Dirigido por
Duração
Brasil, 2030. As irmãs Alayr e Sabrina estão ouvindo no radinho de pilha o julgamento que pode mudar os rumos de um país “sem energia”. Elas são surpreendidas por Fátima, a irmã que volta dos mortos para confraternizar nessa noite histórica.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Que construção de roteiro incrível! Os diálogos e o humor na medida certa entre as irmãs nos convoca a pensar conflitos sociais, relações e a angústia política. Atenção aqui para atrizes que são ótimas e fazem o filme acontecer de forma bem fluida.
Maravilhoso
eles só melhoram!!!!!!!!!!!!! a cada produção!!!! meu deus quanta sensibilidade quanta verdade quanta poesia... assisti agradecendo mentalmente por eles existirem
Os diretores reaproveitam muito bem as atrizes do filme anterior, numa obra que demonstra, sobretudo, muito entrosamento entre elenco e equipe. O tom, às vezes, é de teatro filmado (ou de radionovela com imagens), mas os diálogos são sinceros: gaguejados e com sotaque, sem santificação das personagens (sobretudo, da delegada). Quando o título justifica-se, o tom muda e a comicidade fica um tanto forçada (ainda que verossímil). As composições de Moreira são ótimas - "Obaluaê de Frente" já nasceu clássica - e o cenário exíguo é bem aproveitado por uma direção modesta mas firme. Há algo de excessivamente crédulo no desfecho, mas é uma esperança necessário, admitimos: num Brasil que machuca tanto, torcer pela resolução benévola de um julgamento tem seus benefícios catárticos! (WPC>)
Tem os mesmos problemas de sempre que Ary e Glenda carregam com eles e seu cinema, mas esse foi, talvez, o filme deles que eu mais gostei. Mesmo com os momentos de roteiro engessado, é impressionante o quanto eles fazem com três personagens e um cenário. E as três, maravilhosas, as três com histórias incríveis e que prendem a atenção do começo ao fim. Eu, inclusive, me peguei ansioso pelo resultado da votação no STF a cada voto que era dado e recebido pelo rádio... e nem preciso dizer o quanto isso reverbera e dialoga com o Brasil de 2021.