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30 years Campinas - (BRA)
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Aprecio filmes que não se desprendem da mente após os créditos. Só marco longas-metragens, cujas avaliações podem oscilar e, para atribuir maior função a 'Não Quero Ver', associei os que também detestei.

Últimas opiniões enviadas

  • Bruno Tiozo

    UM ESPETÁCULO SENSACIONAL!
    Esqueçam qualquer crítica negativa, pq elas não fazem sentido algum. São mais do mesmo, sobre a roteirista ser boa somente enquanto autora de livros, o que é uma afirmação bastante absurda, reflitam. E não sou suspeito a defender esse filme não, pq torci muito o nariz para a extensão dessa franquia, justamente por amar a HISTÓRIA do Harry Potter e não o MUNDO MÁGICO por si. Mas essa história nova tem bastante relevância sim ao cânone, além de ser auto-sustentável e propiciar riquíssimas reflexões sobre política, relações interpessoais, a vida. O monstro fantástico a que o filme anterior fazia referência principal era o obscuro e onde ele habitava era o Creedence. O monstro desse filme também deixa o título sagaz, de novo, mas a percepção não é tão fácil. Aliás, se traduzido para Monstros Fantásticos soaria melhor, creio. Ainda assim, é um título genial, tal qual o vilão, o Grindelwald! Que figura maravilhosa para dissecarmos nesse momento político hipócrita e perigoso do mundo! Eu gostaria muito que as pessoas deixassem de ser maniqueístas, ainda mais com mais essa ilustração poderosa a que a JK Rowling se propôs a desenhar, mas como resistiram a absorver a informação, vamos nos ater aos aspectos técnicos da produção. Eu geralmente detesto 3D, mas achei o máximo como fizeram nesse filme, com tudo sobressaindo o formato retangular da tela, do aspecto de filmagem original. A trilha sonora é firme, à medida; a fotografia é competente, valorizando o design de produção, os incríveis efeitos visuais, o figurino divino e as atuações magníficas. Nunca deixei de amar o trabalho impecável do Johny Depp e, meu Zeus, Jude Law também está no meu coração. Por eles eu aceito o Hugh Grant e o McGregor não terem feito parte desse universo, ao menos até então. Mas focando nessas figuras do elenco, a relação sutil deles condiz com uma introdução equivalente à história que se tem até o momento, embora eu almeje mais, claro. O que toca mais fundo agora são as outras tramas, que dão alma ao todo, sendo tudo muito bonito de acompanhar, ainda que um tanto triste. Não entendo a frustração alheia de nenhuma parte. Os fãs já deveriam estar acostumados com o balde de água fria do "se deparar com a realidade" da Ordem da Fênix sem a esperada guerra, após a volta de Você-Sabe-Quem. O público geral, admitir que os trailers enchem os olhos, mas que pra encher a cabecinha tem que fazer um esforcinho. As pessoas têm que entender que holofotes tem os momentos adequados para iluminar o palco. O coadjuvante deve se conter para o protagonista ter peso. Ao meu ver, tudo vai muito bem. Eu só tenho a agradecer a oportunidade de vivenciar tudo isso e enaltecer essa obra incrível! Já quero ver de novo e especular sobre a sequência. Bora?!

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  • Bruno Tiozo

    Me arrisco a declará-lo o melhor filme do Ron Howard, pra mim. Ele ultrapassa o interesse histórico e se apresenta como arte consistente. A montagem do filme é excelente! Muito bem estruturado em trilha sonora, fotografia e atuações incríveis, consegue conduzir psicologicamente quem assiste à eufórica torcida pela entrevista bem sucedida. Mas vai além da sinopse divulgada. As reflexões sobre controle da própria imagem, ansiedade mediante pessoas e/ou situações desconfortáveis e consequências do poder, tanto por parte do presidente quanto do jornalista são ótimas! Fazer analogias dessas questões a outros momentos políticos é inevitável, mas é possível trazer tais levantamentos também para o cotidiano de qualquer um, vide a exploração da humanidade das figuras debatidas. Não à toa indicado a diversas premiações, o combate existencial civilizado dá a vitória não a um dos protagonistas, mas a quem desfruta diante da tela.

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  • Bruno Tiozo

    Como no anterior, beberam em muitas fontes, mas neste o resultado ficou muito exagerado. Há referências a Psicose; O Iluminado; A Chave Mestra; e até mesmo a O Enigma do Príncipe. Mexer na narrativa do antecessor é algo em sequências de que não gosto e este infelizmente faz isso, ora até contradizendo o primeiro, além de criar mais e mais histórias, perdendo o foco principal. Talvez expor tantas explicações seja uma tática equivocada, se o intuito for assustar. Conhecimento liberta, tira o medo. E a luz aqui é constante, sempre clareando demais cada passo do expectador. Os caça-fantasmas então beiram o ridículo, quebrando os poucos climas de tensão. Não se pode acertar todas. Insidious é ótimo e considere-se único, sem continuações que, pelo visto ainda estão por vir e não me causam o mínimo interesse.

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