Rebecca (Eva Green) é uma mulher que esperou por doze longos anos para se relacionar com uma paixão de infância. Mas por sua causa, ele morre num acidente de trânsito. Porém, agora, ela pode tê-lo de volta...
Pontuação por um enredo diferente apenas. Não vai pra lista de filmes para rever. Ao contrário de algumas opiniões valorizando lentidão e falta de diálogos para ressaltar complexidade de informações ou sentimentos, na verdade, achei ele cheio de furos e incoerências do começo ao fim.
Inicia com o final - que se você não estiver atento a informação de cena breve, já perde o desfecho da história... era pra ser diferente por isso tambem? não funcionou cmg. Em seguida, retoma o começo do desenvolvimento dos personagens quando crianças. Bem breve também e finaliza com ela indo embora para o Japão. Ele ia tentar ver ela antes de partir mas durante a ligação algo acontece com ele e ninguém fica sabendo, nem mesmo quando ela retorna a cidade depois de formada em engenharia.
Eles não tinham sequer UM contato durante todos esses anos pra ficarem na maior naturalidade sustentada por presença, breve conversas e hábitos que mantiveram da infância... aí ficam numa contemplação dessa vivência como se fosse a coisa mais normal do mundo. Sério? Qualquer pessoa reconhece esquisitisse que tinha mas ali é como se ainda vivesse dessa forma todo esse tempo. QUE?!?!?! "arte do filme". Eles ficaram confortáveis na presença do outro mas como que esse laço entre eles se manteve tão grande e forte a ponto dela cogitar a gerar um filho clone dele após um acidente trágico, só pra que ele continuasse na vida dela???? Aliás, pais que somem e só a mãe retorna pra fitar o clone e desaparecer um minuto depois sem sequer uma palavra.
Talvez viver o que ela não pode viver com ele? Não era nem a mesma pessoa, mesmo sendo clone, não tem as mesmas experiências, mesmo permanecendo no mesmo habitat que cresceu. Até porque seus pais não ficaram presentes. Não se vê criação ou educação da Rebecca com o Thomas clonado, o que nitidamente transparece um adulto criança, com hábitos e modos questionáveis. Ela era engenheira mesmo? O desenvolvimento entre os personagens era mais animalesco que outra coisa, como se estivessem longe de qualquer conhecimento ou ligação com sociedade. Podem falar o que quiser pra passar pano como "arte" mas não faz sentido do começo ao fim.
Esse filme é inacreditável. Eva Green demonstrou uma frieza impressionante nesse personagem. Uma história que começou tão bonita mas tomou um rumo dificil de descrever, o filme tinha tudo mas tudo mesmo pra se deixar levar pro lado maligno mas não foi. Cara só vendo pra crer.
Pra variar, a belíssima Eva Green em cenas de put4ria. Engraçado que ela só faz cenas eróticas com machos. Seu "empenho" ê bem definido e seletivo pelo jeito.😒😒
Pontuação por um enredo diferente apenas. Não vai pra lista de filmes para rever. Ao contrário de algumas opiniões valorizando lentidão e falta de diálogos para ressaltar complexidade de informações ou sentimentos, na verdade, achei ele cheio de furos e incoerências do começo ao fim.
Inicia com o final - que se você não estiver atento a informação de cena breve, já perde o desfecho da história... era pra ser diferente por isso tambem? não funcionou cmg. Em seguida, retoma o começo do desenvolvimento dos personagens quando crianças. Bem breve também e finaliza com ela indo embora para o Japão. Ele ia tentar ver ela antes de partir mas durante a ligação algo acontece com ele e ninguém fica sabendo, nem mesmo quando ela retorna a cidade depois de formada em engenharia.
Eles não tinham sequer UM contato durante todos esses anos pra ficarem na maior naturalidade sustentada por presença, breve conversas e hábitos que mantiveram da infância... aí ficam numa contemplação dessa vivência como se fosse a coisa mais normal do mundo. Sério? Qualquer pessoa reconhece esquisitisse que tinha mas ali é como se ainda vivesse dessa forma todo esse tempo. QUE?!?!?! "arte do filme".
Eles ficaram confortáveis na presença do outro mas como que esse laço entre eles se manteve tão grande e forte a ponto dela cogitar a gerar um filho clone dele após um acidente trágico, só pra que ele continuasse na vida dela???? Aliás, pais que somem e só a mãe retorna pra fitar o clone e desaparecer um minuto depois sem sequer uma palavra.
Talvez viver o que ela não pode viver com ele? Não era nem a mesma pessoa, mesmo sendo clone, não tem as mesmas experiências, mesmo permanecendo no mesmo habitat que cresceu. Até porque seus pais não ficaram presentes. Não se vê criação ou educação da Rebecca com o Thomas clonado, o que nitidamente transparece um adulto criança, com hábitos e modos questionáveis.
Ela era engenheira mesmo? O desenvolvimento entre os personagens era mais animalesco que outra coisa, como se estivessem longe de qualquer conhecimento ou ligação com sociedade. Podem falar o que quiser pra passar pano como "arte" mas não faz sentido do começo ao fim.
Esse filme é inacreditável.
Eva Green demonstrou uma frieza impressionante nesse personagem. Uma história que começou tão bonita mas tomou um rumo dificil de descrever, o filme tinha tudo mas tudo mesmo pra se deixar levar pro lado maligno mas não foi.
Cara só vendo pra crer.
01.05.2025
08/07/24
Pra variar, a belíssima Eva Green em cenas de put4ria.
Engraçado que ela só faz cenas eróticas com machos.
Seu "empenho" ê bem definido e seletivo pelo jeito.😒😒