizeram um bom trabalho pra nos levar até lá. A ambientação é muito boa. Carros soviéticos para todo lado. Cenas gravadas em distritos históricos de Budapeste. A trilha sonora já foi adicionada no Spotify. Figurinos, quero todos.
O tema da série já era algo que me interessou logo de inicio. Falou em resistência jovem, já podem contar comigo, mas a série também sabe construir muito bem cada personagem. Elenco escolhido a dedo e atuações muito boas.
É uma série muito húngara e por isso tem um ritmo muito húngaro. Um ritmo lento e intenso. Você fica meio atordoado depois de um episódio. Parece que você está achando que a série demora para desenvolver mas na verdade é porque você acabou de passar por um diálogo intenso de 10 minutos que tem tanta referencia e com tanta coisa dita, que você precisa dar uma pausa e refletir um pouco, até você conseguir parar de se questionar de todas as escolhas que você fez na vida e voltar com a série.
Enfim, claramente já virei cadelinha da série. Besugote oficial kkk
O Ensaio (1ª Temporada)
4.0 66 Assista AgoraEu tenho muitos problemas com mockumentaries que são vendidos como documentários. A série tem uma boa premissa, uma idea interessante, umas cenas engraçadas mas faltou verdade.
A Angela claramente estava seguindo um script (fingindo não estar) e tentar me fazer acreditar em qualquer outra coisa é uma afronta.
Depois que eu terminei a série, eu li uma matéria da IndieWire falando sobre a série. O artigo discute se a série seria toda escrita ou se houveram mesmo momentos reais com pessoas reais. Eles mostram que a Angela e o Robbin eram atores registrados e com experiências anteriores mas no final do artigo, eles concluem que essa pergunta não importa. Que uma vez que você está envolvido com a trama, você não se pergunta mais sobre isso.
Acredito que eu não tenha conseguido me envolver com a trama e/ou os personagens o suficiente para conseguir relevar isso.
Não achei o Nathan tão carismático assim para nos fazer ver os ensaios e a preparação para contar uma verdade, para no final, eles exibirem uma cena também ensaiada e escrita por alguém, se passando como um momento real.
How to with John Wilson (2ª Temporada)
4.3 8 Assista AgoraA série é muito boa e engraçada. Os tópicos de cada episodio são muito bem escolhidos. Eu amo a forma que ele tem de narrar algo enquanto mostra cenas engraçadas e reais de coisas que rolam em NY.
A única coisa que me incomoda são as "coincidências" que ele quer forçar a gente acreditar. Tipo a do ultimo episodio, que ele estava andando pela cidade e resolve entrar em um prédio pra fugir do calor e lá dentro estava tendo uma convenção de planejadores. Logo no episodio em que o tema é sobre planejamento/espontaneidade?
Entendo que talvez ele use esse artificio para manter uma linearidade para os espectadores mas como ele vende a série como um documentário, essas "mentirinhas" me fazem tirar um pouco de credibilidade do que ele faz.
Não acho que seja um problema muito grande, por isso minha nota, mas senti que nessa temporada tiveram muito mais "coincidências" que a primeira.
True Blood (7ª Temporada)
3.4 489 Assista AgoraEntre ter uma temporada inteira de enrolação e um final ou ter a série cancelada na metade da temporada, coisa que aconteceria em qualquer outro canal, eu fico esse fim aí...
Outlander (1ª Temporada)
4.5 556 Assista AgoraTrailer:
https://www.youtube.com/watch?v=YnaqypyJDHs
Casório?! (2ª Temporada)
3.2 1A segunda temporada seria como a continuação do final do livro, é bem melhor do que a primeira, acontece mais coisa.
Gerard Butler como o Gus ficou muito bom, queria saber se o sotaque de Irlandês/Escocês é mesmo dele.
As adaptações e as mudanças de casais em relação ao livro não ficaram ruins, acho que devido ao elenco ficou até melhor
Na série quem fica com o Gus também é a Megan e não a Karen. E a Meredia termina com o chefe (que não é tão idiota assim) delas e não com o Jed, na verdade nem existe um Jed na série. Ela termina com o Daniel como no livro
É uma boa série, bem simples e leve.
Casório?! (1ª Temporada)
3.0 2Tem todos os episódios no youtube para quem quiser assistir. A pena é que parece ser uma gravação e a imagem não está tão boa assim.
Casório?! (1ª Temporada)
3.0 2A série é bem parecida com o livro, mas como sempre, não é o que nós esperamos.
É bem sessão da tarde (água com açúcar) mas é divertida.
Queria que a cena que ela foge do encontro ela tivesse entrado no táxi que nem no livro, teria sido mais engraçado
Vamos ver como a segunda temporada termina!