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Data de lançamento
3 Maio 2004Duração
Dr. Van Helsing é um dos principais especialistas em monstros de sua época, no século XIX. Contratado pela Igreja Católica, ele parte para o leste europeu com a missão de eliminar o mais perigoso dos vampiros: conde Drácula. Ao seu lado ele terá a ajuda de Anna Valerious, tendo ainda que enfrentar monstros como um lobisomem e Frankenstein.
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na minha lembrança os efeitos eram muito piores até ver um making of ontem...os efeitos são realmente muito bons e passam com folga na regra dos 15 anos(e já tem mais de 20!)só as orelhinhas dos lobisomens q são inaceitáveis, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...e a anna q é uma pamonha. como a menina pausa anjos da noite pra fazer um papel besta desse? ela só atrapalha...
tb com uma família incompetente dessa, 400 anos tentando matar uma criatura!!! e falhando miseravelmente...
Gostei bastante!
Achei CAMP DE LA CAMP, gótico pastelão, muitos conceitos e visuais interessantes que deveriam ter uma execução mais digna, ainda mais com o timing completamente sem noção, mesmo sendo horrível é divertido, deveria ter tido investimento no cgi, mesmo com a história sem elaboração nenhuma e acontecimentos bem aleatórios eu ia gostar de ver uma saga ou série com a premissa e personagens, rio universo compartilhado dos monstros.
(To gag que é justamente nesse filme que tem aquela famosa cena do espelho vampiro, aí que tristeza)
Van Helsing é um filme que sabe exatamente o que quer ser: aventura pulp gótica, sem vergonha nenhuma.
Van Helsing não pergunta, não investiga trauma, não faz monólogo existencial.
Ele chega, atira, explode, mata vampiro, lobisomem, Frankenstein, o CGI junto e segue o baile.
A direção aposta no ritmo acelerado, cenários absurdamente estilizados e monstros que parecem saídos direto de um videogame de PS2 — e isso não é defeito, é identidade.
O Hugh Jackman funciona porque ele não tenta ser profundo:
é um caçador cansado, silencioso, estiloso e eficiente.
Kate Beckinsale entrega carisma e presença, e o Drácula aqui é teatral, arrogante e ameaçador — vilão de verdade, não namorado problemático.
Sim, o CGI envelheceu mal.
Sim, o roteiro é simples.
Mas o filme compensa isso com imaginação, algo que falta em muito blockbuster atual.
Não é cinema de festival.
É cinema de sábado à noite, volume alto e zero culpa.
Van Helsing é uma grande salada de monstros clássicos: Drácula, lobisomem, Frankenstein, Hyde...costurada por um fiapo de história que serve apenas de pretexto para a ação. O filme aposta no exagero, no CGI abundante e no ritmo acelerado, funcionando melhor como aventura fantasiosa do que como narrativa. Hugh Jackman segura bem o protagonismo, com bom apoio de belissima Kate Beckinsale e de David Wenham, enquanto a trilha sonora ajuda a dar grandiosidade ao que vemos em tela. Bobo, barulhento e assumidamente cafona, é entretenimento puro para quem aceita desligar o cérebro e curtir o caos.