Passada a novidade no formato, fica uma trama que se arrasta por um tempo, com plot points que as vezes levam a lugar nenhum, como é a trama com o Nick, Neil ou o Kevin se candidatando a prefeito. Momentos que trouxeram algumas risadas, algumas tensões, algumas ideias interessantes mas que se fossem cortadas não afetaria tanto o geral.
Mas o final redime, e fica potente com a boa construção de relacionamento entre Patty e Allison,
É a mais "emocionante" das temporadas de Broad City, eu dou isso para elas, mas creio que tenha faltado na questão do humor.
Essa obrigação de fechar arcos de personagens e etc creio que atrapalhe na hora de criar situações bizarras e diferentes como nas outras temporadas porque essa camada mais dramática precisa ser identificável, e por isso, mais "pé no chão".
Como não se relacionar com essa série? São situações por vezes absurdas mas mesmo assim ainda muito reais. Amo esse sentimento de desafio em face a esse momento fudido que vivemos de instabilidade econômica, a irreverencia e por vezes imaturidade que vem com isso,
Peter pecou pelo excesso. Fez bem, temos aqui um registro histórico e ele resolveu usar tudo que tinha a seu dispor, por mais desinteressante que possa parecer depois. As partes mais supérfluas e repetitivas podem ser facilmente editadas a posteriori por um terceiro, deixando a nata da nata.
Série sustentada somente pela atuação do Isaac, carisma da May e adições interessantes ao lore do Cavaleiro da Lua diferente de sua contraparte dos quadrinhos, como seu traje mágico.
Cavaleiro da Lua é um trem que você não pode parar pra pensar por 5 min se não nada ali faz sentido, principalmente no final. É impressionante a quantidade de coisas que eles estabelecem de lore e depois ignoram.
Death Note andou para que Sherlock do Moffat pudesse correr.
Uma boa traminha de gato e rato, mas que não necessitava de seus exageros, como as excentricidades cartunescas de L. Ele tem ali ideas um pouco mais avanças e maduras mas não deixam de ter as afetações e escolhas esteticas tipicas de um shonen.
O Mello e Near são personagens preguiços, cópias mais exageradas do L, mas achei essa parte da história bem interessante. Ele tem um worldbuilding maior com a seita de Kira e politica, uma participação maior da força tarefa e achei o final otimo, uma conclusão merecida para aquele sociopata fascista do Yagami.
Adoro a energia caótica de Tim Key e Romesh contra o estoicismo de Skinner e Josh. Roisin corre por fora como a café com leite divertida de ver falhando.
Seu crime foi apenas ser carioca demais. E já quero um spin-off do Cabelada.
Só queria que tivesse um foco menor no Bangu (que poderia ter ficado contido em um episódio), e uma maior explicação e autocritica da relação do bicheiro com a própria Globo.
Hacks (2ª Temporada)
4.3 53Não deixa a peteca cair mas também não cresce em cima da primeira temporada. fica ali no mesmo nível.
Hacks (3ª Temporada)
4.4 51O final digno de Succession. Esse ultimo episodio é uma das melhores coisas que eu já vi na TV.
Fleabag (1ª Temporada)
4.4 642 Assista AgoraReferência de edição. Adoro como não tem medo de ir para lugares pesados e lida com eles de forma magnifica.
Hacks (1ª Temporada)
4.2 103 Assista AgoraAs duas principais são simplesmente corpos celestes se atraindo e se repelindo em uma dança magnifica.
Kevin Can F*** Himself (2ª Temporada)
3.4 9Passada a novidade no formato, fica uma trama que se arrasta por um tempo, com plot points que as vezes levam a lugar nenhum, como é a trama com o Nick, Neil ou o Kevin se candidatando a prefeito. Momentos que trouxeram algumas risadas, algumas tensões, algumas ideias interessantes mas que se fossem cortadas não afetaria tanto o geral.
Mas o final redime, e fica potente com a boa construção de relacionamento entre Patty e Allison,
Kevin Can F*** Himself (1ª Temporada)
3.7 24Bom conceito. Trama um pouco enrolada mas vai indo pela força dos atores bem carismáticos.
Broad City (5ª Temporada)
4.4 27É a mais "emocionante" das temporadas de Broad City, eu dou isso para elas, mas creio que tenha faltado na questão do humor.
Essa obrigação de fechar arcos de personagens e etc creio que atrapalhe na hora de criar situações bizarras e diferentes como nas outras temporadas porque essa camada mais dramática precisa ser identificável, e por isso, mais "pé no chão".
Broad City (4ª Temporada)
4.3 19Creio que seja o ápice da série, tanto em criatividade como em valor de produção.
Broad City (3ª Temporada)
4.4 32 Assista AgoraO ep. da Hillary é uma das coisas mais vergonha alheia que eu já vi na minha vida.
Broad City (2ª Temporada)
4.5 48 Assista AgoraContinua boa, as parece que as melhores ideias ficaram na primeira temporada.
A Caixa de Sabão de David Mitchell
3.5 1Robert Webb esta certo. Pelo fim do preconceito linguístico.
Broad City (1ª Temporada)
4.4 63 Assista AgoraComo não se relacionar com essa série? São situações por vezes absurdas mas mesmo assim ainda muito reais. Amo esse sentimento de desafio em face a esse momento fudido que vivemos de instabilidade econômica, a irreverencia e por vezes imaturidade que vem com isso,
The Beatles: Get Back
4.7 119 Assista AgoraPeter pecou pelo excesso. Fez bem, temos aqui um registro histórico e ele resolveu usar tudo que tinha a seu dispor, por mais desinteressante que possa parecer depois. As partes mais supérfluas e repetitivas podem ser facilmente editadas a posteriori por um terceiro, deixando a nata da nata.
Cavaleiro da Lua
3.5 421 Assista AgoraSérie sustentada somente pela atuação do Isaac, carisma da May e adições interessantes ao lore do Cavaleiro da Lua diferente de sua contraparte dos quadrinhos, como seu traje mágico.
Cavaleiro da Lua é um trem que você não pode parar pra pensar por 5 min se não nada ali faz sentido, principalmente no final. É impressionante a quantidade de coisas que eles estabelecem de lore e depois ignoram.
Death Note (1ª Temporada)
4.6 783 Assista AgoraDeath Note andou para que Sherlock do Moffat pudesse correr.
Uma boa traminha de gato e rato, mas que não necessitava de seus exageros, como as excentricidades cartunescas de L. Ele tem ali ideas um pouco mais avanças e maduras mas não deixam de ter as afetações e escolhas esteticas tipicas de um shonen.
Death Note (2ª Temporada)
4.3 404 Assista AgoraO Mello e Near são personagens preguiços, cópias mais exageradas do L, mas achei essa parte da história bem interessante. Ele tem um worldbuilding maior com a seita de Kira e politica, uma participação maior da força tarefa e achei o final otimo, uma conclusão merecida para aquele sociopata fascista do Yagami.
Taskmaster: Campeão dos Campeões
4.1 1Curto demais. Mas foi bom, ainda mais no final com o bonecão com a cabeça de troféu de karatê. Obrigado Josh Widdicombe.
Taskmaster (5ª Temporada)
4.5 1Eu toda vez que a Sally Phillips aparecia em tela: É, EU ACHO QUE ESTOU APAIXONADO.
Também adorei o bromance de Mark e Kumar.
Taskmaster (4ª Temporada)
4.8 15 pessoas muito caóticas a sua maneira. Excelente elenco.
Taskmaster: Presente de Ano Novo
4.4 1Um crime não ser uma temporada completa, o elenco é fabuloso.
Taskmaster (3ª Temporada)
4.3 1Eu quero um dia poder resolver todos os meus problemas com dinheiro tal qual Al Murray
Taskmaster (2ª Temporada)
4.7 1Joe Wilkinson perdendo a prova da batata é o momento mais triste da historia da TV
Taskmaster (1ª Temporada)
4.3 1Adoro a energia caótica de Tim Key e Romesh contra o estoicismo de Skinner e Josh. Roisin corre por fora como a café com leite divertida de ver falhando.
Doutor Castor
4.3 81Seu crime foi apenas ser carioca demais. E já quero um spin-off do Cabelada.
Só queria que tivesse um foco menor no Bangu (que poderia ter ficado contido em um episódio), e uma maior explicação e autocritica da relação do bicheiro com a própria Globo.