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Data de lançamento
1 Nov. 1985Duração
O Agente Federal Richard Chance (Petersen) tem contas a acertar, e está cansado de jogar de acordo com as regras. Mesmo que para isso tenha que chantagear uma bela garota, desobedecer a ordens diretas ou andar na contra-mão em uma movimentada estrada, ele jura que, custe o que custar, irá agarrar um assassino (Dafoe). Mas à medida que as coisas ficam mais sérias, será que a vingança de Chance pode acabar destruindo a ele mesmo?
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É chover no molhado falar sobre a estética, estilo e atuações desse aqui. O final me pegou de surpresa. Filmaço!
nunca tinha ouvido falar, mas deve ser um filme cult. assisti no primevideo e muita gente deve ter perdido a chance de ver pois não tinha dublado nem legenda em português.
gostei bastante, mesmo que as vezes o roteiro derrape com furos, e até a edição não ajude.
mas a cena da perseguição de carro é memorável, me espanta não ser citada como uma das melhores da história do cinema.
só não gostei muito do finalizinho, acharia incrivel se o vilão
tivesse vencido matando aquele policial com a madeirada
a cena da
morte do protagonista com um tiro do nada me remeteu totalmente a Os Infiltrados, adorei, um dos poucos filmes em que o protagonista é assassinado
Um dos filmes mais estilosos que eu já vi (e que me conquistou logo no trailer). Direção, montagem, fotografia, trilha sonora e trabalho de som simplesmente insanos.
"You want bread? Fuck a baker!"
Viver e Morrer em L.A. (1985), dirigido por William Friedkin, é uma obra-prima visceral do cinema policial que redefine os limites do gênero "neo-noir". O filme mergulha o espectador em uma Los Angeles febril, onde a linha entre a justiça e a corrupção se dissolve diante de personagens movidos por uma obsessão autodestrutiva. A trama é conduzida com um ritmo implacável, sustentada por atuações magnéticas que transmitem a urgência e o cinismo de uma caçada implacável. Tecnicamente, a direção de Friedkin é impecável, destacando-se por sequências de ação que elevam a adrenalina a níveis quase insuportáveis, especialmente uma célebre perseguição automobilística que permanece como uma das mais impactantes da história. A trilha sonora, assinada pelo grupo Wang Chung, confere uma identidade sonora pulsante e estilizada, capturando perfeitamente a atmosfera oitentista. Mais do que um simples jogo de gato e rato entre um agente obstinado e um falsário sofisticado, o longa é um estudo sobre a moralidade em ruínas. A estética crua e a fotografia de tons quentes acentuam o calor e a decadência urbana, criando um ambiente onde não há heróis puramente benevolentes. É um filme que desafia as expectativas do público, entregando um final que permanece gravado na memória pela sua ousadia e crueza. Em suma, é uma experiência cinematográfica essencial, que equilibra perfeitamente tensão psicológica com ação de alto impacto, consolidando-se como um clássico indispensável do suspense policial.
Impensável fazer algo comparável a qualquer coisa do WF nos dias atuais, não apenas pela coragem, mas pela maneira como o diretor explora a realidade da cena e dos atores no contexto do roteiro. O personagem do Dafoe é quase uma entidade satânica com aquele final avassalador; tem nudez frontal; tem corrida violenta; a perseguição de carros é antológica e cheia de força cênica para o contexto do filme. Obra-prima do cinema policial, uma porrada.