No filme Vênus Negra (Vénus noire), Saartjie deixa a África do Sul para expor seu corpo às audiências dos freak shows de Londres. Livre e escravizada ao mesmo tempo, ela se torna um ícone nos subúrbios da cidade.
É impactante, mas acabar perdendo força porque é longo demais. Em determinado momento parece que o filme se repete, são as mesmas situações (sim, com mais brutalidade) porém, falado em francês. E ainda fica tem certo ar de misoginia, mas devia ser obrigatório de ser visto para lembro de como somos estúpidos e ignorantes.
Já tinha lido sobre em um texto sobre curiosidades do mundo, na epoca o texto não era tão profundo mas deu para se ter uma ideia da historia dessa mulher, mas nao do sofrimento da mesma, quando comecei a assistir ao filme, no inicio a cena do que parece uma faculdade de ciências ou medicina, me dei conta que estava vendo o filme do tal texto.
A mulher africana, em um século onde o exotismo causava fascínio na Europa, não viviam um mundo globalizado, sem internet ou maquinas modernas de foto ou vídeo, mal se tinha livros sobre povos distantes, não se era algo absurdo os tais circos de freaks, pessoas com deformidades, diferentes, ou etnias estranhas, eram exibidos como animais.
A obra me lembrou bastante dois filmes, homem elefante e para sempre lilia, o primeiro pelo exibicionismo da desgraça em detrimentos da dor de quem estava sendo exibido, e o segundo pela carga pesada, meio que ladeira abaixo de uma vida, triste, angustiante, de uma mulher tirada de seu País, para ser exibida como um pedaço de carne, se afundando no álcool como escapatória de sua dor, sendo abusada psicologicamente pelo seu guardião,e posterior jogada no mundo de monstros e nem consegue descansar em paz..após a morte sendo exibida para ciencia..um martírio..
O filme é longo, com muitos momentos bem viscerais, mas na minha opinião necessários, para uma dimensão do que foi essa existência fadada a maldade e ganancia das pessoas, Yahima para mim só teve um probleminha, sua expressão, no longo filme foi só uma, catatônica, mas ela se entregou a personagem, e vendo fotos da epoca, se encaixou perfeitamente no estereotipo.
Geralmente pensamos que o mundo hoje ta tão frio e maligno, mas quando assisto essas obras reparo que o mundo ja vem sendo assim a muito tempo, as pessoas realmente são o câncer desse planeta e podem ser muito cruéis com o diferente.
Uma história real que poderia ter outra narrativa para se tornar menos maçante de assistir. É uma realidade crua, perversa e humilhante, mas, acredito, que a escolha da direção foi equivocada. Tem imagens reais pós crédito resumindo o final da personagem. Vale conferir.
Que história absurda.
É impactante, mas acabar perdendo força porque é longo demais.
Em determinado momento parece que o filme se repete, são as mesmas situações (sim, com mais brutalidade) porém, falado em francês.
E ainda fica tem certo ar de misoginia, mas devia ser obrigatório de ser visto para lembro de como somos estúpidos e ignorantes.
Já tinha lido sobre em um texto sobre curiosidades do mundo, na epoca o texto não era tão profundo mas deu para se ter uma ideia da historia dessa mulher, mas nao do sofrimento da mesma, quando comecei a assistir ao filme, no inicio a cena do que parece uma faculdade de ciências ou medicina, me dei conta que estava vendo o filme do tal texto.
A mulher africana, em um século onde o exotismo causava fascínio na Europa, não viviam um mundo globalizado, sem internet ou maquinas modernas de foto ou vídeo, mal se tinha livros sobre povos distantes, não se era algo absurdo os tais circos de freaks, pessoas com deformidades, diferentes, ou etnias estranhas, eram exibidos como animais.
A obra me lembrou bastante dois filmes, homem elefante e para sempre lilia, o primeiro pelo exibicionismo da desgraça em detrimentos da dor de quem estava sendo exibido, e o segundo pela carga pesada, meio que ladeira abaixo de uma vida, triste, angustiante, de uma mulher tirada de seu País, para ser exibida como um pedaço de carne, se afundando no álcool como escapatória de sua dor, sendo abusada psicologicamente pelo seu guardião,e posterior jogada no mundo de monstros e nem consegue descansar em paz..após a morte sendo exibida para ciencia..um martírio..
O filme é longo, com muitos momentos bem viscerais, mas na minha opinião necessários, para uma dimensão do que foi essa existência fadada a maldade e ganancia das pessoas, Yahima para mim só teve um probleminha, sua expressão, no longo filme foi só uma, catatônica, mas ela se entregou a personagem, e vendo fotos da epoca, se encaixou perfeitamente no estereotipo.
Geralmente pensamos que o mundo hoje ta tão frio e maligno, mas quando assisto essas obras reparo que o mundo ja vem sendo assim a muito tempo, as pessoas realmente são o câncer desse planeta e podem ser muito cruéis com o diferente.
A longa duração atrapalha bastante a jornada.O drama apresentado choca por sua sensibilidade e coragem e temos ótimos lugares visitados ao longo.
>Assistido em 08 de Julho de 2024
Uma história real que poderia ter outra narrativa para se tornar menos maçante de assistir. É uma realidade crua, perversa e humilhante, mas, acredito, que a escolha da direção foi equivocada. Tem imagens reais pós crédito resumindo o final da personagem. Vale conferir.