Em 1988, a cidade uruguaia Melo entra no roteiro do Papa e vê nisso uma chance de alavancar a economia local. O contrabandista Beto pretende lucrar criando o Banheiro do Papa, mas precisa enfrentar muitos contratempos para colocar a ideia em prática.
O filme
retrata a dor das falsas expectativas: pessoas que apostaram tudo na passagem do Papa para mudar de vida, mas colheram apenas decepção. Essa história me atingiu em cheio por refletir a dura realidade do empreendedorismo que acompanhei de perto na lanchonete onde trabalhei, onde a esperança de clientes em massa deu lugar ao fracasso. Assisti a essa triste lição online e me vi confrontado com o quanto a realidade pode ser cruel com quem sonha.
29.12.2008
Visto em 15.01.23. O filme poderia ter tido sua redução na duração que não o afetaria.
Um filme sobre a classe trabalhadora. Toda sua luta, fé, esperança e resistência.
Um grande viva a classe operária ecoada pelo cinema uruguaio!
Gostei, o roteiro é muito bom, a proposta do filme pode ser percebida de várias maneiras. Pensei, minha nossa, como é complicado criar algo para o Papa despejar seus dejetos sólidos.