O filme segue Jeanne (Juliette Binoche), uma jornalista que rastreia uma erva rara misteriosa que aparece apenas uma vez a cada 997 anos na região rural do Japão.
O que aconteceu com a diretora, aqui? Tudo bem que suas obsessões temáticas são identificáveis e que nota-se o esforço pela aplicação da sinestesia característica, mas o roteiro é uma esculhambação, sobretudo na segunda metade, quando beira o absurdo estético 'new age', de uma cafonice atroz, com 'flashbacks' atabalhoados e contraproducentes (mesmo em suas intenções "explicativas"). Qual a necessidade de aderir a esta internacionalização, com uma estapafúrdia utilização do idioma inglês, em contexto interiorano, e com gemidos altissonantes, confirmando uma lógica quase pornográfica de "confirmação" do prazer? Um filme caricato e vexatório, em enormes medidas. Esforcei-me para apreciar, no afã por encontrar traços autorais kawaseanos, mas é um filme canhestro e simplificador. Gosto de quando os membros da comunidade aparecem e quando o filme abandona o enredo, mesmo que a fotografia possua um cariz 'Discovery Channel', mas é um trabalho bastante aquém dos talentos envolvidos, infelizmente! (WPC>)
- gosto muito de fantasia e fiquei bem animado quando vi que a diretora iria trabalhar com realismo fantástico, mas é infelizmente nessa parte que o filme escorrega e fica bem perdido - em contrapartida o começo é ótimo, toda a busca, a relação entre os personagens crescendo, o convívio e o aprendizado com a natureza. pena que se embanana todo no final, mas ainda vale a pena e é bonito de se assistir
O filme tem símbolismo mas eu confesso que não consegui captar o porque de tudo que estava acontecendo. Achei as cenas da floresta muito reconfortante. Juliette Binoche é uma excelente atriz,mas não foi esclarecedor para mim.
Filme lindo visualmente,calmo em sua essência,repleto de simbolismo,mas nada disso garantiu uma boa sessão.Juliette Binoche totalmente voluntária em um estilo de filme que pouco protagonizou na vida.
O que aconteceu com a diretora, aqui? Tudo bem que suas obsessões temáticas são identificáveis e que nota-se o esforço pela aplicação da sinestesia característica, mas o roteiro é uma esculhambação, sobretudo na segunda metade, quando beira o absurdo estético 'new age', de uma cafonice atroz, com 'flashbacks' atabalhoados e contraproducentes (mesmo em suas intenções "explicativas"). Qual a necessidade de aderir a esta internacionalização, com uma estapafúrdia utilização do idioma inglês, em contexto interiorano, e com gemidos altissonantes, confirmando uma lógica quase pornográfica de "confirmação" do prazer? Um filme caricato e vexatório, em enormes medidas. Esforcei-me para apreciar, no afã por encontrar traços autorais kawaseanos, mas é um filme canhestro e simplificador. Gosto de quando os membros da comunidade aparecem e quando o filme abandona o enredo, mesmo que a fotografia possua um cariz 'Discovery Channel', mas é um trabalho bastante aquém dos talentos envolvidos, infelizmente! (WPC>)
- gosto muito de fantasia e fiquei bem animado quando vi que a diretora iria trabalhar com realismo fantástico, mas é infelizmente nessa parte que o filme escorrega e fica bem perdido
- em contrapartida o começo é ótimo, toda a busca, a relação entre os personagens crescendo, o convívio e o aprendizado com a natureza. pena que se embanana todo no final, mas ainda vale a pena e é bonito de se assistir
O que aconteceu aqui Binoche??? Muito ruim, genthy!!
O filme tem símbolismo mas eu confesso que não consegui captar o porque de tudo que estava acontecendo. Achei as cenas da floresta muito reconfortante. Juliette Binoche é uma excelente atriz,mas não foi esclarecedor para mim.
Filme lindo visualmente,calmo em sua essência,repleto de simbolismo,mas nada disso garantiu uma boa sessão.Juliette Binoche totalmente voluntária em um estilo de filme que pouco protagonizou na vida.