Segue a história de Johannes Van Almeida, um pintor que acabou de sair da prisão e quer recomeçar sua vida, mas tudo muda quando a negociante de arte Antoinette, e a atriz internacional em crise Florence Lizz, ficam no seu caminho.
É uma tentativa de ser uma proposta avassaladora e visceral, mas acerta na caricatura perdida entre nuances da delicadeza e nuances do clichê. Não tem como alguém conceber um roteiro baseado no mundo da arte da contemporaneidade ou mesmo no mundo das artes cênicas e propor um diálogo sofrível que simule o desconhecimento de um ator que diga que a Mona Lisa é de Picasso e a Vênus de Botticelli é de Romero Britto, ou uma direção de arte que passe despercebido uma marchand tenha quadros pintados na esquina por um amador com estilo caricato de IA na sua mansão. E a trilha parece toda amadora por músicos improvisados de rua, e o pior é quando Florence canta. Aliás, o filme tem uma alma brega de alguém pedante que tem um olhar muito distante sobre a arte contemporânea e só encara a parte do mercado alienado das "bananas com fita adesiva na parede'' e só fala de obra-prima dos grandes mestres da pintura, mas cuja concepção de arte é punheta com ruiva e aqueles quadros super reproduzidos nos anos80 de anjinhos,loirinhas,criancinhas chorando e dinossauros invadindo estradas.
Um filme chique... porém longo. 40 minutos a menos e estaria em quase perfeito. Gosto da questão entre o que é a arte, cópia, subjetividade e o submundo da arte nessa jogatina de poder e fortuna. Desde quando a arte tornou-se uma mercadoria e perdeu a sua essência do assombro e do sublime? Dito isso, que presença magnânima de Maria Fernanda Cândido e Chico Diaz, atores!
Louvável a pretensão do diretor de sair das comédias e apostar em algo novo, mas filme chato demais, longo e cansativo…
Paixão, desejo e o processo artístico, o vermelho de Monet nunca foi tão conturbado.
A atuação da Samantha está sofrível e as falas dela so pioraram. "Dona da porra toda".
É uma tentativa de ser uma proposta avassaladora e visceral, mas acerta na caricatura perdida entre nuances da delicadeza e nuances do clichê. Não tem como alguém conceber um roteiro baseado no mundo da arte da contemporaneidade ou mesmo no mundo das artes cênicas e propor um diálogo sofrível que simule o desconhecimento de um ator que diga que a Mona Lisa é de Picasso e a Vênus de Botticelli é de Romero Britto, ou uma direção de arte que passe despercebido uma marchand tenha quadros pintados na esquina por um amador com estilo caricato de IA na sua mansão. E a trilha parece toda amadora por músicos improvisados de rua, e o pior é quando Florence canta. Aliás, o filme tem uma alma brega de alguém pedante que tem um olhar muito distante sobre a arte contemporânea e só encara a parte do mercado alienado das "bananas com fita adesiva na parede'' e só fala de obra-prima dos grandes mestres da pintura, mas cuja concepção de arte é punheta com ruiva e aqueles quadros super reproduzidos nos anos80 de anjinhos,loirinhas,criancinhas chorando e dinossauros invadindo estradas.
Um filme chique... porém longo.
40 minutos a menos e estaria em quase perfeito. Gosto da questão entre o que é a arte, cópia, subjetividade e o submundo da arte nessa jogatina de poder e fortuna. Desde quando a arte tornou-se uma mercadoria e perdeu a sua essência do assombro e do sublime?
Dito isso, que presença magnânima de Maria Fernanda Cândido e Chico Diaz, atores!