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Data de lançamento
29 Dez. 2013Duração
April (Emma Roberts) é uma tímida garota, que se vê dividida entre uma paixão mal resolvida com Teddy (Jack Kilmer) e um flerte com o seu treinador de futebol Mr. B (James Franco). Fred (Nat Wolff) é um adolescente sem limites e sem filtros que sempre carrega Teddy para suas aventuras destrutivas. O filme mostra a vida, muitas vezes tediosa e autodestrutiva, dos jovens que tentam se encontrar de alguma forma em algum lugar.
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Quase duas horas de adolescentes mimados tomando as piores decisões imagináveis.
O personagem do Nat Wolff é um prego. A garrafada na cabeça foi pouco. Mérito do ator, se a gente sente asco pelo personagem, é porque ele fez um ótimo trabalho. Tem uma coisa que ele fala em voice-over que é terrível de imaginar, que bom que não mostra a cena no filme porque seria difícil de assistir
Aquele treinador de futebol é um canalha da pior espécie
O personagem que conseguiu me despertar um pouco de simpatia foi o Teddy (Jack Kilmer) porque por trás de toda a irresponsabilidade e inconsequência parece ter um pouco de bondade nele.
Superficial ao extremo.
Só mais um filme cujo objetivo principal é romantizar o fracasso entregando uma estética "cool" para agradar aborrecentes sem personalidade própria. Remova a estética e sobrará apenas um emaranhado de histórias pueris, personagens sem profundidade alguma e reflexões enfadonhas.
Que grande bosta. Um filme que não acrescenta nada. Nenhum dos adolescentes apresentados no filme tem nenhum tipo de problema sério. Eles vivem nos EUA e se ninguém enfiar um deles em um hospital psiquiatrico todos eles vão acabar se virando em algum momento das suas vidas, e no máximo vão ser obrigados a trabalhar em sub-empregos quando adultos. E todo mundo sabe que trabalhar em sub-emprego em países do primeiro mundo não é nada mal. Agora, eu fiquei pensando: o que faz alguem fazer um filme como esse? A resposta é que fazem filmes como este para fazer machos canastrões ficarem fantasiando com menininhas ou bixas babacas fantasiarem com os menininhos. Ou lésbicas idiotas fantasiarem com as menininhas ou mulheres perdedoras fantasiarem com menininhos. E o que se ganha com isso? Dinheiro. É o que se ganha. E me faz perder cada vez mais a esperança na humanidade, por que estamos cercados de corporações fuleiras fazendo trabalho merda que não acrescenta nada, e que na verdade só fazem mal. E essas corporações estão enfiando dinheiro no rabo. E eu poderia continuar falando, mas acho que hoje em dia as pessoas só levam a sério textos curtos. Como no instagram, onde não se pode fazer um vídeo longo expondo pensamentos elaborados. E se você faz vários vídeos curtos para expôr algo elaborado, ninguém assiste e ainda te chamam de anti-social. Dizem que você está sendo rude. E eu não quero parecer rude ou anti-social, então vou parar por aqui.
Betsy Lou, sit down, what I'm about to say is heavy, now listen
Your son's a sick man with sick thoughts, I think niggas like him should die
Him and Weinstein should get fucked up in a cell for the rest they life
Boa representação de como adolescentes agem, mas fica só nisso.
Foi bem qualquer coisa. Não dava pra se conectar com os personagens pois quando a trama ia se desenvolver já passava para o outro. Gostei da ambientação e o clima melancólico.