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Season finale autêntica e extremamente fiel ao espírito da série. Nada de clichês onde todos magicamente se dão bem, nem grandes acontecimentos reveladores, apenas o encerramento de um ciclo e o início de outro da mesma forma caótica de sempre. <br/>A temporada em si manteve o mesmo nível das anteriores. Notei que deram mais espaço para Reese, humanizando o personagem até onde sua sociopatia permite. A relação de Hal com Reese e Dewey também foi aprofundada. Já no núcleo de Francis não tivemos nenhuma mudança significativa e a relação dele com a família continuou meio apagada. Depois da saída do rancho o núcleo dele nunca mais foi o mesmo e o personagem estagnou.<br/>Tive a percepção de que a Lois deu uma regredida nesta temporada final.<br/>
Não faz sentido ela endossar tão facilmente a ideia de Hal de roubar o dinheiro de Malcolm e ainda gastar tudo em uma casa de bonecas aleatória. Essa atitude não condiz com a personalidade da personagem, pois mesmo sendo descontrolada e durona ainda sim ela era uma pessoa justa e com princípios. Além dos outros episódios onde ela deliberadamente sabota Dewey no concerto de música e depois no trabalho de ciências.
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Uma obra interessante que busca transmitir um apelo ao equilíbrio com uma autocrítica razoável, ao mesmo tempo que tenta vender um ideal.
A mensagem é válida, pois, por mais que nossa prepotência humana faça questão de negar, somos seres falhos incapazes de enxergar o mundo fora de nossa limitada perspectiva, passíveis de incontáveis erros e incoerências mesmo quando pensamos ser plenamente "livres".
Em geral, o filme é bem feito e as belíssimas paisagens do noroeste americano se encarregam de justificar a busca por reconexão com a natureza que motivou o protagonista. A jornada da família rumo à civilização é divertidinha de acompanhar, apesar de algumas cenas soarem forçadas e algumas críticas serem bem simplórias.