Abordar temas que são tabu, abordar de forma realista e fiel a certos assuntos que são complexos, até mesmo mostrar nudez sem o pretexto sexual foi a marca que Sense8 conseguiu fazer quando estreou sua primeira temporada em 2015. Muitos fãs foram conquistados, não apenas por ter cenas de sexo e nudez, mas, em minha concepção, a abordagem de desenvolver os personagens em escalas tão profundas, e fazer com que o conceito de sentir tudo atravesse a tela e faça todos que assistam sentir os que os sensates sentem.
A primeira temporada foi focada em apresentar os protagonistas, a ameaça (sem aprofundar), e tentar explicar como acontece os compartilhamento de sensações, habilidades e como se conectam uns com os outros. E conseguem se conectar quando precisam de certo sensate. Mas nesta temporada ele focaram mais em desenvolver a trama da ameaça, como foco principal, e deixar os drama individuais mais em segundo plano. Foi o que deixou o especial de Natal fraco em desenvolvimento.
No episódio de Natal, eles, literalmente, passaram mais ou menos 6 meses do ponto A para o o ponto A. Não teve nenhum desenvolvimento da trama da OPB, enquanto que as tramas individuais deram passos bem pequenos, mas deram.
O que me deixou mais entusiasmado é ver como eles estão se conectando tão facilmente entre si, e sempre estão juntos em vários momentos. A forma como eles mostraram a morte dos sensates, como já disse em meu comentário do episódio 2, foi algo surpreendente. Tinha muito medo de um deles serem efetivamente mortos, pois isso já havia sido comentado antes que a morte de um dos grupos é uma das piores dores que eles poderiam sentir; sentir a morte multiplicado por 8 era algo que todos desejariam já estarem mortos a sentir isso. E a forma que fizeram quando a vida da Sun Bak estava correndo perigo, e mostrou como todos estavam sentindo a mesma coisa, e como foi doloroso ver isso, e sentir, já que a série consegue fazer com que sentíssemos o mesmo que os sensates sentem. Outro momento foi a tortura do mister tromba, Wolfgang Bogdanow. Ver que em algo tão extremo, como a dor, eles sentem em conjunto. Senti o choque daqui.
A introdução de novos clusters foi outro ponto incrível da trama. Sabíamos que, no máximo, haviam outros 3 cluster. De fato, conhecemos membros destes clusters, mas não o cluster completo. Mas a introdução desses novos sensates a trama, do grupo duvidável, e principalmente da introdução do Arquipélago. Isso eleva a narrativa e o universo criado pelas irmãs Wachowski a níveis maravilhosos. A briga entre clusters foi algo muito interessante, mas ao mesmo tempo muito rápido. A motivação da Lila e do seu grupo, por mais que levaram a traição, ainda ficam tendo falhas, pois se eles querem o que querem é o mesmo que delatar ao mundo de sua existência. O que traria a OPB. Mas nada do que esperar para ver como essa trama pode se desenrolar mais para frente.
O conhecimento de novos clusters e novos personagens deu várias respostas que não pensamos em perguntar. O fato que a OPB não ter sido criada para os fins de eliminar sensates, mas que foi criada para ajudá-los. E saber de todo o backgroud da criadora da OPB.
Os sensates conectados com a Riley Blue, para mim, foram os melhores: Puk, o doidão que salvou o dia, mas que foi colocado em quarentena apenas pelo seu envolvimento com o cluster da Tromba de Ganesha; o Sr. Hoy, o senhor com um conhecimento dos sensates mais fofo que existe, e suas introduções ao Arquipélago e ao Google Sensate já ter sido inventado há milhares de anos com os sensates; e aquela Monge da Árvore, que é muito misteriosa, e que espera poder visitar a Riley quando não estiver com as motivações de terceiros. Ela é o que eu tenho mais vontade de conhecer, principalmente por não ter se revelado tanto assim, e ela deixar esse gancho de "poder visitar a Riley novemante". O Capheus "Van Damme" Onyango também se conectou com 4 novos sensates nigerianos, mas que apareceram apenas no final da trama e não tiveram tanto desenvolvimento assim, mas são personagens em potencial.
Como havia sentido no especial de Natal que a Angelica "Angel" Turing teria mais de seu passado abordado, e ver que ela foi uma espécia de Canibal para seu grupo, me deixou de queixo caído, mesmo sabendo das acusações da Yrsa, mas ver que ela dominou o corpo de um do seus para matá-lo não foi algo que esperava. Mas foi interessante ver que os sensates já haviam conhecido outros sensates antes de renascerem, como o Lito Rodriguez com o Raoul. E saber que os sensates tem um grande potencial de reprodução, já que tanto as mulheres como os homens podem despertar um grupo novo, e podem despertar em qualquer momento da vida deles. O que nos leva para a Sarah, que dá para concluir que ela era uma sensate que foi despertada muito cedo.
Achei o final muito melhor do que o final da primeira e muito melhor do que imaginava que poderia ser. Ver mais uma vez todos cooperarem de formas incríveis, e verem todos unidos fisicamente para salvar um deles, e ainda a Amanita Caplan junto com todos. Todas as conclusões para esta temporada deixaram muitas brechas para serem respondidas nas próximas temporadas, mas não queria ter que esperar por mais 2 anos, ou mais. É uma série com uma complexidade em personagens por mais que eles sejam, em teoria superficiais e clichês. Eles conseguem demostrar tanta emoção em poucas falas, e atuações, e agora que todos estão mais do que unidos, espero a guerra tão aguardada.
Acho que fui assistir a série achando que seria como uma série de drama com uma história não tão lúdica, mas a cada episódio eu notei o quão lúdico a narrativa é.
Achei um tom bem mais diferente do que foi feito no filme, lógico que agora está sendo adaptado da forma certa, devido a tantos comentários de pessoas que leram o livro contarem que estão se mantendo fieis aos acontecimentos dos 4 primeiros livros. Quando assisti o filme, foi passado que havia mais do que a ganância do Conde Olaf na fortuna dos Baudelaire, alguma trama maior, logo na adaptação dos três primeiros livros, mas neste, em primeiro momento, o sentimento que a única coisa que o Conde Olaf realmente quer é a herança dos irmãos. Lógico que deve haver mais, mas é contado pouco a pouco a trama maior.
Sr. Poe me irrita de um certo modo que poucas pessoas reais ou fictícias conseguem me irritar, e com sua tosse constante, me deixa com muita raiva. Além do fato de menosprezar a inteligência dos Baudelaire, sempre os minimizando e fazendo pouco caso de seu discernimento. Aí cai no que falei em achar que veria algo mais real, e não lúdico.
O próprio fato deles serem tratados como crianças o tempo todo, o fato de sempre explicarem termos de fácil compreensão para eles, mesmo que eles indaguem como uma pergunta de "por que isso" e não "qual significado desta palavra", me deixava desgostoso para continuar assistindo. Mas fui lembrado que é uma história lúdica e todo o cenário, o enredo, a forma de narrativa é para ser lúdico e nos fazer relembrar para não levar tão a sério.
O narrador achei desnecessário nos primeiros episódios mas ele conseguia fazer pensar pelas analogias que ele comentava para quebrar a tensão de alguma cena.
De todos os personagens que foram apresentados, eu adorei a Sunny: melhor pessoa que tem ótimas tiradas. Neil Patrick Harris como o Conde Olaf consegue trazer uma vilania que nos gostamos, e seus personagens, são muito creepy que são maravilhosos, em principal a Shirley que amei, toda feminina e esquisita.
Isso vai abrir portas para novas adaptações mais fieis aos livros.
Foi uma animação muito gostosa de assistir, pois abordar diferentes personagens que são reprimidos pelas suas vidas e mesmo assim buscam um sonho e tentam fazer alcançar este sonho.
É uma animação musical ótima para assistir com a família e ainda aborda a família, mesmo que de papel secundário a trama. Tirando o rato Mike, que tem problemas egocêntricos e arrogantes, todos tem algum drama familiar ou pessoal que os fazem serem cativantes.
Por mais que tenha tantos personagens sendo desenvolvidos em mais de 2 horas, fazendo com que tenha pouco tempo para seus desenvolvimento, mas acho que foi isso que eu mais gostei, pois eles desenvolveram o que tinha que desenvolver dos personagens para fechar o roteiro da competição de canto até o show.
Este foi a chegada mais esperada por mim desde Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2. Desde que a rainha anunciou que lançaria um derivado do seu universo.
E ainda bem que ela tomou o controle criativo e do roteiro, pois se outra pessoa fizesse, não seria tão incrív... Fantástico como foi.
Por ser um filme sem um livro para se basear acho que foi a melhor coisa a ser feita, pois não ficaríamos preso aos acontecimentos do livro, e quando assistíssemos não ficaríamos pensando "eles nem adaptaram este trecho", ou "eles esqueceram algo muito legal nos livros".
Toda a narrativa grita que foi algo feito pela JK, que foi ela e mais ninguém que colocou a mão para alterar alguma linha na narrativa. Ela conseguiu expandir seu universo, criou algo novo, mas ao mesmo tempo manteve-se fiel as suas regras no mundo bruxo, ela respeita o seu universo (sim, tudo que é crítico ou fã já falou isso), e um problema de sagas longas, é que algum momento, certas ações ou pontos divergirão do que foi determinado nos primeiros arcos. Mas não aconteceu com Animais Fantásticos.
Apesar de estarmos em um lugar diferente, com uma história totalmente diferente do que conhecemos, com costumes novos, ainda há aquele mundo criado no arco de Harry Potter, mas com uma nova abordagem. E este filme não contradiz certos pontos que foram levantados e desenvolvidos em Harry Potter, mas apenas complementam e dão uma abertura maior neste universo. E não é por ser fã que estou falando isso. Você consegue ver as relações dos dois costumes; você consegue sentir a diferença, mas consegue sentir as semelhanças entre os dois mundos.
Falando do roteiro, e algo que há muita controvérsia entre quem assistiu, é o tom que o arco do Newt teve. Pra mim, como fã, achei tudo maravilhoso; como um telespectador comum, achei ele muito bem equilibrado. Teve parte cômica; teve parte dramática; teve romance; teve suspense; teve tudo que foi possível, mas em doses certas, e nos momentos certos.
O arco de Harry Potter teve um crescimento de seriedade ao longo dos 7 livros, e dos 8 filmes: tinha um tom introdutório bem infantilizado em Pedra Filosofal, e este tom foi crescendo e tornando mais sombrio e ganhando até um tom de suspense, culminando nas Relíquias da Morte. E por ser um filme com protagonistas adolescentes, este tom sombrio tinha um limite, tinha um limiar bem definido, que por mais que a ameaça fosse grande, envolvendo todo o mundo mágico, não chegava a ser global, tanto que a grande batalha foi em Hogwarts, onde 95% de toda a trama se ambientou. E por ser uma escola ficávamos presos a este universo acadêmico, com suas regras, suas rotinas, e também com essa familiaridade.
Já no Animais Fantásticos estamos lidando com adultos, todos. E um tom mais infantilizado ou juvenil é algo que não tem espaço. Pelo menos em sua plenitude. Newt Scamander é um personagem bem fechado e introspectivo que cativa as pessoas pela sua paixão pelos animais, além de ser um fofo quando tenta lidar com os humanos. E o Eddie conseguiu passar este ar de nerd dos animais, ativista do Greenpeace Bruxo (mas fechado na dele). Até mesmo a fotografia dos ambientes que ele está dá esta imagem, sempre o mundo exterior sendo monocromático, com cores bem solidas e sem vida, frias até; ao passo que, em sua maleta, os ambientes tem uma vida selvagem e cores mais vibrantes, mais vivas, com texturas, formas e movimento. Mesmo no ambiente da redoma mágica do Obscurus. Sua retração foi muito bem interpretado pelo ator, ele toda vez desviando o olhar quando falava para as pessoas, muitas vezes falando para dentro (baixo no caso), mas com suas criaturas ele mostra todo o amor que tem por elas, e dá para sentir isso apenas pelo olhar que ele tem quando algo de ruim pode acontecer com seus animais.
Jacob foi a surpresa para mim. Dan Fogler tem, para mim, aquela cara de amigo gordinho sem noção, mas neste filme ele me conquistou pelo personagem. Como todo mundo já falou em análises e críticas: Jacob é a visão dos telespectadores e o alívio cômico do filme, mas o mais incrível é como a JK consegue dar uma personalidade tão profunda e singular que cativa todo mundo, e dar esta tridimensionalidade do Jacob foi algo mágico, sendo nomaj. A cena da chuva foi apenas a confirmação de que ela conseguiu, mais uma vez, criar um personagem muito bem desenvolvido, bem escrito, com nuances, e que por mais que aconteceu o que aconteceu, sua experiência com o Newt não foi traumática (já que como o próprio Newt falou: veneno de rapinomônio corretamente diluído apaga memórias traumáticas ou más lembranças). Este é um personagem que teve um peso importante para o Newt, já que o próprio o considera um amigo.
Personagens femininas me ganham. Qualquer produção que tenha uma personagem feminina forte eu acabo me apaixonando. Foi assim com a Hermione, e é assim com a Tina e a Queenie. E também com a Seraphina. Tina sempre me mostrou como alguém que segue as leis, quase que desprezando os sentimentos para seguir a lei cegamente. Mas no filme ela se mostrou muito certinha, mas com uma coragem para fazer o que é certo. Características que não agradam todos, mas que ela conseguiu mostrar mais quando foi mostrado mais de seu passado, quando ela foi condenada e estava na sala do líquido negro, e principalmente quando descobrimos o porque que ela foi rebaixada de Auror, para o carga administrativo que se encontra. Uma personagem que busca fazer o que é certo, proteger as pessoas, sendo bruxas ou nomajs, e que é "recriminada" por suas ações. Mas uma coisa é certa dela: ela é determinada, e quase uma grifinória.
A Queenie me surpreendeu demais, quando ela pressente o que vai acontecer com sua irmã. E acho que o que achei mais bonito neste filme, que não foi explicito, foi a relação fraternal que a Tina e a Queenie têm: elas são órfãs e desde sempre cuidaram uma da outra. E por ser uma legilimente dá um toque bem peculiar para ela, já que ela sabe de tudo que as pessoas estão pensando e se estão mentindo; mas ela não controla este dom dela, e se torna alguém apaixonante por ser curiosa para saber das coisas. O arco dela e do Jacob, por mais que a chuva tenha lavado, ainda há aquele sentimento entre os dois. Quero muito ver eles dois na continuação, mas não consigo ver eles na Europa.
Seraphina teve uma presença neste longa, por mais que não tão frequente, mas ela teve. E o que me deixou mais feliz foi ver que ela impõe respeito no Congresso International, e ainda uma mulher sendo a presidente do MACUSA, algo bem controverso para os EUA. Ela me lembrou um pouco a Minerva, alguém que só de olhar você respeita, não precisa falar nada, só a postura já fala por si só.
Já a parte mais sombria da trama, me deixou muito boiando. Esta parte poderia ter tido mais tempo de tela, até mesmo para dar mais suspense na trama, mas o quanto que apareceu foi muito bom.
Já começo que não achava que Percival Graves era Grindelwald.
Achava que Graves era um seguidor dos preceitos de Gerardo, mas me surpreendeu demais o final. Colin Farrell foi muito bem, outro que sua caracterização diz respeito, e ainda deu um tom bem sombrio nas horas que precisava, mas que poderiam ter mais tempo em tela. Outro ponto que você vê e já percebe que é JK é a trama do Obscurus: ela dá pistas para você acreditar que é uma coisa, mas depois revela que é outro completamente diferente. Mesmo que óbvio, não havia dúvidas de quem era o Obscurial, mas JK consegue fazer você direcionar seus pensamentos para um, só para depois revelar que era outro. Ezra Miller também teve pouco tempo de tela, apesar de que sua trama foi mais desenvolvida com a lembrança da Tina, e com as falas do Graves. Mas ele em si é um personagem com muita profundidade, e que não será descartado tão facilmente.
Falando da trama do Obscurus, não peguei direto a ideia das teorias da Arianna Dumbledore ser uma Obscurial quando sai da sala de cinema, pois estava mais preocupado em digerir todas as informações que tinha acabado de ver. Mas depois, com mais calma, pude ver e acreditar mais e mais nesta teoria. Isso é o toque que a rainha consegue fazer magistralmente: pegar um ponto de sua trama, e dar mais significado, dar mais profundidade para ele. Quando ela escreveu as Relíquias da Morte, acho que ela não imaginou o potencial na época (ou talvez sim) das características da Arianna após o ataque dos trouxas. Mas ela pode ter deixado uma ponta solta, para um possível desenvolvimento. E toda esta mitologia do Obscurus e dos Obscuriais é o algo que deixa seu universo ainda mais rico, e mais tridimensional. Possível que ele seja mais explorado nos próximos, podendo até Alvo Dumbledore saber algo sobre os Obscurus, ou apareça outro alguém que pode saber mais sobre este parasita.
Os animais, amo todos: o Pelúcio, o Pássaro Trovão, os Tronquilhos, o Rapinomônio, a Erumpente, a Occami, o Seminviso, e todos os outros que apenas apareceram e não tiveram um arco próprio.
Foi um começo de arco narrativo muito fantástico. Muito mágico. E que conseguiu ter todos os tons na medida e no momento certo. Foi algo gradual desde o início mais leve até o final mais sombrio e dramático.
O pior é que teremos que esperar até 2018 para um novo capítulo deste arco maravilho. E retorno a repetir: JK Rowling é uma mulher incrível e mais uma vez conseguiu ampliar seu fantástico universo.
A Marvel sabe o que está fazendo, e mesmo com as piadas e brincadeiras para descontrair o ambiente, mostra em Capitão América: Guerra Civil que sabe construir personagens e desenvolver seus dramas e personalidades distintos.
Nenhuma cena que eles se comprometeram em mostrar no filme é descartável. Seja para mostrar apenas uma conversa mais séria entre personagens, seja para mostrar uma nova tecnologia desenvolvida pelo Stark, ou apenas uma piadinha para descontrair o ambiente e a tensão, TODAS as cenas tem o seu porquê e sua funcionalidade para a trama, seja para o filme em si, ou apenas para desenvolver mais do personagem para ele crescer no universo.
Você pode entrar na sala de cinema dizendo "Sou #TeamCap" ou "Sou #TeamIron", mas quando você sai da sala, você fica na dúvida se ainda apoia o Capitão ou o Iron. Os irmãos Russo souberam dosar os argumentos pró e contra do Tratado de Sokovia, além de saberem dar uma emoção nas cenas de luta e combate dos heróis.
Como um filme do Capitão América, toda a trama tem que acontecer ao redor dele. Mas mesmo sendo assim nossa perspectiva de que vá acontecer isso, você se surpreende em ver que não há necessidade de um personagem apenas ter toda a carga de um filme de ação e heróis. Todos os fatos acontecem e o Capitão está envolvido, ou encabeça um posicionamento, e como um bom patriota e defensor da América, ele defende o que é certo. O Homem Santificado desta vez se sente mais uma vez aquele garoto raquítico com problemas respiratórios da década de 1940 quando o assunto James "Bucky" Barnes entra num combate.
Sombras de Soldado invernal voltam para a trama para ter sua conclusão. O Soldado Invernal que está desaparecido desde o seu resgate na queda da H.I.D.R.A., volta para ter seu arco concluído. O embate contra Ossos Cruzados, que além de ser uma consequência, emerge memórias vivas para o Capitão perder o foco.
O embate inicial em Lagos mostra uma das melhores cenas de luta de heróis que já assisti. Toda sua construção, o tempo de personagem em cena foram bem elaboradas. Viúva Negra simplesmente arrebentou em suas cenas. Entrando no IFID de moto e acabando com vários capangas de Ossos Cruzados sem qualquer armadura, e ainda por cima com um salto. Só para me deixar mais apaixonado pela heroína, mostrando o quão bad-ass ela é. Não esquecendo o embate dela com os dois capangas que tinha a arma biológica. Aquela sequencia de socos, chutes, chaves de pernas e voadoras fizeram o coração deste fã pular de alegria. Falcão teve sua participação boa, com sua entrada em giro aéreo fechando as asas. E tivemos a apresentação do Asa Vermelha. Já a deusa, a louca, a feiticeira mostra que está se tornando uma das Vingadora mais importantes para a equipe, mostrando todo seu potencial. Apesar da culpa do incidente com o Ossos Cruzados ter recaído sobre ela, ela ainda não está em todo seu potencial de Feiticeira, mas mostrou que ela conseguiu, mesmo que por um tempo, conter a explosão.
A partir deste embate, o incidente matando vários diplomatas em Lagos, aliado aos cenários de embates de Vingadores (Nova York), Capitão América e o Soldado Invernal (Washington D.C.) e Vingadores: Era de Ultron (Sokovia), mostraram que tudo que a Marvel construiu em seus outros filmes reverberaram neste. E é um dos motivos que penso que este filme deu tão certo. Mostrando que todo este universo está conectado em um só, mesmo focando em galáxias distantes. A apresentação do Tratado de Sokovia só mostra o quanto a equipe está dividida: uns contra o Tratado alegando que eles estarão nas mãos de governos que podem ser corrompidos; e outros a favor, se sentindo culpados pelos desastres que eles tentam evitar mas que muitas vezes não conseguem salvar a todos.
A motivação do Iron de ser a favor do Tratado foi uma junção de vários fatores: a imagem de memória que foi apresentado de seu último dia com seus pais, a conversa com a Mirian Sharpe (a mãe desolada), e o episódio passado do Ultron que só teve devido a ele. Tudo isso deu a base sólida para o personagem para que o ele teve a favor da assinatura do Tratado. Sua explicação do filho de Mirian deu um peso dramático par ao personagem, que mostrou para este #TeamCap, as razões necessárias para ficar na dúvida.
Na conversa da Cúpula dos Vingadores consegue-se ver as motivações para cada um optar pelo posicionamento da regularização. Todos com argumentos bons e sólidos. A minha surpresa foi a Viúva Negra. Ter algum rabo preso com o governo poderia ser o motivo dela estar do lado do Iron e não do Capitão. Ainda mais sabendo de toda a amizade que os filmes mostraram que existe entre eles. No velório da Peggy nota-se que a presença da Viúva não é para convencer o Steve a assinar, mas apenas para dar apoio no momento fúnebre.
A introdução do T’Chala na reunião em Viena da ONU, teve uma das melhores falas sobre política, assunto recorrente aos filmes do Capitão: “Dois homens em uma sala resolvem mais do que 100”. Foi uma apresentação muito boa para o novo herói. Toda sua relação com seu pai, Rei T’Chaka, sua aversão a política, e seu porte de realeza nato. Após o atentado, a conversa entre T’Chala e Natasha foi de uma delicadeza e drama que deu ao personagem Wakandan toda o ímpeto para nascer como Pantera Negra.
Na perseguição do Bucky, o ponto alto mesmo foi a apresentação do Pantera Negra. Todo os estilos de lutas já mostrados no Universo Marvel já estavam batido. Até mesmo as Chaves de Pernas da Viúva, apesar de serem fabulosos aos meus olhos toda vez que ela faz. Pantera tem seu estilo mais felino, todo único, mostrando um herói com movimento ágeis, rápidos e certeiros. Como já falado em diversos outras críticas, é um estilo que usa mais pernas, chutes aéreos e utilização de suas garras de Vibranium. Todo seu visual foi espetacular! Os detalhes em prata com estilos tribais africanos, o colar de dentes, o design em seus braços... Tudo!!! Além, é logico, mostrar toda a imponência de realeza neste universo. Chadwick foi a melhor escolha para o Pantera. Assim como a Elizabeth teve sua aprovação como a Feiticeira Escarlate em Vingadores: Era de Ultron, Chadwick teve extremo êxito e aprovação como Pantera Negra.
Uma metáfora muito bem elaborada que mostra a situação dos Vingadores, foi as Canetas. Quando capturam o Capitão, Falcão, Pantera e Soldado, na conversa entre Steve e Tony, a introdução do jogo de canetas, em que o Iron oferece uma delas para o Capitão, é uma excelente metáfora da situação de rompimento e separação do conjunto. E ainda mostrando no final deste dialogo o desejo do Capitão de manter o conjunto unido, deixando a caneta para trás. Nesta conversa, temos um pouco do drama pessoal do Tony desvendado: ele odiava o Capitão! O pai, Howard, que foi um dos envolvidos na criação do Capitão, vivia salientando as qualidades do patriota para o filho.
Com Zemo ativando o modo “Soldado Submisso e Obediente”, temos mais uma cena de embate incrível, mostrando as capacidades da Agente 13 como uma boa lutadora. A partir daí, podemos ter um vislumbre do que é a intenção do vilão, ouvindo do próprio Bucky o que ele queria: a localização onde os outros Soldados Invernais foram criados e mantidos após o encerramento do Projeto. Fazendo a primeira ligação com a cena pré-apresentação do logo da Marvel.
E com a fuga do Soldado Invernal, as equipes irão se unir para o grande clímax do filme: o Embate no Aeroporto. Mas antes, as equipes precisam se encontrar.
Outra novidade deste filme que deixou todos alucinados foi a confirmação do Amigo da Vizinhança, que teve, como muitos dizem, mas a Natalia Bridi do Omelete muito bem falou: a melhor introdução de super-herói, descartando uma explicação mais elaborada de Origem de Herói. É um alivio cômico muito bem incluído para o Iron, além de dar aos fãs um Homem Aranha mais adolescente, muito melhor do que o Espetacular. É o Homem Aranha saído dos quadrinhos!
Agora um minuto para falar da Musa: Feiticeira Escarlate. Seu arco de desenvolvimento, a parte desde o Tratado, foi curto, mas muito bem desenvolvido em poucas cenas (apenas 2). Sua conversa com o Visão na cozinha e o pseudo Paprikash foi fantástica! Os dois, frutos da Joia da Mente, não compreende total seus poderes. Wanda, que se sente a mesma, mesmo não sendo a mesma depois de seu aprimoramento; e Visão, que foi criado pelo Ultron e pela Dra. Cho, mas que possui a Joia da Mente que lhe dá todas suas habilidades, sabendo que ela não é da Terra, e não consegue compreendê-la em sua totalidade. Isso mostrou mais o relacionamento que eles podem ter mais para frente, vendo que o Visão não vê a Wanda como um monstro como todos passaram a vê-la.
Em sua fuga, com a ajuda de Hawkeye, podemos ver o quão poderosa ela é. Alerta de fã-service: Se ela consegue manipular a ativação dos poderes do Visão, que é gerado pela Joia do Infinito em sua testa, mano... Ela pode derrotar todos facilmente, e ser a rainha da porra toda!!! Tudo bem que os poderes dela foram gerados a partir da Jóia, mas uma coisa é gerar poder e outra é usar a fonte como poder. Sua fala para o Visão mostra que agora ela compreendeu um fato que deixa ela em situação de poder: “Eu não controlo o medo deles. Só controlo os meus”. A cena dela imobilizando o Visão, e literalmente, afundando ele, queria ter o poder de rebobinar a projeção para ver, rever e ver mais algumas vezes mais!
Observação: é incrível como eles estão construindo a parceria entre a Feiticeira e o Gavião. Para aqueles que sabem o que acontece nos quadrinhos, isso mostra, pelo menos para mim, que a Marvel está querendo deixar as possibilidades com mais solidez em dramas! Em Era de Ultron, só a conversa deles nos escombros, e esta conversa mostra que vão fazer deles uma versão Capitão e Viúva Negra. Só para deixar mais dramático uma possível Dinastia ai!!!
O clímax, já com as equipes prontas e vestidas, foi um show à parte. Já com a Viúva convencendo o T’Chala a se unir a equipe do Iron, e o Antman sendo a arma surpresa da equipe do Capitão. A cena do Embate do Aeroporto é muito bem equilibrada. Cada personagem tem seu tempo de mostrar pra que veio. A surpresa para o Capitão pela entrada do Aranha não abalou ele tanto. Mas a entrada do Antman para a surpresa da equipe do Iron foi inesperada, e isso é perceptível nos olhos do Tony. A sequência de batalha, a partir da entrada do Visão é extremamente equilibrada: os espiões lutando entre si, mesmo que o Barton esteja “maneirando nos socos”, palavras da Wanda. O desenvolvimento de mais habilidades de personagens que já apareceram, como o Antman, em sua nova habilidade.
Meu único problema é que os seres mais poderosos, tiveram menos tempo de cenas, mostrando o cuidado que os diretores deixaram para não mostrar que eles poderiam acabar com tudo em dois segundos; principalmente a Feiticeira, que achei que em todas as cenas de batalha, seja enfrentando Ossos Cruzados, lá no início, e no aeroporto, ela tem pouquíssimas cenas de batalhas grandiosas. Mas o pouco que a deusa louca apareceu, ela simplesmente mostrou que não está para brincadeira. Viúva e Pantera que o dizem!
Estava na cara que Viúva ia virar a casaca. Sua amizade com o Steve, e sua dúvida sobre ele, só fizeram ela se virar contra sua equipe. Ainda não sabe se houve consequências desta atitude, além do mais, ela atacou o Rei! Mas a sequência do aeroporto deu tempo de sobra para mostrar tudo de todos os personagens, contendo os mais poderosos, e dando tempo para os menores insetos.
No final, e na cena épica dos quadrinho entre o embate do Capitão e do Iron, os motivos para acontecer, me deixou muito surpreso. O Vilão, apresentado como um simples humano, mas de extrema inteligência, articulou todos os acontecimentos para que o embate se desse num local onde continha Soldados Invernais aprisionados. O que pareceu que ele iria despertar os soldados, se revelou como um problema mais interno, e então a segunda e mais importante ligação da cena pré-apresentação do logo se dá: o acidente causado pelo Soldado Invernal, para roubar os soros para criar mais soldados, teve uma ligação mais profunda para Tony Stark, levando ele a uma ira grandiosa, querendo vingança.
Vale ressaltar a linha tênue que aproxima T’Chala de Zemo: ambos se dobraram para suas vinganças, querendo acabar com aqueles que mataram quem mais amavam. Mas Pantera percebe que sua vingança não o levará a nada e vendo quem realmente era o causador da morte de seu pai, ele tomou a decisão heroica.
Rumos indefinido para os Vingadores. Mas como todo o filme da Marvel, eles vão continuar amigos. Mesmo que assuntos familiares se coloquem a frente deles. Só a introdução dos dois mais novos personagens do universo, deu um animo imprescindível para querer assistir a Pantera Negra, tendo o vislumbre de Wakanda, e o Homem Aranha: Homecoming, com sua introdução maravilhosa, suas cenas de ação, e o pós-credito 2.
Todas as cenas têm o seu porquê e as tramas são muito bem construídas. Só mostrando a qualidade que a Marvel deu para seus filmes e seu universo, e que mesmo que utilizem de momentos de risadas e piadas, eles sabem fazer um filme tenso e dramático, com um universo conciso.
Quando ouvi que esta saga iria se tornar série, pensei que eles iriam consertar o que fizeram no filme, então fiquei com os principais plots na cabeça pensando como iriam adaptar para a série. Mas acho que foi o maior erro que fiz.
Nos 10 primeiros minutos da primeira temporada eu fiquei louco. Pois ela foi extremamente boa. Mas depois daquela luta no Pandemonium, desanimei. E para piorar a cada novo episódio, mais desanimado ficava. Eles modificaram muita coisa. Sem contar que os diálogos não funcionaram, ao meu ver. Não parecia real, não parecia que pessoas teriam diálogos desta forma. Sei que é uma série de ficção, mas vamos concordar que o diálogo sobre o Falcão do Jace foi melhor trabalhada no filme do que na série. Esta, em particular, me pareceu forçada, como se eles queria porque queriam colocar e forçaram esta história e o enredo em que apareceu. Não me convenceu! Outra coisa que não aguentava era a sofrência da Clary. Passou mais da metade da série na sofrência.
Mas... isso mudou com o desenvolvimento. Lógico. Malec me deixou mega feliz, e Morning Star deu aquele gostinho de Cidade das Cinzas.
Os atores, ao meu ver, cresceram no decorrer dos episódios, mas a história dos primeiros episódios quase me fizeram desistir. Só salvaram o Magnus e a Izzy!!!
Inverted World me surpreendeu muito pois não existe em nenhuma página do primeiro arco de Instrumentos Mortais, e foi um capítulo que me deixou relaxado e curti as referências do Alice Através do Espelho.
No geral, a série para mim, foi razoável. Eles tentaram colocar alguns elementos da saga, sem ser 100% fiel a história dos livros. Acho isso muito bom, mas acho que comecei esta série com a mentalidade totalmente na história, um erro meu.
Esperava pelo menos, a Clary mostrando já suas habilidades de criar runas, pelo menos nos episódios finais.
Para a próxima temporada, sim, pois vou assistir, espero eles pegaram o principal plot do Cidade das Cinzas, e explorarem o reino Seelie, a Espada da Alma, e quem sabe um certo Diurno aí.
Não esperava por algo assim da MTV. Mas ela se superou. Ainda tem aquela pegada que a MTV adora que é voltado para o publico adolescente, com aquele romance superestimado, mas isso foi o que menos vi. Ou percebi nesta série.
A fotografia está excelente! Nada a reclamar quanto a isso. Lógico que tem algumas coisas que ficaram sem explicação, mas quanto a trama, ela está muito boa. A típica Jornada do Herói: passam o perrengue até o destino, quando chegam lá e descobrem o que salvará a todos (o que demora 90% da série), eles voltam em menos de 1 hora do último episódio. Tudo bem, eu aceito! Mas vamos pensar que eles pegaram o caminho mais longo para ir, e vários atalhos para voltar.
Amberle já se mostra uma mulher fora do tempo, que quer se mostrar mais do que uma simples princesa, que não quer ser apenas isso. Eretria roubou meu coração. Uma órfã que não sabe sua origem, criado por nômades ladrões, que nunca pode escolher o caminho que seguir, mas que é forte. Wil por ser o ponto de ligação entre as duas (Meio-Elfo Meio-Humano) ainda ficou muito superficial ao meu olhar. Muito bobinho no início, mas que no fim teve que proteger tanto a Amberle quanto a Eretria. Quero ver a próxima temporada.
Shannara me surpreendeu com o formato, e ainda ser uma produção de uma emissora que não tem "aquela" qualidade que conhecemos.
Muito Boa. Me fez relembrar a infância. As piadas me fizeram rir do início ao fim. Teve muita metalinguagem. Pena que as Olsen não precisam mais atuar com os preços de sua grife de moda (Pegaram a referência). Kimmy continua sendo uma Gibbler. Stephie me fez chorar com a revelação dela, mas não perdeu sua essência. How Rude! A DJ mais mãe que nunca. Mamacita del Amor!!! Difícil escolha entre o Steve e o Matt. Até eu fiquei na dúvida qual era o melhor, apesar de começar a torcer pelo Matt. Mas com o Steve, ela tem uma história com ele. A Matilha das Lobas foi perfeita, contendo os dramas normais desenvolvidos não esquecendo do humor. Os filhos da DJ e da Kimmy... que perfeitos! Paixões infinitas pelo Max. As participações dos personagens da primeira versão só acrescentaram para nos levar as primeiras temporadas, e fazer um link com esta nova. O ponto chave que a própria série brinca com ela mesma, e ótimas piadas referentes as Gêmeas ao longo dos 13 episódios. A volta desta série em seu formato original trouxe o que as comédias do final do século passado tinham de melhor: eles tinham tempo para desenvolver a trama sem pressa, e com um humor ímpar. NetFlix, pode renovar para a segunda temporada que quero mais.
CHOCADO! Foi uma das melhores séries criminais que já assisti. Viola Davis, como dizem, arrasou, destruiu, acabou com todos. Sua interpretação foi sem dúvida impecável. Em todos seus discursos eu paralisava com toda a interpretação, entonação e suas conclusões de como livrar seu cliente de uma pena. Casos a parte, em cada momento, em cada cena, foi incrível ver o drama de cada personagem principal se desenvolver. Paixões infinitas para o Keating Four (excluo o Asher). Cada um querendo se sobressair sobre os outros para obter a atenção da Annalise. Colegas de faculdade/trabalho se tornando cúmplices.
Desde o primeiro episódio, ela já me conquistou, mas o discurso para salvar um dos seus primeiros casos que envolveu o senador... Aquele discurso, tomo as palavras da Michaela para mim. Naquele episódio (5) ela me conquistou naquele discurso.
Em nenhum momento eu desconfiei de quem matou, mas foi literalmente o maior twist de todas as séries que já assisti. Isso me fez pensar em todos os momentos, de todos os 14 episódios anteriores para analisar tudo de novo.
Tecnicamente, achei a série incrível, sem mais delongas. O enredo me prendeu em todos os quesitos. É um suspense dos melhores. Todo o desenvolvimentos do Keating Five (agora incluo o Asher) foi muito boa. Os episódios em que um deles era desenvolvido, tendo os flashforward do capítulo 9, e a no capítulo 11 temos os flashbacks de natal deles, mostrando mais um pouco dos personagens. Mas agora minha revolta: Vai ter gente que vai me odiar por escrever, mas não vi nenhum graça ou funcionalidade no Asher, a não ser um babaca metido. Sentia muita vergonha alheia com ele, não via que ele poderia ter algum papel interessante na série. O episódio 5 em que vemos o desenvolvimento dele, apesar de ter um tom mais dramático, não me fez gostar mais dele. Poderia muito bem descartá-lo, mas como sempre tem uma razão para existir, é esperar para eu me convencer que ele pode ser mais do que um Asswhore. Laurel me conquistou no episódio de natal, enfrentando a mãe e o pai por menosprezarem o que ela faz, e o que ela quer de sua vida. A nerd quietinha mostrou que pode ser mais do que alguém introspectivo e alheio as coisas ao seu redor. Por ter sido muito introspectiva, acho que podemos ver mais sobre o relacionamento dela com a família na segunda temporada, além dos relacionamentos dela: Kan ou Frank? Michaela me surpreendeu no Finale. O casamento perfeito arruinado por um acontecimento de colégio. Mas que levanta dúvidas. E ainda por cima tem sua futura sogra que só a vê como uma possível golpista. Ela é o que menos vejo como se desenvolverá para a segunda temporada Connor foi o personagem que se evolui de criança para o adulto. Antes só transava com quem quisesse, e nota-se que é um artificio que usa para conseguir evidencias para ajudar no caso, mas a partir de um momento que ele perde a confiança do Oliver, ele amadurece para conquistá-lo novamente. O caso do exame mostrou que, mesmo ele sendo a slut que falavam que era, ele queria que desse certo para que ele pudesse viver o que queria com o Oli. Seu desenvolvimento para a segunda temporada deve ser algo bem mais profundo (sem trocadilhos). Já meu xará (tanto em nome quanto em apelido) foi se desenvolvendo de alguém que vê a bondade das pessoas, até a pessoa que fez o que fez para proteger quem se importa, e ficou quebrado. Para a segunda temporada, nada mais do que se reconstruir. Annalise é a única veia que orienta seus pupilos. Mas que guarda segredos, mágoas e dores na máscara de badass diva Advogada. Repito: Viola Davis arrasou e vai arrasar mais ainda na segunda temporada.
Não me delongarei com o secundários, mas toda a segunda temporada promete ser e ter mais mistérios e suspense, com o twist que teve o Finale. Mal posso esperar para que chegue logo setembro para assistir How to Get Away With Murder.
Eu não era muito ligado nesta de direção, a importância que o diretor tem na trama, mas tenho que admitir que os Wachowski são sensacionais. Eles e o Straczynski conseguiram criar e dar vida a ideia que tiveram de conexão humana. Não me delongarei falando de direção e concepção, já que pode-se encontrar material deste calibre no Google da vida, e especialistas neste ramo.
Devo concordar com uma parte daqueles que já assistiram a série há algum tempo, e disponibilizaram a impressão que tiveram. A série é muito bem produzida. Em todos os aspectos. É bem fechada. Todos os acontecimentos são fechados na hora certa.
Vejo o crescimento exponencial da série como cada capítulo. Concordo que os dois episódios foram bem lentos, em questão de apresentar para o que a série veio, mas acho que isso foi necessário e uma jogada de mestre, pois vamos nos percebemos os dramas e dilemas de cada personagem individualmente, e o início das conexões entre eles, e como eles interpretam esta sensação.
Fotografia? Sem palavras! Cada locação escolhida a dedo, sempre tirando o fôlego de cada take de uma região. Tenho para mim que a fotografia foi essencial para que nos colocássemos na pele de cada sensate, de cada cultura que um pertence. Trilha Sonora encaixou como uma luva.
Mas lógico que tudo isso seria lindo em um documentário. Mas Sense8 mostra mais do que um documentário sobre cultura, religião, entre outros. Ainda fico na dúvida em o que categorizar Sense8: Drama, Ficção Científica, Comédia, Romance, Aventura, Série de Autoajuda,.. Enfim, acho que Sense8 se encaixa em todas estas categorias e muitas outras.
É fato, que, na concepção do enredo da série, os Wachowski e o Straczynski tiveram toda a liberdade possível para contar a história de diversas nuances. Além de terem esta liberadde, eles tomaram um cuidado extremista demais para que tudo se encaixasse perfeitamente como ocorreu em toda a temporada.
Só pelo fato de Sense8 vir com a ideia de conexão entre oito pessoas de diferentes lugares do globo, com diferentes vidas, dilemas, culturas, religiões, diferentes de qualquer ponto, já me fez querer assistir a série. Colocar pitadas de suspense, aventura, um tom meio Game of Thrones, fez com que eu me interessasse mais ainda. Mais o que me chamou a atenção, quando comecei a assistir, foi que o foco principal que vi nesta temporada, foi a apresentação de cada personagem, e suas personalidades, e de seus dilemas e como eles enfrentam eles.
Cada personagem escrito está de parabéns. Todos os atores que os interpretaram, fizeram isso majestosamente. É fato que muitos falaram que os oito são personagens clichês de mais, foram estereotipados. Mas se estes que falaram esquecem que a vida é um clichê. E o intuito desta série não é mostrar algo Sci-fi. Eu vi mais drama. Como cada um resolveu seus demônios internos, com a ajuda de algum do grupo. Como já falado em inúmeros vídeos de criticas e artigos, a séries fala de humanos, e me vi em alguns dilemas.
E essa premissa de desenvolver os dramas de cada um do grupo, mostrando flashbacks da infância de cada um, fez com que a conexão não ficasse apenas na série, mas que ultrapassasse a tela e fizesse que cada um que assiste se conecte com os personagens, sinta as dores e as dúvidas de cada um. Utilize da empatia que é algo que o ser humano se esqueceu ao longo do tempo, e faça com que as pessoas se conectem com outras.
Vejo que algumas criticas falando do roteiro, que faltou algo no roteiro, mas sinceramente, estas pessoas não compreende muito bem o que um roteiro é na linha de produção de uma série, ou se sabe, preferiu negar tudo que aprendeu sobre cinematografia. Não sou um expert, mas o roteiro está mais do que de parabéns. A edição impecável. O enredo não foi fraco, apenas apresentou o que deveria ter apresentado em uma temporada. Sem contar que eles apresentaram mais do que o necessário em uma temporada.
Deixando o tralalá de lado, os personagens foram construídos maravilhosamente bem. Não tenho um preferido. Todos eles são meus preferidos por mostrar um pouco do cerne de cada um. As interações foi um show a parte: de interpretação, de edição, de diálogos bem feitos:
Capheus me conquistou pela simplicidade e pela felicidade que ele demonstra mesmo devido a todo o sofrimento que teve na infância junto com sua mãe. E apesar de ser um completo clichê, suas "cenas" de ação em Nairobe, foram as melhores em quesito de série de ação. Toda sua devoção pela sua mãe, que foi uma mulher forte para seu filho contra todas as adversidades que os atingiram. Cenas tocantes foram seus flashbacks, desde sua "exclusão" da vila onde morava, a questão de sua irmã, que foi uma das cenas mais belas, e uma das interações mais comoventes em toda a série, junto com a Riley. Vejo nele aveia da felicidade e da simplicidade do grupo. Não importa se o dia esta chuvoso, todos seus planos deram errado, ele sempre vê a beleza pelo seus olhos.
Falar de Capheus, para esta temporada, é fazer uma ponte aérea (ou sensating) Nairobe-Seoul. Sun teve muita participação na trama do Capheus, e o mesmo na trama principal dela, que foi uma cena memorável de diversidade cultural, mostrando a primeira conversa entre os dois. Foi a primeira cena que me tocou. Mostrando um pouco da fragilidade da Sun, e um pouco da tristeza do Capheus. A Sun é a forte do grupo. Sempre a inferiorizada pela sua cultura (mais um clichê), mas não abaixou a cabeça para isso, e se tornou a mulher que mostrou na série inteira. Devo admitir que a primeira raiva desta série foi ela ter aceitado de bom grado ser acusada em lugar de seu irmão, que desde a primeira aparição, já determinei que ele seria um babaca filho da mãe. Óbvio que isso era necessário para a evolução da personagem. Que mesmo sendo mais um clichê, acho que será muito bem desenvolvido.
Kala é apaixonante. Todo seu enredo sobre amor e compromisso foi mais um clichê para quem assistiu Caminho das Índias, ou qualquer outra produção que envolva a Índia. Mas acho que sua trama entrou em um patamar politico-religioso forte, além de misturar tradições. Estava esperando desde que ela apareceu para ver quando que iam utilizar suas habilidades como farmacêutica para conseguirem sair de um problema, e graças a Ganesha que no último episódio tivemos dois momento dela salvando seu lobão Wolfgang, e salvando a Riley. De sua trama, vejo que os dilema do casamento "arranjado" sem o amor (por parte dela) ainda estarão forte para um futuro, além do mais que ela e o Wolf são meus casal favorito, e não sei o que esperar depois da conclusão da trama do Alemão.
Falando do Lobo Mau, Wolf teve uma trama criminosa familiar dignas de Poderoso Chefão. Senti que ele foi um personagem fechado, mas não introspectivo. Foi um personagem carismático, apesar de seu bem criminoso. Ele é o destemido dos oito. E é fato que par ele "Brigar é fácil", brigar é o que ele faz. Mas ele apenas briga par proteger aqueles que ama, e isso ficou nítido. Toda seu passado violento tornou o homem violento, mas ele faz com que ele se encaixe em uma personalidade de antivilão, que faz o que tem que fazer para manter quem ama a salvo. Até mesmo abrir mão da Kala, já que um de seus planos, antes da tentativa de homicídio do Félix (a qual eu repudiava este personagem, antes de eu vislumbrar o início da amizade dele com o Wolf), era ir vê-la pessoalmente, já que mentalmente e sentimentalmente ele já fazia isso. Mas dizer que ela devia casar com o Rajan, pois ele era o demônio por ter matado a sangue frio sua família. Este cara gosta de sofrer por quem ama.
Lito foi o personagem que dividiu muitas cabeças. Alguns amaram ele, outros o detestaram. Até determinaram que não viam sentido ter um personagem assim na trama. Mas vamos concordar que mesmo ele sendo um dos personagens que menos se conectou na série inteira, toda vez que ele conectou com alguém, foi algo crucial. Para ele, ou para quem ele estava se conectando. A trama dele foi um típico dramalhão mexicano. Só faltou chama-lo por um nome duplo. Todo o tom de seu meio é cômico e divertido, que na minha visão, foi para dar uma relaxada na complexidade das tramas. Mas uma hora sua trama tinha que ter um tom de drama. E mais uma vez, o clichê: Sair do armário!!! Ele foi o mais egoísta do grupo, por querer manter sua imagem de macho alfa que passa o rodo em todos, mas que na verdade, ele curte outra fruta. Isso foi e é muito normal nos dias de hoje. Muitas pessoas mantem uma máscara para conseguir o que querem, mas acabam ofuscando ou não dando o valor devido aos momentos que realmente lhe fazem feliz. Sua trama demorou, mas finalmente ele resolveu ligar o botão do Foda-se e fazer o certo e não ligar a divulgação de sua orientação. Sem falar da Daniela, que roubou a cena. Tipica amiga do gay. Toda doidinha e apaixonante, que apesar de não ser uma personagem principal, tem um drama forte que deu todo a importância para a trama do Lito. Cenas picantes e de pura interação dele com Hernando. Deixa em off esta parte.
Fiquei esperando o momento em que Lito teria sua interação com Nomi. Como o Lito teve poucas interações com os outros, valeu a pena todas as interações que ele teve, e em destaque o que ele com a Hacktivist. O drama de aceitação dela foi algo que tocou. É clichê? Sim. Mas é algo que acontece. Muitos sofrem por tentar se adaptar a algo que a sociedade define, e esquece que isso não é certo para a pessoa. A trama da Nomi, que achei que não foi focada, que é a aceitação da mãe pela nova identidade da filha. A trama abordado para a Nomi foi o início da trama que envolveu os oito. Mas mesmo assim, o romance dela com a Amanita é algo simplesmente lindo, quando elas estão vestidas. Foi de uma simplicidade mostrar o romance delas, algo puro. Mas ainda acho que a questão da aceitação da família deve ser abordado. Digamos que Lito e Nomi não são núcleos que agradem a família tradicional, mas em pleno século XXI, família é um conceito de sentimentos, não de convencionalismos. Mas falando uma coisa desta personagem, ela dá um bug completo no cérebro de qualquer um: Uma transgênero lésbica hacker ativista.
Os únicos estadunidenses parecem que são os que desenvolvem uma "irmandade" quando Will fala com o Jonas. Ainda não sei definir o Will, e ainda acho que seu passado com o assassinato não solucionado pelo seu pai, o qual ele queria ajudar, e acabou vendo a garota... Não sei não, mas duvido que a menina fosse uma sensate como ele, mas tem muitas brechas que não são definidas. Tomara que sejam desenvolvidas, agora que ele se manterá "inconsciente" para proteger todos. O meu medo é que façam dele, em outras temporadas, um Peeta Mellark em Mockingjay. Assim que ele der sopa, ele é capturado pelo Whisper, e antes de ser lobotomizado, seja usado para caçar os outros de seu grupo. Será mais clichê, mas se for bem desenvolvido, e vier com algo a mais, ficara interessante a luta interna dele sentida por todos. Os criadores tem uma mega potencial para tanto.
Já o romance entre o policial e a DJ mais introspectiva e cativante foi muito melosa, e eu não sou muito fã de melosidades, mas por incrível que parece, não achei forçado o romance deles. Foi meloso? Com certeza, mas os Wachowski podem. De início achei que Riley seria aquela personagem meio que clandestina, envolvida com o mundo das drogas, mas o dilema dela foi o que mais me comoveu. Afastada de sua terra natal por ser uma sensate com a desculpa de que era amaldiçoada a impediu de se relacionar, após perder o marido e a filha recém-nascida. Qualquer desgraça que estava em sua volta, ela já se culpava e se sentia responsabilizada por tudo que acontece de ruim com seus amigos e quem estiver ao seu redor. Foi triste. Muito triste saber de tudo isso. Ainda não ficou claro o que houve no final do episódio 10, ela começando a sangrar pelo nariz de repente. Mas acho que isso deve ser a conexão para a próxima temporada que vem logo.
Em resumo (pra que, né?!) a série é sobre os humanos, como eles enfrentam os obstáculos do dia-a-dia, e a importância da empatia humana. Ele faz nos refletimos sobre dilemas do cotidiano de cada um, e que só porque seu vizinho está sorrindo, não é fato dele estar feliz. Como já li esta série não trata de diversidade, mas de pessoas diferentes, e suas tramas que aproximam de quem assisti, e os fazem rir, chorar, se emocionar, ficar com a adrenalina a mil.
Estou esperando a segunda temporada. A primeira foi incrível, e só espero que seja lançada a próxima temporada e não deixe a peteca cair. E se depender da produção e desenvolvimento, não cairá nunca.
O que falar da Pixar??? Ela simplesmente se renovou em grande estilo. Para um cara (como eu) que não gosto de filmes melosos, ou que não chora em filmes, a Pixar mais uma vez conseguiu este feito comigo. Este filme veio com muitos assuntos da infância que sempre tentamos decifrar. A interpretação dos sentimentos foi inacreditável. Todo o mundo que ela criou na cabeça dos personagens foi algo único que apenas este estúdio consegue, desde Toy Story, passando por Vida de Inseto, Monstros S.A. e Procurando Nemo, a Pixar/Disney cativa a todos que assistem. Desde os 33 segundos, a Tristeza me conquistou. Apesar da principal ser a Alegria, e a trama girar em torno da importância que a Tristeza tem na vida da Riley (lógico que toda a saga do retorno delas até a sala de comando), uma vez que cada sentimento tem seu "papel" a desempenhar na vida da garota, a Tristeza não tinha definição (pela visão da Alegria) de funcionalidade. A interpretação das lembranças, o esquecimento, os amigos imaginários, a produção de sonhos,... tudo, foi algo magistral. Bing Bong foi o responsável pela líquidos salgados que acumulam-se nas minhas glândulas lacrimais que se recusam a ficar onde devem ficar!!! Não sei mais o que dizer a respeito deste filme. Pois tudo foi mais do que impecável nele.
Caraca!!! Faz tempo que não comento aqui, e voltei com a série mais fodástica de todas. Nunca pensei que ficaria ão ligado com uma série como fiquei com OUAT.
Mas, falando da Season 4 ela foi intrigante ao meu ver. Desde a revelação na finale da Season 3 que Elsa estava em Storybrooke, o frenesi já estava lançado. Como eles abordariam a febre mundial de Frozen? Quais atrizes representariam Anna e Elsa? Só posso dizer uma coisa deste arco: Quem arrasou foi Anna e A Snow Queen. Isso ao meu ver. Apesar de amar todo o figurino, que diga-se de passagem estão arrasando a cada capítulo, a atuação das atrizes principais (isso mesmo, atrizes) estão dignas de falar que elas saíram dos contos de fadas. Elizabeth Lail arrasou como Anna, não teve escolha perfeita quando ela conseguiu o papel. A toda estabanada Anna foi muito bem representada. Sem queixas. Já a Ingrid, uma personagem menos conhecida, foi a que até o capítulo da Maldição da Visão Fragmentada, era uma vilão estrategista, que sabe o que faz para conseguir o que quer, mas que ninguém percebeu que o único motivo dela fazer tudo o que fez foi por simplesmente querer o amor das irmãs de volta. Juro que no final deste episódio, fiquei morrendo de dó da Ingrid. Ela só queria ser amada do jeito que era. De todos os personagens para este arco, apenas a Elsa ficou a desejar. Ela se mostrou uma Elsa um tanto fraca, uma vez que ela deveria ser a forte. Mas este arco mostrou o potencial do poder da Emma, que seria desenvolvido para o próximo Arco...
The Darkness Queen!!! Não vi nada mais desnecessário que a quantidade de personagens incluídos e que não tiveram um desenvolvimento a Altura. Como já falaram, Malificent de volta foi incrível, assim com o fechamento da ponta solta chamada Lily. Aguarda muito para a Season 5. Ursula, que já aparaceu na Season 3, na história da Ariel, pelo que vi não mostrou todo o potencial que poderia mostrar. Esperava mais dela. Cruella De Vil... O que posso falar da atriz que a Fez: Pau a Pau com a Evil Queen. Toda a entonação em sua voz, mostrou o que uma vilã deve agir. Mas a história dele ainda ficou a desejar, e pior, devido a grande atuação da Victoria como Cruella ao longo de todo o arco B foi incrível, para ela ter uma história não tão atrativa. E para mim, decepcionou um pouco devido ao enorme cânion entre como a atuação da atriz foi fodástica, para a história da personagem em si.
Mas uma coisa ficou óbvio em todo a Season 4: Eles focaram na Emma. Uma vez que ela tinha aceitado que seu lar É Storybrooke com seu pais, seu amigos, a magia dela deveria ser desenvolvida, e a Salvadora deveria ser posta a prova. No primeiro Arco - Frozen mostrou que a mesma tem grande potencial de magia, que ela não deve temer o que é, mas aceitar, pois senão ela pode ser uma arma perigosa, machucando a todos que ama. Mostrou que uma Salvadora precisa de alguém para salvá-la dela mesma. Já no Arco - Darkness Queens, a prova maior para Emma foi lutar contra a sua natureza, além lidar com a verdade nua e crua que ela só é a Salvadora devido ao que seus pais fizeram antes do nascimento da mesma. Mas além de tudo, isso mostra que, mesmo que sem um pingo de escuridão, ninguém é imune a não desenvolver tal escuridão. O mal é criado, assim como o bem, mas são nossas escolhas que nos define como Heróis ou Vilões. E como não falar de Heróis e Vilões sem comentar que ela é a nova Dark One (ou Senhora das Trevas). Foi inacreditável, inimaginável. Fiquei sem fôlego quando a vi conter toda as Trevas. Season 5 virá com tudo, só posso imaginar uma Emma Senhora das Trevas Salvadora. Sim, porque querendo ou não, o Lado de Luz dela estará lutando contra as Trevas que ela conteve, e vice-versa.
Para a Season 5, como imagino, pelo simples fato de terem comentado sobre o Feiticeiro ser o Merlin, quero muito que desenvolvam este novo mundo: Avalon. Já tivemos personagens e conceitos de lá: Lancelot na Season 2, Excalibur já apareceu na Season 3, A Dama do Lago na Season 1 e 2. Agora quero Rei Arthur, Guinevere, Fada Morgana e óbvio... Mago Merlin!!!
Mas voltando ao desenvolvimentos dos personagens que tiveram muitos que me deixaram felizes. Finalmente Henry teve algum papel importante. E agora como o novo Autor quero ver se ele conseguirá exercer o papel de Autor como deve, ou sucumbirá ao desejo do poder de distorcer a realidade. Regina, meu amo Lana a segundo que ela aparecia nos episódios. Não tenho palavras para esta atriz que está desenvolvendo uma personagem tão carismática, forte e todos os adjetivos que a Evil Queen e Lana merecem. Um ponto super positivo que fizeram, foi a volta da Zelena. Pelo menos a finale da Season 3 foi devidamente explicado, aquela fumaça verde, e toda a trama da Vaca da Merian foi explicada. Ela (Regina) finalmente terá seu Final Feliz com o Robin, mesmo com a Zelena a tentar atrapalhar? Mesmo presa ela pode vir a tramar alguma coisa. Icônica Wicked Witch da Rebecca Mader.
Acho que me extrapolei um pouco. Mas é bom voltar para cá, e ainda falar desta série que tanto AMO!!!
Esta temporada despertou em mim diversos sentimentos de amor e ódio numa mesma série. Ainda é uma ótima série, diferente de todas as outras. Mas além de ser uma série adulta envolvendo um tema um tanto quanto sombrio.
Quando esta série começou, nos primeiros episódios, ficava ansioso esperando o episódio da semana seguinte, pois o season finale da primeira temporada foi de tirar o fôlego. A abertura do Portal para Asgard, e a Passagem de um ser que até então ninguém sabia o que era ou quem era, deixou, acho que todos os fãs, muito curiosos, até imaginando que algo muito terrível saiu pelo portal.
Quando foi revelado que a Joanna tinha um filho que deixou para trás, meio que ficou óbvio que ele apareceria na temporada seguinte, já que esta série sempre joga verde num episódio e já revela ou explora este assunto no episódio seguinte. A entrada do Frederick foi muito bom, gostei do jeito sombrio do Gêmeo da Freya. Sua morte na Season Finale desta temporada ficou um tanto quanto enigmática, mas conhecendo com os roteirista sempre surpreendem sempre revelando uma solução no episódio seguinte, creio que serão desvendados na terceira temporada, que espero que venha logo.
Não sei se vão concordar comigo, mas a segunda temporada de WitchEEs foi mais sombria e sensual do que a primeira e todas as séries que assisto até agora. Acho que a série se tornou mais adulta do que mostrou na primeira temporada, gostei, mas tem que saber dosar a fantasia com temas tão adulto e complexos.
Falando um pouco sobre as personagens: Freya, porque tão dramática, e apaixonada. Ficou evidente desde a primeira temporada que ela ficaria com o Killian. E esse relacionamento foi muito bem explorado nesta temporada. Apesar de repudiar qualquer tipo de romance, estava torcendo para que o idiota do Killian percebesse que estava sobre um feitiço caribenho, acabasse com a Bruja e ficasse de vez com a Freya. Só que deu uma pena da Bruja no final quando a filha dela morreu. Sei que ela era uma Anti-heroína e tinha tudo para ser odiada, mas deu pena nos 45 minutos do segundo tempo. Sua reta final, quando ele morre, depois de saber que a Freya "aparentemente" morreu e depois um beijo do seu amor verdadeiro o despertou do feitiço, pode ter ficado um pouco confuso, mas ficou claro que (olha o crossover com OUAT) o amor verdadeiro é a única coisa forte o suficiente para quebrar qualquer feitiço.
Ingrid, ainda ficou surpreso com o potencial de bruxa que você possui, abrir o portal sozinha, sem contar que a Mandragora escolheu você para se alimentar. Lógico que isso foi, acho, pois você é a fodona das quatro Beauchamps. Adorei o seu envolvimento o Dash. Apesar de notar que ele é do mal, pensei que o envolvimento dela com o Dash mudaria para melhor, mas uma maçã podre sempre será podre, não importa o motivo para tentar mudar. Mas convenhamos, a Ingrid é uma masoquista nata, todos os envolvimentos que ela teve até hoje, e foram muitos, sempre acabaram em tragédia, ou ela morrendo ou o paquera dela morrendo. Ela gosta de sofrer. Agora fica a pergunta: Ela está esperando um Bebê do Dash ou da Mandragora? Qual dos dois seria o menos pior?
Entrando numa parte que achei polêmica: Joanna. A temporada começou bem forte para ela sofrendo devido ao Argentium, e o VIctor tentando salvá-la. Sei que ela é a Fodona Master das Beauchamps, e torci demais que acontecesse o reconciliamento dela com o Victor, gostei da química deles, ficou muito interessante, mas por que raios matar ele? E para piorar colocar que ela teve um envolvimento homossexual com a Alex? What the Fuck? Tudo bem que vai ter horrores de gente que não vão gostar deta parte, mas gosto quando há séries que tentam colocar um tema um tanto quanto diferente e atual que muito tem medo de explorar como é este, mas o tema homossexual, acho que não combinou muito para esta série. Antes que qualquer um fale mal que sou preconceituoso, já deixo bem claro que adoro esse tema, principalmente numa série atual que é Teen Wolf, que fiquei chocado por não terem explorado mais este tema, deixando de lado total quando não colocaram o principal personagem da trama, nem desenvolveram seu personagem que tem um grande potencial para ser qualquer coisa da série (Danny) e colocaram outro que nem explorou nada referente. Só acho que têm séries que esse tema cabe perfeitamente, com no caso do Teen Wolf, e têm séries, como as WitchEEs, que este tema não fica bom. Deixa apenas os fãs mais confusos e perde um pouco do interesse ao longo do desenrolar da história. Devido a esta série possuir um tema mais adulto que qualquer outro, até um pouco "Não recomendado para menores de 16 Anos", este tema em específico não combinou em nada com a série. Sinceramente, depois de revelado este envolvimento fiquei com vontade de abandonar a série. Mas pelo menos eles abandonaram este tema a tempo de fazer um estrago maior. Espero que entre alguém, como o Tommy para fazer par romântico com a Joanna.
Falando em Tommy, não tem como esquecer ELA: WENDY!!! Não sei porque mas acho que todos os fãs que assistem a série, e já vi isso em muitas conversas sobre a série, tanto as brasileiras como as americanas, todos acompanham a série por causa da Tia Wendy. E quem não acompanharia? Ela é simplesmente a personagem mais foda de todos as séries que já foram produzidas. Não consigo lembrar de nenhum personagem, homem ou mulher que chegue aos pés dela. Impulsiva, corajosa, engraçada, protetora, instintiva, gata (não é trocadilho, juro)... Enfim, Perfeita!!! Mädchen está atuando impecavelmente como a Wendy. EU queria ter alguém parecida como ela convivendo comigo, seria quase que minha lama gêmea. Gostaria que minha Wendy fosse assim. (Para quem não sabe, minha irmã se chama Wendy e possui metade da personalidade da Wendy da WitchEEs). Voltando a série: Gostei que finalmente ela se permitiu apaixonasse, ou se apaixonou, mesmo que foi por um mortal. Gostei de vê-la gostando de alguém como ela gostou do Tommy. E doeu meu coração ao ver seu sofrimento, tanto quanto ela queria terminar com ele devido a ser perigoso para ele continuar este relacionamento, sabendo dela, e depois quando ele morreu sendo possuído pelo King. E pior ainda quando ela decidiu dar sua última vida para que ele pudesse viver. Lágrimas rolaram. Sim. Rolaram. Odeio chorar, e não choro muito, mas é minha personagem favorita de todas as séries, e o envolvimento dela com o Tommy mexeu comigo. Ela sofreu, todo esta temporada, desde quando ele descobriu sobre ela.
Considerações Finais: Apesar de ser uma temporada bem sombria, e bem mais adulta em diversos sentidos, fiquei muito contente com o desenrolar da trama. Não achei de forma nenhuma que o principal foco seria o retorno do King. Gostei muito da entrada de uma mitologia desconhecida por mim ainda, quando introduziram o Mandragora, gostei muito de mais um membro da família Beauchamp, fiquei com um pé atras com o Frederick, e deois começei a gostar dele devido a mostrá-lo como um Anti-vilão, aquele ser bonzinho que faz o mal necessário, que não tem medo de sujar as mãos para proteger quem ama. Gostei da introdução do King, principalmente da personalidade dele de ser um sadista e egoísta. querem ter a família perto para então roubar-lhes seus poderes.
Apesar da minha nota ser 9, apenas pelo fato de querer mais, foi uma temporada de tirar o fôlego. Espero muito pela renovação da terceira. Fiquei curioso em saber quem é essa tal de Helena, e como assim Irmã da Wendy e da Joaana? E essa de transferência de Alam entre o Dash e o Killian? Dash está mostrando suas garras finalmente. Será que, caso renove, O "Bastian" realmente apareça, bem já apareceu, já que ele não mediu esforços para ter o que queria, mesmo deixando o Killian para apodrecer no seu lugar na cadeia.
Eles devem renovar logo. Não quero que a Wendy fique morta e não tenha um desfecho melhor. E quero muito saber quem é essa Helena, e onde elas estão. Além de ficar muito suspeito a morte do Frederick e quem matou ele, já que mostrou que era uma mulher, e quem é a tal? Muitas perguntas e devem ser respondidas logo.
Como já foi comentado em comentários anteriores a este, o finale foi sensacional, de tirar o fôlego. Acertaram em cheio.
Está série me surpreendeu em diversos aspectos, estou muito curioso em ler o livro que deu origem a série, e espero que não termine em apenas duas temporadas. Apesar que os efeitos podem e devem ser muito melhorados, estamos em 2014, efeitos especiais de tirar o fôlego. Os efeitos da Segunda, lógico foram melhores que o da Primeira e tiveram mais, mas devem ser melhorados.
Por favor, peço a todos que lerem e favoritarem ou odiarem, deixe seu comentário sobre o que achou da minha perspectiva desta série, mesmo àqueles que não gostaram, coloquem o que não gostaram, acho que aqui temos a oportunidade de discutir algo que todos tem em comum, que é gosto por séries, e filmes, alguns, além de conhecermos pessoas diferentes com pensamentos diferentes, porém que tenham o mesmo gostou que eu.
Sou uma pessoal que leva as críticas, tanto positivas quanto negativas a sério, e gosto de trocar ideias. Não fiquem com vergonha de mostrar que não gostou do meu comentário, eu já fui e ainda sou muito tímido, então exponha seus pensamentos, começamos a debater sobre algo que adoramos, se tiverem bons argumentos mudo de opinião, se não vamos discutir sobre séries uma eternidade.
Se ficou alguma coisa que esqueci de comentar, comenta ai, esta não é a unica série que vejo atualmente, então tem certas passagens que esqueço.
De todos os heróis da Marvel que conheço, o que menos GOSTAVA, ERA o Capitão América. Os últimos filmes que ela estava presente aumentaram gradativamente meu interesse pela sua história. Posso dizer que não fui destes fãs de HQ's que sabia tudo que acontecia, o máximo foi ler apenas uma HQ, e foi X-Men. Mas o que estão fazendo com esses heróis, desde os X-Men, que aliás adoro esse mutantes, e também os Vingadores, que comecei a gostar deles, é genial. O primeiro filme do Capitão, como foi apenas contar a história de como ele nasceu, apesar de achá-la um pouco confusa, gostei. Achei-a confuso pelo simples motivo de não me interessar pela história antes, e não acompanhar nada a respeito dele. Quando ele aparece em os Vingadores, como o foco está no grupo, é difícil escolher apenas um como favorito, gostei de todos, mas lógico que dos seis, a Viúva Negra e o Gavião Arqueiro eram meus favoritos. Mas este filme fez eu adorar tanto o Capitão como herói, quando a Viúva, como A Fodana.
Não encontro palavras certas para descrever as cenas de luta. De todas as cenas de luta corpo-a-corpo que já assisti, as cenas de Capitão America 2 são as melhores. Ninguém consegue batê-las em qualidade de imagem e movimentos.
Todo o enredo é super complexo, lógico que para alguém como eu, ignorante dos heróis clássicos da Marvel, demorei muito tempo para captar a ideia central. Como já assisti à série Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D., estava um pouco inteirado do assunto, mas cara, esse filme conseguiu me tirar o fôlego em diversos aspectos.
Depois deste filme ficou óbvio a química que rola entre os atores Chris e Scarlett. Já perdi as contas de quantos filmes eles já fizeram juntos, e a cada um que eles estão juntos em um filme, é notável que os dois combinam de uma forma inexplicável.
Já as Personagens femininas deste filme são de arrasar. Viúva Negra e a Agente Hill estão no topo da lista dos personagem fodásticos da Marvel. Fiquei ainda mais contente quando lançaram que estão nos planos da Marvel um filme solo da Viúva. Já a Hill, que já apareceu em Agents of S.H.I.E.L.D., espero que ela aparece mais, em qualquer filme ou série da Marvel.
Não tenho muito o que contar do da história e do que espero que ela aconteça, porque espero o lançamento dos outros filmes que estão nos planos da Marvel, lógico que primeiro devo assistir aos filmes do Homem de Ferro (Não assisti nenhum sequer), e ainda falta os Guardiões da Galáxia.
Mas que apresentação do Mercúrio e da Feiticeira Escarlate! Vou dizer que tenho uma queda por heroínas (Viúva, Hill, Vampira, Fênix, Storm, Mistica), mas da Feiticeira, quando ela aparecer realmente em Vingadores 2 - A Era de Ultron, pode ter certeza que vou me apaixonar ela personagem.
Voltando ao filme: Não sei se os fãs do Steve/Capitão concordam, mas este filme não faltou nada de um bom filme de ação, sem contar uma trama perfeita. Espero mesmo que a cada filme fique melhor e melhor, porque se continuar assim, viro um superfã destes heróis, sem exceções de qualquer herói.
Como já tinha comentado aqui anteriormente no E05 - I.E.D., a série conseguiu me prender de uma forma que achei que nenhuma série do gênero conseguiria, devido minhas experiencias com séries e filmes de cunho sobrenatural da atualidade, excluindo é óbvio Supernatural.
Todo o Enredo sobre um Benefactor, que mata seres sobrenaturais foi super intrigante, o simples fato de adicionar um possível vilão, que quer todos os seres sobrenaturais mortos, por serem "monstros" foi o que me prendeu nos primeiros episódios, além da inclusão dos assassinos, O Mudo, Os Órfãos, O Químico, todos eles, até mesmos os policiais que quiseram matar o Parrish e os adolescentes achei super interessante, mostrando que a natureza humana é cruel e má mesmo naturalmente, além de ambiciosa. Mas fiquei um pouco abismado ao saber quem era o Benefactor, e acho que todos também ficaram surpresos: "Como assim, Meredith?" era para você ajudar a Lydia a descobrir mais sobre suas habilidades como Banshee, apesar de estar completamente insana. Além do mais revelar que o plano todo foi obra do Peter, quando o dito cujo estava em coma devido ao incêndio, pelo menos desta parte deu para visualizar as dimensões de uma Banshee. Imaginava até que o Peter era o Benefactor, por duvidosas razões, poderia até ser um humano que tivesse sofrido com algum ataque de seres sobrenaturais e declarou vingança a todos, mas Meredith, uma Banshee, o espírito agourento da morte, tudo bem que para saber se alguém está realmente morto, apenas uma Banshee pode saber, até pensei que seria alguém da família da Lydia, mas não a Meredith. Nem mencionando que o Benefactor, apesar de ser planejado por humano (nem tanto), era na realidade um computador, meio: "What?", "Como Assim?", muito sem nexo. Acho que os redatores já estavam querendo passar para o vamos ver mesmo, que aconteceu no último episódio, mas, por favor, não insultem nossa inteligência, se não tinham criatividade poderiam esperar algumas semanas até surgir uma Highlight qualquer, bem mais elaborada e mais intrigante. Continuando neste assunto, a Lydia se mostrou mais como uma Banshee, não é novidade que ela é minha personagem favorita, além de ter crescido sua personagem. Quando apareceu na primeira temporada e foi mordida pelo Peter, achei que ela apenas morreria, nem se transformaria em loba, mas acho que essa personagem que era secundaria deu tão certo que criaram toda esta história por trás dela (sem trocadilhos), toda essa bagagem sobrenatural da família dela. Nesta temporada ela teve um papel ainda mais importante, se comparado ao da Season Three, quando os sacrifícios estavam para acontecer elas previa-os, ou era conduzida até eles. Isso mostra que suas habilidades vão além de prever a morte, e escutar os sons sobrenaturais ao redor e abafar os ruídos ao seu redor. Fiquei super contente quando ela apareceu no galpão do Derek e deu seu grito, estava com saudades dele, é a marca registrada dela e das Banshees. É óbvio que não devo deixar de comentar como foi que ela simplesmente tirou o Deaton daquele estado? Mais uma habilidade Banshee? Os roteiristas deviam ter aberto este leque de possibilidade.
Puxando um pouco o assunto para um desejo que tenho: o casal Lydia e Parrish. Eu sei que é teoricamente meio estranho, tem muito fãs que ainda torcem para que o Stiles fique com ela, mas acho que não vai rolar não. Desde esta season, apos o ataque na casa dos Wendigos, achei que eles formariam um casal, apesar ela ser supostamente uma colegial, e ele um policial, com uma variação enorme na idade deles, mas... acho que eles combinam de uma forma não adolescente, que finalmente deveria ter alguma trama mais adulta nesta série. Além do que nesta Season Finale foi muito fofo o que ela fez e quer fazer pelo Parrish. Sei que isso não é completamente eu, mas acho que eles formam um tipo de casal que não é diabetes, muito menos estão no jardim de infância. Já o Parrish... que ser ele é afinal? Tenho meus palpites e acho que a maioria tem a mesma: Fênix! Não há outra explicação para ele ser imune ao fogo, ou pelo menos se regenerar do ataque que ele sofreu. Sem contar que ele estava coberto por fuligem e cinzas quando ele do nada apareceu na delegacia para se vingar do policial que ateou fogo nele ainda vivo. Quando no penúltimo episódio finalmente apareceu a mudança de cor dos olhos achei que no último eles finalmente iriam descobrir que raios de criatura ele é, mas como pelo menos os roteirista souberam guardar este segredo, para ser desenvolvido na próxima temporada, foi uma boa sacada, além do mais, isso pode ser que faça com que a Lydia, que já demonstrou que quer ajudá-lo a descobrir quem ele realmente é, se envolva com ele e até desenvolva um relacionamento. Não sei quais são as outras possibilidades de seres ele pode ser, ou vir a ser, mas com certeza a mais comentada nas redes sociais da série e da emissora oficial (MTV gringa) fênix sai disparada nas pesquisas. Até já saiu corvos, que achei aceitável, mas o que mais gostei foi ceifero, apenas para combinar com a Lydia, já que ela prevê a morte, e o ceifero caça as almas que devam morrer. Mas sou paciente e vou esperar pelos próximos capítulos.
Stiles e Malia: me apaixonei por este casal. Eles combinam em tantas coisas que era até impossível não dizer que não foram feitos uma para o outro. Como já comentei num poste anterior, a entrada da Malia só agregou, como que uma carne nova, selvagem, ingênua pronta para aprender a conviver em conjunto e num bando, já que ela não é uma Werewolf (Loba) e sim um Werecoyote (Coiote), que tem hábitos mais solitários, aprender a viver em um grupo nem sempre é fácil, para nenhum lado.
Derek, finalmente alguma mulher descente não. Depois de Kate e da Jennifer, pelo menos a Breaden é perfeita para ti. Ainda não compreendi o que realmente aconteceu com ele nesta temporada: de repente aparece ele com 15-16 anos, depois ele retorna para sua forma normal, ai gradativamente ele vai perdendo seus poderes para no fim ele morrer e evoluir para sua forma de lobo de fato, como a mãe... Isso não é pokémon não, para que depois de uma luta que acabe com suas forças, de repente você evoluir para uma forma mais forte e poderosa e cheio de energia. Nem o Pikachu evoluiu, pelo que me lembro, em todas as temporadas que ele apareceu, e você do nada evolui? Explica isso aí, produção, por quê, não sei o motivo disso. Mas desejo muitas felicidades para você e a Breaden.
Fiquei contente com a inclusão de uma nova alcateia nesta temporada, e gostei mais ainda de saber que a Alpha era uma pessoa que já conhecíamos: a Satomi. Pelo rumo que acho que a série vai tomar, ou pode tomar, acho que não veremos ela regularmente, nem esporadicamente. Mas seriam aliados muito forte para a alcateia do Scott. Pode ser até que o Brett reapareça em futuras temporadas, espero, até mesmo a Satomi em si, já que ela é a Alpha, mas vamos ver no que vai dar.
Os Calaveras viraram meios anti-heróis favoritos, digo anti-heróis devido aos mocinhos seres o alvo da caçada deles. Araya é fodona. Amo aquela mulher. Deveria aparecer mais, mas os que já apareceu foi fodástico. Espero que apareça mais, tanto ela quanto os outros Calaveras. Finalmente uma temporada de Teen Wolf sem morte de algum Argent, pelo menos não do Chris, poderia ser a Kate, mas pelo rumo que deram para ela possivelmente ela aparecerá futuramente na série, assim como o próprio Chris.
Adicionar um Beta para o Scott foi legal, acho que já estava na hora dele possuir algum Beta que ele havia transformado, como já comentei anteriormente. A entrada do Liam foi boa, mostrando que o próprio Scott precisava criar certa responsabilidade por alguém. Lógico que o cara é responsável, não me entendam mal, mas diria que como um True Alpha, ele precise de mais responsabilidade, e o Liam, assim como ele quando foi mordido, estava perdido, e no caso do Scott, não tinha teoricamente, seu Alpha para guiá-lo, porém com o Liam, o Scott vai estar lá para guiá-lo e protegê-lo, sem contar que é uma via de mão dupla, já que os Alphas se tornam mais fortes quanto mais betas ele possuir, contando que o Scott já é poderoso só (sem nenhum outros Werewolf), com um Werewolf mordido por ele, o torne mais forte e responsável. A forma como Scott se livrou da forma Berserker, foi meio estranha. Tudo bem que Liam finalmente aceitou fazer parte da alcateia, mas acho que o mérito foi do próprio Scott, que aceitou o seu papel completamente como um Alpha, e a responsabilidade que tinha sobre o Liam, devido a ser ele que o transformou em um Werewolf. Acho que foi isso, mas ainda assim devia uma explicação melhor, ficou confusa, e sem noção.
Já ao casal Wolfox, tenho minhas dúvidas, lógico que amava quando era o casal Fodástico Lobo-Caçadora, mas após sua saída, além do que achei que, caso não saísse, desenvolveria um relacionamento a Allyson com o Isaac, mas a entrada Kira, para a terceira temporada foi foda, pelo enredo que acrescentou, mas agora como par romântico está faltando um pouco de tempero. Com a Allyson sabíamos que ela não possuia nenhum poder sobrenatural, apenas habilidades humanas desenvolvidas ao longo de treinamentos de caçadora, era destemida, corajosa e forte, já a Kira, falta algum tempero para o casal. Como personagem, sua primeira calda, foi interessante este conceito: um objeto que seria símbolo de seu crescimento como Kitsune, e de sabedoria. Lógico que este representa sua coragem e força para aprender a se curar, mas o que no final isso se torna. Tudo bem que a Noshiko tinha suas nove caldas, e com elas de alguma forma ela manipulava os Onis, mas só isso. O que essas "caldas" realmente tem de especial, além disto. Na lenda das Kitsunes elas apenas representam sabedoria e poder, sem contar que a quantidade indicava teoricamente sua "idade", mas neste universo tem que significar mais.
Concluindo a temporada, ela começou bem, foi crescendo no conteúdo, e enredo que os roteiristas e escritores queriam criar, mas de repente, do nada, caiu, após a descoberta de quem era o Benefactor, achando que seria o grande vilão da temporada, mas foi apenas uma marionete manipulada pelo vilão de fato, que não fazia a menor ideia, pois seu plano foi feito enquanto estava em coma e captado pela Banshee, que pelo destino, capta as vozes em diferente frequências e sintonias. Fiquei, e ainda estou, confuso, foi como uma montanha-russa, crescendo, crescendo, crescendo, chegou no ápice... o brinquedo travou. Quase cheguei a perder o tesão de assistir, cogitar a ideia de não assistir por um tempo, mas como uma série é feita por temporada e não por episódio, assisti até o fim. Tomará que este hiatus que a série terá seja de muita inspirações e highlights para os roteiristas e produtores, porque os atores e diretores são capazes de muito mais que foi apresentado nos últimos episódios, e com certeza com um enredo na mesma categoria que foi os 9 primeiros episódios, com acréscimo de alguns novos personagens e o retorno de alguns que faltaram esta temporada (Cadê o Danny???,Só porque o Ethan sai não significa que ele deva sair também) esta série pode crescer mais, lógico que não tanto se não fica tedioso.
Desta vez me empolguei mesmo. Mas essa série mexeu mesmo comigo, assim como algumas séries atuais que amo e provavelmente irei escrever muito quando as mesmas terminarem ou começarem, mas isso foi bom, é como terapia.
O filme tem uma das melhores interpretações sobre Alma Gêmea, não há como negar, o conceito de viverem em muitos opostos, e serem atraídos pelo mundo de origem, foi fantástico assim como, as Leis Dos Mundos, principalmente a Terceira Lei. A computação gráfica para a representação do cenário dos dois mundos ficou inacreditável, toda fotografia produzida é simplesmente de tirar o fôlego, sem contar que a interação dos dois mundos olhando para cima ficou além das expectativas, com ênfase na queda do Adam do Mar do Mundo Superior para o Mar do Mundo Inferior. Tudo que eu escrevi até agora foi apenas pontos positivos, e lógico tem muito mais sobre esse filme, mas para equilibrar um pouco, o filme não é só qualidades: já li os comentários de outros aqui e concordo com vários deles, e sim pensava que no final teria pelo menos uma morte, e esperava que fosse a dele. Sei que é meio trágico e foge muito do conceito de romance que o filme quer mostrar, mas muitas coisas ficaram sem resposta devido a este final, que apesar de boa para padrões de romance, não foi boa para a história, o contexto e o enredo do filme. Apesar de pontos negativos que esse filme possui, não há como negar que ele é encantador pela história em si, e pelos efeitos especiais do Adam caindo, a expressão política do Mundo Superior explorando as riquezas do Mundo Inferior e literalmente o "inferiorizando", colocando na balança este filme possui mais pontos positivos do que negativos, apesar que o final deva, ao meu ver, ser grandioso devido a grandiosidade de qualidade do filme, mas estão desculpados, porquê fizeram que alguém como eu, que odeio romance desta categoria, ficar vidrado na história de amor que este foi contado.
"No Nosso Mundo Podemos Cair Para Cima E Subir Para Baixo"
Anna Faris já me conquistou desde dos clássicos Scary Movie, fazendo a hilariante Cindy Campbell. Depois, quase morri de rir pela parceria dela com a Allison Janney no seriado mom, que espero pela segunda temporada. Agora, fazendo esta comédia romântica com o Chris Evans ficou muito bom. Tudo bem, que Colin, o personagem de Evans, praticamente é clichê para o ator, e a Ally me surpreendeu. Não pelo fator cômico, mas pelo o que a personagem sempre fez para conseguir ter um relacionamento: gostar do que o cara em questão gosta só para conquistá-lo. Muitas vezes muitos de nós começamos a fingir o que não somos para ter qualquer tipo de relacionamento, sendo que o mais importante para sermos felizes é aceitarmos o que somos e valorizar àqueles que gostam de como realmente somos e não como terceiros gostaríamos que fossemos. Mas apesar de tudo isso, todos os flashbacks dos relacionamentos da Ally foram hilários, principalmente o Inglês, e seu sotaque de Borat.
Emma Stone está se tornando a musa da comédia com mensagem subliminar. A personalidade da Olive me identifico porque sou muito altruísta, e sempre me sacrifico para fazer outros se sentirem bem, e chega uma hora que desejamos sermos um pouco menos altruístas e mais egoístas para termos aqui que queremos. Muitas vezes ser altruísta nunca esperamos nada em troca, mas as vezes no fundo, sabemos que quando fazemos o bem sem olhar quem, sempre esperamos que colher o que plantamos. Mas cansa esperar, e quando já fizemos tanto o bem para outros, chega a hora de começarmos a fazer o bem para nós mesmo.
Gente vou quebrar a minha regra de não comentar sobre episódios de séries. Sempre comento a série como um todo, e espero assistir ela completa e só então, comentar o enredo da temporada, dando alguns comentários de episódios favoritos. Mas não dá... tenho que comentar o último episódio desta série que me prendeu de uma forma que não acreditei que me prenderia devido ao tema adolescente que sempre tento fugir. Cuidado que lê porque é total spoiler do episódio 5 I.E.D. e de referencia dos episodio anteriores da quarta temporada. Lá vai:
Como assim, o Parrish, um ser sobrenatural, eu que acompanho, não na ordem de temporda, mas desde que ele apareceu eu jurava que ele seria alguém que soubesse, depois de um tempo, dos seres que rondam Beacon Hills, até achei que no episodio The Muted, quando ele aparece na casa dos Wendigos, e Lydia está "simplesmente" lá não sei porque, até pensei que rolaria um affair dele com a Lydia, ela merece, mas depois de aparecer na Deadpool do Benefactor, fica a dúvida: Werewolf, Werecoyote, Weresomething ... ou simplesmente outro ser completamente novo, já que ele desconfiou da Lydia como uma vidente, o que será que ele é, huuum? Só espero que ele acrescente e não seja um peso morto. Finalmente eles descobriram quem eram os assassinos do Benefactor dentro da escola (Violet e Garrett), só espero uma sequência incrível para eles, porque já estava ficando com uma certa raiva deles, e olha que apenas ficamos sabendo deles no último capítulo (The Benefactor), mas esse negócio de carinhas inocentes de adolescente que são verdadeiros assassinos cruéis e frios, só quero uma morte lenta e dolorosa e cruel para eles, todos. Violet tomou gostoso querendo pegar um True Alpha que derrotou um Alpha Pack e um Darach, e conseguir salvar seu melhor amigo de um espirito malígno, ele é invencível, queridinha!!! Se ferrou legal achando que seu colar iria matá-lo: Fuck Yeah!!! Tomara que seu Liam de um jeito no seu parça, o Garrett. Já o Liam, tem muito mais a mostrar, talvez seu pequeno problema explosivo venha a ser uma pitada diferenciada, já que na primeira temporada Scott teve problemas para controlar a raiva, mesmo ele não tendo nenhum transtorno explosivo como o Liam. Araya apesar ser mostrar uma caçadora "bad ass", quando ela apareceu na terceira temporada caçando a Kate, e depois quando no premier da quarta temporada ela se mostrando uma super "bad ass", surpreendendo o Bando do Scott, sendo mais esperta e até mais sangre frio que imaginava neste último episódio, achava que depois da entrada de Liam ela voltaria de alguma forma para caçar o Scott, mas pelo que parece não é o foco dela. Conhecemos ela por apenas poucos episódios ela tem potencial para ser uma vilã demais, mas não sei... adoro ela. Sua inteligência, sua frieza, sua capacidade calculista de conseguir o que quer. Ela entrou na minha lista de vilões que não tem como não amar: Regina, Rumplestiltskin, Zelena e Peter Pan de OUAT, Natalie que para quem não lembra é a principal vilão, na verdade serial killer da CSI, a assassina das miniaturas. Os códigos para quebrar a Deadpool são as vítimas do Nogitsune, ou são impressão minha. Tudo bem que não foi exatamente o Nogitsune que matou, mas os Onis estavam sobre sua influencia, logo o Nogitsune que matou: Alisson, Aiden... ainda não consigo ver quem pode estar atrás disto tudo, é evidente que é alguém relacionado com todo mundo, mas isso é óbvio demais, deve ser alguém misterioso que sabe de tudo que acontece em Beacon Hills. Lydia, minha personagem favorita da série: inteligente, misteriosa, poderosa. Desde a primeira temporada, quando ela ela apenas uma personagem qualquer, que não estava envolvida com o sobrenatural, me apaixonei por ela. Mas, quando ela simplesmente acordou na segunda temporada sem ser um Werewolf depois da mordida do Peter, e sem ser nenhum shapeshifter de nenhum tipo. Na segunda temporada ficou este mistério no ar de o que realmente Lydia era. Mas o episódio de hoje, na verdade os últimos episódios, como ela está envolvida no mundo sobrenatural de uma forma diferente, que consegue desvendá-lo, e saber seus planos. Mas deu certa pena dela quando ela conversou com a Malia, sobre como ela não consegue ligar e desligar suas habilidades, não possui nenhuma habilidade física que a faça melhor, e importante, parecia que ela ia ficar igual a Meredith, completamente insane. O meu conhecimento de Banshees foi jogad completamente no lixo, com essa nova interpretação, porém uma coisa não muda, elas sempre estão relacionadas a mortes, mas como um fã que está louco para ver mais quero muito que o espírito das lamentações seja mais e mais, e que a Lydia consiga achar seu gatilho e aprender a liga e desligar suas conexões com o sobrenatural. Ainda espero ouvir de novo seu grito #ScreamLydia. Lógico que se não fosse a Malia perceber que não era números e sim códigos alfanuméricos, mas demos um tempo para Lydia pela sua frustração por não conseguir "ouvir" a segunda chave, e se menosprezar por não conseguir ativar sua habilidade, e por ainda não entender como ela consegue saber das coisas antes que aconteçam, é muita pressão em cima dela, mas espero mesmo que os produtores a evoluam muito bem, como já disse minha personagem favorita Teen Wolf.
Essa foi absolutamente gigantesca, mas essa temporada está me deixando louco a cada episódio, e o último... Oh ... My ... Godness!!! Foi sensacional, sem contar a hora perfeita de finalizar com o episódio, o que será vai acontecer no episódio 6. Fui contra a regra que eu mesmo me impus de não comentar nenhum episódio de série enquanto a temporada não estivesse concluída, mas esses episódios estão com um enredo que apenas cresce com tempo, e só espero mesmo que os produtores cresçam seus personagens com o tempo, por que percebendo ou não eles já estão saindo da adolescência e entrando na fase adulta, e espero mesmo que consigam passar por esta transição.
A Disney está claramente se reinventando nos contos de fadas. Já era clássico os filmes em desenhos da Disney, mas agora com os contos com tal tecnologia de efeitos especiais, Maleficent tem aquilo que mais intriga um telespectador: uma belo contos de fadas com um toque sombrio e encantador mostrando que não é só os efeitos estão com uma qualidade surpreendente como o enredo e a produção do filme estão surpreendendo e prendendo a atenção daqueles que assistem. Angelina Jolie ficou estupenda como a Maleficent, toda a equipe de fotografia e maquiagem fizeram dela a Maleficent dos contos de fadas, além de dar um toque mais humana a esta vilã. A perfeição para este papel ficou óbvia na celebração do nascimento da Aurora, quando ficou evidente o potencial de vilania e maldade de Maleficent, sua carinha de dó, seguida de um sorriso irônico. Como sou um grande fã de Once Upon A Time (OUAT), recriar os contos de fadas com uma interpretação contemporânea e totalmente nova, recriando o clássico de forma mais envolvente, contando a história das duas partes, tanto dos mocinhos quanto dos vilões, mas já em comparação com OUAT, recriar o conto como a Maleficent como um Anti-heroina, assim com foi feito com a Evil Queen na Branca de Neve em OUAT, ficou diferente, e mostra que nem todo o Mal é totalmente sombrio, e que pode ser transformado.
O Que eu posso falar sobre Once Upon A Time? É minha série favorita. Desde da primeira temporada fiquei entusiasmado em como os produtores reinventaram os contos de fadas. Mas a terceira temporada... ficou para a história: Acho que ficou moda entre os produtores separar suas séries em duas partes, com algo que conecte as duas partes, mas essa estratégia de OUAT foi incrível. Achei que ninguém superaria a vilã mor de OUAT Cora/Queen of Hearts, mas os dois vilões da terceira temporada foram surpreendentes: Peter Pan, quem imaginaria o Peter Pan como vilão, com certeza ninguém! Mas sua participação ficou memorável, mesmo eu não achando que sua derrota ficou um pouco a desejar pela grandeza que foi seu personagem. Zelena, ou a Wicked Witch, perfeita! A Inveja sempre o tempero essencial para uma vilania, ainda mais que seja uma inveja fraternal, além de ser uma excelente estrategista, conseguindo realizar seu objetivo, mas lógico que a vilania nunca conseguiria ter sucesso em Storybrooke. Mas a personagem principal de toda temporada não foi a Emma, muito menos a Snow, Charming, Henry... ficou obvio que a terceira temporada foi escrita e desenvolvida para a redenção da Regina/Evil Queen: em Neverland ela se mostrou uma heroina em salvar Henry, não se arrependendo do que fez no passado, pois com isso ela tinha conseguido seu filho no final das contas, além de dar par ele boas lembranças quando retornou a Enchanted Forest; já quando enfrentou sua irmãzinha, ela finalmente se redimiu das mortes, sofrimentos e maldições que ela causou, e se finalmente se permitiu amar novamente, apesar dos contratempos causados pela Emma (por quê?), mas com certeza na quarta temporada ela vai conseguir o Robin de volta. Além dessa prova que ela deve passar, na quarta temporada... . . . . . Let It Go!!! Elsa esta em Storybrooke!!! E com a notícia que os produtores vão colocar mais dois personagens de Frozen, acho que ela não será a vilã, possivelmente ela possa ser uma anti-heroina no início da temporada, mas como os dois personagens que serão incluídos são nada menos que a Anna e Kristoff, então ... Elsa não pode ser vilão, possivelmente que ela queira vingança ou até mesmo saber onde sua irmã possa estar, já que ela ficou presa na urna no cofre de Rumplestiltskin, e ele mesmo comenta que em seu cofre encontra-se artefatos que ele não compreende sua magia, e Elsa deve ser ainda mais poderosa do que aparece no filme da Disney. Só espero que essa temporada se ainda mais intrigante do que foi a terceira, até os produtores poderiam pensar em colocar mais um personagem parecido com a Elsa, para ser talvéz seu par: Jack Frost. Acho que eles juntos formam um casal perfeito, apesar de serem de contos totalmente diferentes, mas é Once Upon A Time, tudo pode, se a Evil Queen é filha da Queen of Hearts, que apaixona-se pelo Robin Hood, e tem como professor em magia o Rumpelstiltskin, acho que pode misturar esses dois contos sem problema. Mais uma coisa: quando vão inserir o conto do Lago dos Cisnes, hein? Emma SWAN, CISNE ... sem contar que varias fotos em close viram seu colar com o desenho de um cisne e penso que isso daria um caldo e tanto.
Sense8 (2ª Temporada)
4.3 893 Assista AgoraAbordar temas que são tabu, abordar de forma realista e fiel a certos assuntos que são complexos, até mesmo mostrar nudez sem o pretexto sexual foi a marca que Sense8 conseguiu fazer quando estreou sua primeira temporada em 2015. Muitos fãs foram conquistados, não apenas por ter cenas de sexo e nudez, mas, em minha concepção, a abordagem de desenvolver os personagens em escalas tão profundas, e fazer com que o conceito de sentir tudo atravesse a tela e faça todos que assistam sentir os que os sensates sentem.
A primeira temporada foi focada em apresentar os protagonistas, a ameaça (sem aprofundar), e tentar explicar como acontece os compartilhamento de sensações, habilidades e como se conectam uns com os outros. E conseguem se conectar quando precisam de certo sensate. Mas nesta temporada ele focaram mais em desenvolver a trama da ameaça, como foco principal, e deixar os drama individuais mais em segundo plano. Foi o que deixou o especial de Natal fraco em desenvolvimento.
No episódio de Natal, eles, literalmente, passaram mais ou menos 6 meses do ponto A para o o ponto A. Não teve nenhum desenvolvimento da trama da OPB, enquanto que as tramas individuais deram passos bem pequenos, mas deram.
O que me deixou mais entusiasmado é ver como eles estão se conectando tão facilmente entre si, e sempre estão juntos em vários momentos. A forma como eles mostraram a morte dos sensates, como já disse em meu comentário do episódio 2, foi algo surpreendente. Tinha muito medo de um deles serem efetivamente mortos, pois isso já havia sido comentado antes que a morte de um dos grupos é uma das piores dores que eles poderiam sentir; sentir a morte multiplicado por 8 era algo que todos desejariam já estarem mortos a sentir isso. E a forma que fizeram quando a vida da Sun Bak estava correndo perigo, e mostrou como todos estavam sentindo a mesma coisa, e como foi doloroso ver isso, e sentir, já que a série consegue fazer com que sentíssemos o mesmo que os sensates sentem. Outro momento foi a tortura do mister tromba, Wolfgang Bogdanow. Ver que em algo tão extremo, como a dor, eles sentem em conjunto. Senti o choque daqui.
A introdução de novos clusters foi outro ponto incrível da trama. Sabíamos que, no máximo, haviam outros 3 cluster. De fato, conhecemos membros destes clusters, mas não o cluster completo. Mas a introdução desses novos sensates a trama, do grupo duvidável, e principalmente da introdução do Arquipélago. Isso eleva a narrativa e o universo criado pelas irmãs Wachowski a níveis maravilhosos. A briga entre clusters foi algo muito interessante, mas ao mesmo tempo muito rápido. A motivação da Lila e do seu grupo, por mais que levaram a traição, ainda ficam tendo falhas, pois se eles querem o que querem é o mesmo que delatar ao mundo de sua existência. O que traria a OPB. Mas nada do que esperar para ver como essa trama pode se desenrolar mais para frente.
O conhecimento de novos clusters e novos personagens deu várias respostas que não pensamos em perguntar. O fato que a OPB não ter sido criada para os fins de eliminar sensates, mas que foi criada para ajudá-los. E saber de todo o backgroud da criadora da OPB.
Os sensates conectados com a Riley Blue, para mim, foram os melhores: Puk, o doidão que salvou o dia, mas que foi colocado em quarentena apenas pelo seu envolvimento com o cluster da Tromba de Ganesha; o Sr. Hoy, o senhor com um conhecimento dos sensates mais fofo que existe, e suas introduções ao Arquipélago e ao Google Sensate já ter sido inventado há milhares de anos com os sensates; e aquela Monge da Árvore, que é muito misteriosa, e que espera poder visitar a Riley quando não estiver com as motivações de terceiros. Ela é o que eu tenho mais vontade de conhecer, principalmente por não ter se revelado tanto assim, e ela deixar esse gancho de "poder visitar a Riley novemante". O Capheus "Van Damme" Onyango também se conectou com 4 novos sensates nigerianos, mas que apareceram apenas no final da trama e não tiveram tanto desenvolvimento assim, mas são personagens em potencial.
Como havia sentido no especial de Natal que a Angelica "Angel" Turing teria mais de seu passado abordado, e ver que ela foi uma espécia de Canibal para seu grupo, me deixou de queixo caído, mesmo sabendo das acusações da Yrsa, mas ver que ela dominou o corpo de um do seus para matá-lo não foi algo que esperava. Mas foi interessante ver que os sensates já haviam conhecido outros sensates antes de renascerem, como o Lito Rodriguez com o Raoul. E saber que os sensates tem um grande potencial de reprodução, já que tanto as mulheres como os homens podem despertar um grupo novo, e podem despertar em qualquer momento da vida deles. O que nos leva para a Sarah, que dá para concluir que ela era uma sensate que foi despertada muito cedo.
Achei o final muito melhor do que o final da primeira e muito melhor do que imaginava que poderia ser. Ver mais uma vez todos cooperarem de formas incríveis, e verem todos unidos fisicamente para salvar um deles, e ainda a Amanita Caplan junto com todos. Todas as conclusões para esta temporada deixaram muitas brechas para serem respondidas nas próximas temporadas, mas não queria ter que esperar por mais 2 anos, ou mais. É uma série com uma complexidade em personagens por mais que eles sejam, em teoria superficiais e clichês. Eles conseguem demostrar tanta emoção em poucas falas, e atuações, e agora que todos estão mais do que unidos, espero a guerra tão aguardada.
Desventuras em Série (1ª Temporada)
3.9 600 Assista AgoraAcho que fui assistir a série achando que seria como uma série de drama com uma história não tão lúdica, mas a cada episódio eu notei o quão lúdico a narrativa é.
Achei um tom bem mais diferente do que foi feito no filme, lógico que agora está sendo adaptado da forma certa, devido a tantos comentários de pessoas que leram o livro contarem que estão se mantendo fieis aos acontecimentos dos 4 primeiros livros. Quando assisti o filme, foi passado que havia mais do que a ganância do Conde Olaf na fortuna dos Baudelaire, alguma trama maior, logo na adaptação dos três primeiros livros, mas neste, em primeiro momento, o sentimento que a única coisa que o Conde Olaf realmente quer é a herança dos irmãos. Lógico que deve haver mais, mas é contado pouco a pouco a trama maior.
Sr. Poe me irrita de um certo modo que poucas pessoas reais ou fictícias conseguem me irritar, e com sua tosse constante, me deixa com muita raiva. Além do fato de menosprezar a inteligência dos Baudelaire, sempre os minimizando e fazendo pouco caso de seu discernimento. Aí cai no que falei em achar que veria algo mais real, e não lúdico.
O próprio fato deles serem tratados como crianças o tempo todo, o fato de sempre explicarem termos de fácil compreensão para eles, mesmo que eles indaguem como uma pergunta de "por que isso" e não "qual significado desta palavra", me deixava desgostoso para continuar assistindo. Mas fui lembrado que é uma história lúdica e todo o cenário, o enredo, a forma de narrativa é para ser lúdico e nos fazer relembrar para não levar tão a sério.
O narrador achei desnecessário nos primeiros episódios mas ele conseguia fazer pensar pelas analogias que ele comentava para quebrar a tensão de alguma cena.
De todos os personagens que foram apresentados, eu adorei a Sunny: melhor pessoa que tem ótimas tiradas. Neil Patrick Harris como o Conde Olaf consegue trazer uma vilania que nos gostamos, e seus personagens, são muito creepy que são maravilhosos, em principal a Shirley que amei, toda feminina e esquisita.
Isso vai abrir portas para novas adaptações mais fieis aos livros.
Sing: Quem Canta Seus Males Espanta
3.8 564Foi uma animação muito gostosa de assistir, pois abordar diferentes personagens que são reprimidos pelas suas vidas e mesmo assim buscam um sonho e tentam fazer alcançar este sonho.
É uma animação musical ótima para assistir com a família e ainda aborda a família, mesmo que de papel secundário a trama. Tirando o rato Mike, que tem problemas egocêntricos e arrogantes, todos tem algum drama familiar ou pessoal que os fazem serem cativantes.
Por mais que tenha tantos personagens sendo desenvolvidos em mais de 2 horas, fazendo com que tenha pouco tempo para seus desenvolvimento, mas acho que foi isso que eu mais gostei, pois eles desenvolveram o que tinha que desenvolver dos personagens para fechar o roteiro da competição de canto até o show.
Animais Fantásticos e Onde Habitam
4.0 2,2K Assista AgoraMeu santo Merlin!
Este foi a chegada mais esperada por mim desde Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2. Desde que a rainha anunciou que lançaria um derivado do seu universo.
E ainda bem que ela tomou o controle criativo e do roteiro, pois se outra pessoa fizesse, não seria tão incrív... Fantástico como foi.
Por ser um filme sem um livro para se basear acho que foi a melhor coisa a ser feita, pois não ficaríamos preso aos acontecimentos do livro, e quando assistíssemos não ficaríamos pensando "eles nem adaptaram este trecho", ou "eles esqueceram algo muito legal nos livros".
Toda a narrativa grita que foi algo feito pela JK, que foi ela e mais ninguém que colocou a mão para alterar alguma linha na narrativa. Ela conseguiu expandir seu universo, criou algo novo, mas ao mesmo tempo manteve-se fiel as suas regras no mundo bruxo, ela respeita o seu universo (sim, tudo que é crítico ou fã já falou isso), e um problema de sagas longas, é que algum momento, certas ações ou pontos divergirão do que foi determinado nos primeiros arcos. Mas não aconteceu com Animais Fantásticos.
Apesar de estarmos em um lugar diferente, com uma história totalmente diferente do que conhecemos, com costumes novos, ainda há aquele mundo criado no arco de Harry Potter, mas com uma nova abordagem. E este filme não contradiz certos pontos que foram levantados e desenvolvidos em Harry Potter, mas apenas complementam e dão uma abertura maior neste universo. E não é por ser fã que estou falando isso. Você consegue ver as relações dos dois costumes; você consegue sentir a diferença, mas consegue sentir as semelhanças entre os dois mundos.
Falando do roteiro, e algo que há muita controvérsia entre quem assistiu, é o tom que o arco do Newt teve. Pra mim, como fã, achei tudo maravilhoso; como um telespectador comum, achei ele muito bem equilibrado. Teve parte cômica; teve parte dramática; teve romance; teve suspense; teve tudo que foi possível, mas em doses certas, e nos momentos certos.
O arco de Harry Potter teve um crescimento de seriedade ao longo dos 7 livros, e dos 8 filmes: tinha um tom introdutório bem infantilizado em Pedra Filosofal, e este tom foi crescendo e tornando mais sombrio e ganhando até um tom de suspense, culminando nas Relíquias da Morte. E por ser um filme com protagonistas adolescentes, este tom sombrio tinha um limite, tinha um limiar bem definido, que por mais que a ameaça fosse grande, envolvendo todo o mundo mágico, não chegava a ser global, tanto que a grande batalha foi em Hogwarts, onde 95% de toda a trama se ambientou. E por ser uma escola ficávamos presos a este universo acadêmico, com suas regras, suas rotinas, e também com essa familiaridade.
Já no Animais Fantásticos estamos lidando com adultos, todos. E um tom mais infantilizado ou juvenil é algo que não tem espaço. Pelo menos em sua plenitude. Newt Scamander é um personagem bem fechado e introspectivo que cativa as pessoas pela sua paixão pelos animais, além de ser um fofo quando tenta lidar com os humanos. E o Eddie conseguiu passar este ar de nerd dos animais, ativista do Greenpeace Bruxo (mas fechado na dele). Até mesmo a fotografia dos ambientes que ele está dá esta imagem, sempre o mundo exterior sendo monocromático, com cores bem solidas e sem vida, frias até; ao passo que, em sua maleta, os ambientes tem uma vida selvagem e cores mais vibrantes, mais vivas, com texturas, formas e movimento. Mesmo no ambiente da redoma mágica do Obscurus. Sua retração foi muito bem interpretado pelo ator, ele toda vez desviando o olhar quando falava para as pessoas, muitas vezes falando para dentro (baixo no caso), mas com suas criaturas ele mostra todo o amor que tem por elas, e dá para sentir isso apenas pelo olhar que ele tem quando algo de ruim pode acontecer com seus animais.
Jacob foi a surpresa para mim. Dan Fogler tem, para mim, aquela cara de amigo gordinho sem noção, mas neste filme ele me conquistou pelo personagem. Como todo mundo já falou em análises e críticas: Jacob é a visão dos telespectadores e o alívio cômico do filme, mas o mais incrível é como a JK consegue dar uma personalidade tão profunda e singular que cativa todo mundo, e dar esta tridimensionalidade do Jacob foi algo mágico, sendo nomaj. A cena da chuva foi apenas a confirmação de que ela conseguiu, mais uma vez, criar um personagem muito bem desenvolvido, bem escrito, com nuances, e que por mais que aconteceu o que aconteceu, sua experiência com o Newt não foi traumática (já que como o próprio Newt falou: veneno de rapinomônio corretamente diluído apaga memórias traumáticas ou más lembranças). Este é um personagem que teve um peso importante para o Newt, já que o próprio o considera um amigo.
Personagens femininas me ganham. Qualquer produção que tenha uma personagem feminina forte eu acabo me apaixonando. Foi assim com a Hermione, e é assim com a Tina e a Queenie. E também com a Seraphina. Tina sempre me mostrou como alguém que segue as leis, quase que desprezando os sentimentos para seguir a lei cegamente. Mas no filme ela se mostrou muito certinha, mas com uma coragem para fazer o que é certo. Características que não agradam todos, mas que ela conseguiu mostrar mais quando foi mostrado mais de seu passado, quando ela foi condenada e estava na sala do líquido negro, e principalmente quando descobrimos o porque que ela foi rebaixada de Auror, para o carga administrativo que se encontra. Uma personagem que busca fazer o que é certo, proteger as pessoas, sendo bruxas ou nomajs, e que é "recriminada" por suas ações. Mas uma coisa é certa dela: ela é determinada, e quase uma grifinória.
A Queenie me surpreendeu demais, quando ela pressente o que vai acontecer com sua irmã. E acho que o que achei mais bonito neste filme, que não foi explicito, foi a relação fraternal que a Tina e a Queenie têm: elas são órfãs e desde sempre cuidaram uma da outra. E por ser uma legilimente dá um toque bem peculiar para ela, já que ela sabe de tudo que as pessoas estão pensando e se estão mentindo; mas ela não controla este dom dela, e se torna alguém apaixonante por ser curiosa para saber das coisas. O arco dela e do Jacob, por mais que a chuva tenha lavado, ainda há aquele sentimento entre os dois. Quero muito ver eles dois na continuação, mas não consigo ver eles na Europa.
Seraphina teve uma presença neste longa, por mais que não tão frequente, mas ela teve. E o que me deixou mais feliz foi ver que ela impõe respeito no Congresso International, e ainda uma mulher sendo a presidente do MACUSA, algo bem controverso para os EUA. Ela me lembrou um pouco a Minerva, alguém que só de olhar você respeita, não precisa falar nada, só a postura já fala por si só.
Já a parte mais sombria da trama, me deixou muito boiando. Esta parte poderia ter tido mais tempo de tela, até mesmo para dar mais suspense na trama, mas o quanto que apareceu foi muito bom.
Já começo que não achava que Percival Graves era Grindelwald.
Falando da trama do Obscurus, não peguei direto a ideia das teorias da Arianna Dumbledore ser uma Obscurial quando sai da sala de cinema, pois estava mais preocupado em digerir todas as informações que tinha acabado de ver. Mas depois, com mais calma, pude ver e acreditar mais e mais nesta teoria. Isso é o toque que a rainha consegue fazer magistralmente: pegar um ponto de sua trama, e dar mais significado, dar mais profundidade para ele. Quando ela escreveu as Relíquias da Morte, acho que ela não imaginou o potencial na época (ou talvez sim) das características da Arianna após o ataque dos trouxas. Mas ela pode ter deixado uma ponta solta, para um possível desenvolvimento. E toda esta mitologia do Obscurus e dos Obscuriais é o algo que deixa seu universo ainda mais rico, e mais tridimensional. Possível que ele seja mais explorado nos próximos, podendo até Alvo Dumbledore saber algo sobre os Obscurus, ou apareça outro alguém que pode saber mais sobre este parasita.
Os animais, amo todos: o Pelúcio, o Pássaro Trovão, os Tronquilhos, o Rapinomônio, a Erumpente, a Occami, o Seminviso, e todos os outros que apenas apareceram e não tiveram um arco próprio.
Foi um começo de arco narrativo muito fantástico. Muito mágico. E que conseguiu ter todos os tons na medida e no momento certo. Foi algo gradual desde o início mais leve até o final mais sombrio e dramático.
O pior é que teremos que esperar até 2018 para um novo capítulo deste arco maravilho. E retorno a repetir: JK Rowling é uma mulher incrível e mais uma vez conseguiu ampliar seu fantástico universo.
Extremis
3.8 107 Assista AgoraDocumentário maravilhoso!!!
Não tem outras palavras. Consegue passar a emoção das decisões difíceis que pacientes e familiares devem fazer na hora mais complicada da vida.
Merece mais que 5 estrelas.
Capitão América: Guerra Civil
3.9 2,4K Assista AgoraA Marvel sabe o que está fazendo, e mesmo com as piadas e brincadeiras para descontrair o ambiente, mostra em Capitão América: Guerra Civil que sabe construir personagens e desenvolver seus dramas e personalidades distintos.
Nenhuma cena que eles se comprometeram em mostrar no filme é descartável. Seja para mostrar apenas uma conversa mais séria entre personagens, seja para mostrar uma nova tecnologia desenvolvida pelo Stark, ou apenas uma piadinha para descontrair o ambiente e a tensão, TODAS as cenas tem o seu porquê e sua funcionalidade para a trama, seja para o filme em si, ou apenas para desenvolver mais do personagem para ele crescer no universo.
Você pode entrar na sala de cinema dizendo "Sou #TeamCap" ou "Sou #TeamIron", mas quando você sai da sala, você fica na dúvida se ainda apoia o Capitão ou o Iron.
Os irmãos Russo souberam dosar os argumentos pró e contra do Tratado de Sokovia, além de saberem dar uma emoção nas cenas de luta e combate dos heróis.
Como um filme do Capitão América, toda a trama tem que acontecer ao redor dele. Mas mesmo sendo assim nossa perspectiva de que vá acontecer isso, você se surpreende em ver que não há necessidade de um personagem apenas ter toda a carga de um filme de ação e heróis. Todos os fatos acontecem e o Capitão está envolvido, ou encabeça um posicionamento, e como um bom patriota e defensor da América, ele defende o que é certo. O Homem Santificado desta vez se sente mais uma vez aquele garoto raquítico com problemas respiratórios da década de 1940 quando o assunto James "Bucky" Barnes entra num combate.
Sombras de Soldado invernal voltam para a trama para ter sua conclusão. O Soldado Invernal que está desaparecido desde o seu resgate na queda da H.I.D.R.A., volta para ter seu arco concluído. O embate contra Ossos Cruzados, que além de ser uma consequência, emerge memórias vivas para o Capitão perder o foco.
O embate inicial em Lagos mostra uma das melhores cenas de luta de heróis que já assisti. Toda sua construção, o tempo de personagem em cena foram bem elaboradas. Viúva Negra simplesmente arrebentou em suas cenas. Entrando no IFID de moto e acabando com vários capangas de Ossos Cruzados sem qualquer armadura, e ainda por cima com um salto. Só para me deixar mais apaixonado pela heroína, mostrando o quão bad-ass ela é. Não esquecendo o embate dela com os dois capangas que tinha a arma biológica. Aquela sequencia de socos, chutes, chaves de pernas e voadoras fizeram o coração deste fã pular de alegria. Falcão teve sua participação boa, com sua entrada em giro aéreo fechando as asas. E tivemos a apresentação do Asa Vermelha. Já a deusa, a louca, a feiticeira mostra que está se tornando uma das Vingadora mais importantes para a equipe, mostrando todo seu potencial. Apesar da culpa do incidente com o Ossos Cruzados ter recaído sobre ela, ela ainda não está em todo seu potencial de Feiticeira, mas mostrou que ela conseguiu, mesmo que por um tempo, conter a explosão.
A partir deste embate, o incidente matando vários diplomatas em Lagos, aliado aos cenários de embates de Vingadores (Nova York), Capitão América e o Soldado Invernal (Washington D.C.) e Vingadores: Era de Ultron (Sokovia), mostraram que tudo que a Marvel construiu em seus outros filmes reverberaram neste. E é um dos motivos que penso que este filme deu tão certo. Mostrando que todo este universo está conectado em um só, mesmo focando em galáxias distantes. A apresentação do Tratado de Sokovia só mostra o quanto a equipe está dividida: uns contra o Tratado alegando que eles estarão nas mãos de governos que podem ser corrompidos; e outros a favor, se sentindo culpados pelos desastres que eles tentam evitar mas que muitas vezes não conseguem salvar a todos.
A motivação do Iron de ser a favor do Tratado foi uma junção de vários fatores: a imagem de memória que foi apresentado de seu último dia com seus pais, a conversa com a Mirian Sharpe (a mãe desolada), e o episódio passado do Ultron que só teve devido a ele. Tudo isso deu a base sólida para o personagem para que o ele teve a favor da assinatura do Tratado. Sua explicação do filho de Mirian deu um peso dramático par ao personagem, que mostrou para este #TeamCap, as razões necessárias para ficar na dúvida.
Na conversa da Cúpula dos Vingadores consegue-se ver as motivações para cada um optar pelo posicionamento da regularização. Todos com argumentos bons e sólidos. A minha surpresa foi a Viúva Negra. Ter algum rabo preso com o governo poderia ser o motivo dela estar do lado do Iron e não do Capitão. Ainda mais sabendo de toda a amizade que os filmes mostraram que existe entre eles. No velório da Peggy nota-se que a presença da Viúva não é para convencer o Steve a assinar, mas apenas para dar apoio no momento fúnebre.
A introdução do T’Chala na reunião em Viena da ONU, teve uma das melhores falas sobre política, assunto recorrente aos filmes do Capitão: “Dois homens em uma sala resolvem mais do que 100”. Foi uma apresentação muito boa para o novo herói. Toda sua relação com seu pai, Rei T’Chaka, sua aversão a política, e seu porte de realeza nato. Após o atentado, a conversa entre T’Chala e Natasha foi de uma delicadeza e drama que deu ao personagem Wakandan toda o ímpeto para nascer como Pantera Negra.
Na perseguição do Bucky, o ponto alto mesmo foi a apresentação do Pantera Negra. Todo os estilos de lutas já mostrados no Universo Marvel já estavam batido. Até mesmo as Chaves de Pernas da Viúva, apesar de serem fabulosos aos meus olhos toda vez que ela faz. Pantera tem seu estilo mais felino, todo único, mostrando um herói com movimento ágeis, rápidos e certeiros. Como já falado em diversos outras críticas, é um estilo que usa mais pernas, chutes aéreos e utilização de suas garras de Vibranium. Todo seu visual foi espetacular! Os detalhes em prata com estilos tribais africanos, o colar de dentes, o design em seus braços... Tudo!!! Além, é logico, mostrar toda a imponência de realeza neste universo. Chadwick foi a melhor escolha para o Pantera. Assim como a Elizabeth teve sua aprovação como a Feiticeira Escarlate em Vingadores: Era de Ultron, Chadwick teve extremo êxito e aprovação como Pantera Negra.
Uma metáfora muito bem elaborada que mostra a situação dos Vingadores, foi as Canetas. Quando capturam o Capitão, Falcão, Pantera e Soldado, na conversa entre Steve e Tony, a introdução do jogo de canetas, em que o Iron oferece uma delas para o Capitão, é uma excelente metáfora da situação de rompimento e separação do conjunto. E ainda mostrando no final deste dialogo o desejo do Capitão de manter o conjunto unido, deixando a caneta para trás. Nesta conversa, temos um pouco do drama pessoal do Tony desvendado: ele odiava o Capitão! O pai, Howard, que foi um dos envolvidos na criação do Capitão, vivia salientando as qualidades do patriota para o filho.
Com Zemo ativando o modo “Soldado Submisso e Obediente”, temos mais uma cena de embate incrível, mostrando as capacidades da Agente 13 como uma boa lutadora. A partir daí, podemos ter um vislumbre do que é a intenção do vilão, ouvindo do próprio Bucky o que ele queria: a localização onde os outros Soldados Invernais foram criados e mantidos após o encerramento do Projeto. Fazendo a primeira ligação com a cena pré-apresentação do logo da Marvel.
E com a fuga do Soldado Invernal, as equipes irão se unir para o grande clímax do filme: o Embate no Aeroporto. Mas antes, as equipes precisam se encontrar.
Outra novidade deste filme que deixou todos alucinados foi a confirmação do Amigo da Vizinhança, que teve, como muitos dizem, mas a Natalia Bridi do Omelete muito bem falou: a melhor introdução de super-herói, descartando uma explicação mais elaborada de Origem de Herói. É um alivio cômico muito bem incluído para o Iron, além de dar aos fãs um Homem Aranha mais adolescente, muito melhor do que o Espetacular. É o Homem Aranha saído dos quadrinhos!
Agora um minuto para falar da Musa: Feiticeira Escarlate. Seu arco de desenvolvimento, a parte desde o Tratado, foi curto, mas muito bem desenvolvido em poucas cenas (apenas 2). Sua conversa com o Visão na cozinha e o pseudo Paprikash foi fantástica! Os dois, frutos da Joia da Mente, não compreende total seus poderes. Wanda, que se sente a mesma, mesmo não sendo a mesma depois de seu aprimoramento; e Visão, que foi criado pelo Ultron e pela Dra. Cho, mas que possui a Joia da Mente que lhe dá todas suas habilidades, sabendo que ela não é da Terra, e não consegue compreendê-la em sua totalidade. Isso mostrou mais o relacionamento que eles podem ter mais para frente, vendo que o Visão não vê a Wanda como um monstro como todos passaram a vê-la.
Em sua fuga, com a ajuda de Hawkeye, podemos ver o quão poderosa ela é. Alerta de fã-service: Se ela consegue manipular a ativação dos poderes do Visão, que é gerado pela Joia do Infinito em sua testa, mano... Ela pode derrotar todos facilmente, e ser a rainha da porra toda!!! Tudo bem que os poderes dela foram gerados a partir da Jóia, mas uma coisa é gerar poder e outra é usar a fonte como poder. Sua fala para o Visão mostra que agora ela compreendeu um fato que deixa ela em situação de poder: “Eu não controlo o medo deles. Só controlo os meus”. A cena dela imobilizando o Visão, e literalmente, afundando ele, queria ter o poder de rebobinar a projeção para ver, rever e ver mais algumas vezes mais!
Observação: é incrível como eles estão construindo a parceria entre a Feiticeira e o Gavião. Para aqueles que sabem o que acontece nos quadrinhos, isso mostra, pelo menos para mim, que a Marvel está querendo deixar as possibilidades com mais solidez em dramas! Em Era de Ultron, só a conversa deles nos escombros, e esta conversa mostra que vão fazer deles uma versão Capitão e Viúva Negra. Só para deixar mais dramático uma possível Dinastia ai!!!
O clímax, já com as equipes prontas e vestidas, foi um show à parte. Já com a Viúva convencendo o T’Chala a se unir a equipe do Iron, e o Antman sendo a arma surpresa da equipe do Capitão. A cena do Embate do Aeroporto é muito bem equilibrada. Cada personagem tem seu tempo de mostrar pra que veio. A surpresa para o Capitão pela entrada do Aranha não abalou ele tanto. Mas a entrada do Antman para a surpresa da equipe do Iron foi inesperada, e isso é perceptível nos olhos do Tony. A sequência de batalha, a partir da entrada do Visão é extremamente equilibrada: os espiões lutando entre si, mesmo que o Barton esteja “maneirando nos socos”, palavras da Wanda. O desenvolvimento de mais habilidades de personagens que já apareceram, como o Antman, em sua nova habilidade.
Meu único problema é que os seres mais poderosos, tiveram menos tempo de cenas, mostrando o cuidado que os diretores deixaram para não mostrar que eles poderiam acabar com tudo em dois segundos; principalmente a Feiticeira, que achei que em todas as cenas de batalha, seja enfrentando Ossos Cruzados, lá no início, e no aeroporto, ela tem pouquíssimas cenas de batalhas grandiosas. Mas o pouco que a deusa louca apareceu, ela simplesmente mostrou que não está para brincadeira. Viúva e Pantera que o dizem!
Estava na cara que Viúva ia virar a casaca. Sua amizade com o Steve, e sua dúvida sobre ele, só fizeram ela se virar contra sua equipe. Ainda não sabe se houve consequências desta atitude, além do mais, ela atacou o Rei!
Mas a sequência do aeroporto deu tempo de sobra para mostrar tudo de todos os personagens, contendo os mais poderosos, e dando tempo para os menores insetos.
No final, e na cena épica dos quadrinho entre o embate do Capitão e do Iron, os motivos para acontecer, me deixou muito surpreso. O Vilão, apresentado como um simples humano, mas de extrema inteligência, articulou todos os acontecimentos para que o embate se desse num local onde continha Soldados Invernais aprisionados. O que pareceu que ele iria despertar os soldados, se revelou como um problema mais interno, e então a segunda e mais importante ligação da cena pré-apresentação do logo se dá: o acidente causado pelo Soldado Invernal, para roubar os soros para criar mais soldados, teve uma ligação mais profunda para Tony Stark, levando ele a uma ira grandiosa, querendo vingança.
Vale ressaltar a linha tênue que aproxima T’Chala de Zemo: ambos se dobraram para suas vinganças, querendo acabar com aqueles que mataram quem mais amavam. Mas Pantera percebe que sua vingança não o levará a nada e vendo quem realmente era o causador da morte de seu pai, ele tomou a decisão heroica.
Rumos indefinido para os Vingadores. Mas como todo o filme da Marvel, eles vão continuar amigos. Mesmo que assuntos familiares se coloquem a frente deles.
Só a introdução dos dois mais novos personagens do universo, deu um animo imprescindível para querer assistir a Pantera Negra, tendo o vislumbre de Wakanda, e o Homem Aranha: Homecoming, com sua introdução maravilhosa, suas cenas de ação, e o pós-credito 2.
Todas as cenas têm o seu porquê e as tramas são muito bem construídas. Só mostrando a qualidade que a Marvel deu para seus filmes e seu universo, e que mesmo que utilizem de momentos de risadas e piadas, eles sabem fazer um filme tenso e dramático, com um universo conciso.
The 100 (2ª Temporada)
4.2 462Choquei!!!
Lexa sua safada, mal-caráter.
Prefiro o Bellarke!
Finn, chorando por ti.
Clarke se desvirtuou, mas foi necessário.
Agora parem de fazer o Lincoln e a Octavia sofrerem. Deixem eles se amarem.
The 100 (1ª Temporada)
4.0 556 Assista AgoraMeu Deus!!!
Que série chocante!
Amei. Tudo. Nem sei o que dizer, pois já comentei tudo, capítulo a capítulo no TVShow Time.
Amei o Lincoln e Octavia!!! Deixem eles se amarem!
Shadowhunters - Caçadores de Sombras (1ª Temporada)
3.2 262Quando ouvi que esta saga iria se tornar série, pensei que eles iriam consertar o que fizeram no filme, então fiquei com os principais plots na cabeça pensando como iriam adaptar para a série. Mas acho que foi o maior erro que fiz.
Nos 10 primeiros minutos da primeira temporada eu fiquei louco. Pois ela foi extremamente boa. Mas depois daquela luta no Pandemonium, desanimei. E para piorar a cada novo episódio, mais desanimado ficava. Eles modificaram muita coisa. Sem contar que os diálogos não funcionaram, ao meu ver. Não parecia real, não parecia que pessoas teriam diálogos desta forma. Sei que é uma série de ficção, mas vamos concordar que o diálogo sobre o Falcão do Jace foi melhor trabalhada no filme do que na série. Esta, em particular, me pareceu forçada, como se eles queria porque queriam colocar e forçaram esta história e o enredo em que apareceu. Não me convenceu!
Outra coisa que não aguentava era a sofrência da Clary. Passou mais da metade da série na sofrência.
Mas... isso mudou com o desenvolvimento. Lógico. Malec me deixou mega feliz, e Morning Star deu aquele gostinho de Cidade das Cinzas.
Os atores, ao meu ver, cresceram no decorrer dos episódios, mas a história dos primeiros episódios quase me fizeram desistir.
Só salvaram o Magnus e a Izzy!!!
Inverted World me surpreendeu muito pois não existe em nenhuma página do primeiro arco de Instrumentos Mortais, e foi um capítulo que me deixou relaxado e curti as referências do Alice Através do Espelho.
No geral, a série para mim, foi razoável. Eles tentaram colocar alguns elementos da saga, sem ser 100% fiel a história dos livros. Acho isso muito bom, mas acho que comecei esta série com a mentalidade totalmente na história, um erro meu.
Esperava pelo menos, a Clary mostrando já suas habilidades de criar runas, pelo menos nos episódios finais.
Para a próxima temporada, sim, pois vou assistir, espero eles pegaram o principal plot do Cidade das Cinzas, e explorarem o reino Seelie, a Espada da Alma, e quem sabe um certo Diurno aí.
The Shannara Chronicles (1ª Temporada)
3.7 146Meu Deus!
Não esperava por algo assim da MTV. Mas ela se superou. Ainda tem aquela pegada que a MTV adora que é voltado para o publico adolescente, com aquele romance superestimado, mas isso foi o que menos vi. Ou percebi nesta série.
A fotografia está excelente! Nada a reclamar quanto a isso.
Lógico que tem algumas coisas que ficaram sem explicação, mas quanto a trama, ela está muito boa. A típica Jornada do Herói: passam o perrengue até o destino, quando chegam lá e descobrem o que salvará a todos (o que demora 90% da série), eles voltam em menos de 1 hora do último episódio. Tudo bem, eu aceito!
Mas vamos pensar que eles pegaram o caminho mais longo para ir, e vários atalhos para voltar.
Amberle já se mostra uma mulher fora do tempo, que quer se mostrar mais do que uma simples princesa, que não quer ser apenas isso.
Eretria roubou meu coração. Uma órfã que não sabe sua origem, criado por nômades ladrões, que nunca pode escolher o caminho que seguir, mas que é forte.
Wil por ser o ponto de ligação entre as duas (Meio-Elfo Meio-Humano) ainda ficou muito superficial ao meu olhar. Muito bobinho no início, mas que no fim teve que proteger tanto a Amberle quanto a Eretria.
Quero ver a próxima temporada.
Shannara me surpreendeu com o formato, e ainda ser uma produção de uma emissora que não tem "aquela" qualidade que conhecemos.
Fuller House (1ª Temporada)
4.1 236 Assista AgoraMuito Boa.
Me fez relembrar a infância. As piadas me fizeram rir do início ao fim. Teve muita metalinguagem.
Pena que as Olsen não precisam mais atuar com os preços de sua grife de moda (Pegaram a referência).
Kimmy continua sendo uma Gibbler.
Stephie me fez chorar com a revelação dela, mas não perdeu sua essência. How Rude!
A DJ mais mãe que nunca. Mamacita del Amor!!! Difícil escolha entre o Steve e o Matt. Até eu fiquei na dúvida qual era o melhor, apesar de começar a torcer pelo Matt. Mas com o Steve, ela tem uma história com ele.
A Matilha das Lobas foi perfeita, contendo os dramas normais desenvolvidos não esquecendo do humor.
Os filhos da DJ e da Kimmy... que perfeitos!
Paixões infinitas pelo Max.
As participações dos personagens da primeira versão só acrescentaram para nos levar as primeiras temporadas, e fazer um link com esta nova.
O ponto chave que a própria série brinca com ela mesma, e ótimas piadas referentes as Gêmeas ao longo dos 13 episódios.
A volta desta série em seu formato original trouxe o que as comédias do final do século passado tinham de melhor: eles tinham tempo para desenvolver a trama sem pressa, e com um humor ímpar.
NetFlix, pode renovar para a segunda temporada que quero mais.
Como Defender um Assassino (1ª Temporada)
4.5 1,3K Assista AgoraCHOCADO!
Foi uma das melhores séries criminais que já assisti.
Viola Davis, como dizem, arrasou, destruiu, acabou com todos. Sua interpretação foi sem dúvida impecável. Em todos seus discursos eu paralisava com toda a interpretação, entonação e suas conclusões de como livrar seu cliente de uma pena.
Casos a parte, em cada momento, em cada cena, foi incrível ver o drama de cada personagem principal se desenvolver.
Paixões infinitas para o Keating Four (excluo o Asher). Cada um querendo se sobressair sobre os outros para obter a atenção da Annalise. Colegas de faculdade/trabalho se tornando cúmplices.
Desde o primeiro episódio, ela já me conquistou, mas o discurso para salvar um dos seus primeiros casos que envolveu o senador... Aquele discurso, tomo as palavras da Michaela para mim. Naquele episódio (5) ela me conquistou naquele discurso.
Em nenhum momento eu desconfiei de quem matou, mas foi literalmente o maior twist de todas as séries que já assisti. Isso me fez pensar em todos os momentos, de todos os 14 episódios anteriores para analisar tudo de novo.
Tecnicamente, achei a série incrível, sem mais delongas. O enredo me prendeu em todos os quesitos. É um suspense dos melhores.
Todo o desenvolvimentos do Keating Five (agora incluo o Asher) foi muito boa. Os episódios em que um deles era desenvolvido, tendo os flashforward do capítulo 9, e a no capítulo 11 temos os flashbacks de natal deles, mostrando mais um pouco dos personagens.
Mas agora minha revolta: Vai ter gente que vai me odiar por escrever, mas não vi nenhum graça ou funcionalidade no Asher, a não ser um babaca metido. Sentia muita vergonha alheia com ele, não via que ele poderia ter algum papel interessante na série. O episódio 5 em que vemos o desenvolvimento dele, apesar de ter um tom mais dramático, não me fez gostar mais dele. Poderia muito bem descartá-lo, mas como sempre tem uma razão para existir, é esperar para eu me convencer que ele pode ser mais do que um Asswhore.
Laurel me conquistou no episódio de natal, enfrentando a mãe e o pai por menosprezarem o que ela faz, e o que ela quer de sua vida. A nerd quietinha mostrou que pode ser mais do que alguém introspectivo e alheio as coisas ao seu redor. Por ter sido muito introspectiva, acho que podemos ver mais sobre o relacionamento dela com a família na segunda temporada, além dos relacionamentos dela: Kan ou Frank?
Michaela me surpreendeu no Finale. O casamento perfeito arruinado por um acontecimento de colégio. Mas que levanta dúvidas. E ainda por cima tem sua futura sogra que só a vê como uma possível golpista. Ela é o que menos vejo como se desenvolverá para a segunda temporada
Connor foi o personagem que se evolui de criança para o adulto. Antes só transava com quem quisesse, e nota-se que é um artificio que usa para conseguir evidencias para ajudar no caso, mas a partir de um momento que ele perde a confiança do Oliver, ele amadurece para conquistá-lo novamente. O caso do exame mostrou que, mesmo ele sendo a slut que falavam que era, ele queria que desse certo para que ele pudesse viver o que queria com o Oli. Seu desenvolvimento para a segunda temporada deve ser algo bem mais profundo (sem trocadilhos).
Já meu xará (tanto em nome quanto em apelido) foi se desenvolvendo de alguém que vê a bondade das pessoas, até a pessoa que fez o que fez para proteger quem se importa, e ficou quebrado. Para a segunda temporada, nada mais do que se reconstruir.
Annalise é a única veia que orienta seus pupilos. Mas que guarda segredos, mágoas e dores na máscara de badass diva Advogada. Repito: Viola Davis arrasou e vai arrasar mais ainda na segunda temporada.
Não me delongarei com o secundários, mas toda a segunda temporada promete ser e ter mais mistérios e suspense, com o twist que teve o Finale.
Mal posso esperar para que chegue logo setembro para assistir How to Get Away With Murder.
Sense8 (1ª Temporada)
4.4 2,1K Assista AgoraMano, que série F***!!!
Eu não era muito ligado nesta de direção, a importância que o diretor tem na trama, mas tenho que admitir que os Wachowski são sensacionais. Eles e o Straczynski conseguiram criar e dar vida a ideia que tiveram de conexão humana. Não me delongarei falando de direção e concepção, já que pode-se encontrar material deste calibre no Google da vida, e especialistas neste ramo.
Devo concordar com uma parte daqueles que já assistiram a série há algum tempo, e disponibilizaram a impressão que tiveram. A série é muito bem produzida. Em todos os aspectos. É bem fechada. Todos os acontecimentos são fechados na hora certa.
Vejo o crescimento exponencial da série como cada capítulo. Concordo que os dois episódios foram bem lentos, em questão de apresentar para o que a série veio, mas acho que isso foi necessário e uma jogada de mestre, pois vamos nos percebemos os dramas e dilemas de cada personagem individualmente, e o início das conexões entre eles, e como eles interpretam esta sensação.
Fotografia? Sem palavras! Cada locação escolhida a dedo, sempre tirando o fôlego de cada take de uma região. Tenho para mim que a fotografia foi essencial para que nos colocássemos na pele de cada sensate, de cada cultura que um pertence.
Trilha Sonora encaixou como uma luva.
Mas lógico que tudo isso seria lindo em um documentário. Mas Sense8 mostra mais do que um documentário sobre cultura, religião, entre outros.
Ainda fico na dúvida em o que categorizar Sense8: Drama, Ficção Científica, Comédia, Romance, Aventura, Série de Autoajuda,.. Enfim, acho que Sense8 se encaixa em todas estas categorias e muitas outras.
É fato, que, na concepção do enredo da série, os Wachowski e o Straczynski tiveram toda a liberdade possível para contar a história de diversas nuances. Além de terem esta liberadde, eles tomaram um cuidado extremista demais para que tudo se encaixasse perfeitamente como ocorreu em toda a temporada.
Só pelo fato de Sense8 vir com a ideia de conexão entre oito pessoas de diferentes lugares do globo, com diferentes vidas, dilemas, culturas, religiões, diferentes de qualquer ponto, já me fez querer assistir a série. Colocar pitadas de suspense, aventura, um tom meio Game of Thrones, fez com que eu me interessasse mais ainda.
Mais o que me chamou a atenção, quando comecei a assistir, foi que o foco principal que vi nesta temporada, foi a apresentação de cada personagem, e suas personalidades, e de seus dilemas e como eles enfrentam eles.
Cada personagem escrito está de parabéns. Todos os atores que os interpretaram, fizeram isso majestosamente.
É fato que muitos falaram que os oito são personagens clichês de mais, foram estereotipados. Mas se estes que falaram esquecem que a vida é um clichê. E o intuito desta série não é mostrar algo Sci-fi. Eu vi mais drama. Como cada um resolveu seus demônios internos, com a ajuda de algum do grupo.
Como já falado em inúmeros vídeos de criticas e artigos, a séries fala de humanos, e me vi em alguns dilemas.
E essa premissa de desenvolver os dramas de cada um do grupo, mostrando flashbacks da infância de cada um, fez com que a conexão não ficasse apenas na série, mas que ultrapassasse a tela e fizesse que cada um que assiste se conecte com os personagens, sinta as dores e as dúvidas de cada um. Utilize da empatia que é algo que o ser humano se esqueceu ao longo do tempo, e faça com que as pessoas se conectem com outras.
Vejo que algumas criticas falando do roteiro, que faltou algo no roteiro, mas sinceramente, estas pessoas não compreende muito bem o que um roteiro é na linha de produção de uma série, ou se sabe, preferiu negar tudo que aprendeu sobre cinematografia. Não sou um expert, mas o roteiro está mais do que de parabéns. A edição impecável. O enredo não foi fraco, apenas apresentou o que deveria ter apresentado em uma temporada. Sem contar que eles apresentaram mais do que o necessário em uma temporada.
Deixando o tralalá de lado, os personagens foram construídos maravilhosamente bem.
Não tenho um preferido. Todos eles são meus preferidos por mostrar um pouco do cerne de cada um. As interações foi um show a parte: de interpretação, de edição, de diálogos bem feitos:
Capheus me conquistou pela simplicidade e pela felicidade que ele demonstra mesmo devido a todo o sofrimento que teve na infância junto com sua mãe. E apesar de ser um completo clichê, suas "cenas" de ação em Nairobe, foram as melhores em quesito de série de ação. Toda sua devoção pela sua mãe, que foi uma mulher forte para seu filho contra todas as adversidades que os atingiram. Cenas tocantes foram seus flashbacks, desde sua "exclusão" da vila onde morava, a questão de sua irmã, que foi uma das cenas mais belas, e uma das interações mais comoventes em toda a série, junto com a Riley. Vejo nele aveia da felicidade e da simplicidade do grupo. Não importa se o dia esta chuvoso, todos seus planos deram errado, ele sempre vê a beleza pelo seus olhos.
Falar de Capheus, para esta temporada, é fazer uma ponte aérea (ou sensating) Nairobe-Seoul. Sun teve muita participação na trama do Capheus, e o mesmo na trama principal dela, que foi uma cena memorável de diversidade cultural, mostrando a primeira conversa entre os dois. Foi a primeira cena que me tocou. Mostrando um pouco da fragilidade da Sun, e um pouco da tristeza do Capheus. A Sun é a forte do grupo. Sempre a inferiorizada pela sua cultura (mais um clichê), mas não abaixou a cabeça para isso, e se tornou a mulher que mostrou na série inteira. Devo admitir que a primeira raiva desta série foi ela ter aceitado de bom grado ser acusada em lugar de seu irmão, que desde a primeira aparição, já determinei que ele seria um babaca filho da mãe. Óbvio que isso era necessário para a evolução da personagem. Que mesmo sendo mais um clichê, acho que será muito bem desenvolvido.
Kala é apaixonante. Todo seu enredo sobre amor e compromisso foi mais um clichê para quem assistiu Caminho das Índias, ou qualquer outra produção que envolva a Índia. Mas acho que sua trama entrou em um patamar politico-religioso forte, além de misturar tradições. Estava esperando desde que ela apareceu para ver quando que iam utilizar suas habilidades como farmacêutica para conseguirem sair de um problema, e graças a Ganesha que no último episódio tivemos dois momento dela salvando seu lobão Wolfgang, e salvando a Riley. De sua trama, vejo que os dilema do casamento "arranjado" sem o amor (por parte dela) ainda estarão forte para um futuro, além do mais que ela e o Wolf são meus casal favorito, e não sei o que esperar depois da conclusão da trama do Alemão.
Falando do Lobo Mau, Wolf teve uma trama criminosa familiar dignas de Poderoso Chefão. Senti que ele foi um personagem fechado, mas não introspectivo. Foi um personagem carismático, apesar de seu bem criminoso. Ele é o destemido dos oito. E é fato que par ele "Brigar é fácil", brigar é o que ele faz. Mas ele apenas briga par proteger aqueles que ama, e isso ficou nítido. Toda seu passado violento tornou o homem violento, mas ele faz com que ele se encaixe em uma personalidade de antivilão, que faz o que tem que fazer para manter quem ama a salvo. Até mesmo abrir mão da Kala, já que um de seus planos, antes da tentativa de homicídio do Félix (a qual eu repudiava este personagem, antes de eu vislumbrar o início da amizade dele com o Wolf), era ir vê-la pessoalmente, já que mentalmente e sentimentalmente ele já fazia isso. Mas dizer que ela devia casar com o Rajan, pois ele era o demônio por ter matado a sangue frio sua família. Este cara gosta de sofrer por quem ama.
Lito foi o personagem que dividiu muitas cabeças. Alguns amaram ele, outros o detestaram. Até determinaram que não viam sentido ter um personagem assim na trama. Mas vamos concordar que mesmo ele sendo um dos personagens que menos se conectou na série inteira, toda vez que ele conectou com alguém, foi algo crucial. Para ele, ou para quem ele estava se conectando. A trama dele foi um típico dramalhão mexicano. Só faltou chama-lo por um nome duplo. Todo o tom de seu meio é cômico e divertido, que na minha visão, foi para dar uma relaxada na complexidade das tramas. Mas uma hora sua trama tinha que ter um tom de drama. E mais uma vez, o clichê: Sair do armário!!! Ele foi o mais egoísta do grupo, por querer manter sua imagem de macho alfa que passa o rodo em todos, mas que na verdade, ele curte outra fruta. Isso foi e é muito normal nos dias de hoje. Muitas pessoas mantem uma máscara para conseguir o que querem, mas acabam ofuscando ou não dando o valor devido aos momentos que realmente lhe fazem feliz. Sua trama demorou, mas finalmente ele resolveu ligar o botão do Foda-se e fazer o certo e não ligar a divulgação de sua orientação. Sem falar da Daniela, que roubou a cena. Tipica amiga do gay. Toda doidinha e apaixonante, que apesar de não ser uma personagem principal, tem um drama forte que deu todo a importância para a trama do Lito. Cenas picantes e de pura interação dele com Hernando. Deixa em off esta parte.
Fiquei esperando o momento em que Lito teria sua interação com Nomi. Como o Lito teve poucas interações com os outros, valeu a pena todas as interações que ele teve, e em destaque o que ele com a Hacktivist. O drama de aceitação dela foi algo que tocou. É clichê? Sim. Mas é algo que acontece. Muitos sofrem por tentar se adaptar a algo que a sociedade define, e esquece que isso não é certo para a pessoa. A trama da Nomi, que achei que não foi focada, que é a aceitação da mãe pela nova identidade da filha. A trama abordado para a Nomi foi o início da trama que envolveu os oito. Mas mesmo assim, o romance dela com a Amanita é algo simplesmente lindo, quando elas estão vestidas. Foi de uma simplicidade mostrar o romance delas, algo puro. Mas ainda acho que a questão da aceitação da família deve ser abordado. Digamos que Lito e Nomi não são núcleos que agradem a família tradicional, mas em pleno século XXI, família é um conceito de sentimentos, não de convencionalismos. Mas falando uma coisa desta personagem, ela dá um bug completo no cérebro de qualquer um: Uma transgênero lésbica hacker ativista.
Os únicos estadunidenses parecem que são os que desenvolvem uma "irmandade" quando Will fala com o Jonas. Ainda não sei definir o Will, e ainda acho que seu passado com o assassinato não solucionado pelo seu pai, o qual ele queria ajudar, e acabou vendo a garota... Não sei não, mas duvido que a menina fosse uma sensate como ele, mas tem muitas brechas que não são definidas. Tomara que sejam desenvolvidas, agora que ele se manterá "inconsciente" para proteger todos. O meu medo é que façam dele, em outras temporadas, um Peeta Mellark em Mockingjay. Assim que ele der sopa, ele é capturado pelo Whisper, e antes de ser lobotomizado, seja usado para caçar os outros de seu grupo. Será mais clichê, mas se for bem desenvolvido, e vier com algo a mais, ficara interessante a luta interna dele sentida por todos. Os criadores tem uma mega potencial para tanto.
Já o romance entre o policial e a DJ mais introspectiva e cativante foi muito melosa, e eu não sou muito fã de melosidades, mas por incrível que parece, não achei forçado o romance deles. Foi meloso? Com certeza, mas os Wachowski podem. De início achei que Riley seria aquela personagem meio que clandestina, envolvida com o mundo das drogas, mas o dilema dela foi o que mais me comoveu. Afastada de sua terra natal por ser uma sensate com a desculpa de que era amaldiçoada a impediu de se relacionar, após perder o marido e a filha recém-nascida. Qualquer desgraça que estava em sua volta, ela já se culpava e se sentia responsabilizada por tudo que acontece de ruim com seus amigos e quem estiver ao seu redor. Foi triste. Muito triste saber de tudo isso. Ainda não ficou claro o que houve no final do episódio 10, ela começando a sangrar pelo nariz de repente. Mas acho que isso deve ser a conexão para a próxima temporada que vem logo.
Em resumo (pra que, né?!) a série é sobre os humanos, como eles enfrentam os obstáculos do dia-a-dia, e a importância da empatia humana. Ele faz nos refletimos sobre dilemas do cotidiano de cada um, e que só porque seu vizinho está sorrindo, não é fato dele estar feliz. Como já li esta série não trata de diversidade, mas de pessoas diferentes, e suas tramas que aproximam de quem assisti, e os fazem rir, chorar, se emocionar, ficar com a adrenalina a mil.
Estou esperando a segunda temporada. A primeira foi incrível, e só espero que seja lançada a próxima temporada e não deixe a peteca cair. E se depender da produção e desenvolvimento, não cairá nunca.
Divertida Mente
4.3 3,3K Assista AgoraO que falar da Pixar??? Ela simplesmente se renovou em grande estilo.
Para um cara (como eu) que não gosto de filmes melosos, ou que não chora em filmes, a Pixar mais uma vez conseguiu este feito comigo.
Este filme veio com muitos assuntos da infância que sempre tentamos decifrar. A interpretação dos sentimentos foi inacreditável. Todo o mundo que ela criou na cabeça dos personagens foi algo único que apenas este estúdio consegue, desde Toy Story, passando por Vida de Inseto, Monstros S.A. e Procurando Nemo, a Pixar/Disney cativa a todos que assistem.
Desde os 33 segundos, a Tristeza me conquistou. Apesar da principal ser a Alegria, e a trama girar em torno da importância que a Tristeza tem na vida da Riley (lógico que toda a saga do retorno delas até a sala de comando), uma vez que cada sentimento tem seu "papel" a desempenhar na vida da garota, a Tristeza não tinha definição (pela visão da Alegria) de funcionalidade.
A interpretação das lembranças, o esquecimento, os amigos imaginários, a produção de sonhos,... tudo, foi algo magistral.
Bing Bong foi o responsável pela líquidos salgados que acumulam-se nas minhas glândulas lacrimais que se recusam a ficar onde devem ficar!!!
Não sei mais o que dizer a respeito deste filme. Pois tudo foi mais do que impecável nele.
Era Uma Vez (4ª Temporada)
4.0 357 Assista AgoraCaraca!!! Faz tempo que não comento aqui, e voltei com a série mais fodástica de todas. Nunca pensei que ficaria ão ligado com uma série como fiquei com OUAT.
Mas, falando da Season 4 ela foi intrigante ao meu ver. Desde a revelação na finale da Season 3 que Elsa estava em Storybrooke, o frenesi já estava lançado. Como eles abordariam a febre mundial de Frozen? Quais atrizes representariam Anna e Elsa?
Só posso dizer uma coisa deste arco: Quem arrasou foi Anna e A Snow Queen. Isso ao meu ver.
Apesar de amar todo o figurino, que diga-se de passagem estão arrasando a cada capítulo, a atuação das atrizes principais (isso mesmo, atrizes) estão dignas de falar que elas saíram dos contos de fadas. Elizabeth Lail arrasou como Anna, não teve escolha perfeita quando ela conseguiu o papel. A toda estabanada Anna foi muito bem representada. Sem queixas.
Já a Ingrid, uma personagem menos conhecida, foi a que até o capítulo da Maldição da Visão Fragmentada, era uma vilão estrategista, que sabe o que faz para conseguir o que quer, mas que ninguém percebeu que o único motivo dela fazer tudo o que fez foi por simplesmente querer o amor das irmãs de volta. Juro que no final deste episódio, fiquei morrendo de dó da Ingrid. Ela só queria ser amada do jeito que era.
De todos os personagens para este arco, apenas a Elsa ficou a desejar. Ela se mostrou uma Elsa um tanto fraca, uma vez que ela deveria ser a forte. Mas este arco mostrou o potencial do poder da Emma, que seria desenvolvido para o próximo Arco...
The Darkness Queen!!! Não vi nada mais desnecessário que a quantidade de personagens incluídos e que não tiveram um desenvolvimento a Altura. Como já falaram, Malificent de volta foi incrível, assim com o fechamento da ponta solta chamada Lily. Aguarda muito para a Season 5. Ursula, que já aparaceu na Season 3, na história da Ariel, pelo que vi não mostrou todo o potencial que poderia mostrar. Esperava mais dela.
Cruella De Vil... O que posso falar da atriz que a Fez: Pau a Pau com a Evil Queen. Toda a entonação em sua voz, mostrou o que uma vilã deve agir. Mas a história dele ainda ficou a desejar, e pior, devido a grande atuação da Victoria como Cruella ao longo de todo o arco B foi incrível, para ela ter uma história não tão atrativa. E para mim, decepcionou um pouco devido ao enorme cânion entre como a atuação da atriz foi fodástica, para a história da personagem em si.
Mas uma coisa ficou óbvio em todo a Season 4: Eles focaram na Emma. Uma vez que ela tinha aceitado que seu lar É Storybrooke com seu pais, seu amigos, a magia dela deveria ser desenvolvida, e a Salvadora deveria ser posta a prova.
No primeiro Arco - Frozen mostrou que a mesma tem grande potencial de magia, que ela não deve temer o que é, mas aceitar, pois senão ela pode ser uma arma perigosa, machucando a todos que ama. Mostrou que uma Salvadora precisa de alguém para salvá-la dela mesma.
Já no Arco - Darkness Queens, a prova maior para Emma foi lutar contra a sua natureza, além lidar com a verdade nua e crua que ela só é a Salvadora devido ao que seus pais fizeram antes do nascimento da mesma. Mas além de tudo, isso mostra que, mesmo que sem um pingo de escuridão, ninguém é imune a não desenvolver tal escuridão. O mal é criado, assim como o bem, mas são nossas escolhas que nos define como Heróis ou Vilões.
E como não falar de Heróis e Vilões sem comentar que ela é a nova Dark One (ou Senhora das Trevas). Foi inacreditável, inimaginável. Fiquei sem fôlego quando a vi conter toda as Trevas.
Season 5 virá com tudo, só posso imaginar uma Emma Senhora das Trevas Salvadora. Sim, porque querendo ou não, o Lado de Luz dela estará lutando contra as Trevas que ela conteve, e vice-versa.
Para a Season 5, como imagino, pelo simples fato de terem comentado sobre o Feiticeiro ser o Merlin, quero muito que desenvolvam este novo mundo: Avalon. Já tivemos personagens e conceitos de lá: Lancelot na Season 2, Excalibur já apareceu na Season 3, A Dama do Lago na Season 1 e 2.
Agora quero Rei Arthur, Guinevere, Fada Morgana e óbvio... Mago Merlin!!!
Mas voltando ao desenvolvimentos dos personagens que tiveram muitos que me deixaram felizes.
Finalmente Henry teve algum papel importante. E agora como o novo Autor quero ver se ele conseguirá exercer o papel de Autor como deve, ou sucumbirá ao desejo do poder de distorcer a realidade.
Regina, meu amo Lana a segundo que ela aparecia nos episódios. Não tenho palavras para esta atriz que está desenvolvendo uma personagem tão carismática, forte e todos os adjetivos que a Evil Queen e Lana merecem.
Um ponto super positivo que fizeram, foi a volta da Zelena. Pelo menos a finale da Season 3 foi devidamente explicado, aquela fumaça verde, e toda a trama da Vaca da Merian foi explicada. Ela (Regina) finalmente terá seu Final Feliz com o Robin, mesmo com a Zelena a tentar atrapalhar? Mesmo presa ela pode vir a tramar alguma coisa. Icônica Wicked Witch da Rebecca Mader.
Acho que me extrapolei um pouco. Mas é bom voltar para cá, e ainda falar desta série que tanto AMO!!!
As Bruxas de East End (2ª Temporada)
3.9 98Extasiado, Confuso, Excitante, Triste...
Esta temporada despertou em mim diversos sentimentos de amor e ódio numa mesma série. Ainda é uma ótima série, diferente de todas as outras. Mas além de ser uma série adulta envolvendo um tema um tanto quanto sombrio.
Quando esta série começou, nos primeiros episódios, ficava ansioso esperando o episódio da semana seguinte, pois o season finale da primeira temporada foi de tirar o fôlego. A abertura do Portal para Asgard, e a Passagem de um ser que até então ninguém sabia o que era ou quem era, deixou, acho que todos os fãs, muito curiosos, até imaginando que algo muito terrível saiu pelo portal.
Quando foi revelado que a Joanna tinha um filho que deixou para trás, meio que ficou óbvio que ele apareceria na temporada seguinte, já que esta série sempre joga verde num episódio e já revela ou explora este assunto no episódio seguinte. A entrada do Frederick foi muito bom, gostei do jeito sombrio do Gêmeo da Freya. Sua morte na Season Finale desta temporada ficou um tanto quanto enigmática, mas conhecendo com os roteirista sempre surpreendem sempre revelando uma solução no episódio seguinte, creio que serão desvendados na terceira temporada, que espero que venha logo.
Não sei se vão concordar comigo, mas a segunda temporada de WitchEEs foi mais sombria e sensual do que a primeira e todas as séries que assisto até agora. Acho que a série se tornou mais adulta do que mostrou na primeira temporada, gostei, mas tem que saber dosar a fantasia com temas tão adulto e complexos.
Falando um pouco sobre as personagens: Freya, porque tão dramática, e apaixonada. Ficou evidente desde a primeira temporada que ela ficaria com o Killian. E esse relacionamento foi muito bem explorado nesta temporada. Apesar de repudiar qualquer tipo de romance, estava torcendo para que o idiota do Killian percebesse que estava sobre um feitiço caribenho, acabasse com a Bruja e ficasse de vez com a Freya. Só que deu uma pena da Bruja no final quando a filha dela morreu. Sei que ela era uma Anti-heroína e tinha tudo para ser odiada, mas deu pena nos 45 minutos do segundo tempo. Sua reta final, quando ele morre, depois de saber que a Freya "aparentemente" morreu e depois um beijo do seu amor verdadeiro o despertou do feitiço, pode ter ficado um pouco confuso, mas ficou claro que (olha o crossover com OUAT) o amor verdadeiro é a única coisa forte o suficiente para quebrar qualquer feitiço.
Ingrid, ainda ficou surpreso com o potencial de bruxa que você possui, abrir o portal sozinha, sem contar que a Mandragora escolheu você para se alimentar. Lógico que isso foi, acho, pois você é a fodona das quatro Beauchamps. Adorei o seu envolvimento o Dash. Apesar de notar que ele é do mal, pensei que o envolvimento dela com o Dash mudaria para melhor, mas uma maçã podre sempre será podre, não importa o motivo para tentar mudar. Mas convenhamos, a Ingrid é uma masoquista nata, todos os envolvimentos que ela teve até hoje, e foram muitos, sempre acabaram em tragédia, ou ela morrendo ou o paquera dela morrendo. Ela gosta de sofrer. Agora fica a pergunta: Ela está esperando um Bebê do Dash ou da Mandragora? Qual dos dois seria o menos pior?
Entrando numa parte que achei polêmica: Joanna. A temporada começou bem forte para ela sofrendo devido ao Argentium, e o VIctor tentando salvá-la. Sei que ela é a Fodona Master das Beauchamps, e torci demais que acontecesse o reconciliamento dela com o Victor, gostei da química deles, ficou muito interessante, mas por que raios matar ele? E para piorar colocar que ela teve um envolvimento homossexual com a Alex? What the Fuck? Tudo bem que vai ter horrores de gente que não vão gostar deta parte, mas gosto quando há séries que tentam colocar um tema um tanto quanto diferente e atual que muito tem medo de explorar como é este, mas o tema homossexual, acho que não combinou muito para esta série. Antes que qualquer um fale mal que sou preconceituoso, já deixo bem claro que adoro esse tema, principalmente numa série atual que é Teen Wolf, que fiquei chocado por não terem explorado mais este tema, deixando de lado total quando não colocaram o principal personagem da trama, nem desenvolveram seu personagem que tem um grande potencial para ser qualquer coisa da série (Danny) e colocaram outro que nem explorou nada referente. Só acho que têm séries que esse tema cabe perfeitamente, com no caso do Teen Wolf, e têm séries, como as WitchEEs, que este tema não fica bom. Deixa apenas os fãs mais confusos e perde um pouco do interesse ao longo do desenrolar da história. Devido a esta série possuir um tema mais adulto que qualquer outro, até um pouco "Não recomendado para menores de 16 Anos", este tema em específico não combinou em nada com a série. Sinceramente, depois de revelado este envolvimento fiquei com vontade de abandonar a série. Mas pelo menos eles abandonaram este tema a tempo de fazer um estrago maior. Espero que entre alguém, como o Tommy para fazer par romântico com a Joanna.
Falando em Tommy, não tem como esquecer ELA: WENDY!!! Não sei porque mas acho que todos os fãs que assistem a série, e já vi isso em muitas conversas sobre a série, tanto as brasileiras como as americanas, todos acompanham a série por causa da Tia Wendy. E quem não acompanharia? Ela é simplesmente a personagem mais foda de todos as séries que já foram produzidas. Não consigo lembrar de nenhum personagem, homem ou mulher que chegue aos pés dela. Impulsiva, corajosa, engraçada, protetora, instintiva, gata (não é trocadilho, juro)... Enfim, Perfeita!!! Mädchen está atuando impecavelmente como a Wendy. EU queria ter alguém parecida como ela convivendo comigo, seria quase que minha lama gêmea. Gostaria que minha Wendy fosse assim. (Para quem não sabe, minha irmã se chama Wendy e possui metade da personalidade da Wendy da WitchEEs). Voltando a série: Gostei que finalmente ela se permitiu apaixonasse, ou se apaixonou, mesmo que foi por um mortal. Gostei de vê-la gostando de alguém como ela gostou do Tommy. E doeu meu coração ao ver seu sofrimento, tanto quanto ela queria terminar com ele devido a ser perigoso para ele continuar este relacionamento, sabendo dela, e depois quando ele morreu sendo possuído pelo King. E pior ainda quando ela decidiu dar sua última vida para que ele pudesse viver. Lágrimas rolaram. Sim. Rolaram. Odeio chorar, e não choro muito, mas é minha personagem favorita de todas as séries, e o envolvimento dela com o Tommy mexeu comigo. Ela sofreu, todo esta temporada, desde quando ele descobriu sobre ela.
Considerações Finais: Apesar de ser uma temporada bem sombria, e bem mais adulta em diversos sentidos, fiquei muito contente com o desenrolar da trama. Não achei de forma nenhuma que o principal foco seria o retorno do King. Gostei muito da entrada de uma mitologia desconhecida por mim ainda, quando introduziram o Mandragora, gostei muito de mais um membro da família Beauchamp, fiquei com um pé atras com o Frederick, e deois começei a gostar dele devido a mostrá-lo como um Anti-vilão, aquele ser bonzinho que faz o mal necessário, que não tem medo de sujar as mãos para proteger quem ama. Gostei da introdução do King, principalmente da personalidade dele de ser um sadista e egoísta. querem ter a família perto para então roubar-lhes seus poderes.
Apesar da minha nota ser 9, apenas pelo fato de querer mais, foi uma temporada de tirar o fôlego. Espero muito pela renovação da terceira. Fiquei curioso em saber quem é essa tal de Helena, e como assim Irmã da Wendy e da Joaana? E essa de transferência de Alam entre o Dash e o Killian? Dash está mostrando suas garras finalmente. Será que, caso renove, O "Bastian" realmente apareça, bem já apareceu, já que ele não mediu esforços para ter o que queria, mesmo deixando o Killian para apodrecer no seu lugar na cadeia.
Eles devem renovar logo. Não quero que a Wendy fique morta e não tenha um desfecho melhor. E quero muito saber quem é essa Helena, e onde elas estão. Além de ficar muito suspeito a morte do Frederick e quem matou ele, já que mostrou que era uma mulher, e quem é a tal? Muitas perguntas e devem ser respondidas logo.
Como já foi comentado em comentários anteriores a este, o finale foi sensacional, de tirar o fôlego. Acertaram em cheio.
Está série me surpreendeu em diversos aspectos, estou muito curioso em ler o livro que deu origem a série, e espero que não termine em apenas duas temporadas. Apesar que os efeitos podem e devem ser muito melhorados, estamos em 2014, efeitos especiais de tirar o fôlego. Os efeitos da Segunda, lógico foram melhores que o da Primeira e tiveram mais, mas devem ser melhorados.
Por favor, peço a todos que lerem e favoritarem ou odiarem, deixe seu comentário sobre o que achou da minha perspectiva desta série, mesmo àqueles que não gostaram, coloquem o que não gostaram, acho que aqui temos a oportunidade de discutir algo que todos tem em comum, que é gosto por séries, e filmes, alguns, além de conhecermos pessoas diferentes com pensamentos diferentes, porém que tenham o mesmo gostou que eu.
Sou uma pessoal que leva as críticas, tanto positivas quanto negativas a sério, e gosto de trocar ideias. Não fiquem com vergonha de mostrar que não gostou do meu comentário, eu já fui e ainda sou muito tímido, então exponha seus pensamentos, começamos a debater sobre algo que adoramos, se tiverem bons argumentos mudo de opinião, se não vamos discutir sobre séries uma eternidade.
Se ficou alguma coisa que esqueci de comentar, comenta ai, esta não é a unica série que vejo atualmente, então tem certas passagens que esqueço.
Capitão América 2: O Soldado Invernal
4.0 2,6K Assista AgoraSó tenho uma coisa para falar deste filme:
EH FOOODA!
De todos os heróis da Marvel que conheço, o que menos GOSTAVA, ERA o Capitão América. Os últimos filmes que ela estava presente aumentaram gradativamente meu interesse pela sua história. Posso dizer que não fui destes fãs de HQ's que sabia tudo que acontecia, o máximo foi ler apenas uma HQ, e foi X-Men. Mas o que estão fazendo com esses heróis, desde os X-Men, que aliás adoro esse mutantes, e também os Vingadores, que comecei a gostar deles, é genial.
O primeiro filme do Capitão, como foi apenas contar a história de como ele nasceu, apesar de achá-la um pouco confusa, gostei. Achei-a confuso pelo simples motivo de não me interessar pela história antes, e não acompanhar nada a respeito dele. Quando ele aparece em os Vingadores, como o foco está no grupo, é difícil escolher apenas um como favorito, gostei de todos, mas lógico que dos seis, a Viúva Negra e o Gavião Arqueiro eram meus favoritos. Mas este filme fez eu adorar tanto o Capitão como herói, quando a Viúva, como A Fodana.
Não encontro palavras certas para descrever as cenas de luta. De todas as cenas de luta corpo-a-corpo que já assisti, as cenas de Capitão America 2 são as melhores. Ninguém consegue batê-las em qualidade de imagem e movimentos.
Todo o enredo é super complexo, lógico que para alguém como eu, ignorante dos heróis clássicos da Marvel, demorei muito tempo para captar a ideia central. Como já assisti à série Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D., estava um pouco inteirado do assunto, mas cara, esse filme conseguiu me tirar o fôlego em diversos aspectos.
Depois deste filme ficou óbvio a química que rola entre os atores Chris e Scarlett. Já perdi as contas de quantos filmes eles já fizeram juntos, e a cada um que eles estão juntos em um filme, é notável que os dois combinam de uma forma inexplicável.
Já as Personagens femininas deste filme são de arrasar. Viúva Negra e a Agente Hill estão no topo da lista dos personagem fodásticos da Marvel. Fiquei ainda mais contente quando lançaram que estão nos planos da Marvel um filme solo da Viúva. Já a Hill, que já apareceu em Agents of S.H.I.E.L.D., espero que ela aparece mais, em qualquer filme ou série da Marvel.
Não tenho muito o que contar do da história e do que espero que ela aconteça, porque espero o lançamento dos outros filmes que estão nos planos da Marvel, lógico que primeiro devo assistir aos filmes do Homem de Ferro (Não assisti nenhum sequer), e ainda falta os Guardiões da Galáxia.
Mas que apresentação do Mercúrio e da Feiticeira Escarlate! Vou dizer que tenho uma queda por heroínas (Viúva, Hill, Vampira, Fênix, Storm, Mistica), mas da Feiticeira, quando ela aparecer realmente em Vingadores 2 - A Era de Ultron, pode ter certeza que vou me apaixonar ela personagem.
Voltando ao filme: Não sei se os fãs do Steve/Capitão concordam, mas este filme não faltou nada de um bom filme de ação, sem contar uma trama perfeita. Espero mesmo que a cada filme fique melhor e melhor, porque se continuar assim, viro um superfã destes heróis, sem exceções de qualquer herói.
Teen Wolf (4ª Temporada)
4.0 203 Assista AgoraPosso dizer que estou num misto de felicidades, êxtase, mas também um certo confuso com o final da Season Four de Teen Wolf.
Vamos começar pelos pros:
Como já tinha comentado aqui anteriormente no E05 - I.E.D., a série conseguiu me prender de uma forma que achei que nenhuma série do gênero conseguiria, devido minhas experiencias com séries e filmes de cunho sobrenatural da atualidade, excluindo é óbvio Supernatural.
Todo o Enredo sobre um Benefactor, que mata seres sobrenaturais foi super intrigante, o simples fato de adicionar um possível vilão, que quer todos os seres sobrenaturais mortos, por serem "monstros" foi o que me prendeu nos primeiros episódios, além da inclusão dos assassinos, O Mudo, Os Órfãos, O Químico, todos eles, até mesmos os policiais que quiseram matar o Parrish e os adolescentes achei super interessante, mostrando que a natureza humana é cruel e má mesmo naturalmente, além de ambiciosa. Mas fiquei um pouco abismado ao saber quem era o Benefactor, e acho que todos também ficaram surpresos: "Como assim, Meredith?" era para você ajudar a Lydia a descobrir mais sobre suas habilidades como Banshee, apesar de estar completamente insana. Além do mais revelar que o plano todo foi obra do Peter, quando o dito cujo estava em coma devido ao incêndio, pelo menos desta parte deu para visualizar as dimensões de uma Banshee. Imaginava até que o Peter era o Benefactor, por duvidosas razões, poderia até ser um humano que tivesse sofrido com algum ataque de seres sobrenaturais e declarou vingança a todos, mas Meredith, uma Banshee, o espírito agourento da morte, tudo bem que para saber se alguém está realmente morto, apenas uma Banshee pode saber, até pensei que seria alguém da família da Lydia, mas não a Meredith. Nem mencionando que o Benefactor, apesar de ser planejado por humano (nem tanto), era na realidade um computador, meio: "What?", "Como Assim?", muito sem nexo. Acho que os redatores já estavam querendo passar para o vamos ver mesmo, que aconteceu no último episódio, mas, por favor, não insultem nossa inteligência, se não tinham criatividade poderiam esperar algumas semanas até surgir uma Highlight qualquer, bem mais elaborada e mais intrigante.
Continuando neste assunto, a Lydia se mostrou mais como uma Banshee, não é novidade que ela é minha personagem favorita, além de ter crescido sua personagem. Quando apareceu na primeira temporada e foi mordida pelo Peter, achei que ela apenas morreria, nem se transformaria em loba, mas acho que essa personagem que era secundaria deu tão certo que criaram toda esta história por trás dela (sem trocadilhos), toda essa bagagem sobrenatural da família dela. Nesta temporada ela teve um papel ainda mais importante, se comparado ao da Season Three, quando os sacrifícios estavam para acontecer elas previa-os, ou era conduzida até eles. Isso mostra que suas habilidades vão além de prever a morte, e escutar os sons sobrenaturais ao redor e abafar os ruídos ao seu redor. Fiquei super contente quando ela apareceu no galpão do Derek e deu seu grito, estava com saudades dele, é a marca registrada dela e das Banshees. É óbvio que não devo deixar de comentar como foi que ela simplesmente tirou o Deaton daquele estado? Mais uma habilidade Banshee? Os roteiristas deviam ter aberto este leque de possibilidade.
Puxando um pouco o assunto para um desejo que tenho: o casal Lydia e Parrish. Eu sei que é teoricamente meio estranho, tem muito fãs que ainda torcem para que o Stiles fique com ela, mas acho que não vai rolar não. Desde esta season, apos o ataque na casa dos Wendigos, achei que eles formariam um casal, apesar ela ser supostamente uma colegial, e ele um policial, com uma variação enorme na idade deles, mas... acho que eles combinam de uma forma não adolescente, que finalmente deveria ter alguma trama mais adulta nesta série. Além do que nesta Season Finale foi muito fofo o que ela fez e quer fazer pelo Parrish. Sei que isso não é completamente eu, mas acho que eles formam um tipo de casal que não é diabetes, muito menos estão no jardim de infância.
Já o Parrish... que ser ele é afinal? Tenho meus palpites e acho que a maioria tem a mesma: Fênix! Não há outra explicação para ele ser imune ao fogo, ou pelo menos se regenerar do ataque que ele sofreu. Sem contar que ele estava coberto por fuligem e cinzas quando ele do nada apareceu na delegacia para se vingar do policial que ateou fogo nele ainda vivo. Quando no penúltimo episódio finalmente apareceu a mudança de cor dos olhos achei que no último eles finalmente iriam descobrir que raios de criatura ele é, mas como pelo menos os roteirista souberam guardar este segredo, para ser desenvolvido na próxima temporada, foi uma boa sacada, além do mais, isso pode ser que faça com que a Lydia, que já demonstrou que quer ajudá-lo a descobrir quem ele realmente é, se envolva com ele e até desenvolva um relacionamento. Não sei quais são as outras possibilidades de seres ele pode ser, ou vir a ser, mas com certeza a mais comentada nas redes sociais da série e da emissora oficial (MTV gringa) fênix sai disparada nas pesquisas. Até já saiu corvos, que achei aceitável, mas o que mais gostei foi ceifero, apenas para combinar com a Lydia, já que ela prevê a morte, e o ceifero caça as almas que devam morrer. Mas sou paciente e vou esperar pelos próximos capítulos.
Stiles e Malia: me apaixonei por este casal. Eles combinam em tantas coisas que era até impossível não dizer que não foram feitos uma para o outro. Como já comentei num poste anterior, a entrada da Malia só agregou, como que uma carne nova, selvagem, ingênua pronta para aprender a conviver em conjunto e num bando, já que ela não é uma Werewolf (Loba) e sim um Werecoyote (Coiote), que tem hábitos mais solitários, aprender a viver em um grupo nem sempre é fácil, para nenhum lado.
Derek, finalmente alguma mulher descente não. Depois de Kate e da Jennifer, pelo menos a Breaden é perfeita para ti. Ainda não compreendi o que realmente aconteceu com ele nesta temporada: de repente aparece ele com 15-16 anos, depois ele retorna para sua forma normal, ai gradativamente ele vai perdendo seus poderes para no fim ele morrer e evoluir para sua forma de lobo de fato, como a mãe... Isso não é pokémon não, para que depois de uma luta que acabe com suas forças, de repente você evoluir para uma forma mais forte e poderosa e cheio de energia. Nem o Pikachu evoluiu, pelo que me lembro, em todas as temporadas que ele apareceu, e você do nada evolui? Explica isso aí, produção, por quê, não sei o motivo disso. Mas desejo muitas felicidades para você e a Breaden.
Fiquei contente com a inclusão de uma nova alcateia nesta temporada, e gostei mais ainda de saber que a Alpha era uma pessoa que já conhecíamos: a Satomi. Pelo rumo que acho que a série vai tomar, ou pode tomar, acho que não veremos ela regularmente, nem esporadicamente. Mas seriam aliados muito forte para a alcateia do Scott. Pode ser até que o Brett reapareça em futuras temporadas, espero, até mesmo a Satomi em si, já que ela é a Alpha, mas vamos ver no que vai dar.
Os Calaveras viraram meios anti-heróis favoritos, digo anti-heróis devido aos mocinhos seres o alvo da caçada deles. Araya é fodona. Amo aquela mulher. Deveria aparecer mais, mas os que já apareceu foi fodástico. Espero que apareça mais, tanto ela quanto os outros Calaveras.
Finalmente uma temporada de Teen Wolf sem morte de algum Argent, pelo menos não do Chris, poderia ser a Kate, mas pelo rumo que deram para ela possivelmente ela aparecerá futuramente na série, assim como o próprio Chris.
Adicionar um Beta para o Scott foi legal, acho que já estava na hora dele possuir algum Beta que ele havia transformado, como já comentei anteriormente. A entrada do Liam foi boa, mostrando que o próprio Scott precisava criar certa responsabilidade por alguém. Lógico que o cara é responsável, não me entendam mal, mas diria que como um True Alpha, ele precise de mais responsabilidade, e o Liam, assim como ele quando foi mordido, estava perdido, e no caso do Scott, não tinha teoricamente, seu Alpha para guiá-lo, porém com o Liam, o Scott vai estar lá para guiá-lo e protegê-lo, sem contar que é uma via de mão dupla, já que os Alphas se tornam mais fortes quanto mais betas ele possuir, contando que o Scott já é poderoso só (sem nenhum outros Werewolf), com um Werewolf mordido por ele, o torne mais forte e responsável.
A forma como Scott se livrou da forma Berserker, foi meio estranha. Tudo bem que Liam finalmente aceitou fazer parte da alcateia, mas acho que o mérito foi do próprio Scott, que aceitou o seu papel completamente como um Alpha, e a responsabilidade que tinha sobre o Liam, devido a ser ele que o transformou em um Werewolf. Acho que foi isso, mas ainda assim devia uma explicação melhor, ficou confusa, e sem noção.
Já ao casal Wolfox, tenho minhas dúvidas, lógico que amava quando era o casal Fodástico Lobo-Caçadora, mas após sua saída, além do que achei que, caso não saísse, desenvolveria um relacionamento a Allyson com o Isaac, mas a entrada Kira, para a terceira temporada foi foda, pelo enredo que acrescentou, mas agora como par romântico está faltando um pouco de tempero. Com a Allyson sabíamos que ela não possuia nenhum poder sobrenatural, apenas habilidades humanas desenvolvidas ao longo de treinamentos de caçadora, era destemida, corajosa e forte, já a Kira, falta algum tempero para o casal.
Como personagem, sua primeira calda, foi interessante este conceito: um objeto que seria símbolo de seu crescimento como Kitsune, e de sabedoria. Lógico que este representa sua coragem e força para aprender a se curar, mas o que no final isso se torna. Tudo bem que a Noshiko tinha suas nove caldas, e com elas de alguma forma ela manipulava os Onis, mas só isso. O que essas "caldas" realmente tem de especial, além disto. Na lenda das Kitsunes elas apenas representam sabedoria e poder, sem contar que a quantidade indicava teoricamente sua "idade", mas neste universo tem que significar mais.
Concluindo a temporada, ela começou bem, foi crescendo no conteúdo, e enredo que os roteiristas e escritores queriam criar, mas de repente, do nada, caiu, após a descoberta de quem era o Benefactor, achando que seria o grande vilão da temporada, mas foi apenas uma marionete manipulada pelo vilão de fato, que não fazia a menor ideia, pois seu plano foi feito enquanto estava em coma e captado pela Banshee, que pelo destino, capta as vozes em diferente frequências e sintonias. Fiquei, e ainda estou, confuso, foi como uma montanha-russa, crescendo, crescendo, crescendo, chegou no ápice... o brinquedo travou. Quase cheguei a perder o tesão de assistir, cogitar a ideia de não assistir por um tempo, mas como uma série é feita por temporada e não por episódio, assisti até o fim. Tomará que este hiatus que a série terá seja de muita inspirações e highlights para os roteiristas e produtores, porque os atores e diretores são capazes de muito mais que foi apresentado nos últimos episódios, e com certeza com um enredo na mesma categoria que foi os 9 primeiros episódios, com acréscimo de alguns novos personagens e o retorno de alguns que faltaram esta temporada (Cadê o Danny???,Só porque o Ethan sai não significa que ele deva sair também) esta série pode crescer mais, lógico que não tanto se não fica tedioso.
Desta vez me empolguei mesmo. Mas essa série mexeu mesmo comigo, assim como algumas séries atuais que amo e provavelmente irei escrever muito quando as mesmas terminarem ou começarem, mas isso foi bom, é como terapia.
Mundos Opostos
3.4 608O filme tem uma das melhores interpretações sobre Alma Gêmea, não há como negar, o conceito de viverem em muitos opostos, e serem atraídos pelo mundo de origem, foi fantástico assim como, as Leis Dos Mundos, principalmente a Terceira Lei.
A computação gráfica para a representação do cenário dos dois mundos ficou inacreditável, toda fotografia produzida é simplesmente de tirar o fôlego, sem contar que a interação dos dois mundos olhando para cima ficou além das expectativas, com ênfase na queda do Adam do Mar do Mundo Superior para o Mar do Mundo Inferior.
Tudo que eu escrevi até agora foi apenas pontos positivos, e lógico tem muito mais sobre esse filme, mas para equilibrar um pouco, o filme não é só qualidades: já li os comentários de outros aqui e concordo com vários deles, e sim pensava que no final teria pelo menos uma morte, e esperava que fosse a dele. Sei que é meio trágico e foge muito do conceito de romance que o filme quer mostrar, mas muitas coisas ficaram sem resposta devido a este final, que apesar de boa para padrões de romance, não foi boa para a história, o contexto e o enredo do filme.
Apesar de pontos negativos que esse filme possui, não há como negar que ele é encantador pela história em si, e pelos efeitos especiais do Adam caindo, a expressão política do Mundo Superior explorando as riquezas do Mundo Inferior e literalmente o "inferiorizando", colocando na balança este filme possui mais pontos positivos do que negativos, apesar que o final deva, ao meu ver, ser grandioso devido a grandiosidade de qualidade do filme, mas estão desculpados, porquê fizeram que alguém como eu, que odeio romance desta categoria, ficar vidrado na história de amor que este foi contado.
"No Nosso Mundo Podemos Cair Para Cima E Subir Para Baixo"
Qual Seu Número?
3.3 1,4K Assista AgoraAnna Faris já me conquistou desde dos clássicos Scary Movie, fazendo a hilariante Cindy Campbell. Depois, quase morri de rir pela parceria dela com a Allison Janney no seriado mom, que espero pela segunda temporada. Agora, fazendo esta comédia romântica com o Chris Evans ficou muito bom. Tudo bem, que Colin, o personagem de Evans, praticamente é clichê para o ator, e a Ally me surpreendeu. Não pelo fator cômico, mas pelo o que a personagem sempre fez para conseguir ter um relacionamento: gostar do que o cara em questão gosta só para conquistá-lo. Muitas vezes muitos de nós começamos a fingir o que não somos para ter qualquer tipo de relacionamento, sendo que o mais importante para sermos felizes é aceitarmos o que somos e valorizar àqueles que gostam de como realmente somos e não como terceiros gostaríamos que fossemos.
Mas apesar de tudo isso, todos os flashbacks dos relacionamentos da Ally foram hilários, principalmente o Inglês, e seu sotaque de Borat.
A Mentira
3.6 2,2K Assista AgoraEmma Stone está se tornando a musa da comédia com mensagem subliminar. A personalidade da Olive me identifico porque sou muito altruísta, e sempre me sacrifico para fazer outros se sentirem bem, e chega uma hora que desejamos sermos um pouco menos altruístas e mais egoístas para termos aqui que queremos. Muitas vezes ser altruísta nunca esperamos nada em troca, mas as vezes no fundo, sabemos que quando fazemos o bem sem olhar quem, sempre esperamos que colher o que plantamos. Mas cansa esperar, e quando já fizemos tanto o bem para outros, chega a hora de começarmos a fazer o bem para nós mesmo.
Teen Wolf (4ª Temporada)
4.0 203 Assista AgoraGente vou quebrar a minha regra de não comentar sobre episódios de séries. Sempre comento a série como um todo, e espero assistir ela completa e só então, comentar o enredo da temporada, dando alguns comentários de episódios favoritos. Mas não dá... tenho que comentar o último episódio desta série que me prendeu de uma forma que não acreditei que me prenderia devido ao tema adolescente que sempre tento fugir.
Cuidado que lê porque é total spoiler do episódio 5 I.E.D. e de referencia dos episodio anteriores da quarta temporada. Lá vai:
Como assim, o Parrish, um ser sobrenatural, eu que acompanho, não na ordem de temporda, mas desde que ele apareceu eu jurava que ele seria alguém que soubesse, depois de um tempo, dos seres que rondam Beacon Hills, até achei que no episodio The Muted, quando ele aparece na casa dos Wendigos, e Lydia está "simplesmente" lá não sei porque, até pensei que rolaria um affair dele com a Lydia, ela merece, mas depois de aparecer na Deadpool do Benefactor, fica a dúvida: Werewolf, Werecoyote, Weresomething ... ou simplesmente outro ser completamente novo, já que ele desconfiou da Lydia como uma vidente, o que será que ele é, huuum? Só espero que ele acrescente e não seja um peso morto.
Finalmente eles descobriram quem eram os assassinos do Benefactor dentro da escola (Violet e Garrett), só espero uma sequência incrível para eles, porque já estava ficando com uma certa raiva deles, e olha que apenas ficamos sabendo deles no último capítulo (The Benefactor), mas esse negócio de carinhas inocentes de adolescente que são verdadeiros assassinos cruéis e frios, só quero uma morte lenta e dolorosa e cruel para eles, todos. Violet tomou gostoso querendo pegar um True Alpha que derrotou um Alpha Pack e um Darach, e conseguir salvar seu melhor amigo de um espirito malígno, ele é invencível, queridinha!!! Se ferrou legal achando que seu colar iria matá-lo: Fuck Yeah!!! Tomara que seu Liam de um jeito no seu parça, o Garrett.
Já o Liam, tem muito mais a mostrar, talvez seu pequeno problema explosivo venha a ser uma pitada diferenciada, já que na primeira temporada Scott teve problemas para controlar a raiva, mesmo ele não tendo nenhum transtorno explosivo como o Liam.
Araya apesar ser mostrar uma caçadora "bad ass", quando ela apareceu na terceira temporada caçando a Kate, e depois quando no premier da quarta temporada ela se mostrando uma super "bad ass", surpreendendo o Bando do Scott, sendo mais esperta e até mais sangre frio que imaginava neste último episódio, achava que depois da entrada de Liam ela voltaria de alguma forma para caçar o Scott, mas pelo que parece não é o foco dela. Conhecemos ela por apenas poucos episódios ela tem potencial para ser uma vilã demais, mas não sei... adoro ela. Sua inteligência, sua frieza, sua capacidade calculista de conseguir o que quer. Ela entrou na minha lista de vilões que não tem como não amar: Regina, Rumplestiltskin, Zelena e Peter Pan de OUAT, Natalie que para quem não lembra é a principal vilão, na verdade serial killer da CSI, a assassina das miniaturas.
Os códigos para quebrar a Deadpool são as vítimas do Nogitsune, ou são impressão minha. Tudo bem que não foi exatamente o Nogitsune que matou, mas os Onis estavam sobre sua influencia, logo o Nogitsune que matou: Alisson, Aiden... ainda não consigo ver quem pode estar atrás disto tudo, é evidente que é alguém relacionado com todo mundo, mas isso é óbvio demais, deve ser alguém misterioso que sabe de tudo que acontece em Beacon Hills.
Lydia, minha personagem favorita da série: inteligente, misteriosa, poderosa. Desde a primeira temporada, quando ela ela apenas uma personagem qualquer, que não estava envolvida com o sobrenatural, me apaixonei por ela. Mas, quando ela simplesmente acordou na segunda temporada sem ser um Werewolf depois da mordida do Peter, e sem ser nenhum shapeshifter de nenhum tipo. Na segunda temporada ficou este mistério no ar de o que realmente Lydia era. Mas o episódio de hoje, na verdade os últimos episódios, como ela está envolvida no mundo sobrenatural de uma forma diferente, que consegue desvendá-lo, e saber seus planos. Mas deu certa pena dela quando ela conversou com a Malia, sobre como ela não consegue ligar e desligar suas habilidades, não possui nenhuma habilidade física que a faça melhor, e importante, parecia que ela ia ficar igual a Meredith, completamente insane. O meu conhecimento de Banshees foi jogad completamente no lixo, com essa nova interpretação, porém uma coisa não muda, elas sempre estão relacionadas a mortes, mas como um fã que está louco para ver mais quero muito que o espírito das lamentações seja mais e mais, e que a Lydia consiga achar seu gatilho e aprender a liga e desligar suas conexões com o sobrenatural. Ainda espero ouvir de novo seu grito #ScreamLydia. Lógico que se não fosse a Malia perceber que não era números e sim códigos alfanuméricos, mas demos um tempo para Lydia pela sua frustração por não conseguir "ouvir" a segunda chave, e se menosprezar por não conseguir ativar sua habilidade, e por ainda não entender como ela consegue saber das coisas antes que aconteçam, é muita pressão em cima dela, mas espero mesmo que os produtores a evoluam muito bem, como já disse minha personagem favorita Teen Wolf.
Essa foi absolutamente gigantesca, mas essa temporada está me deixando louco a cada episódio, e o último... Oh ... My ... Godness!!! Foi sensacional, sem contar a hora perfeita de finalizar com o episódio, o que será vai acontecer no episódio 6.
Fui contra a regra que eu mesmo me impus de não comentar nenhum episódio de série enquanto a temporada não estivesse concluída, mas esses episódios estão com um enredo que apenas cresce com tempo, e só espero mesmo que os produtores cresçam seus personagens com o tempo, por que percebendo ou não eles já estão saindo da adolescência e entrando na fase adulta, e espero mesmo que consigam passar por esta transição.
Malévola
3.7 3,8K Assista AgoraA Disney está claramente se reinventando nos contos de fadas. Já era clássico os filmes em desenhos da Disney, mas agora com os contos com tal tecnologia de efeitos especiais, Maleficent tem aquilo que mais intriga um telespectador: uma belo contos de fadas com um toque sombrio e encantador mostrando que não é só os efeitos estão com uma qualidade surpreendente como o enredo e a produção do filme estão surpreendendo e prendendo a atenção daqueles que assistem.
Angelina Jolie ficou estupenda como a Maleficent, toda a equipe de fotografia e maquiagem fizeram dela a Maleficent dos contos de fadas, além de dar um toque mais humana a esta vilã. A perfeição para este papel ficou óbvia na celebração do nascimento da Aurora, quando ficou evidente o potencial de vilania e maldade de Maleficent, sua carinha de dó, seguida de um sorriso irônico.
Como sou um grande fã de Once Upon A Time (OUAT), recriar os contos de fadas com uma interpretação contemporânea e totalmente nova, recriando o clássico de forma mais envolvente, contando a história das duas partes, tanto dos mocinhos quanto dos vilões, mas já em comparação com OUAT, recriar o conto como a Maleficent como um Anti-heroina, assim com foi feito com a Evil Queen na Branca de Neve em OUAT, ficou diferente, e mostra que nem todo o Mal é totalmente sombrio, e que pode ser transformado.
Era Uma Vez (3ª Temporada)
4.2 522 Assista AgoraO Que eu posso falar sobre Once Upon A Time? É minha série favorita. Desde da primeira temporada fiquei entusiasmado em como os produtores reinventaram os contos de fadas. Mas a terceira temporada... ficou para a história:
Acho que ficou moda entre os produtores separar suas séries em duas partes, com algo que conecte as duas partes, mas essa estratégia de OUAT foi incrível. Achei que ninguém superaria a vilã mor de OUAT Cora/Queen of Hearts, mas os dois vilões da terceira temporada foram surpreendentes:
Peter Pan, quem imaginaria o Peter Pan como vilão, com certeza ninguém! Mas sua participação ficou memorável, mesmo eu não achando que sua derrota ficou um pouco a desejar pela grandeza que foi seu personagem.
Zelena, ou a Wicked Witch, perfeita! A Inveja sempre o tempero essencial para uma vilania, ainda mais que seja uma inveja fraternal, além de ser uma excelente estrategista, conseguindo realizar seu objetivo, mas lógico que a vilania nunca conseguiria ter sucesso em Storybrooke.
Mas a personagem principal de toda temporada não foi a Emma, muito menos a Snow, Charming, Henry... ficou obvio que a terceira temporada foi escrita e desenvolvida para a redenção da Regina/Evil Queen: em Neverland ela se mostrou uma heroina em salvar Henry, não se arrependendo do que fez no passado, pois com isso ela tinha conseguido seu filho no final das contas, além de dar par ele boas lembranças quando retornou a Enchanted Forest; já quando enfrentou sua irmãzinha, ela finalmente se redimiu das mortes, sofrimentos e maldições que ela causou, e se finalmente se permitiu amar novamente, apesar dos contratempos causados pela Emma (por quê?), mas com certeza na quarta temporada ela vai conseguir o Robin de volta.
Além dessa prova que ela deve passar, na quarta temporada...
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Let It Go!!! Elsa esta em Storybrooke!!!
E com a notícia que os produtores vão colocar mais dois personagens de Frozen, acho que ela não será a vilã, possivelmente ela possa ser uma anti-heroina no início da temporada, mas como os dois personagens que serão incluídos são nada menos que a Anna e Kristoff, então ... Elsa não pode ser vilão, possivelmente que ela queira vingança ou até mesmo saber onde sua irmã possa estar, já que ela ficou presa na urna no cofre de Rumplestiltskin, e ele mesmo comenta que em seu cofre encontra-se artefatos que ele não compreende sua magia, e Elsa deve ser ainda mais poderosa do que aparece no filme da Disney. Só espero que essa temporada se ainda mais intrigante do que foi a terceira, até os produtores poderiam pensar em colocar mais um personagem parecido com a Elsa, para ser talvéz seu par: Jack Frost. Acho que eles juntos formam um casal perfeito, apesar de serem de contos totalmente diferentes, mas é Once Upon A Time, tudo pode, se a Evil Queen é filha da Queen of Hearts, que apaixona-se pelo Robin Hood, e tem como professor em magia o Rumpelstiltskin, acho que pode misturar esses dois contos sem problema.
Mais uma coisa: quando vão inserir o conto do Lago dos Cisnes, hein? Emma SWAN, CISNE ... sem contar que varias fotos em close viram seu colar com o desenho de um cisne e penso que isso daria um caldo e tanto.