Uma jovem professora se sensibiliza com o estranho caso de um menino mudo, de sete anos de idade, mas acaba se tornando a principal suspeita do problema.
Uma ideia interessante mesmo não sendo inovadora, uma duração curta para não cansar o espectador e ótimas atuações, tudo ia bem, mas faltou roteiro. Assim é Volume Morto.
A direção consegue criar um bom clima de suspense claustrofóbico, apoiado nas ótimas atuações somos levamos a uma trama intrigante, mas com final decepcionante.
As atuações foram ótimas, com destaque para Fernanda Vasconcellos e Julia Rabello.
Com dois pais que são verdadeiros sociopatas não é de se admirar que o filho também não seja normal. Porém, infelizmente o roteiro exagera demais algumas vezes, o que faz determinadas situações se tornarem inverossímeis. Como o modo como os pais rapidamente passam a lidar com a professora como inimiga parecendo mais interessados em puni-la do que em buscar ajudar o filho. Ainda que saibamos que o ser humano pode tomar atitudes impensadas, amarrar a moça desmaiada na cadeira, por exemplo, não parece uma delas. Ou a cena de trancar a professora no armário que em outra situação poderia agregar acabou sendo apenas ridícula.
Em suma, o roteiro sobe tanto o tom que deixa a conclusão anticlimática.
A obra começa de forma cotidiana com uma situação que vemos corriqueiramente, professor preocupado, pais com negação, afinal seu Enzo e perfeito.
Dai descamba para uma tensão surreal, surreal mesmo, por que nunca nem li ou ouvi falar de coisa igual, isso que é levar a defesa do rebento as ultimas consequências, e olha deu margem para imaginar o pior, afinal o casal se torna psicopata.
E é ai que acho que o filme desanda, por que vai te jogando suposições, dentro de algo já muito atípico, ate a entrada de uma nova personagem a diretora, que ao invés de trazer uma luz, piora mais ainda a quantidade de suposições de N problemas que possa esta acontecendo com o pequeno Gugu. E tanta saída pro filme, que pelo menos eu me perdi, no que ta acontecendo, gugu é um gênio do mal, os pais sao psicopatas, Guilherme abusa de gugu, o pai abusa de gugu, a professora abusa do gugu, gugu abusa de sí mesmo, todos abusam do gugu, todos se abusam e o gugu fica vendo que nem Nero o circo pegar fogo...
Poderia ser um filmaço com uma construção tão simples, mas o gugu estragou, ops, a quantidade de informações deixadas aos ventos..em algo que te vira ai para construir!!
Não se deixe levar pela nota, o filme é bom, só
peca por terminar muito repentinamente. Se houvesse um mínimo desfecho, seria um bom filme nacional.
Uma ideia interessante mesmo não sendo inovadora, uma duração curta para não cansar o espectador e ótimas atuações, tudo ia bem, mas faltou roteiro. Assim é Volume Morto.
A direção consegue criar um bom clima de suspense claustrofóbico, apoiado nas ótimas atuações somos levamos a uma trama intrigante, mas com final decepcionante.
As atuações foram ótimas, com destaque para Fernanda Vasconcellos e Julia Rabello.
Com dois pais que são verdadeiros sociopatas não é de se admirar que o filho também não seja normal. Porém, infelizmente o roteiro exagera demais algumas vezes, o que faz determinadas situações se tornarem inverossímeis. Como o modo como os pais rapidamente passam a lidar com a professora como inimiga parecendo mais interessados em puni-la do que em buscar ajudar o filho. Ainda que saibamos que o ser humano pode tomar atitudes impensadas, amarrar a moça desmaiada na cadeira, por exemplo, não parece uma delas. Ou a cena de trancar a professora no armário que em outra situação poderia agregar acabou sendo apenas ridícula.
Em suma, o roteiro sobe tanto o tom que deixa a conclusão anticlimática.
A parte que mais gostei foi quando Luiza é excluída do grupo.
Intrigante, estranho do jeito que eu gosto, e tão simples, feito praticamente no mesmo ambiente, bom ver a Fernanda no cinema.
O que acabei de ver aqui ??? Alguém??
A obra começa de forma cotidiana com uma situação que vemos corriqueiramente, professor preocupado, pais com negação, afinal seu Enzo e perfeito.
Dai descamba para uma tensão surreal, surreal mesmo, por que nunca nem li ou ouvi falar de coisa igual, isso que é levar a defesa do rebento as ultimas consequências, e olha deu margem para imaginar o pior, afinal o casal se torna psicopata.
E é ai que acho que o filme desanda, por que vai te jogando suposições, dentro de algo já muito atípico, ate a entrada de uma nova personagem a diretora, que ao invés de trazer uma luz, piora mais ainda a quantidade de suposições de N problemas que possa esta acontecendo com o pequeno Gugu. E tanta saída pro filme, que pelo menos eu me perdi, no que ta acontecendo, gugu é um gênio do mal, os pais sao psicopatas, Guilherme abusa de gugu, o pai abusa de gugu, a professora abusa do gugu, gugu abusa de sí mesmo, todos abusam do gugu, todos se abusam e o gugu fica vendo que nem Nero o circo pegar fogo...
Poderia ser um filmaço com uma construção tão simples, mas o gugu estragou, ops, a quantidade de informações deixadas aos ventos..em algo que te vira ai para construir!!
Independente de qualquer coisa,
o Gugu é um gênio, manipulou geral. Só não ficou claro se por maldade ou por ser negligenciado. Acho que isso fica aberto mesmo...