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Um grupo de astronautas aterrissa no planeta Vênus em busca dos companheiros de uma missão desaparecida. Descobrem um planeta pré-histórico e são atacados por um gigantesco pterodáctilo, que destróem para se defender. Só que o monstro era o deus de uma tribo de mulheres venusianas, o que desperta a ira das garotas selvagens lideradas por Mamie Van Doren.
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Foi uma grande surpresa ver o nome de Peter Bogdanovich na direção.
Misericórdia. Achei que a qualquer momento a Carla Perez ia aparecer voando num pterodáctilo. Esse filme é um ultraje com o conceito de tosco aceitável.
Gostei do filme porque gosto desse genêro e de filmes dessa época. Só achei que poderiam ter explicado um pouco melhor a origem e a existência dessas mulheres telepáticas
Uma vergonha para o scifi antigo feita de retalhos de outros filmes, partes narradas e cenas tapa buracos mal feitas.
É ficção científica mas a sensação é de se tratar de uma aventura de fantasia, não por acaso se inicia reverenciando Vénus. Este pôster vibrante anuncia a beleza surreal de um mundo dominado pelo fenomenal e pelo feminino.
A cena em que carregam o deus assassinado com tanta maturidade e sensibilidade já me é marcante, senti o buraco que se abriu naquele círculo
O final tem um incrível simbolismo: elas colocam o poder desequilibrado humano como sobressalente ao natural, natureza aliás que foi a matéria prima para a criação de todas as disrupções humanas. Elas renegam os verdadeiros deuses para reverenciarem algo que ficou com menos energia do que uma pedra, que nem dá pra chamar de morto porque nunca realmente teve vida, não passou de um mecânico absolutamente técnico e liberto de qualquer resquício de emotividade. Ressaltou a sabedoria humana que foi capaz de destruir ou se proteger de algo milenar e profundamente sábio, mas deixou o vazio artificial que veio acompanhado