Muitos paralelos entre Tom Cruise e Lois Lane. Os dois são os melhores em sua área, não tem medo absolutamente nada, grande pulsão de morte e pilotam aviões. A diferença é que o Tom Cruise deve se planejar um pouquinho mais em suas investidas.
AULA de direção de arte, color grading e iluminação como motores da narrativa. O set e cinematografia se transforma em uníssono com as personagens. Uso de elementos de terror criam essa atmosfera de medo e insegurança. Fernanda claro, magnifica, um furacão que precisa se apresentar calma e sólida a todo momento.
Três decisões que entendo estarem no filme mas não sou fã: O soldado arrependido, que está no livro mas que não acho que cabe na proposta do filme, soa apologista (nem todo milico, etc...), pode ser retirado sua "confissão" sem muito drama, sua atuação já indicava aquilo sem palavras. O epílogo e terceiro ato do filme, que conecta com o tema da memória, fecha bem a história, mas não vejo no mesmo nível dos outros dois atos, em alguns momentos soa didático demais. E a criação de um Rubens Paiva um tanto pai de comercial de margarina. Faz sentido para criar um norte sentimental fácil com a sua ausência. Mas no livro de Marcelo Paiva é relatado que ele desencorajava um tanto a Eunice em seguir uma carreira acadêmica, era confortável pra ele tê-la como dona de casa, então seria bem interessante ter essa jornada mais forte no filme, dela já em uma idade um pouco avançada, de entrar nesse mundo como forma de poder prover sua família na ausência de seu marido e se tornando referência em sua área. Reforçaria ainda mais a entrega que teve a seus filhos nesse momento.
Passada a novidade no formato, fica uma trama que se arrasta por um tempo, com plot points que as vezes levam a lugar nenhum, como é a trama com o Nick, Neil ou o Kevin se candidatando a prefeito. Momentos que trouxeram algumas risadas, algumas tensões, algumas ideias interessantes mas que se fossem cortadas não afetaria tanto o geral.
Mas o final redime, e fica potente com a boa construção de relacionamento entre Patty e Allison,
Betsy Lou, sit down, what I'm about to say is heavy, now listen Your son's a sick man with sick thoughts, I think niggas like him should die Him and Weinstein should get fucked up in a cell for the rest they life
Boa representação de como adolescentes agem, mas fica só nisso.
Incrível o tanto de coisa dentro de 1h e 20. Moda, música, racialidade, sexualidade, classismo, dança, moralidade, velhice, ego, capitalismo, tribalismo, ilusões, desejos e aspirações.
Vi pessoas comentando sobre o subplot mais dramático. Não concordo que tenha sido deslocado ou mal abordado, várias questões sobre familia muito interessantes perpassam esse subplot: quais as suas prioridades dentro de uma família? para que serve uma família em primeiro lugar?
Achei engraçado o personagem mais safado do filme ter a cena mais bela, no contraponto do amor mais simples em contraste com a opulência.
Me sinto muito conflituoso com o final. Ele até funciona num sentido, chega até a ser bem previsível, mas o principal chega a um ponto que eu sinto que emocionalmente ele é insatisfatorio.
Pelo que faz a Ruby, que para a logica do filme é uma pessoa real, só aceitamos que ele tenha esse final tão feliz se ele passasse por muito sofrimento antes. Fica um gosto de "injustiça", de "impunidade". Talvez nem seja seja possível redimir esse personagem realmente.
Além de que, no final que temos, o ponto de virada dele é um tanto fraco, não tem o peso que deveria.
É a mais "emocionante" das temporadas de Broad City, eu dou isso para elas, mas creio que tenha faltado na questão do humor.
Essa obrigação de fechar arcos de personagens e etc creio que atrapalhe na hora de criar situações bizarras e diferentes como nas outras temporadas porque essa camada mais dramática precisa ser identificável, e por isso, mais "pé no chão".
Hacks (2ª Temporada)
4.3 53Não deixa a peteca cair mas também não cresce em cima da primeira temporada. fica ali no mesmo nível.
Hacks (3ª Temporada)
4.4 51O final digno de Succession. Esse ultimo episodio é uma das melhores coisas que eu já vi na TV.
Fleabag (1ª Temporada)
4.4 642 Assista AgoraReferência de edição. Adoro como não tem medo de ir para lugares pesados e lida com eles de forma magnifica.
Hacks (1ª Temporada)
4.2 103 Assista AgoraAs duas principais são simplesmente corpos celestes se atraindo e se repelindo em uma dança magnifica.
Superman Contra os Monstros Mecânicos
3.9 2 Assista Agora🎼🎵🎶Superman ficou fraco, se enroscou em uns cabo de aço...🎼🎵🎶
Super-Homem
3.7 4 Assista AgoraMuitos paralelos entre Tom Cruise e Lois Lane. Os dois são os melhores em sua área, não tem medo absolutamente nada, grande pulsão de morte e pilotam aviões. A diferença é que o Tom Cruise deve se planejar um pouquinho mais em suas investidas.
Ainda Estou Aqui
4.5 1,5K Assista AgoraAULA de direção de arte, color grading e iluminação como motores da narrativa. O set e cinematografia se transforma em uníssono com as personagens. Uso de elementos de terror criam essa atmosfera de medo e insegurança. Fernanda claro, magnifica, um furacão que precisa se apresentar calma e sólida a todo momento.
Três decisões que entendo estarem no filme mas não sou fã: O soldado arrependido, que está no livro mas que não acho que cabe na proposta do filme, soa apologista (nem todo milico, etc...), pode ser retirado sua "confissão" sem muito drama, sua atuação já indicava aquilo sem palavras. O epílogo e terceiro ato do filme, que conecta com o tema da memória, fecha bem a história, mas não vejo no mesmo nível dos outros dois atos, em alguns momentos soa didático demais. E a criação de um Rubens Paiva um tanto pai de comercial de margarina. Faz sentido para criar um norte sentimental fácil com a sua ausência. Mas no livro de Marcelo Paiva é relatado que ele desencorajava um tanto a Eunice em seguir uma carreira acadêmica, era confortável pra ele tê-la como dona de casa, então seria bem interessante ter essa jornada mais forte no filme, dela já em uma idade um pouco avançada, de entrar nesse mundo como forma de poder prover sua família na ausência de seu marido e se tornando referência em sua área. Reforçaria ainda mais a entrega que teve a seus filhos nesse momento.
Sombras
3.8 1Bem vindo de volta Jordan Peele.
Ps: Que poster belissímo, vontade de ter na minha parede.
O Vapor Willie
3.9 81 Assista AgoraMandando um link desse curta para o Instituto Luísa Mell.
Kevin Can F*** Himself (2ª Temporada)
3.4 9Passada a novidade no formato, fica uma trama que se arrasta por um tempo, com plot points que as vezes levam a lugar nenhum, como é a trama com o Nick, Neil ou o Kevin se candidatando a prefeito. Momentos que trouxeram algumas risadas, algumas tensões, algumas ideias interessantes mas que se fossem cortadas não afetaria tanto o geral.
Mas o final redime, e fica potente com a boa construção de relacionamento entre Patty e Allison,
Kevin Can F*** Himself (1ª Temporada)
3.7 24Bom conceito. Trama um pouco enrolada mas vai indo pela força dos atores bem carismáticos.
Palo Alto
3.2 432Betsy Lou, sit down, what I'm about to say is heavy, now listen
Your son's a sick man with sick thoughts, I think niggas like him should die
Him and Weinstein should get fucked up in a cell for the rest they life
Boa representação de como adolescentes agem, mas fica só nisso.
Paris is Burning
4.5 257 Assista AgoraIncrível o tanto de coisa dentro de 1h e 20. Moda, música, racialidade, sexualidade, classismo, dança, moralidade, velhice, ego, capitalismo, tribalismo, ilusões, desejos e aspirações.
Um Casamento à Indiana
3.4 22Vi pessoas comentando sobre o subplot mais dramático. Não concordo que tenha sido deslocado ou mal abordado, várias questões sobre familia muito interessantes perpassam esse subplot: quais as suas prioridades dentro de uma família? para que serve uma família em primeiro lugar?
Achei engraçado o personagem mais safado do filme ter a cena mais bela, no contraponto do amor mais simples em contraste com a opulência.
Ruby Sparks - A Namorada Perfeita
3.8 1,4KMe sinto muito conflituoso com o final. Ele até funciona num sentido, chega até a ser bem previsível, mas o principal chega a um ponto que eu sinto que emocionalmente ele é insatisfatorio.
Pelo que faz a Ruby, que para a logica do filme é uma pessoa real, só aceitamos que ele tenha esse final tão feliz se ele passasse por muito sofrimento antes. Fica um gosto de "injustiça", de "impunidade". Talvez nem seja seja possível redimir esse personagem realmente.
Além de que, no final que temos, o ponto de virada dele é um tanto fraco, não tem o peso que deveria.
As Patricinhas de Beverly Hills
3.4 1,0K Assista AgoraAchei que iria odiar, mas estava julgando o livro pela capa. Diálogos afiados, bons personagens, ótima adaptação.
Broad City (5ª Temporada)
4.4 27É a mais "emocionante" das temporadas de Broad City, eu dou isso para elas, mas creio que tenha faltado na questão do humor.
Essa obrigação de fechar arcos de personagens e etc creio que atrapalhe na hora de criar situações bizarras e diferentes como nas outras temporadas porque essa camada mais dramática precisa ser identificável, e por isso, mais "pé no chão".
Broad City (4ª Temporada)
4.3 19Creio que seja o ápice da série, tanto em criatividade como em valor de produção.
O Estranho que Nós Amamos
3.2 618 Assista AgoraMeu mano Colin Farrell garoteou. Tava com a mão na taça.
Broad City (3ª Temporada)
4.4 32 Assista AgoraO ep. da Hillary é uma das coisas mais vergonha alheia que eu já vi na minha vida.
Broad City (2ª Temporada)
4.5 48 Assista AgoraContinua boa, as parece que as melhores ideias ficaram na primeira temporada.
Rye Lane: Um Amor Inesperado
3.6 40 Assista AgoraBem estruturado, divertido, grandes atuações, mas a decisão de gravar tudo com uma grande angular foi uma ESCOLHA.
Assassino por Acaso
3.4 225Bom filme, meio forçado as vezes mas com um final que é uma grata surpresa, achei que seria mais vanilla do que acabou sendo.
Infelizmente eu não compro nem em um milhão de anos o Glen Powell como o nerd com a cara esquecível, só como o Hitman sedutor.
Garotos de Programa
3.6 401 Assista AgoraNossa vida, aquela incessante busca por afeto.
Filme bem teatral, diálogos rebuscados, atuações mais exageradas, não me choca que a base é uma peça de Shakespeare.