Foi uma animação muito gostosa de assistir, pois abordar diferentes personagens que são reprimidos pelas suas vidas e mesmo assim buscam um sonho e tentam fazer alcançar este sonho.
É uma animação musical ótima para assistir com a família e ainda aborda a família, mesmo que de papel secundário a trama. Tirando o rato Mike, que tem problemas egocêntricos e arrogantes, todos tem algum drama familiar ou pessoal que os fazem serem cativantes.
Por mais que tenha tantos personagens sendo desenvolvidos em mais de 2 horas, fazendo com que tenha pouco tempo para seus desenvolvimento, mas acho que foi isso que eu mais gostei, pois eles desenvolveram o que tinha que desenvolver dos personagens para fechar o roteiro da competição de canto até o show.
Este foi a chegada mais esperada por mim desde Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2. Desde que a rainha anunciou que lançaria um derivado do seu universo.
E ainda bem que ela tomou o controle criativo e do roteiro, pois se outra pessoa fizesse, não seria tão incrív... Fantástico como foi.
Por ser um filme sem um livro para se basear acho que foi a melhor coisa a ser feita, pois não ficaríamos preso aos acontecimentos do livro, e quando assistíssemos não ficaríamos pensando "eles nem adaptaram este trecho", ou "eles esqueceram algo muito legal nos livros".
Toda a narrativa grita que foi algo feito pela JK, que foi ela e mais ninguém que colocou a mão para alterar alguma linha na narrativa. Ela conseguiu expandir seu universo, criou algo novo, mas ao mesmo tempo manteve-se fiel as suas regras no mundo bruxo, ela respeita o seu universo (sim, tudo que é crítico ou fã já falou isso), e um problema de sagas longas, é que algum momento, certas ações ou pontos divergirão do que foi determinado nos primeiros arcos. Mas não aconteceu com Animais Fantásticos.
Apesar de estarmos em um lugar diferente, com uma história totalmente diferente do que conhecemos, com costumes novos, ainda há aquele mundo criado no arco de Harry Potter, mas com uma nova abordagem. E este filme não contradiz certos pontos que foram levantados e desenvolvidos em Harry Potter, mas apenas complementam e dão uma abertura maior neste universo. E não é por ser fã que estou falando isso. Você consegue ver as relações dos dois costumes; você consegue sentir a diferença, mas consegue sentir as semelhanças entre os dois mundos.
Falando do roteiro, e algo que há muita controvérsia entre quem assistiu, é o tom que o arco do Newt teve. Pra mim, como fã, achei tudo maravilhoso; como um telespectador comum, achei ele muito bem equilibrado. Teve parte cômica; teve parte dramática; teve romance; teve suspense; teve tudo que foi possível, mas em doses certas, e nos momentos certos.
O arco de Harry Potter teve um crescimento de seriedade ao longo dos 7 livros, e dos 8 filmes: tinha um tom introdutório bem infantilizado em Pedra Filosofal, e este tom foi crescendo e tornando mais sombrio e ganhando até um tom de suspense, culminando nas Relíquias da Morte. E por ser um filme com protagonistas adolescentes, este tom sombrio tinha um limite, tinha um limiar bem definido, que por mais que a ameaça fosse grande, envolvendo todo o mundo mágico, não chegava a ser global, tanto que a grande batalha foi em Hogwarts, onde 95% de toda a trama se ambientou. E por ser uma escola ficávamos presos a este universo acadêmico, com suas regras, suas rotinas, e também com essa familiaridade.
Já no Animais Fantásticos estamos lidando com adultos, todos. E um tom mais infantilizado ou juvenil é algo que não tem espaço. Pelo menos em sua plenitude. Newt Scamander é um personagem bem fechado e introspectivo que cativa as pessoas pela sua paixão pelos animais, além de ser um fofo quando tenta lidar com os humanos. E o Eddie conseguiu passar este ar de nerd dos animais, ativista do Greenpeace Bruxo (mas fechado na dele). Até mesmo a fotografia dos ambientes que ele está dá esta imagem, sempre o mundo exterior sendo monocromático, com cores bem solidas e sem vida, frias até; ao passo que, em sua maleta, os ambientes tem uma vida selvagem e cores mais vibrantes, mais vivas, com texturas, formas e movimento. Mesmo no ambiente da redoma mágica do Obscurus. Sua retração foi muito bem interpretado pelo ator, ele toda vez desviando o olhar quando falava para as pessoas, muitas vezes falando para dentro (baixo no caso), mas com suas criaturas ele mostra todo o amor que tem por elas, e dá para sentir isso apenas pelo olhar que ele tem quando algo de ruim pode acontecer com seus animais.
Jacob foi a surpresa para mim. Dan Fogler tem, para mim, aquela cara de amigo gordinho sem noção, mas neste filme ele me conquistou pelo personagem. Como todo mundo já falou em análises e críticas: Jacob é a visão dos telespectadores e o alívio cômico do filme, mas o mais incrível é como a JK consegue dar uma personalidade tão profunda e singular que cativa todo mundo, e dar esta tridimensionalidade do Jacob foi algo mágico, sendo nomaj. A cena da chuva foi apenas a confirmação de que ela conseguiu, mais uma vez, criar um personagem muito bem desenvolvido, bem escrito, com nuances, e que por mais que aconteceu o que aconteceu, sua experiência com o Newt não foi traumática (já que como o próprio Newt falou: veneno de rapinomônio corretamente diluído apaga memórias traumáticas ou más lembranças). Este é um personagem que teve um peso importante para o Newt, já que o próprio o considera um amigo.
Personagens femininas me ganham. Qualquer produção que tenha uma personagem feminina forte eu acabo me apaixonando. Foi assim com a Hermione, e é assim com a Tina e a Queenie. E também com a Seraphina. Tina sempre me mostrou como alguém que segue as leis, quase que desprezando os sentimentos para seguir a lei cegamente. Mas no filme ela se mostrou muito certinha, mas com uma coragem para fazer o que é certo. Características que não agradam todos, mas que ela conseguiu mostrar mais quando foi mostrado mais de seu passado, quando ela foi condenada e estava na sala do líquido negro, e principalmente quando descobrimos o porque que ela foi rebaixada de Auror, para o carga administrativo que se encontra. Uma personagem que busca fazer o que é certo, proteger as pessoas, sendo bruxas ou nomajs, e que é "recriminada" por suas ações. Mas uma coisa é certa dela: ela é determinada, e quase uma grifinória.
A Queenie me surpreendeu demais, quando ela pressente o que vai acontecer com sua irmã. E acho que o que achei mais bonito neste filme, que não foi explicito, foi a relação fraternal que a Tina e a Queenie têm: elas são órfãs e desde sempre cuidaram uma da outra. E por ser uma legilimente dá um toque bem peculiar para ela, já que ela sabe de tudo que as pessoas estão pensando e se estão mentindo; mas ela não controla este dom dela, e se torna alguém apaixonante por ser curiosa para saber das coisas. O arco dela e do Jacob, por mais que a chuva tenha lavado, ainda há aquele sentimento entre os dois. Quero muito ver eles dois na continuação, mas não consigo ver eles na Europa.
Seraphina teve uma presença neste longa, por mais que não tão frequente, mas ela teve. E o que me deixou mais feliz foi ver que ela impõe respeito no Congresso International, e ainda uma mulher sendo a presidente do MACUSA, algo bem controverso para os EUA. Ela me lembrou um pouco a Minerva, alguém que só de olhar você respeita, não precisa falar nada, só a postura já fala por si só.
Já a parte mais sombria da trama, me deixou muito boiando. Esta parte poderia ter tido mais tempo de tela, até mesmo para dar mais suspense na trama, mas o quanto que apareceu foi muito bom.
Já começo que não achava que Percival Graves era Grindelwald.
Achava que Graves era um seguidor dos preceitos de Gerardo, mas me surpreendeu demais o final. Colin Farrell foi muito bem, outro que sua caracterização diz respeito, e ainda deu um tom bem sombrio nas horas que precisava, mas que poderiam ter mais tempo em tela. Outro ponto que você vê e já percebe que é JK é a trama do Obscurus: ela dá pistas para você acreditar que é uma coisa, mas depois revela que é outro completamente diferente. Mesmo que óbvio, não havia dúvidas de quem era o Obscurial, mas JK consegue fazer você direcionar seus pensamentos para um, só para depois revelar que era outro. Ezra Miller também teve pouco tempo de tela, apesar de que sua trama foi mais desenvolvida com a lembrança da Tina, e com as falas do Graves. Mas ele em si é um personagem com muita profundidade, e que não será descartado tão facilmente.
Falando da trama do Obscurus, não peguei direto a ideia das teorias da Arianna Dumbledore ser uma Obscurial quando sai da sala de cinema, pois estava mais preocupado em digerir todas as informações que tinha acabado de ver. Mas depois, com mais calma, pude ver e acreditar mais e mais nesta teoria. Isso é o toque que a rainha consegue fazer magistralmente: pegar um ponto de sua trama, e dar mais significado, dar mais profundidade para ele. Quando ela escreveu as Relíquias da Morte, acho que ela não imaginou o potencial na época (ou talvez sim) das características da Arianna após o ataque dos trouxas. Mas ela pode ter deixado uma ponta solta, para um possível desenvolvimento. E toda esta mitologia do Obscurus e dos Obscuriais é o algo que deixa seu universo ainda mais rico, e mais tridimensional. Possível que ele seja mais explorado nos próximos, podendo até Alvo Dumbledore saber algo sobre os Obscurus, ou apareça outro alguém que pode saber mais sobre este parasita.
Os animais, amo todos: o Pelúcio, o Pássaro Trovão, os Tronquilhos, o Rapinomônio, a Erumpente, a Occami, o Seminviso, e todos os outros que apenas apareceram e não tiveram um arco próprio.
Foi um começo de arco narrativo muito fantástico. Muito mágico. E que conseguiu ter todos os tons na medida e no momento certo. Foi algo gradual desde o início mais leve até o final mais sombrio e dramático.
O pior é que teremos que esperar até 2018 para um novo capítulo deste arco maravilho. E retorno a repetir: JK Rowling é uma mulher incrível e mais uma vez conseguiu ampliar seu fantástico universo.
A Marvel sabe o que está fazendo, e mesmo com as piadas e brincadeiras para descontrair o ambiente, mostra em Capitão América: Guerra Civil que sabe construir personagens e desenvolver seus dramas e personalidades distintos.
Nenhuma cena que eles se comprometeram em mostrar no filme é descartável. Seja para mostrar apenas uma conversa mais séria entre personagens, seja para mostrar uma nova tecnologia desenvolvida pelo Stark, ou apenas uma piadinha para descontrair o ambiente e a tensão, TODAS as cenas tem o seu porquê e sua funcionalidade para a trama, seja para o filme em si, ou apenas para desenvolver mais do personagem para ele crescer no universo.
Você pode entrar na sala de cinema dizendo "Sou #TeamCap" ou "Sou #TeamIron", mas quando você sai da sala, você fica na dúvida se ainda apoia o Capitão ou o Iron. Os irmãos Russo souberam dosar os argumentos pró e contra do Tratado de Sokovia, além de saberem dar uma emoção nas cenas de luta e combate dos heróis.
Como um filme do Capitão América, toda a trama tem que acontecer ao redor dele. Mas mesmo sendo assim nossa perspectiva de que vá acontecer isso, você se surpreende em ver que não há necessidade de um personagem apenas ter toda a carga de um filme de ação e heróis. Todos os fatos acontecem e o Capitão está envolvido, ou encabeça um posicionamento, e como um bom patriota e defensor da América, ele defende o que é certo. O Homem Santificado desta vez se sente mais uma vez aquele garoto raquítico com problemas respiratórios da década de 1940 quando o assunto James "Bucky" Barnes entra num combate.
Sombras de Soldado invernal voltam para a trama para ter sua conclusão. O Soldado Invernal que está desaparecido desde o seu resgate na queda da H.I.D.R.A., volta para ter seu arco concluído. O embate contra Ossos Cruzados, que além de ser uma consequência, emerge memórias vivas para o Capitão perder o foco.
O embate inicial em Lagos mostra uma das melhores cenas de luta de heróis que já assisti. Toda sua construção, o tempo de personagem em cena foram bem elaboradas. Viúva Negra simplesmente arrebentou em suas cenas. Entrando no IFID de moto e acabando com vários capangas de Ossos Cruzados sem qualquer armadura, e ainda por cima com um salto. Só para me deixar mais apaixonado pela heroína, mostrando o quão bad-ass ela é. Não esquecendo o embate dela com os dois capangas que tinha a arma biológica. Aquela sequencia de socos, chutes, chaves de pernas e voadoras fizeram o coração deste fã pular de alegria. Falcão teve sua participação boa, com sua entrada em giro aéreo fechando as asas. E tivemos a apresentação do Asa Vermelha. Já a deusa, a louca, a feiticeira mostra que está se tornando uma das Vingadora mais importantes para a equipe, mostrando todo seu potencial. Apesar da culpa do incidente com o Ossos Cruzados ter recaído sobre ela, ela ainda não está em todo seu potencial de Feiticeira, mas mostrou que ela conseguiu, mesmo que por um tempo, conter a explosão.
A partir deste embate, o incidente matando vários diplomatas em Lagos, aliado aos cenários de embates de Vingadores (Nova York), Capitão América e o Soldado Invernal (Washington D.C.) e Vingadores: Era de Ultron (Sokovia), mostraram que tudo que a Marvel construiu em seus outros filmes reverberaram neste. E é um dos motivos que penso que este filme deu tão certo. Mostrando que todo este universo está conectado em um só, mesmo focando em galáxias distantes. A apresentação do Tratado de Sokovia só mostra o quanto a equipe está dividida: uns contra o Tratado alegando que eles estarão nas mãos de governos que podem ser corrompidos; e outros a favor, se sentindo culpados pelos desastres que eles tentam evitar mas que muitas vezes não conseguem salvar a todos.
A motivação do Iron de ser a favor do Tratado foi uma junção de vários fatores: a imagem de memória que foi apresentado de seu último dia com seus pais, a conversa com a Mirian Sharpe (a mãe desolada), e o episódio passado do Ultron que só teve devido a ele. Tudo isso deu a base sólida para o personagem para que o ele teve a favor da assinatura do Tratado. Sua explicação do filho de Mirian deu um peso dramático par ao personagem, que mostrou para este #TeamCap, as razões necessárias para ficar na dúvida.
Na conversa da Cúpula dos Vingadores consegue-se ver as motivações para cada um optar pelo posicionamento da regularização. Todos com argumentos bons e sólidos. A minha surpresa foi a Viúva Negra. Ter algum rabo preso com o governo poderia ser o motivo dela estar do lado do Iron e não do Capitão. Ainda mais sabendo de toda a amizade que os filmes mostraram que existe entre eles. No velório da Peggy nota-se que a presença da Viúva não é para convencer o Steve a assinar, mas apenas para dar apoio no momento fúnebre.
A introdução do T’Chala na reunião em Viena da ONU, teve uma das melhores falas sobre política, assunto recorrente aos filmes do Capitão: “Dois homens em uma sala resolvem mais do que 100”. Foi uma apresentação muito boa para o novo herói. Toda sua relação com seu pai, Rei T’Chaka, sua aversão a política, e seu porte de realeza nato. Após o atentado, a conversa entre T’Chala e Natasha foi de uma delicadeza e drama que deu ao personagem Wakandan toda o ímpeto para nascer como Pantera Negra.
Na perseguição do Bucky, o ponto alto mesmo foi a apresentação do Pantera Negra. Todo os estilos de lutas já mostrados no Universo Marvel já estavam batido. Até mesmo as Chaves de Pernas da Viúva, apesar de serem fabulosos aos meus olhos toda vez que ela faz. Pantera tem seu estilo mais felino, todo único, mostrando um herói com movimento ágeis, rápidos e certeiros. Como já falado em diversos outras críticas, é um estilo que usa mais pernas, chutes aéreos e utilização de suas garras de Vibranium. Todo seu visual foi espetacular! Os detalhes em prata com estilos tribais africanos, o colar de dentes, o design em seus braços... Tudo!!! Além, é logico, mostrar toda a imponência de realeza neste universo. Chadwick foi a melhor escolha para o Pantera. Assim como a Elizabeth teve sua aprovação como a Feiticeira Escarlate em Vingadores: Era de Ultron, Chadwick teve extremo êxito e aprovação como Pantera Negra.
Uma metáfora muito bem elaborada que mostra a situação dos Vingadores, foi as Canetas. Quando capturam o Capitão, Falcão, Pantera e Soldado, na conversa entre Steve e Tony, a introdução do jogo de canetas, em que o Iron oferece uma delas para o Capitão, é uma excelente metáfora da situação de rompimento e separação do conjunto. E ainda mostrando no final deste dialogo o desejo do Capitão de manter o conjunto unido, deixando a caneta para trás. Nesta conversa, temos um pouco do drama pessoal do Tony desvendado: ele odiava o Capitão! O pai, Howard, que foi um dos envolvidos na criação do Capitão, vivia salientando as qualidades do patriota para o filho.
Com Zemo ativando o modo “Soldado Submisso e Obediente”, temos mais uma cena de embate incrível, mostrando as capacidades da Agente 13 como uma boa lutadora. A partir daí, podemos ter um vislumbre do que é a intenção do vilão, ouvindo do próprio Bucky o que ele queria: a localização onde os outros Soldados Invernais foram criados e mantidos após o encerramento do Projeto. Fazendo a primeira ligação com a cena pré-apresentação do logo da Marvel.
E com a fuga do Soldado Invernal, as equipes irão se unir para o grande clímax do filme: o Embate no Aeroporto. Mas antes, as equipes precisam se encontrar.
Outra novidade deste filme que deixou todos alucinados foi a confirmação do Amigo da Vizinhança, que teve, como muitos dizem, mas a Natalia Bridi do Omelete muito bem falou: a melhor introdução de super-herói, descartando uma explicação mais elaborada de Origem de Herói. É um alivio cômico muito bem incluído para o Iron, além de dar aos fãs um Homem Aranha mais adolescente, muito melhor do que o Espetacular. É o Homem Aranha saído dos quadrinhos!
Agora um minuto para falar da Musa: Feiticeira Escarlate. Seu arco de desenvolvimento, a parte desde o Tratado, foi curto, mas muito bem desenvolvido em poucas cenas (apenas 2). Sua conversa com o Visão na cozinha e o pseudo Paprikash foi fantástica! Os dois, frutos da Joia da Mente, não compreende total seus poderes. Wanda, que se sente a mesma, mesmo não sendo a mesma depois de seu aprimoramento; e Visão, que foi criado pelo Ultron e pela Dra. Cho, mas que possui a Joia da Mente que lhe dá todas suas habilidades, sabendo que ela não é da Terra, e não consegue compreendê-la em sua totalidade. Isso mostrou mais o relacionamento que eles podem ter mais para frente, vendo que o Visão não vê a Wanda como um monstro como todos passaram a vê-la.
Em sua fuga, com a ajuda de Hawkeye, podemos ver o quão poderosa ela é. Alerta de fã-service: Se ela consegue manipular a ativação dos poderes do Visão, que é gerado pela Joia do Infinito em sua testa, mano... Ela pode derrotar todos facilmente, e ser a rainha da porra toda!!! Tudo bem que os poderes dela foram gerados a partir da Jóia, mas uma coisa é gerar poder e outra é usar a fonte como poder. Sua fala para o Visão mostra que agora ela compreendeu um fato que deixa ela em situação de poder: “Eu não controlo o medo deles. Só controlo os meus”. A cena dela imobilizando o Visão, e literalmente, afundando ele, queria ter o poder de rebobinar a projeção para ver, rever e ver mais algumas vezes mais!
Observação: é incrível como eles estão construindo a parceria entre a Feiticeira e o Gavião. Para aqueles que sabem o que acontece nos quadrinhos, isso mostra, pelo menos para mim, que a Marvel está querendo deixar as possibilidades com mais solidez em dramas! Em Era de Ultron, só a conversa deles nos escombros, e esta conversa mostra que vão fazer deles uma versão Capitão e Viúva Negra. Só para deixar mais dramático uma possível Dinastia ai!!!
O clímax, já com as equipes prontas e vestidas, foi um show à parte. Já com a Viúva convencendo o T’Chala a se unir a equipe do Iron, e o Antman sendo a arma surpresa da equipe do Capitão. A cena do Embate do Aeroporto é muito bem equilibrada. Cada personagem tem seu tempo de mostrar pra que veio. A surpresa para o Capitão pela entrada do Aranha não abalou ele tanto. Mas a entrada do Antman para a surpresa da equipe do Iron foi inesperada, e isso é perceptível nos olhos do Tony. A sequência de batalha, a partir da entrada do Visão é extremamente equilibrada: os espiões lutando entre si, mesmo que o Barton esteja “maneirando nos socos”, palavras da Wanda. O desenvolvimento de mais habilidades de personagens que já apareceram, como o Antman, em sua nova habilidade.
Meu único problema é que os seres mais poderosos, tiveram menos tempo de cenas, mostrando o cuidado que os diretores deixaram para não mostrar que eles poderiam acabar com tudo em dois segundos; principalmente a Feiticeira, que achei que em todas as cenas de batalha, seja enfrentando Ossos Cruzados, lá no início, e no aeroporto, ela tem pouquíssimas cenas de batalhas grandiosas. Mas o pouco que a deusa louca apareceu, ela simplesmente mostrou que não está para brincadeira. Viúva e Pantera que o dizem!
Estava na cara que Viúva ia virar a casaca. Sua amizade com o Steve, e sua dúvida sobre ele, só fizeram ela se virar contra sua equipe. Ainda não sabe se houve consequências desta atitude, além do mais, ela atacou o Rei! Mas a sequência do aeroporto deu tempo de sobra para mostrar tudo de todos os personagens, contendo os mais poderosos, e dando tempo para os menores insetos.
No final, e na cena épica dos quadrinho entre o embate do Capitão e do Iron, os motivos para acontecer, me deixou muito surpreso. O Vilão, apresentado como um simples humano, mas de extrema inteligência, articulou todos os acontecimentos para que o embate se desse num local onde continha Soldados Invernais aprisionados. O que pareceu que ele iria despertar os soldados, se revelou como um problema mais interno, e então a segunda e mais importante ligação da cena pré-apresentação do logo se dá: o acidente causado pelo Soldado Invernal, para roubar os soros para criar mais soldados, teve uma ligação mais profunda para Tony Stark, levando ele a uma ira grandiosa, querendo vingança.
Vale ressaltar a linha tênue que aproxima T’Chala de Zemo: ambos se dobraram para suas vinganças, querendo acabar com aqueles que mataram quem mais amavam. Mas Pantera percebe que sua vingança não o levará a nada e vendo quem realmente era o causador da morte de seu pai, ele tomou a decisão heroica.
Rumos indefinido para os Vingadores. Mas como todo o filme da Marvel, eles vão continuar amigos. Mesmo que assuntos familiares se coloquem a frente deles. Só a introdução dos dois mais novos personagens do universo, deu um animo imprescindível para querer assistir a Pantera Negra, tendo o vislumbre de Wakanda, e o Homem Aranha: Homecoming, com sua introdução maravilhosa, suas cenas de ação, e o pós-credito 2.
Todas as cenas têm o seu porquê e as tramas são muito bem construídas. Só mostrando a qualidade que a Marvel deu para seus filmes e seu universo, e que mesmo que utilizem de momentos de risadas e piadas, eles sabem fazer um filme tenso e dramático, com um universo conciso.
O que falar da Pixar??? Ela simplesmente se renovou em grande estilo. Para um cara (como eu) que não gosto de filmes melosos, ou que não chora em filmes, a Pixar mais uma vez conseguiu este feito comigo. Este filme veio com muitos assuntos da infância que sempre tentamos decifrar. A interpretação dos sentimentos foi inacreditável. Todo o mundo que ela criou na cabeça dos personagens foi algo único que apenas este estúdio consegue, desde Toy Story, passando por Vida de Inseto, Monstros S.A. e Procurando Nemo, a Pixar/Disney cativa a todos que assistem. Desde os 33 segundos, a Tristeza me conquistou. Apesar da principal ser a Alegria, e a trama girar em torno da importância que a Tristeza tem na vida da Riley (lógico que toda a saga do retorno delas até a sala de comando), uma vez que cada sentimento tem seu "papel" a desempenhar na vida da garota, a Tristeza não tinha definição (pela visão da Alegria) de funcionalidade. A interpretação das lembranças, o esquecimento, os amigos imaginários, a produção de sonhos,... tudo, foi algo magistral. Bing Bong foi o responsável pela líquidos salgados que acumulam-se nas minhas glândulas lacrimais que se recusam a ficar onde devem ficar!!! Não sei mais o que dizer a respeito deste filme. Pois tudo foi mais do que impecável nele.
De todos os heróis da Marvel que conheço, o que menos GOSTAVA, ERA o Capitão América. Os últimos filmes que ela estava presente aumentaram gradativamente meu interesse pela sua história. Posso dizer que não fui destes fãs de HQ's que sabia tudo que acontecia, o máximo foi ler apenas uma HQ, e foi X-Men. Mas o que estão fazendo com esses heróis, desde os X-Men, que aliás adoro esse mutantes, e também os Vingadores, que comecei a gostar deles, é genial. O primeiro filme do Capitão, como foi apenas contar a história de como ele nasceu, apesar de achá-la um pouco confusa, gostei. Achei-a confuso pelo simples motivo de não me interessar pela história antes, e não acompanhar nada a respeito dele. Quando ele aparece em os Vingadores, como o foco está no grupo, é difícil escolher apenas um como favorito, gostei de todos, mas lógico que dos seis, a Viúva Negra e o Gavião Arqueiro eram meus favoritos. Mas este filme fez eu adorar tanto o Capitão como herói, quando a Viúva, como A Fodana.
Não encontro palavras certas para descrever as cenas de luta. De todas as cenas de luta corpo-a-corpo que já assisti, as cenas de Capitão America 2 são as melhores. Ninguém consegue batê-las em qualidade de imagem e movimentos.
Todo o enredo é super complexo, lógico que para alguém como eu, ignorante dos heróis clássicos da Marvel, demorei muito tempo para captar a ideia central. Como já assisti à série Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D., estava um pouco inteirado do assunto, mas cara, esse filme conseguiu me tirar o fôlego em diversos aspectos.
Depois deste filme ficou óbvio a química que rola entre os atores Chris e Scarlett. Já perdi as contas de quantos filmes eles já fizeram juntos, e a cada um que eles estão juntos em um filme, é notável que os dois combinam de uma forma inexplicável.
Já as Personagens femininas deste filme são de arrasar. Viúva Negra e a Agente Hill estão no topo da lista dos personagem fodásticos da Marvel. Fiquei ainda mais contente quando lançaram que estão nos planos da Marvel um filme solo da Viúva. Já a Hill, que já apareceu em Agents of S.H.I.E.L.D., espero que ela aparece mais, em qualquer filme ou série da Marvel.
Não tenho muito o que contar do da história e do que espero que ela aconteça, porque espero o lançamento dos outros filmes que estão nos planos da Marvel, lógico que primeiro devo assistir aos filmes do Homem de Ferro (Não assisti nenhum sequer), e ainda falta os Guardiões da Galáxia.
Mas que apresentação do Mercúrio e da Feiticeira Escarlate! Vou dizer que tenho uma queda por heroínas (Viúva, Hill, Vampira, Fênix, Storm, Mistica), mas da Feiticeira, quando ela aparecer realmente em Vingadores 2 - A Era de Ultron, pode ter certeza que vou me apaixonar ela personagem.
Voltando ao filme: Não sei se os fãs do Steve/Capitão concordam, mas este filme não faltou nada de um bom filme de ação, sem contar uma trama perfeita. Espero mesmo que a cada filme fique melhor e melhor, porque se continuar assim, viro um superfã destes heróis, sem exceções de qualquer herói.
O filme tem uma das melhores interpretações sobre Alma Gêmea, não há como negar, o conceito de viverem em muitos opostos, e serem atraídos pelo mundo de origem, foi fantástico assim como, as Leis Dos Mundos, principalmente a Terceira Lei. A computação gráfica para a representação do cenário dos dois mundos ficou inacreditável, toda fotografia produzida é simplesmente de tirar o fôlego, sem contar que a interação dos dois mundos olhando para cima ficou além das expectativas, com ênfase na queda do Adam do Mar do Mundo Superior para o Mar do Mundo Inferior. Tudo que eu escrevi até agora foi apenas pontos positivos, e lógico tem muito mais sobre esse filme, mas para equilibrar um pouco, o filme não é só qualidades: já li os comentários de outros aqui e concordo com vários deles, e sim pensava que no final teria pelo menos uma morte, e esperava que fosse a dele. Sei que é meio trágico e foge muito do conceito de romance que o filme quer mostrar, mas muitas coisas ficaram sem resposta devido a este final, que apesar de boa para padrões de romance, não foi boa para a história, o contexto e o enredo do filme. Apesar de pontos negativos que esse filme possui, não há como negar que ele é encantador pela história em si, e pelos efeitos especiais do Adam caindo, a expressão política do Mundo Superior explorando as riquezas do Mundo Inferior e literalmente o "inferiorizando", colocando na balança este filme possui mais pontos positivos do que negativos, apesar que o final deva, ao meu ver, ser grandioso devido a grandiosidade de qualidade do filme, mas estão desculpados, porquê fizeram que alguém como eu, que odeio romance desta categoria, ficar vidrado na história de amor que este foi contado.
"No Nosso Mundo Podemos Cair Para Cima E Subir Para Baixo"
Anna Faris já me conquistou desde dos clássicos Scary Movie, fazendo a hilariante Cindy Campbell. Depois, quase morri de rir pela parceria dela com a Allison Janney no seriado mom, que espero pela segunda temporada. Agora, fazendo esta comédia romântica com o Chris Evans ficou muito bom. Tudo bem, que Colin, o personagem de Evans, praticamente é clichê para o ator, e a Ally me surpreendeu. Não pelo fator cômico, mas pelo o que a personagem sempre fez para conseguir ter um relacionamento: gostar do que o cara em questão gosta só para conquistá-lo. Muitas vezes muitos de nós começamos a fingir o que não somos para ter qualquer tipo de relacionamento, sendo que o mais importante para sermos felizes é aceitarmos o que somos e valorizar àqueles que gostam de como realmente somos e não como terceiros gostaríamos que fossemos. Mas apesar de tudo isso, todos os flashbacks dos relacionamentos da Ally foram hilários, principalmente o Inglês, e seu sotaque de Borat.
Emma Stone está se tornando a musa da comédia com mensagem subliminar. A personalidade da Olive me identifico porque sou muito altruísta, e sempre me sacrifico para fazer outros se sentirem bem, e chega uma hora que desejamos sermos um pouco menos altruístas e mais egoístas para termos aqui que queremos. Muitas vezes ser altruísta nunca esperamos nada em troca, mas as vezes no fundo, sabemos que quando fazemos o bem sem olhar quem, sempre esperamos que colher o que plantamos. Mas cansa esperar, e quando já fizemos tanto o bem para outros, chega a hora de começarmos a fazer o bem para nós mesmo.
A Disney está claramente se reinventando nos contos de fadas. Já era clássico os filmes em desenhos da Disney, mas agora com os contos com tal tecnologia de efeitos especiais, Maleficent tem aquilo que mais intriga um telespectador: uma belo contos de fadas com um toque sombrio e encantador mostrando que não é só os efeitos estão com uma qualidade surpreendente como o enredo e a produção do filme estão surpreendendo e prendendo a atenção daqueles que assistem. Angelina Jolie ficou estupenda como a Maleficent, toda a equipe de fotografia e maquiagem fizeram dela a Maleficent dos contos de fadas, além de dar um toque mais humana a esta vilã. A perfeição para este papel ficou óbvia na celebração do nascimento da Aurora, quando ficou evidente o potencial de vilania e maldade de Maleficent, sua carinha de dó, seguida de um sorriso irônico. Como sou um grande fã de Once Upon A Time (OUAT), recriar os contos de fadas com uma interpretação contemporânea e totalmente nova, recriando o clássico de forma mais envolvente, contando a história das duas partes, tanto dos mocinhos quanto dos vilões, mas já em comparação com OUAT, recriar o conto como a Maleficent como um Anti-heroina, assim com foi feito com a Evil Queen na Branca de Neve em OUAT, ficou diferente, e mostra que nem todo o Mal é totalmente sombrio, e que pode ser transformado.
Um dos melhores filmes que já foram produzidos. Histórias Cruzadas é, sem ter outras palavras, breathtaking, cada nuance da história dos direitos civis dos EUA, da década de 1960, além de retratar um assunto que está no nosso cotidiano há anos. Emma Stone ficou incrível como a Skeeter: uma mulher a frente do se tempo, valorizando as pessoas pelos que elas são por dentro e não pelo que aparentam ser, e muito menos desvalorizando pelo pre-conceito de outros. Viola Davis como a Aibileen teve suas nuances de uma mulher que valoriza aqueles que são constantemente desvalorizados ou menosprezados por aquele que estão mais próximos, ou possuam vinculos de sangue. Mas nada foi mais chocante, cômico, e tocante do que a atuação de Octavia Spencer, a Minny, essa cozinheira de mão cheia e nada insolente mostrou com uma simples torta calar os racistas, além de tirar boas risadas de sua parceira Jessica Chastain, a adorável Celia Foote, que mesmo naquela época existiam àqueles que não menosprezavam ninguém, mostrando que ninguém é melhor que ninguém.
Aconselho todos a assistirem este filme, e se puderem lerem o livro de que é baseado, mesmo sendo eu ainda não ter lido o mesmo.
Queen Latifha sempre arrasando! Essa é uma história que fica na memória e não quer ser esquecida de jeito nenhum. Humor e Queen Latifah foram feitos um para o outro, e adicionar uma pequena dose de drama ficou incrível. Recomendo a todos.
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Sing: Quem Canta Seus Males Espanta
3.8 564Foi uma animação muito gostosa de assistir, pois abordar diferentes personagens que são reprimidos pelas suas vidas e mesmo assim buscam um sonho e tentam fazer alcançar este sonho.
É uma animação musical ótima para assistir com a família e ainda aborda a família, mesmo que de papel secundário a trama. Tirando o rato Mike, que tem problemas egocêntricos e arrogantes, todos tem algum drama familiar ou pessoal que os fazem serem cativantes.
Por mais que tenha tantos personagens sendo desenvolvidos em mais de 2 horas, fazendo com que tenha pouco tempo para seus desenvolvimento, mas acho que foi isso que eu mais gostei, pois eles desenvolveram o que tinha que desenvolver dos personagens para fechar o roteiro da competição de canto até o show.
Animais Fantásticos e Onde Habitam
4.0 2,2K Assista AgoraMeu santo Merlin!
Este foi a chegada mais esperada por mim desde Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2. Desde que a rainha anunciou que lançaria um derivado do seu universo.
E ainda bem que ela tomou o controle criativo e do roteiro, pois se outra pessoa fizesse, não seria tão incrív... Fantástico como foi.
Por ser um filme sem um livro para se basear acho que foi a melhor coisa a ser feita, pois não ficaríamos preso aos acontecimentos do livro, e quando assistíssemos não ficaríamos pensando "eles nem adaptaram este trecho", ou "eles esqueceram algo muito legal nos livros".
Toda a narrativa grita que foi algo feito pela JK, que foi ela e mais ninguém que colocou a mão para alterar alguma linha na narrativa. Ela conseguiu expandir seu universo, criou algo novo, mas ao mesmo tempo manteve-se fiel as suas regras no mundo bruxo, ela respeita o seu universo (sim, tudo que é crítico ou fã já falou isso), e um problema de sagas longas, é que algum momento, certas ações ou pontos divergirão do que foi determinado nos primeiros arcos. Mas não aconteceu com Animais Fantásticos.
Apesar de estarmos em um lugar diferente, com uma história totalmente diferente do que conhecemos, com costumes novos, ainda há aquele mundo criado no arco de Harry Potter, mas com uma nova abordagem. E este filme não contradiz certos pontos que foram levantados e desenvolvidos em Harry Potter, mas apenas complementam e dão uma abertura maior neste universo. E não é por ser fã que estou falando isso. Você consegue ver as relações dos dois costumes; você consegue sentir a diferença, mas consegue sentir as semelhanças entre os dois mundos.
Falando do roteiro, e algo que há muita controvérsia entre quem assistiu, é o tom que o arco do Newt teve. Pra mim, como fã, achei tudo maravilhoso; como um telespectador comum, achei ele muito bem equilibrado. Teve parte cômica; teve parte dramática; teve romance; teve suspense; teve tudo que foi possível, mas em doses certas, e nos momentos certos.
O arco de Harry Potter teve um crescimento de seriedade ao longo dos 7 livros, e dos 8 filmes: tinha um tom introdutório bem infantilizado em Pedra Filosofal, e este tom foi crescendo e tornando mais sombrio e ganhando até um tom de suspense, culminando nas Relíquias da Morte. E por ser um filme com protagonistas adolescentes, este tom sombrio tinha um limite, tinha um limiar bem definido, que por mais que a ameaça fosse grande, envolvendo todo o mundo mágico, não chegava a ser global, tanto que a grande batalha foi em Hogwarts, onde 95% de toda a trama se ambientou. E por ser uma escola ficávamos presos a este universo acadêmico, com suas regras, suas rotinas, e também com essa familiaridade.
Já no Animais Fantásticos estamos lidando com adultos, todos. E um tom mais infantilizado ou juvenil é algo que não tem espaço. Pelo menos em sua plenitude. Newt Scamander é um personagem bem fechado e introspectivo que cativa as pessoas pela sua paixão pelos animais, além de ser um fofo quando tenta lidar com os humanos. E o Eddie conseguiu passar este ar de nerd dos animais, ativista do Greenpeace Bruxo (mas fechado na dele). Até mesmo a fotografia dos ambientes que ele está dá esta imagem, sempre o mundo exterior sendo monocromático, com cores bem solidas e sem vida, frias até; ao passo que, em sua maleta, os ambientes tem uma vida selvagem e cores mais vibrantes, mais vivas, com texturas, formas e movimento. Mesmo no ambiente da redoma mágica do Obscurus. Sua retração foi muito bem interpretado pelo ator, ele toda vez desviando o olhar quando falava para as pessoas, muitas vezes falando para dentro (baixo no caso), mas com suas criaturas ele mostra todo o amor que tem por elas, e dá para sentir isso apenas pelo olhar que ele tem quando algo de ruim pode acontecer com seus animais.
Jacob foi a surpresa para mim. Dan Fogler tem, para mim, aquela cara de amigo gordinho sem noção, mas neste filme ele me conquistou pelo personagem. Como todo mundo já falou em análises e críticas: Jacob é a visão dos telespectadores e o alívio cômico do filme, mas o mais incrível é como a JK consegue dar uma personalidade tão profunda e singular que cativa todo mundo, e dar esta tridimensionalidade do Jacob foi algo mágico, sendo nomaj. A cena da chuva foi apenas a confirmação de que ela conseguiu, mais uma vez, criar um personagem muito bem desenvolvido, bem escrito, com nuances, e que por mais que aconteceu o que aconteceu, sua experiência com o Newt não foi traumática (já que como o próprio Newt falou: veneno de rapinomônio corretamente diluído apaga memórias traumáticas ou más lembranças). Este é um personagem que teve um peso importante para o Newt, já que o próprio o considera um amigo.
Personagens femininas me ganham. Qualquer produção que tenha uma personagem feminina forte eu acabo me apaixonando. Foi assim com a Hermione, e é assim com a Tina e a Queenie. E também com a Seraphina. Tina sempre me mostrou como alguém que segue as leis, quase que desprezando os sentimentos para seguir a lei cegamente. Mas no filme ela se mostrou muito certinha, mas com uma coragem para fazer o que é certo. Características que não agradam todos, mas que ela conseguiu mostrar mais quando foi mostrado mais de seu passado, quando ela foi condenada e estava na sala do líquido negro, e principalmente quando descobrimos o porque que ela foi rebaixada de Auror, para o carga administrativo que se encontra. Uma personagem que busca fazer o que é certo, proteger as pessoas, sendo bruxas ou nomajs, e que é "recriminada" por suas ações. Mas uma coisa é certa dela: ela é determinada, e quase uma grifinória.
A Queenie me surpreendeu demais, quando ela pressente o que vai acontecer com sua irmã. E acho que o que achei mais bonito neste filme, que não foi explicito, foi a relação fraternal que a Tina e a Queenie têm: elas são órfãs e desde sempre cuidaram uma da outra. E por ser uma legilimente dá um toque bem peculiar para ela, já que ela sabe de tudo que as pessoas estão pensando e se estão mentindo; mas ela não controla este dom dela, e se torna alguém apaixonante por ser curiosa para saber das coisas. O arco dela e do Jacob, por mais que a chuva tenha lavado, ainda há aquele sentimento entre os dois. Quero muito ver eles dois na continuação, mas não consigo ver eles na Europa.
Seraphina teve uma presença neste longa, por mais que não tão frequente, mas ela teve. E o que me deixou mais feliz foi ver que ela impõe respeito no Congresso International, e ainda uma mulher sendo a presidente do MACUSA, algo bem controverso para os EUA. Ela me lembrou um pouco a Minerva, alguém que só de olhar você respeita, não precisa falar nada, só a postura já fala por si só.
Já a parte mais sombria da trama, me deixou muito boiando. Esta parte poderia ter tido mais tempo de tela, até mesmo para dar mais suspense na trama, mas o quanto que apareceu foi muito bom.
Já começo que não achava que Percival Graves era Grindelwald.
Falando da trama do Obscurus, não peguei direto a ideia das teorias da Arianna Dumbledore ser uma Obscurial quando sai da sala de cinema, pois estava mais preocupado em digerir todas as informações que tinha acabado de ver. Mas depois, com mais calma, pude ver e acreditar mais e mais nesta teoria. Isso é o toque que a rainha consegue fazer magistralmente: pegar um ponto de sua trama, e dar mais significado, dar mais profundidade para ele. Quando ela escreveu as Relíquias da Morte, acho que ela não imaginou o potencial na época (ou talvez sim) das características da Arianna após o ataque dos trouxas. Mas ela pode ter deixado uma ponta solta, para um possível desenvolvimento. E toda esta mitologia do Obscurus e dos Obscuriais é o algo que deixa seu universo ainda mais rico, e mais tridimensional. Possível que ele seja mais explorado nos próximos, podendo até Alvo Dumbledore saber algo sobre os Obscurus, ou apareça outro alguém que pode saber mais sobre este parasita.
Os animais, amo todos: o Pelúcio, o Pássaro Trovão, os Tronquilhos, o Rapinomônio, a Erumpente, a Occami, o Seminviso, e todos os outros que apenas apareceram e não tiveram um arco próprio.
Foi um começo de arco narrativo muito fantástico. Muito mágico. E que conseguiu ter todos os tons na medida e no momento certo. Foi algo gradual desde o início mais leve até o final mais sombrio e dramático.
O pior é que teremos que esperar até 2018 para um novo capítulo deste arco maravilho. E retorno a repetir: JK Rowling é uma mulher incrível e mais uma vez conseguiu ampliar seu fantástico universo.
Capitão América: Guerra Civil
3.9 2,4K Assista AgoraA Marvel sabe o que está fazendo, e mesmo com as piadas e brincadeiras para descontrair o ambiente, mostra em Capitão América: Guerra Civil que sabe construir personagens e desenvolver seus dramas e personalidades distintos.
Nenhuma cena que eles se comprometeram em mostrar no filme é descartável. Seja para mostrar apenas uma conversa mais séria entre personagens, seja para mostrar uma nova tecnologia desenvolvida pelo Stark, ou apenas uma piadinha para descontrair o ambiente e a tensão, TODAS as cenas tem o seu porquê e sua funcionalidade para a trama, seja para o filme em si, ou apenas para desenvolver mais do personagem para ele crescer no universo.
Você pode entrar na sala de cinema dizendo "Sou #TeamCap" ou "Sou #TeamIron", mas quando você sai da sala, você fica na dúvida se ainda apoia o Capitão ou o Iron.
Os irmãos Russo souberam dosar os argumentos pró e contra do Tratado de Sokovia, além de saberem dar uma emoção nas cenas de luta e combate dos heróis.
Como um filme do Capitão América, toda a trama tem que acontecer ao redor dele. Mas mesmo sendo assim nossa perspectiva de que vá acontecer isso, você se surpreende em ver que não há necessidade de um personagem apenas ter toda a carga de um filme de ação e heróis. Todos os fatos acontecem e o Capitão está envolvido, ou encabeça um posicionamento, e como um bom patriota e defensor da América, ele defende o que é certo. O Homem Santificado desta vez se sente mais uma vez aquele garoto raquítico com problemas respiratórios da década de 1940 quando o assunto James "Bucky" Barnes entra num combate.
Sombras de Soldado invernal voltam para a trama para ter sua conclusão. O Soldado Invernal que está desaparecido desde o seu resgate na queda da H.I.D.R.A., volta para ter seu arco concluído. O embate contra Ossos Cruzados, que além de ser uma consequência, emerge memórias vivas para o Capitão perder o foco.
O embate inicial em Lagos mostra uma das melhores cenas de luta de heróis que já assisti. Toda sua construção, o tempo de personagem em cena foram bem elaboradas. Viúva Negra simplesmente arrebentou em suas cenas. Entrando no IFID de moto e acabando com vários capangas de Ossos Cruzados sem qualquer armadura, e ainda por cima com um salto. Só para me deixar mais apaixonado pela heroína, mostrando o quão bad-ass ela é. Não esquecendo o embate dela com os dois capangas que tinha a arma biológica. Aquela sequencia de socos, chutes, chaves de pernas e voadoras fizeram o coração deste fã pular de alegria. Falcão teve sua participação boa, com sua entrada em giro aéreo fechando as asas. E tivemos a apresentação do Asa Vermelha. Já a deusa, a louca, a feiticeira mostra que está se tornando uma das Vingadora mais importantes para a equipe, mostrando todo seu potencial. Apesar da culpa do incidente com o Ossos Cruzados ter recaído sobre ela, ela ainda não está em todo seu potencial de Feiticeira, mas mostrou que ela conseguiu, mesmo que por um tempo, conter a explosão.
A partir deste embate, o incidente matando vários diplomatas em Lagos, aliado aos cenários de embates de Vingadores (Nova York), Capitão América e o Soldado Invernal (Washington D.C.) e Vingadores: Era de Ultron (Sokovia), mostraram que tudo que a Marvel construiu em seus outros filmes reverberaram neste. E é um dos motivos que penso que este filme deu tão certo. Mostrando que todo este universo está conectado em um só, mesmo focando em galáxias distantes. A apresentação do Tratado de Sokovia só mostra o quanto a equipe está dividida: uns contra o Tratado alegando que eles estarão nas mãos de governos que podem ser corrompidos; e outros a favor, se sentindo culpados pelos desastres que eles tentam evitar mas que muitas vezes não conseguem salvar a todos.
A motivação do Iron de ser a favor do Tratado foi uma junção de vários fatores: a imagem de memória que foi apresentado de seu último dia com seus pais, a conversa com a Mirian Sharpe (a mãe desolada), e o episódio passado do Ultron que só teve devido a ele. Tudo isso deu a base sólida para o personagem para que o ele teve a favor da assinatura do Tratado. Sua explicação do filho de Mirian deu um peso dramático par ao personagem, que mostrou para este #TeamCap, as razões necessárias para ficar na dúvida.
Na conversa da Cúpula dos Vingadores consegue-se ver as motivações para cada um optar pelo posicionamento da regularização. Todos com argumentos bons e sólidos. A minha surpresa foi a Viúva Negra. Ter algum rabo preso com o governo poderia ser o motivo dela estar do lado do Iron e não do Capitão. Ainda mais sabendo de toda a amizade que os filmes mostraram que existe entre eles. No velório da Peggy nota-se que a presença da Viúva não é para convencer o Steve a assinar, mas apenas para dar apoio no momento fúnebre.
A introdução do T’Chala na reunião em Viena da ONU, teve uma das melhores falas sobre política, assunto recorrente aos filmes do Capitão: “Dois homens em uma sala resolvem mais do que 100”. Foi uma apresentação muito boa para o novo herói. Toda sua relação com seu pai, Rei T’Chaka, sua aversão a política, e seu porte de realeza nato. Após o atentado, a conversa entre T’Chala e Natasha foi de uma delicadeza e drama que deu ao personagem Wakandan toda o ímpeto para nascer como Pantera Negra.
Na perseguição do Bucky, o ponto alto mesmo foi a apresentação do Pantera Negra. Todo os estilos de lutas já mostrados no Universo Marvel já estavam batido. Até mesmo as Chaves de Pernas da Viúva, apesar de serem fabulosos aos meus olhos toda vez que ela faz. Pantera tem seu estilo mais felino, todo único, mostrando um herói com movimento ágeis, rápidos e certeiros. Como já falado em diversos outras críticas, é um estilo que usa mais pernas, chutes aéreos e utilização de suas garras de Vibranium. Todo seu visual foi espetacular! Os detalhes em prata com estilos tribais africanos, o colar de dentes, o design em seus braços... Tudo!!! Além, é logico, mostrar toda a imponência de realeza neste universo. Chadwick foi a melhor escolha para o Pantera. Assim como a Elizabeth teve sua aprovação como a Feiticeira Escarlate em Vingadores: Era de Ultron, Chadwick teve extremo êxito e aprovação como Pantera Negra.
Uma metáfora muito bem elaborada que mostra a situação dos Vingadores, foi as Canetas. Quando capturam o Capitão, Falcão, Pantera e Soldado, na conversa entre Steve e Tony, a introdução do jogo de canetas, em que o Iron oferece uma delas para o Capitão, é uma excelente metáfora da situação de rompimento e separação do conjunto. E ainda mostrando no final deste dialogo o desejo do Capitão de manter o conjunto unido, deixando a caneta para trás. Nesta conversa, temos um pouco do drama pessoal do Tony desvendado: ele odiava o Capitão! O pai, Howard, que foi um dos envolvidos na criação do Capitão, vivia salientando as qualidades do patriota para o filho.
Com Zemo ativando o modo “Soldado Submisso e Obediente”, temos mais uma cena de embate incrível, mostrando as capacidades da Agente 13 como uma boa lutadora. A partir daí, podemos ter um vislumbre do que é a intenção do vilão, ouvindo do próprio Bucky o que ele queria: a localização onde os outros Soldados Invernais foram criados e mantidos após o encerramento do Projeto. Fazendo a primeira ligação com a cena pré-apresentação do logo da Marvel.
E com a fuga do Soldado Invernal, as equipes irão se unir para o grande clímax do filme: o Embate no Aeroporto. Mas antes, as equipes precisam se encontrar.
Outra novidade deste filme que deixou todos alucinados foi a confirmação do Amigo da Vizinhança, que teve, como muitos dizem, mas a Natalia Bridi do Omelete muito bem falou: a melhor introdução de super-herói, descartando uma explicação mais elaborada de Origem de Herói. É um alivio cômico muito bem incluído para o Iron, além de dar aos fãs um Homem Aranha mais adolescente, muito melhor do que o Espetacular. É o Homem Aranha saído dos quadrinhos!
Agora um minuto para falar da Musa: Feiticeira Escarlate. Seu arco de desenvolvimento, a parte desde o Tratado, foi curto, mas muito bem desenvolvido em poucas cenas (apenas 2). Sua conversa com o Visão na cozinha e o pseudo Paprikash foi fantástica! Os dois, frutos da Joia da Mente, não compreende total seus poderes. Wanda, que se sente a mesma, mesmo não sendo a mesma depois de seu aprimoramento; e Visão, que foi criado pelo Ultron e pela Dra. Cho, mas que possui a Joia da Mente que lhe dá todas suas habilidades, sabendo que ela não é da Terra, e não consegue compreendê-la em sua totalidade. Isso mostrou mais o relacionamento que eles podem ter mais para frente, vendo que o Visão não vê a Wanda como um monstro como todos passaram a vê-la.
Em sua fuga, com a ajuda de Hawkeye, podemos ver o quão poderosa ela é. Alerta de fã-service: Se ela consegue manipular a ativação dos poderes do Visão, que é gerado pela Joia do Infinito em sua testa, mano... Ela pode derrotar todos facilmente, e ser a rainha da porra toda!!! Tudo bem que os poderes dela foram gerados a partir da Jóia, mas uma coisa é gerar poder e outra é usar a fonte como poder. Sua fala para o Visão mostra que agora ela compreendeu um fato que deixa ela em situação de poder: “Eu não controlo o medo deles. Só controlo os meus”. A cena dela imobilizando o Visão, e literalmente, afundando ele, queria ter o poder de rebobinar a projeção para ver, rever e ver mais algumas vezes mais!
Observação: é incrível como eles estão construindo a parceria entre a Feiticeira e o Gavião. Para aqueles que sabem o que acontece nos quadrinhos, isso mostra, pelo menos para mim, que a Marvel está querendo deixar as possibilidades com mais solidez em dramas! Em Era de Ultron, só a conversa deles nos escombros, e esta conversa mostra que vão fazer deles uma versão Capitão e Viúva Negra. Só para deixar mais dramático uma possível Dinastia ai!!!
O clímax, já com as equipes prontas e vestidas, foi um show à parte. Já com a Viúva convencendo o T’Chala a se unir a equipe do Iron, e o Antman sendo a arma surpresa da equipe do Capitão. A cena do Embate do Aeroporto é muito bem equilibrada. Cada personagem tem seu tempo de mostrar pra que veio. A surpresa para o Capitão pela entrada do Aranha não abalou ele tanto. Mas a entrada do Antman para a surpresa da equipe do Iron foi inesperada, e isso é perceptível nos olhos do Tony. A sequência de batalha, a partir da entrada do Visão é extremamente equilibrada: os espiões lutando entre si, mesmo que o Barton esteja “maneirando nos socos”, palavras da Wanda. O desenvolvimento de mais habilidades de personagens que já apareceram, como o Antman, em sua nova habilidade.
Meu único problema é que os seres mais poderosos, tiveram menos tempo de cenas, mostrando o cuidado que os diretores deixaram para não mostrar que eles poderiam acabar com tudo em dois segundos; principalmente a Feiticeira, que achei que em todas as cenas de batalha, seja enfrentando Ossos Cruzados, lá no início, e no aeroporto, ela tem pouquíssimas cenas de batalhas grandiosas. Mas o pouco que a deusa louca apareceu, ela simplesmente mostrou que não está para brincadeira. Viúva e Pantera que o dizem!
Estava na cara que Viúva ia virar a casaca. Sua amizade com o Steve, e sua dúvida sobre ele, só fizeram ela se virar contra sua equipe. Ainda não sabe se houve consequências desta atitude, além do mais, ela atacou o Rei!
Mas a sequência do aeroporto deu tempo de sobra para mostrar tudo de todos os personagens, contendo os mais poderosos, e dando tempo para os menores insetos.
No final, e na cena épica dos quadrinho entre o embate do Capitão e do Iron, os motivos para acontecer, me deixou muito surpreso. O Vilão, apresentado como um simples humano, mas de extrema inteligência, articulou todos os acontecimentos para que o embate se desse num local onde continha Soldados Invernais aprisionados. O que pareceu que ele iria despertar os soldados, se revelou como um problema mais interno, e então a segunda e mais importante ligação da cena pré-apresentação do logo se dá: o acidente causado pelo Soldado Invernal, para roubar os soros para criar mais soldados, teve uma ligação mais profunda para Tony Stark, levando ele a uma ira grandiosa, querendo vingança.
Vale ressaltar a linha tênue que aproxima T’Chala de Zemo: ambos se dobraram para suas vinganças, querendo acabar com aqueles que mataram quem mais amavam. Mas Pantera percebe que sua vingança não o levará a nada e vendo quem realmente era o causador da morte de seu pai, ele tomou a decisão heroica.
Rumos indefinido para os Vingadores. Mas como todo o filme da Marvel, eles vão continuar amigos. Mesmo que assuntos familiares se coloquem a frente deles.
Só a introdução dos dois mais novos personagens do universo, deu um animo imprescindível para querer assistir a Pantera Negra, tendo o vislumbre de Wakanda, e o Homem Aranha: Homecoming, com sua introdução maravilhosa, suas cenas de ação, e o pós-credito 2.
Todas as cenas têm o seu porquê e as tramas são muito bem construídas. Só mostrando a qualidade que a Marvel deu para seus filmes e seu universo, e que mesmo que utilizem de momentos de risadas e piadas, eles sabem fazer um filme tenso e dramático, com um universo conciso.
Divertida Mente
4.3 3,3K Assista AgoraO que falar da Pixar??? Ela simplesmente se renovou em grande estilo.
Para um cara (como eu) que não gosto de filmes melosos, ou que não chora em filmes, a Pixar mais uma vez conseguiu este feito comigo.
Este filme veio com muitos assuntos da infância que sempre tentamos decifrar. A interpretação dos sentimentos foi inacreditável. Todo o mundo que ela criou na cabeça dos personagens foi algo único que apenas este estúdio consegue, desde Toy Story, passando por Vida de Inseto, Monstros S.A. e Procurando Nemo, a Pixar/Disney cativa a todos que assistem.
Desde os 33 segundos, a Tristeza me conquistou. Apesar da principal ser a Alegria, e a trama girar em torno da importância que a Tristeza tem na vida da Riley (lógico que toda a saga do retorno delas até a sala de comando), uma vez que cada sentimento tem seu "papel" a desempenhar na vida da garota, a Tristeza não tinha definição (pela visão da Alegria) de funcionalidade.
A interpretação das lembranças, o esquecimento, os amigos imaginários, a produção de sonhos,... tudo, foi algo magistral.
Bing Bong foi o responsável pela líquidos salgados que acumulam-se nas minhas glândulas lacrimais que se recusam a ficar onde devem ficar!!!
Não sei mais o que dizer a respeito deste filme. Pois tudo foi mais do que impecável nele.
Capitão América 2: O Soldado Invernal
4.0 2,6K Assista AgoraSó tenho uma coisa para falar deste filme:
EH FOOODA!
De todos os heróis da Marvel que conheço, o que menos GOSTAVA, ERA o Capitão América. Os últimos filmes que ela estava presente aumentaram gradativamente meu interesse pela sua história. Posso dizer que não fui destes fãs de HQ's que sabia tudo que acontecia, o máximo foi ler apenas uma HQ, e foi X-Men. Mas o que estão fazendo com esses heróis, desde os X-Men, que aliás adoro esse mutantes, e também os Vingadores, que comecei a gostar deles, é genial.
O primeiro filme do Capitão, como foi apenas contar a história de como ele nasceu, apesar de achá-la um pouco confusa, gostei. Achei-a confuso pelo simples motivo de não me interessar pela história antes, e não acompanhar nada a respeito dele. Quando ele aparece em os Vingadores, como o foco está no grupo, é difícil escolher apenas um como favorito, gostei de todos, mas lógico que dos seis, a Viúva Negra e o Gavião Arqueiro eram meus favoritos. Mas este filme fez eu adorar tanto o Capitão como herói, quando a Viúva, como A Fodana.
Não encontro palavras certas para descrever as cenas de luta. De todas as cenas de luta corpo-a-corpo que já assisti, as cenas de Capitão America 2 são as melhores. Ninguém consegue batê-las em qualidade de imagem e movimentos.
Todo o enredo é super complexo, lógico que para alguém como eu, ignorante dos heróis clássicos da Marvel, demorei muito tempo para captar a ideia central. Como já assisti à série Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D., estava um pouco inteirado do assunto, mas cara, esse filme conseguiu me tirar o fôlego em diversos aspectos.
Depois deste filme ficou óbvio a química que rola entre os atores Chris e Scarlett. Já perdi as contas de quantos filmes eles já fizeram juntos, e a cada um que eles estão juntos em um filme, é notável que os dois combinam de uma forma inexplicável.
Já as Personagens femininas deste filme são de arrasar. Viúva Negra e a Agente Hill estão no topo da lista dos personagem fodásticos da Marvel. Fiquei ainda mais contente quando lançaram que estão nos planos da Marvel um filme solo da Viúva. Já a Hill, que já apareceu em Agents of S.H.I.E.L.D., espero que ela aparece mais, em qualquer filme ou série da Marvel.
Não tenho muito o que contar do da história e do que espero que ela aconteça, porque espero o lançamento dos outros filmes que estão nos planos da Marvel, lógico que primeiro devo assistir aos filmes do Homem de Ferro (Não assisti nenhum sequer), e ainda falta os Guardiões da Galáxia.
Mas que apresentação do Mercúrio e da Feiticeira Escarlate! Vou dizer que tenho uma queda por heroínas (Viúva, Hill, Vampira, Fênix, Storm, Mistica), mas da Feiticeira, quando ela aparecer realmente em Vingadores 2 - A Era de Ultron, pode ter certeza que vou me apaixonar ela personagem.
Voltando ao filme: Não sei se os fãs do Steve/Capitão concordam, mas este filme não faltou nada de um bom filme de ação, sem contar uma trama perfeita. Espero mesmo que a cada filme fique melhor e melhor, porque se continuar assim, viro um superfã destes heróis, sem exceções de qualquer herói.
Mundos Opostos
3.4 608O filme tem uma das melhores interpretações sobre Alma Gêmea, não há como negar, o conceito de viverem em muitos opostos, e serem atraídos pelo mundo de origem, foi fantástico assim como, as Leis Dos Mundos, principalmente a Terceira Lei.
A computação gráfica para a representação do cenário dos dois mundos ficou inacreditável, toda fotografia produzida é simplesmente de tirar o fôlego, sem contar que a interação dos dois mundos olhando para cima ficou além das expectativas, com ênfase na queda do Adam do Mar do Mundo Superior para o Mar do Mundo Inferior.
Tudo que eu escrevi até agora foi apenas pontos positivos, e lógico tem muito mais sobre esse filme, mas para equilibrar um pouco, o filme não é só qualidades: já li os comentários de outros aqui e concordo com vários deles, e sim pensava que no final teria pelo menos uma morte, e esperava que fosse a dele. Sei que é meio trágico e foge muito do conceito de romance que o filme quer mostrar, mas muitas coisas ficaram sem resposta devido a este final, que apesar de boa para padrões de romance, não foi boa para a história, o contexto e o enredo do filme.
Apesar de pontos negativos que esse filme possui, não há como negar que ele é encantador pela história em si, e pelos efeitos especiais do Adam caindo, a expressão política do Mundo Superior explorando as riquezas do Mundo Inferior e literalmente o "inferiorizando", colocando na balança este filme possui mais pontos positivos do que negativos, apesar que o final deva, ao meu ver, ser grandioso devido a grandiosidade de qualidade do filme, mas estão desculpados, porquê fizeram que alguém como eu, que odeio romance desta categoria, ficar vidrado na história de amor que este foi contado.
"No Nosso Mundo Podemos Cair Para Cima E Subir Para Baixo"
Qual Seu Número?
3.3 1,4K Assista AgoraAnna Faris já me conquistou desde dos clássicos Scary Movie, fazendo a hilariante Cindy Campbell. Depois, quase morri de rir pela parceria dela com a Allison Janney no seriado mom, que espero pela segunda temporada. Agora, fazendo esta comédia romântica com o Chris Evans ficou muito bom. Tudo bem, que Colin, o personagem de Evans, praticamente é clichê para o ator, e a Ally me surpreendeu. Não pelo fator cômico, mas pelo o que a personagem sempre fez para conseguir ter um relacionamento: gostar do que o cara em questão gosta só para conquistá-lo. Muitas vezes muitos de nós começamos a fingir o que não somos para ter qualquer tipo de relacionamento, sendo que o mais importante para sermos felizes é aceitarmos o que somos e valorizar àqueles que gostam de como realmente somos e não como terceiros gostaríamos que fossemos.
Mas apesar de tudo isso, todos os flashbacks dos relacionamentos da Ally foram hilários, principalmente o Inglês, e seu sotaque de Borat.
A Mentira
3.6 2,2K Assista AgoraEmma Stone está se tornando a musa da comédia com mensagem subliminar. A personalidade da Olive me identifico porque sou muito altruísta, e sempre me sacrifico para fazer outros se sentirem bem, e chega uma hora que desejamos sermos um pouco menos altruístas e mais egoístas para termos aqui que queremos. Muitas vezes ser altruísta nunca esperamos nada em troca, mas as vezes no fundo, sabemos que quando fazemos o bem sem olhar quem, sempre esperamos que colher o que plantamos. Mas cansa esperar, e quando já fizemos tanto o bem para outros, chega a hora de começarmos a fazer o bem para nós mesmo.
Malévola
3.7 3,8K Assista AgoraA Disney está claramente se reinventando nos contos de fadas. Já era clássico os filmes em desenhos da Disney, mas agora com os contos com tal tecnologia de efeitos especiais, Maleficent tem aquilo que mais intriga um telespectador: uma belo contos de fadas com um toque sombrio e encantador mostrando que não é só os efeitos estão com uma qualidade surpreendente como o enredo e a produção do filme estão surpreendendo e prendendo a atenção daqueles que assistem.
Angelina Jolie ficou estupenda como a Maleficent, toda a equipe de fotografia e maquiagem fizeram dela a Maleficent dos contos de fadas, além de dar um toque mais humana a esta vilã. A perfeição para este papel ficou óbvia na celebração do nascimento da Aurora, quando ficou evidente o potencial de vilania e maldade de Maleficent, sua carinha de dó, seguida de um sorriso irônico.
Como sou um grande fã de Once Upon A Time (OUAT), recriar os contos de fadas com uma interpretação contemporânea e totalmente nova, recriando o clássico de forma mais envolvente, contando a história das duas partes, tanto dos mocinhos quanto dos vilões, mas já em comparação com OUAT, recriar o conto como a Maleficent como um Anti-heroina, assim com foi feito com a Evil Queen na Branca de Neve em OUAT, ficou diferente, e mostra que nem todo o Mal é totalmente sombrio, e que pode ser transformado.
Histórias Cruzadas
4.4 3,8K Assista AgoraUm dos melhores filmes que já foram produzidos.
Histórias Cruzadas é, sem ter outras palavras, breathtaking, cada nuance da história dos direitos civis dos EUA, da década de 1960, além de retratar um assunto que está no nosso cotidiano há anos.
Emma Stone ficou incrível como a Skeeter: uma mulher a frente do se tempo, valorizando as pessoas pelos que elas são por dentro e não pelo que aparentam ser, e muito menos desvalorizando pelo pre-conceito de outros.
Viola Davis como a Aibileen teve suas nuances de uma mulher que valoriza aqueles que são constantemente desvalorizados ou menosprezados por aquele que estão mais próximos, ou possuam vinculos de sangue.
Mas nada foi mais chocante, cômico, e tocante do que a atuação de Octavia Spencer, a Minny, essa cozinheira de mão cheia e nada insolente mostrou com uma simples torta calar os racistas, além de tirar boas risadas de sua parceira Jessica Chastain, a adorável Celia Foote, que mesmo naquela época existiam àqueles que não menosprezavam ninguém, mostrando que ninguém é melhor que ninguém.
Aconselho todos a assistirem este filme, e se puderem lerem o livro de que é baseado, mesmo sendo eu ainda não ter lido o mesmo.
As Férias da Minha Vida
3.4 459 Assista AgoraQueen Latifha sempre arrasando! Essa é uma história que fica na memória e não quer ser esquecida de jeito nenhum. Humor e Queen Latifah foram feitos um para o outro, e adicionar uma pequena dose de drama ficou incrível.
Recomendo a todos.